Mas como eu disse o cu, os peitos e a boca continuavam fazendo a alegria de muitas rolas. A boceta ficou reservada só para darem uma esporrada, uma cuspida ou uma mijada, só metiam a cabeçorra e um pouco mais do pau, de leve. Minha mãe, pelo contrário, ficou mais puta do que nunca, pra compensar a mana não levar rola na boceta. Mesmo quando não saiam meu padrasto dava um jeito de fodê-las em casa e sempre trazia alguns amigos roludos, claro que nesses dias, eu fingia sair de casa, dava a volta entrava pelos fundos subia até o meu quarto e depois, via tudo que acontecia naquela sala por um vão no corredor de cima que dava pra ver a sala quase toda...
Quando minha irmã deu à luz, chamou a filha da puta de Michelle, pra variar nome de puta, risos. Enquanto a putinha foi crescendo e o namorado dela achando que a filha era dele, se casou com ela, risos e dois anos depois nasceu o segundo filho dela, esse era mesmo do marido dela, risos. Mas a Michele cada vez mais ia ficando parecida com a mãe e a irmã do meu padrasto, além de uma marca de nascença na parte interna da coxa, logo, descobrimos, pra sorte dela, que era dele, mas o maridinho nada percebeu, acho que porque, ele nunca viu uma foto ou a irmã do meu padrasto, risos...
Michelle foi crescendo e ficando muito gostosa igual a mãe e a avó, não demorou muito pro meu padrasto crescer os olhos pra cima dela, ele sempre me contava tudo quando ficávamos sozinhos e me disse que seria o primeiro a fodê-la, que ele iria tirar todos os cabaços dela, antes que alguém o fizesse. Em seguida, minha mãe e minha irmã começaram a aliciar a Michelle pro lado negro da foda, lhe mostrando vídeos e revistas de sacanagem e até mesmo delas, a preparando para o meu padrasto. E quando ela já estava pronta, o grande dia chegou e minha mãe arrumou tudo e meu padrasto se preparou para gravar tudo, ele não queria perder o dia que descabaçaria a filha neta, risos...
Ao contrário, dos outros relatos, nesse eu vou gastar um pouco mais de tempo nos relatos dos preparativos, por causa do ineditismo da ocasião, afinal, não é todo dia que sacrificam uma virgem e seus cabaços, risos...
Eu, como sempre, avisei que iria sair com uns amigos e passaria a noite na casa de um deles, saí, dei a volta na casa, entrei pelos fundos, subi às escadas e me escondi no meu quarto, onde ninguém me acharia, só meu padrasto sabia que eu estava lá. Então, eles começaram a arrumar a casa toda para a grande noite. Michelle no quarto esperando minha irmã ir buscá-la, minha mãe usando só um negligê, preto e transparente sem mais nada por baixo, minha irmã outro igualzinho e a Michelle, bem a Michelle usava um todo branco pra ocasião. Meu padrasto estava sentado no sofá completamente nu, de pernas abertas alisando a tora branca de leve, porque, deixa-lo duro seria a primeira experiência da Michelle...
Então, ele mandou a mana ir buscar a Michelle e ela obedeceu, em minutos a mana voltou pra sala trazendo a Michelle e quando meu padrasto a viu, foi logo dando um sorrisinho sacana pra ela. Minha mãe a pegou logo no pé da escada e as duas a trouxeram até ele. Que mordia os lábios sacanamente, olhou-a de cima a baixo, fazendo-a se virar pra ele inspecionar todo seu corpinho delicioso melhor. E, ela aera mesmo linda, tinha puxado pela mãe, peitinhos no tamanho certo, bicos levemente rosados, toda bronzeada, bundinha redonda e bocetinha deliciosamente pentelhudinha, porque, minha mãe e a mana não deixavam ela se depilar, a mulherada de casa tinha que ser pentelhuda, nada de boceta depilada, um tesão, dava até vontade de fodê-la, risos...
