Era sábado, passamos o dia com o tema “descabaçar o rabo” no grupo, ela mandou uma foto do cuzinho dela depois da chuca por volta das 17 horas, com a legenda “estou pronta!”, mas estava cedo, voltei para casa para tomar banho, jantar e trocar de roupa, o que aconteceu com certa normalidade, o tesão entre eu e minha namorada era palpável, ela estava brilhando de felicidade, faceira e eventualmente cantarolando sobre “o rabinho da riquinha”, após o jantar eu organizei a brinquedoteca e coloquei os 2 novos brinquedos a serem adicionados no dia de hoje, por fim, fui para a sala assistir alguma coisa até a hora combinada, reparei a estranha ausência de N, que eventualmente foi à sala e ficamos no sofá se beijando, o clima esquentou, ela passou a mão no meu pau, devidamente repreendida com um tapinha com a mão, ela sorriu para mim com o ato e voltamos a nos beijar até o telefone tocar, C estava lá embaixo, minha namorada saltou do sofá animada, o estacionamento estava cheio de carros a caminho da porta, ao sair, o carro já não surpreendia, era um Corolla do ano, preto, abri a porta de trás para N, que entrou se jogando, joguei a mochila lá e entrei como se fosse um Carro por aplicativo na parte da frente.
- Oi meninos, como vocês estão? - C falou simpática, sem sinais claros de nervosismo.
- Eu entrei no banco do passageiro, a puxei pelo pescoço e a beijei, ela tomou primeiro um susto mas começou aos poucos a derreter, logo ela já estava lutando com a língua na minha boca, quando a afastei, e ela já demonstrando tesão ficou me olhando.
- Tá pronta pra eu arrombar esse rabo hoje, cadela?
- Tô sim, meu macho, lavei o rabinho como você pediu.
- Eu pedi? - Peguei ela pelo pescoço e apertei, reparei seu olhinho rolando para cima de leve
- Vo-cê man-do-u, des-cul-pa! - Colocou a língua para fora.
Larguei o pescoço e dei um tapa na cara, olhei para trás e vi N sorrindo, abri a porta e fui para o banco de trás, C tentou voltar ao seu eixo e perguntou se podia ir, eu disse que sim e voltei a beijar N, menos que em casa, me foquei em provocar as duas no carro, falando para ela parar por que agora meu pau só ia sair da calça pra comer o rabinho da nova cadelinha, ambas estavam faceiras. Ao chegar no motel, N fez o check-in e pagou a entrada do motel, escolheu a suíte mais cara, com banheira, nessa parte o tesão nem era pela banheira mas sim pelo cartão do corninho que ia pagar aquilo tudo, quando chegamos no estacionamento/esconderijo do carro, N desceu com toda a bagagem que tínhamos trazido, e mandei C ir ao banco de trás, ao entrar a puxei com força e começamos a nos beijar, eu estava morrendo de vontade, morrendo de tesão, ela estava usando um vestido tubinho laranja com alcinhas, mas dava para sentir uma lingerie por dentro, puxei a calcinha para o lado e comecei a enfiar os dedos, sua buceta já estava um pouco molhada.
- Escuta bem, cadelinha, daqui pra frente, não tem volta, última chance para desistir! - Sussurrei em seu ouvido.
- Eu não quero desistir! - Falou com muita certeza em sua voz – Eu quero dar o rabo para você!
- Qual é a palavra de segurança, va-ga-bun-da? - Fiz questão de enfiar mais fundo os dedos na sua buceta.
- É roxo! Eu sei! - Falou suspirando.
Tirei os dedos na buceta dela e coloquei na boca para ela limpar
- Tira a roupa aqui, você já vai entrar no quarto como uma cadela!
