A partir de seu adestramento, transamos algumas vezes ao longo de meses, mas devido a eventos do lado dela, ela teve que se distanciar um pouco, após voltar, ela aguentou a tentação e a distração do grupo por algumas semanas, quando conseguimos um final de semana livre e a convidamos para nosso apartamento, em uma sexta após o trabalho, ao chegar, já reparei em algo diferente, o jantar não estava pronto, N não estava lá na sala, procurei N pelo apartamento começando pela sala, ao chegar no quarto de dormir, quem encontrei foi C, na minha cama, completamente nua, vendada, e amarrada de um jeito delicioso, suas pernas estavam completamente abertas, mas seus tornozelos estavam amarrados dobrados junto às coxas, seus pulsos estavam amarrados também às coxas. Ela ouviu a porta abrir, ou talvez meus passos pela casa, e colocou a língua para fora.
- Bem-vindo, meu dono! - N estava sentada na poltrona recém comprada – Preparei o jantar!
- Au au! - Latiu minha nova cadelinha, reparei pelo peito sua respiração acelerando.
- A cena era demais para qualquer raciocínio mais completo ser concluído, eu nem tirei a roupa e já caí de boca naquela buceta.
- Tá vendo como ela tá molhada, meu dono? - N estava começando a se soltar – A nossa cadelinha disse que estava doidinha de tesão.
- Isso é verdade, vagabunda? - Falei lambendo o grelinho.
- É sim! - Ela nem olhava, estava completamente arqueada – Eu passei a semana toda pensando no meu macho!
- Qual semana, hein? - Provoquei dando um beijinho na testa da buceta e cheirando, antes de voltar a chupar a vagina.
- Todas! - Não aguentava falar sem parar para gemer – Todo dia eu tô acordando molhada lembrando de você encima de mim!
Não perdi tempo, tirei a calça. Ouvir o som do meu sinto caindo a fez abrir um sorriso, puxei pela cintura com dificuldade para o canto da cama, busquei o grelinho, o tesão o deixava destacado o suficiente para conseguir vê-lo mesmo de longe, comecei a massageá-lo com o dedão.
- Psiu, minha cadelinha tá vendo isso? - Olhei para o canto da poltrona.
N já estava perdida em prazer, gemendo timidamente, respiração pesada, eu nunca tinha a visto tão aberta, suas pernas desenhavam um V penduradas para fora da poltrona, onde o vibrador fazia movimentos circulares dentro dela, ela abriu os olhos, olhou para a cena sem entender.
- O que, meu dono? - Falou reduzindo o ritmo do vibrador – Fiz alguma coisa errada?
- Vem aqui! Agora!!! - Falei com olhar severo.
Olhando para mim ela tirou o vibrador, veio timidamente lambendo ele e me olhando com cara de safada, peguei ela pelo pescoço e a joguei na cama, claramente ela foi pega de surpresa, caiu desajeitada e deixando o vibrador cair na cama junto dela, coloquei a cabeça dela deitada como um travesseiro na barriga de C, que neste momento estava com a boca aberta, sem gemer mas respirando rápido, parei de esfregar seu grelinho e dei um tapa na buceta, ela deu um gritinho e relaxou um pouco, enfiei o dedo melado na boca de N.
- Presta atenção! - Esfreguei o dedo na boca dela - Você é a minha corninha, você pediu e vai assistir isso aqui! - Tirei o dedo da boca e estralei um tapa na cara.
- Vai me comer, meu macho? - Falou C com a voz demonstrando seu desejo.
- Se eu sou seu macho, seu marido é o que? - Peguei meu pau e direcionei pincelando na buceta daquela puta ainda mais molhada.
- Ele é só me-
Não a deixei terminar a frase, enfiei o pau, até o fundo e com força, sua buceta tinha alguns espasmos conforme eu tirava e enfiava o pau, sem meter, só aumentando o tesão.
- ELE É O QUE? SUA CADELA?
Continuei enfiando a pica na sua buceta, empurrando a cabeça de N contra sua barriga, a forçando a assistir de um ângulo privilegiado, passou a mão pela cama, buscou sem sorte o vibrador, como não achou começou a se masturbar com as mãos mesmo, de lado na cama, levantou uma perna e eu vi seus dedos entrarem fundo na sua buceta, tão fundo quanto seus dedos curtinhos permitiam, ela alternava entre olhar para a minha cara e olhar para meu pau entrando.
- Um corno! - C Voltou a gemer alto – Um corninho que empresta a esposa para o macho dela comer!
Eventualmente eu larguei a cabeça de N, segurei firme sua cintura de C, joguei meu peso para frente e comecei a meter com força, N aproveitou a oportunidade para alcançar o vibrador, sem tirar em momento algum a visão da cena, colocou embaixo de si e começou a se masturbar na cama, como se estivesse quicando com o vibrador, seus peitos balançando na minha frente eram um show à parte, mas o grito de orgasmo de C roubou minha atenção de volta, continuei metendo nela como se não me importasse. Quando a cavala na minha frente voltou a gemer, reduzi a velocidade.
- Ei, minha cadelinha – Voltei a massagear seu grelinho ainda duro – Acho que essa puta aqui gozou.
- Gozou, meu dono? - Não tirava os olhos de C nem reduzia seu ritmo – Que safada!
- Gozou, não gozou, vagabunda? - Tirei o pau e voltei a pincelar.
- Gozei sim! - Falou com uma cara feliz, quase rindo.
- E você tem gozado muito?
- Não! - Fez um biquinho de dengo – Tava precisando gozar...
- Então agora já tá tranquilinha? - Tirei o pau da sua buceta. - Acho que podemos parar por aqui, né?
- Hmmmmmmmmmmmmmm – Gemeu quase reclamando - Já acabou?
- É pouco? - Voltei a interagir com N, mostrando meu pau duro e melado.
- É sim! - Falou quase gemendo e rebolando buscando meu pau – Eu quero gozar mais, meu macho, por favor!
- Então, pede pra dona da pica! - Voltei a pincelar.
- N! Por favor, me deixa gozar de novo no pau do teu macho? - Virou a cabeça na sua direção.
N arqueou o corpo para trás, gozando, fiz questão de não parar de pincelar, sem saber o que tinha acontecido, a amiga continuou pedindo, suas súplicas viraram uma música ambiente para seu orgasmo, quando se recuperou, a cadelinha voltou ao raciocínio.
- Meu dono, come essa cadelinha, come! - o olhar estava mais açucarado que nunca e a voz demonstrando certeza.
Ao passo que voltei a meter na minha MILF, minha cadelinha decidiu começar a interagir com C, montou encima dela e começou a beijá-la, reparei que enquanto eu metia, ela sussurrava e conversava com ela, entre os beijos, dava para ver que estava deixando C com ainda mais tesão, eu aproveitava para dar um tapa na bunda de N e provocar as duas, não permitia que elas esquecessem em momento algum quem mandava ali, a situação não podia acabar diferente, gozei gostoso no fundo da buceta da cavala, que gozou junto comigo, reparei pelo ângulo que a buceta de N estava muito gozada também, aquilo não iria acabar assim.