Meu padrasto mandou que ela ficasse nua e minha mãe e a mana tiraram seu negligê, que foi ao chão, mas ficaram com os seus, meu padrasto a lhe deu outra olhada de cima a baixo, dessa vez com ela toda peladinha. Alisou suas coxas pela parte de dentro, até sentir sua bocetinha e sua bundinha, mas não lhe enfiou os dedos pra não tirar a graça. A pegou pelos peitinhos os apertou e chupou, fazendo a putinha dar seu primeiro gemido de tesão. Em seguida a beijou e, enquanto, minha mãe e a mana estavam no chão num frenético 69, meu padrasto a pôs de joelhos e ordenou:...
- Chupa...
Em seguida minha mãe e a mana também disseram pra ela chupar...
- Chupa querida você vai gostar, risos...
Conosco também é assim, você já viu isso. Ela então, começou a chupar meu padrasto, meio sem jeito ainda, mas ele estava adorando saber que a primeira rola que ela estava sentindo na vida era a dele e a sacanagem de saber que ele era o pai e quase o avô só aumentava o tesão dele, que começou a fodê-la com cada vez mais força, enfiando a rola cada vez mais fundo em sua boca até conseguir meter até o talo, ela engasgava muito e sufocava, mas isso só lhe dava mais tesão pra fodê-la mais e mais, enquanto minha mãe a mana a mandavam continuar e aguentar sem parar...
- Aguenta Mi...
- Vai ser melhor assim...
- Quando você aprender fica melhor...
E, ela obedecia, até porque, não tinha outra opção. E quando a rola do meu padrasto estava completamente dura e toda babada, ele olhou pro seu rostinho todo vermelho, por quase sufocar várias vezes e lhe deu um beijo. Então, era chegado o grande momento, minha mãe e minha irmão até pararam de foder entre si pra olhá-la melhor e minha mãe tirou a câmera do tripé pra filmá-la melhor. Meu padrasto, então, se deitou e a mandou deitar por cima dele, começando um 69 delicioso, ele enfiava a língua na sua bocetinha e no seu cuzinho virgens com vontade, se fartando naquela floresta deliciosa de pentelhos negros como os da mãe e da avó, enquanto ela se contorcia e o chupava, minha mãe a mandou massagear as bolas dele e eles ficaram ali por um bom tempo, com a Michelle gemendo sem parar, até que ela deu um urro e começou a chorar, era a primeira vez que ela gozava na boca de um macho e nem tinha levado rola ainda, seu primeiro orgasmo foi com uma língua na boceta e no cuzinho, como tinha feito com a mana, mas a mana não era mais cabaço sem de longe, risos..., então, ele mandou a Michelle ficar de quatro, depois, mandou minha irmã, abrir sua linda bundinha e lhe deu sua primeira cusparada no cu e na boceta, com tanta força que ela gemeu, de tesão, pincelou seu pau na sua bunda e boceta, passou seus braços por debaixo dela e a segurou pelos ombros, enquanto minha mãe filmava aquilo em close, então lhe disseram...
- Querida vai doer um pouco, mas logo passa...
- É melhor assim...
- Você se acostuma mais rápido e os caras amam isso...
- A dor passa e o tesão só aumenta, risos...
Esse bem que poderia ser o lema da família “a dor passa e o tesão, só aumenta”, risos...
Então, sem nenhum aviso, meu padrasto a puxou violentamente contra ele, enfiando sua rola até o talo naquela bocetinha deliciosamente, virgem, estourando seu cabaço numa só estocada, fazendo-a gritar e gemer alto e o sangue jorrar pelo chão da sala e a Michelle chorando e gemendo de dor, enquanto minha mãe e a mana lhe diziam, rindo muito, pra aguentar, que logo passaria e ela iria gostar. E, sem lhe dar tempo pra se acostumar com aquela tora no meio de suas pernas, pela primeira vez, ele continuou fodendo sua bocetinha recém descabaçada, sem dó, sem parar, pondo e tirando quase toda a rola de sua boceta, deixando só a cabeçorra lá dentro e algumas vezes tirava tudo e a penetrava de novo, fazendo-a gemer e gritar até chorar, enquanto minha mãe minha irmã e meu padrasto se divertiam com aquilo tudo.