Ela saiu do carro e tirou o vestido, dobrou e me deu nas mãos, peguei os sapatos, joguei de qualquer jeito no carro e fechei a porta, subi de mãos dadas com ela com o vestido na outra mão, ela abriu a porta e dentro o clima já dava muito tesão, o quarto era enorme, perto da porta tinha uma mesa redonda com algumas cadeiras, onde deixei o vestido e já estava aberta a brinquedoteca, tinha também uma TV na parede, onde já estava passando um filme pornô, ignorei, não tinha como prestar atenção naquilo diante do que tinha literalmente nas mãos, a cama era redonda com um semi-círculo acolchoado onde N já estava sentada absolutamente nua, haviam espelhos no teto e na parede atrás de nós, na hora que vi N junto do seu vestido no chão, entendi que ela tinha saído de casa já sem nenhuma lingerie, completamente pronta, ao lado perto da janela tinha uma câmera já pronta em um tripé, aproximadamente meio metro acima da altura da cama, C deu uma passeada pelo quarto, dava para ver que ela nunca tinha entrado em um ambiente como aquele, olhava o quarto como quem está visitando um país novo, sinalizei para N sair da cama e ela obedeceu, ao passo que puxei C pela mão e a beijei, dançando pelo quarto com seu corpo quase nu enquanto ela tirava minha camisa, quando foi tirar minha calça, a interrompi, sentei na cama.
- N, liga a câmera! - Bati no colo – Vou começar a cuidar da cadelinha.
- Sim, meu dono! - Ela ligou a câmera, puxou uma das cadeiras e se sentou, puxando da brinquedoteca o seu vibrador.
C sentou de ladinho no meu colo, eu reparei na luz vermelha da câmera já filmando, aproveitei para apertá-la, conforme o clima ia esquentando ela ficava mais soltinha, jogava o cabelo para o lado, deixando o corpo descoberto, reparei mais em sua lingerie vermelha, de renda, no formato de um maiô com uma cinta-liga, eu aproveitei a oportunidade para tirar seus peitos do espartilho, tímidos quase não saíam, mas foi o suficiente para puxar os biquinhos e fazê-la começar a soltar alguns gemidos, ela se voltou beijando meu pescoço onde aproveitei para olhar minha cadelinha, olhando tudo, mordendo os lábios com o vibrador enfiado na bucetinha, escorreguei a mão que estava nas suas costas e puxei seu cabelo, fazendo ela olhar para a câmera.
- Acho que podemos começar - Aproximei meu rosto dando um beijo – Fala ali pra câmera, cadelinha, quem é você?
- Eu... - Ela estava bastante tímida - Sou C D, tenho 4X anos, e sou dona de casa!
- E você é solteira? - Provoquei apertando seu peito.
- Hmmmmmmmm, não! Eu tenho um marido, que eu amo muito, e um amante que me fode gostoso! - Falou se soltando e abrindo as pernas no meu colo.
- E o que é que você veio fazer aqui hoje, C? - Escorreguei a mão dos peitos para sua barriga, e comecei a massagear sua buceta por cima da calcinha.
- Hoje eu vou dar meu cuzinho pro meu macho! - Falou com os olhinhos fechados e já subindo a voz.
- E tem alguma mensagem para dar pro seu maridinho? - Puxei a calcinha para o lado e comecei a massagear a bucetinha
- Eu queria agradecer ele! - Já estava ficando louca de tesão, rebolando nos meus dedos – Se não fosse ele, eu nunca saberia o que é fuder de verdade!
- Ele te ensinou a fuder, C? - Falei a virando no meu colo, e deixando aberta na direção da câmera.
- Não! - Rebolava com força nos dedos – Mas me fez achar um macho que me ensinou a fuder bem gostoso!
- E seu macho ensinou o que a você? - Comecei a masturbar sua buceta enfiando os dedos fundo.
- Ele me ensinou a gozar gostoso! - Gemia alto e falava já com dificuldade – Me ensinou a chupar a pica dele, e hoje vai me ensinar a dar o meu rabo!
De frente para a câmera, eu masturbei ela, aproveitava eventualmente para tirar os dedos da buceta e brincava por fora, aumentava o tesão e voltava a xingar ela de vagabunda e falar que ela era muito sem vergonha por dar para mim sendo casada, cada vez que citava mais isso ela respondia em voz alta que era tudo pro marido, que ele que deixou ela descobrir que gostava de fuder gostoso, que ela agora precisava que eu fizesse ela gozar, que ela queria gozar no meu pau, que ela era minha cadelinha, mandei ela olhar para a câmera e falar tudo que quisesse pro marido, que ia fazer ela gozar primeiro nos meus dedos, era o passo que faltava, ela desandou a gritar que ela era a maior vagabunda, que ele nunca ia satisfazer ela agora que eu tava comendo ela, que a buceta dela agora era minha (nunca tinha dito isso, mas isso tinha me dado ideia), e virou para N avisando que ia gozar nos dedos do namorado dela, voltei minha atenção a ela, que já estava morrendo de tesão, enfiava com força o vibrador, vi seus dentes serrados e os olhos vidrados, o sorriso continuava lá, mas dessa vez perdido em meio a outras reações de prazer, então minha atenção foi roubada por C, melando meus dedos com um gozo, não dei descanso para sua buceta, sabia q os seus orgasmos costumavam ser longos, quando terminou, reparei que N estava com a boca aberta e a língua para fora e sabia o que ela queria.
