Quando a campainha tocou minha mãe foi atender, mas antes pegou um roupão de banho e se cobriu. O Marcelo e o Toninho já sabiam que eu estava em casa e veria tudo e que ela estaria só de baby-doll transparente...
- Assim que a viram já foram perguntando por mim, já dando uma risada sacana...
Ela disse que não tinha mais ninguém em casa. No começo não entendi por que ela deu tanta informação, poderia ter dito que eu não estava em casa. Mas depois de alguns segundos ficou óbvio ela estava com muito tesão e já tinha dado algumas vezes pra esses dois, que depois de ouvirem que não tinha mais ninguém em casa já fora entrando, fechando a porta e partindo pra cima dela e tirando seu roupão e mostrando todo seu corpaço coberto apenas pelo minúsculo baby-doll transparente. Ela nem tentou disfarçar e já foi logo tirando a roupa dos dois e os empurrou no sofá, abriu suas pernas e sem pressa alguma começou a chupar as bolas do Toninho, enquanto alisava a enorme tora negra do Marcelo...
Como sempre, ela chupou uma bola, depois a outra por alguns minutos, então engoliu o saco inteiro do Toninho e foi lambendo e subindo aquele mastro magnífico, babando nele todo até chegar na cabeçorra, dar uma bela cusparada nela e o engolir com a maestria de sempre, nem preciso dizer que sua rola ficou dura em poucos segundos. Daí, ela manteve sua rola dura alisando-a como tinha feito com o Marcelo e caiu de boca nas bolas do Marcelo, chupou uma, depois a outra e então, abocanhou aquele enorme saco negro inteiro, depois foi subindo por todo aquele caralho até chegar na cabeçorra e como tinha feito com o Toninho, cuspiu nela e engoliu aquela rola inteira, que ficou dura na mesma hora, ela era mestre em foder e chupar, não tinha como não ser...
Com as duas rolas dura, ela os levou pra o quarto dela, ficando de quatro sobre a cama e como ela achava que não tinha mais ninguém em casa nem se preocupou em fechar a porta. Já de quatro na cama, o Marcelo entrou por baixo dela e a fez descer aquele bocetão na sua rola, e ela o engoliu inteiro, fazendo aquele mastro negro desaparecer dentro de sua boceta. Nisso, o Toninho passou cuspe no seu pau, deu uma cusparada em sua boceta (esses dois não gostavam muito de vaselina ou lubrificante) e meteu sua rola naquele rabo, sem dó. Eles não tinham a menor pressa, porque ela disse pra eles que ninguém chegaria antes das 16h00 e ainda não eram nem 11h00. Isso significava que eles poderiam fodê-la como quisessem. A foderam de quatro, a foderam deitada com abunda pra cima, a foderam deitada com as pernas erguidas e a foderam na minha posição favorita o bate-estaca, com as pernas pro alto e o cu e a boceta apontando pro teto e eles metendo as rolas de cima pra baixo, depois a foderam de quatro, novamente, até que o Marcelo avisou que iria gozar e em poucas metidas encheu sua boceta com sua farta quente, branca e gosmenta porra deliciosa, que escorria por suas coxas antes mesmo dele tirar sua rola de dentro dela e ficou lá com sua rola negra enterrada dentro dela, toda esporrada até seu caralho amolecer...
Enquanto isso, o Toninho continuava fodendo seu rabo cada vez com mais força até enterrar sua rola inteira nele e enchê-la com mais porra quente, branca, farta e gosmenta, ficando todo enterrado em seu cuzão até seu pau amolecer todo. Por causa das posições e da porta aberta eu podia ver quase tudo do corredor, sem que ela me visse. Depois de terminarem, acho que ela achou que eles iriam embora, mas estava enganada, aqueles dois nunca davam uma só, então, a mandaram fazer alguma coisa pra comer, eu corri pro meu quarto pra ela não me ver e esperei os três descerem, antes de voltar pro meu lugar de observação. Ela preparou um macarrão, bem rápido e enquanto eles comiam, entrou por baixo da mesa e tentou deixar aquelas rolas duras novamente, parando antes que gozassem. Eles terminaram seu almoço rapidinho e a levaram pra sala, onde muita putaria já tinha rolado, inclusive com eles...
A colocaram de quatro no sofá e enquanto o Marcelo comia sua deliciosa bunda pentelhuda, completamente lambuzada de porra, o Toninho do outro lado, fodia sua boca e que boca. Sem pressa eles mudavam de posição toda hora. Até o Toninho deitar no tapete no meio da sala e mandar ela montar sua rola, ela obedeceu e rapidinho aquele mastro descomunal, um pouco maior e mais grosso que o Marcelo desapareceu naquele bocetão pentelhudo, todo lambuzado de porra, até o Marcelo cuspir no seu rabo e o cuspe escorrer até sua boceta e quando ela achou que ele iria comer seu cu, enfiou o pau na sua boceta junto com o Toninho e os dois foderam seu bocetão por muito tempo, só parando quando percebiam que iriam esporrar. Depois de um tempo daqueles dois fodendo sua boceta e resolveram foder sua bunda...
- Relaxa esse cu, vadia.
Então, a puseram de quatro, cuspiram muitas vezes em sua bunda e o Marcelo meteu a rola na sua bunda, então, ao invés de montá-la o Toninho fez o oposto, ficou de frente pro Marcelo e meteu a rola naquele cu, invertido, e de cima pra baixo. Depois, meteram com ela montada em um e o outro a pegando por trás e depois, com o Marcelo deitado no tapete e ela deitando sobre ele, que apertava seus peitos, enquanto o Toninho vindo de frente metia sua rola sem dó e como já tinham esporrado no seu cu e na sua boceta, deixando sua maravilhosa pentelharia toda lambuzada com aquelas esporradas maravilhosamente brancas e gosmentas. Disseram pra ela que iriam gozar no seu rosto, boca e peitos e quando estavam perto de gozar, tiraram as rolas do seu cu e a mandaram deitar no tapete...
- Abre essa boca vadia...
- Abre mais, abre tudo...
- Agora põe essa língua toda pra fora, risos...
E, em pé sobre ela, começaram a se masturbar até começarem a esporrar fartamente sobre todo o seu corpo e foi muita porra, como sempre quente, branca, grossa, gosmenta. Era tanta porra que a lavou inteira e quase fez seu rosto desaparecer debaixo dela, que já engolido uma bela quantidade e ainda engoliria mais. Seus peitos, seu estômago sobrou um pouco mais até pro seu bocetão. Depois foram pro banheiro do quarto dela e ela os limpou, antes deles irem embora (e, eu escondido no meu quarto). Ela então, tratou de arrumar a sala (completamente nua e toda esporrada, risos) pra ninguém perceber nada e subiu pra tomar um banho demorado. E, enquanto ela tomava banho, eu fingi estar chegando em casa e me anunciei, foi quando ela adisse que estava no banho e já iria sair. E perguntou como tinha sido meu dia e respondi que foi normal, nada demais e perguntei como foi o dela e ela respondeu que tinha sido muito chato e que não tinha feito nada demais. E foi assim que naquele dia fiz passar a vontade de foder minha mãe ...
Espero seus comentários pervertidos e perversos que abrilhantam meus relatos e me dão o maior tesão...





Mãe obediente q delícia
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