Depois de um tempo, ele a virou deitada de costas, minha mãe a irmã, agora, mais ativas, ergueram suas pernas e as seguraram bem abertas. Então, a Michelle pode ver pela primeira vez, a rola do meu padrasto toda lambuzada em sangue do seu cabaço e muito cuspe, enquanto minha mãe a mana lhe diziam, que ela estava linda, que o pior já tinha passado, agora, era só se acostumar. Meu padrasto lhe deu outra cusparada na boceta e enterrou a rola dentro dela outra vez, jogando todo o peso do seu corpo sobre ela, enfiando seu pau , dolorosamente, até o talo em sua boceta, enquanto a mana só gemia e chorava um pouco, afinal era a primeira vez dela e todos sabem que que as primeiras vezes é sempre dolorosa, não tem jeito, então só lhe restava aguentar. Nessa hora minha mãe sentou com a boceta em seu rostinho, fazendo-a chupá-la, lhe dizendo que ela iria gostar e que isso a ajudaria a sentir menos dor e se acostumar mais rápido. A mana, deitou quase ao seu lado e começou a chupar seus peitos deliciosamente rosados e isso, realmente, começou a fazê-la sentir menos dor e a sentir coisas que ela nunca tinha sentido antes, sem ela entender muito bem o que era aquela sensação, risos...
Meu padrasto continuava fodendo a Michelle, sem piedade...
- Aguenta putinha...
- Aguenta que logo fica bom...
Então, a virou, novamente, deitando-a com a bundinha pra cima e mandando-a abrir as pernas...
- Abre as pernas, minha putinha...
- Você precisa aprender, pra se divertir, risos...
- Abre mais, abre tudo...
- Isso, assim...
Minha mãe, então, abriu sua bunda e ela e meu padrasto lhe deram uma cusparada, enquanto a mana, assistia a tudo sorrindo ao lado e meu padrasto, outra vez, fodeu sua boceta, dando-lhe fortes metidas e estocadas, até que começou a fodê-la mais rápido, sinal de que iria esporrar e não deu outra, numa dessas estocadas, ele enterrou a rola na sua bocetinha até o talo e gozou despejando golfadas e mais golfadas de porra quente, branca, gosmenta dentro daquela bocetinha deliciosamente descabaçada e quando terminou se jogou sobre ela ficando lá todo enfiado dentro dela até seu pau amolecer, sua primeira esporrada foi totalmente, despejada dentro de sua bocetinha magnífica, gota por gota, enquanto minha mãe e a mana lhe beijavam e acariciavam seu corpinho, fazendo-a tremer todinha e lhe diziam que ela tinha sido maravilhosa. Então, meu padrasto a levantou, pondo-a de joelhos, beijou-a na boca várias vezes, dizendo que essa primeira gozada tinha sido maravilhosa e que não via a hora de continuarem, então, a fez chupar sua rola toda lambuzada em porra, cuspe e sangue, fodendo sua boquinha linda mais uma vez, enquanto minha mãe, por baixo dela chupava com vontade, sua deliciosa bocetinha toda deflorada e cheia de porá e sangue escorrendo dela, enquanto a mana depois de um delicioso beijo, se ajoelhou e engoliu a rola do meus padrasto, com gosto, até não sobrar quase nada de porra e sangue da Michelle nela...
Então, os quatro ficaram ali, jogados no chão da sala, sobre um grosso e felpudo tapete macio, se recuperando, mas a mana mais nova, logo começou a chupar a boceta, os peitos e o cuzinho, ainda cabaço da mana, mas esse relato eu vou deixar para a parte final, porque, este já ficou grande demais. No próximo relato, contarei como a Michelle perdeu o cabaço e as pregas do cu e teve suas primeiras experiências lésbicas sendo ativa com a avó e a mãe. Se gostaram, comentem, amo ler comentários safados e pervertidos. Boas punhetas, siriricas e muita porra quente, gosmenta e branca, aonde vocês quiserem. Eu, não iria contar essa história tão cedo, mas alguém me pediu por mensagem, então, não pude me recusar. Esse relato foi pra você meu caro Kmauroluiz60 e pra todos que vêm curtindo meus relatos, principalmente os da minha mãe e irmã, mas as fotos delas são muito pessoais, não posso eu entregaria muita gente fui...
Essa última foto é minha posição favorita...





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