- Psiu, vem cá cadelinha, limpa sua amiga
- Eu limpo, meu dono!
Ela tirou o vibrador da buceta, deixou na mesa, deu para reparar nele deixando a mesa com um rastro, veio engatinhando até a cama e subiu só o suficiente para chupar a sua buceta, eu ouvia os estalos dela chupando a buceta, ocupado beijando C e massageando ela, não por muito tempo, conforme reparei na diminuição dos estalos, afastei a cabeça de N e me levantei junto com C, N não sabia como reagir.
- Pega a câmera e filma de perto, corninha – Ajoelhei C na minha frente – A vagabunda vai mostrar o que ela aprendeu comigo.
Ela assentiu com a cabeça e foi buscar a câmera, tirou do trilho do tripé e veio na nossa direção, C já tinha tirado o meu cinto e estava tirando minha calça, meu pau saltou na sua cara, já babado pela sessão que tinha aguentado sem ter ação alguma, já tinha a ensinado que ela tinha que tirar minha roupa antes de começar a chupar, e ela assim o fez, pegou meu pau firme na mão, olhou para a minha cara, para a câmera, e olhando para a câmera começou a chupar meu pau, este ponto já tinha virado pacífico, ela agora sim sabia chupar bem minha pica, inclusive apertava minha bunda quando fazia garganta profunda, o que me dava profundo tesão, percebi o sofrimento de N, morrendo de tesão gravando a cena sem poder se tocar, era a minha intenção, passei a mão em sua cabeça fazendo um cafuné, sussurrei para ela pegar bem a cara de puta dela, ela me olhou com aquele sorriso safado, deu um beijo na minha mão e se ajoelhou gravando da altura de C, que agora aproveitava o novo ângulo para lamber bem a lateral, a nova posição permitiu que N pudesse brincar com sua bucetinha, aproveitei para segurar o cabelo de C e empurrá-la cada vez mais fundo no meu pau, ela já tinha experiência, gemia enquanto chupava, quando tirava o pau para respirar batendo na cara, aproveitava para falar na câmera o quanto amava aquele pau, que já estava morrendo de tesão, perguntei se ela queria beber leite, ela disse que sim, que ela queria beber o meu leite, sinalizei para N para deixar a câmera de volta no tripé, que ela podia participar, ela não contou conversa, inclusive tirando a cena do quadro ao correr ao tripé, colocou e já voltou direto no meu pau, sua amiga colocou o pau em sua boca, deu beijinhos no seu rosto enquanto ela chupava, e como ela chupava, que boquinha deliciosa que minha namorada tinha, quando tirou para respirar meu pau babado já foi colocado na boca da amiga, e assim ficaram revezando meu pau até eu gozar na boca de C, que fez questão de pegar tudo, sem engolir, foi chupando até a cabeça, e quando pegou tudo, N esperava chupar o restinho do meu pau, mas foi surpreendida com um beijo gostoso de sua amiga, um beijo melado, melando o queixo e pescoço de ambas com leite, não por muito tempo, assim que uma gota chegou ao peito de N, C desceu e lambeu tudo que tinha escapado, ao chegar à boca sua amiga reproduziu o mesmíssimo gesto, ambas beberam leite juntas, agora olhando para cima, esperando a próxima ordem que eu daria no dia.
O mundo parou de girar por um momento, fiz carinho no cabelo das duas, seguido por um puxão bem próximo da raiz do cabelo de ambas, elas não deixavam de me olhar em momento algum enquanto as deixei em pé, joguei N na cama, e puxei C para perto de mim, virada para a câmera, a apertando e cheirando seu pescoço, surrurrei em seu ouvido.
- Tá com tesão agora, cadelinha?
- Tô morrendo de tesão, meu macho! - Ela segurava a minha mão com tesão, com os olhos fechados.
- Conta pro corninho então, o truque que você aprendeu mês passado! - Apertei seu pescoço com tesão.
- Eu aprendi a chupar buceta! - Falou com dificuldade.
- Mostra então como que se faz!
Ao virar para a cama, N já estava encostada no semi-círculo, com as pernas abertas se masturbando, só iria entender no vídeo que ela estava ouvindo atentamente a cena, e conforme eu falei no truque, ela sorriu e já se preparou, ao jogar C na cama, ela engatinhou lentamente olhando para a cara da amiga, conforme ela se aproximava, a mão de N abria como que a convidando a chupar, me distanciei apreciando a cena, ajustei o tripé para a visão perfeita de lado, tentando captar tanto a cara de N gemendo, quanto o rabo daquela delícia rebolando enquanto chupava, agora com as mãos livres, ela segurava as coxas contra o corpo, enfiava a cara fundo na buceta, chupava com vontade, ao passo que N chupava, ela também eventualmente virava a atenção à mim, eu apreciava a cena masturbando meu pau, que se animava com a ideia, ela eventualmente falava para mim o quanto era uma delícia ser chupada por ela, que eu chupava bem sua buceta, mas era diferente a língua dela entrando fundo, esse tipo de detalhe me excitava ainda mais, e a excitava também, o que explica como ela gozou rapidamente, coisa de menos de 20 minutos sendo chupada, enquanto ela gozava, C enfiava os dedos na buceta e com malícia olhava para trás, voltou a lamber a buceta, lambendo todo o gozo que ainda sobrava, reparei na troca de olhares entre elas, já estava de saco cheio de assistir, cheguei por trás, sem paciência alguma rasguei sua calcinha, um ato simples e fluido, a renda não ofereceu resistência alguma, dessa vez sem cerimônia, só apontei o pau para a sua buceta e enfiei, ela se levantou como uma reação, puxei o cabelo e enfiei mais uma vez fundo, dada a situação, não foi surpresa alguma o longo e alto gemido que ela deu, segurei firme sua cintura ainda segurando seu cabelo, era uma das vantagens do cabelo ser comprido, e comecei a meter nela, em pouco tempo, ao invés de meter fundo, metia com velocidade, o tesão tinha me tirado totalmente a razão, ela gemia alto, enquanto isso, C tinha ido para baixo dela, tirou as alças do espartilho e desceu até a cintura, buscando acesso total aos peitos, e ali ficou, chupando e amassando como uma gata, pendurada em seu pescoço, soltei o cabelo e empurrei sua cabeça, ela caiu sobre N, começaram a se beijar, ou quase, pois C não conseguia beijar em meio ao prazer, ela abraçava a amiga apertado, apertava e puxava os lençóis, gemia alto pedindo para eu não parar de meter que ela iria gozar, para enfiar na puta, na vagabunda, na buceta safada que precisava da minha piroca, até finalmente em um gemido alto gozar, sem timidez alguma, da forma mais espalhafatosa possível, o quarto se inundou com seu grito, enquanto nunca se livrou completamente do som de palmas do meu corpo batendo contra sua bunda, após ela finalmente relaxar, tirei meu pau melado, um pouco caiu na cama, sorri para N por baixo, ela sorriu para mim beijando o pescoço da amiga.
Ao fim do ato, fui em direção à brinquedoteca, peguei o lubrificante, e em silêncio voltei ao meu lugar, passei no dedo e passei no cuzinho, ela não esboçou reação alguma além de algumas piscadas, quando enfim enfiei, um dedo só, o indicador, sem surpresa escorregou para dentro, foi até o final com facilidade, ouvi um gemido, mas ela não tinha nem começado, voltei sentindo o anel interno do cu começando a relaxar, ora, estava relaxado após 2 orgasmos, mas para comer um cu, precisava abrir o caminho, esse era o papel do meu segundo dedo, dessa vez a reação foi palpável, conforme ele entrava, senti com a ponta dos dedos o segundo anel, abrindo espaço, deslizando, ela começou a gemer e foi devidamente silenciada com N, que a puxou, segurou seu rosto e beijou sua boca, rapidamente já estava enfiando livremente os dedos em seu cuzinho e metendo, ela já tinha desistido de beijar, estava gemendo, dava para perceber que o gemido era diferente de quando eu fodia a boceta, me lembrou mais aquela vez que a comi na mesa, era um descontrole, ela não entendia o prazer que sentia, então, tirei os dedos, o cuzinho ainda estava apertado, mas já dava para ver uma diferença clara, sem maior cerimônia, enfiei o pau no seu cu, a cabeça inteira escorregou para dentro, senti liberdade para começar a enfiar, inicialmente até a metade do pau, ela olhou para trás, com uma serenidade que nem parecia certa considerando que seu cu estava sendo desvirginado.
- Come o meu rabo, come!
Eu não vi motivo para discutir, comecei a meter, inicialmente só com uma parte do pau, mas conforme reparei que o pau estava entrando, fui enfiando mais fundo, enquanto isso, a sensação de descontrole ia aumentando, ela gemia e gritava, como uma fera, ao passo que metia a pica toda, ela tinha perdido completamente a timidez.
- Isso, meu macho, come o rabinho dessa vagabunda!
- Não acredito que fiquei tanto tempo sem dar o rabo!
- Como pode um novinho comer meu rabinho e arrancar meu cabaço do cu!
- Come, esse cu é teu agora, só teu, então come! Come! Me come!!
Ela já não estava conversando mais, era um monólogo, eu respondia com atos, batia na sua bunda com força, apertava firme sua bunda, puxei o cabelo, ela estava arrepiada feito um gato, N já tinha desistido de participar e se conformado em observar, apreciava de camarote a cena e conforme buscava um ângulo lateral no descanso da cama, reparei que meu saco se molhava batendo em sua buceta, não aguentei e gozei, fundo, louco de tesão, segurando com firmeza sua bunda e gritando também, reparei que ela gozou junto em seguida, denunciou com um grito, ela disse que foi o calor da minha porra no cu que terminou o serviço, tirei o pau de seu cu, uma sensação que só conhecia com N, com C foi estranho, estava acostumado a um pau melado depois de um orgasmo, mas estava seco, sabia o motivo, ela caiu na cama, com um sorriso bobo no rosto, dei um passo para trás, observei pasmo a cena, fui até a câmera no tripé, buscando encerrar o filme, levei até ela, N tinha buscado-a na cama, a abraçou, quando cheguei ela estava deitada em seus peitos, seu rosto estava suado, parecia acabada mas não largava o sorriso em seu rosto, passei por trás, mostrei um cu arrombado, piscando junto da sua respiração, como se fosse um roteiro, bem agora que a câmera passava buscando cada detalhe em imagem, minha porra começou a vazar do cu, com um pouco de sangue misturado, nada preocupante, só um fio quase imperceptível dentro do rastro que deslizou pela sua buceta e pingou na cama, fui até seu rosto, levantei seu olhar a fazendo olhar para a lente.
- Psiu, tá conseguindo falar? - Sentei ao lado de onde ela estava deitada.
- Eu... - Ela estava acabada, cansada, e sem conseguir pensar direito, percebia o seu olho piscando lentamente, buscando algum raciocínio - Uhum...
- Pra terminar o vídeo, consegue explicar pra audiência o que acabou de acontecer? - Passei a mão no cabelo dela.
- Eu... - Engoliu a seco e recobrou brevemente a consciência - C D, acabei de dar o cu pela primeira vez... - Abriu um sorriso enorme olhando para a câmera.
- Tem algo que você quer deixar registrado para encerrar?
- Isso foi uma delícia! - seu rosto agora demonstrava alguma satisfação - Como pode ser tão gostoso... Eu acho que vou precisar dar muito, muito mais meu cuzinho para meu macho!
- Psiu, se você quiser isso, eu quero esse rabo só pra mim.
- É seu! - Ela engoliu a seco – Meu amor, eu te amo, mas agora meu rabinho é do R! - Botou a linguinha sem jeito para fora.
Focando em sua cara, terminei a gravação e fui até a brinquedoteca, não se marca, eu e N não marcávamos motel só para 1 ou 2 horas de diversão, busquei na bolsa o primeiro presente, um plug anal com um rabo na ponta, o plug era grande, e o rabo bem comprido, roxo com a ponta branca, cuidei de usar ele para pegar um pouco da porra que estava escapando e enfiar em seu rabinho, não houve nenhuma dificuldade, o cuzinho estava muito bem arrombado, era bom, a noite não iria acabar agora.