Uma cadela completa – Parte 4

A paz que sobra em um quarto após um orgasmo, é o tipo de sensação mais viciante que conheço, ela preenche o êxtase e ajuda a enxergar melhor as coisas, no momento que vi C deitada em N, naquela cama redonda de motel, agora com um rabo roxo preso por um plug ao seu rabo, essa sensação incrível de paz me invadiu, olhei para o rosto da minha namorada, sua face passava essa mesma paz, e dava para reparar na amiga deitada nela, virando de ladinho, que aquela paz estava lá, aquela paz no entanto não duraria a noite toda, eu me deitei com elas, do lado de N, a beijando e fazendo cafuné em C, aos poucos, enquanto todos ali se recuperavam, o tesão voltou a subir, comecei a beijar minha namorada, apertava e puxava seus peitos, C nem reparava mas a intimidade entre nós era palpável, eu senti a necessidade de comer ela ali, mas meu pau acabara de comer um cuzinho, ela puxou um travesseiro e colocou embaixo da cabeça de N, que ficou deitada na cama enquanto ela me acompanhou até o banheiro, tomamos uma ducha onde ela cuidou muito bem de lavar o meu pau, o carinho sumiu ao passo que a imprensei contra a parede, me ajoelhei, e comecei a chupar sua buceta, diferente de quando ela estava assistindo, quando ela participava seu gemido era lascivo.

Não terminei de chupar minha namorada, não por falta de tesão, o excesso impedia de terminar aquilo só com a língua, molhados ainda partimos até a banheira, onde de pronto ela se sentou em mim, de frente, e começou a quicar, não era estranho a comer dentro d’água, já tinha acontecido em outros eventos, tratei de puxar seu cabelo, ela abriu a boca, cuspi dentro, ela engoliu sem reclamar e abriu novamente, com a língua para fora, me olhando com aquela cara de safada que só ela tem, algo que transmitia por telepatia “me come, eu quero”, eu empurrava ela para baixo, a água ajudava a amortecer o impacto, me apoiei no canto da banheira e levantei bem meu quadril, elevando ela mais a fora da piscina, seus peitos agora ficavam completamente para fora d’água, e ela quicando com mais força, eu ajudava a impulsionar como podia, até reparar uma companhia chegando por trás, N estava em pé, seu rabo pendurado, era incrível como ela tinha se acostumado rápido, coloquei N no canto da piscina, com a barriga para baixo, e de pronto enfiei o pau em sua buceta, ela gemia olhando para a amiga, falando que agora ela entendia como aquele pau era gostoso, era estranho C ali em pé, com as pernas abertas e se tocando, meti longos minutos com todo o tipo de putaria sendo falada por nós 3, até ela gozar no meu pau, não era o suficiente.

- Sabia que tu não aguentava mais muita coisa – Bati forte em sua bunda – Descansa aí que vou comer a outra cadelinha!

Me levantei, beijei C a levando em direção à cama, de frente mesmo comecei a meter nela, de pernas abertas, em pé, a cama era mais baixa que a de casa, o que tornou difícil comer ela, abri mais as pernas e busquei jogar mais o peso para frente, ela gemia me olhando nos olhos e pedindo por pica, sentia o rabo embaixo do meu saco, fazendo cócegas, sentia também o plug dentro do cu, através da buceta, ela estava completamente aberta, tanto no sentido físico quanto no prático, era evidente como ela estava à mercê, aproveitei para massagear seu grelinho, e ritmar melhor as metidas, sempre cuidando de xingar ela e deixar claro que agora ela ia ter muito trabalho para dar a buceta e o cuzinho para mim, e eu ia querer muito, cada vez mais dela, eu sabia que o ponto G da mulher fica no ouvido, fiz ela repetir aquilo, ela repetiu e repetiu, até gozar, olhei para trás, procurando N, não a achei na banheira, mas sim na cadeira, do lado da brinquedoteca.

- Psiu, quer usar seu presente agora? - Aproveitei para tirar o pau e pincelar na bucetinha melado.
- Hmmmmmmmmmmm, eu quero! - Tirou o vibrador da buceta
- Pega aí, vou ajeitar aqui pra você.

Virei C de 4, ela não aguentou sustentar nas 4 patinhas então logo desceu a cabeça para a cama, sem contar conversa, voltei a meter do mesmíssimo jeito que antes de comer seu cu, seu rabo era uma delícia, fazia questão de castigar batendo nela, o rabinho ficou jogado para o lado, era difícil de manobrar naquela posição, mas fiz questão de não tirar, era um lembrete constante do quanto ela era safada, um tipo de coleira, que marcava ela e lembrava que ela agora tinha um dono, e isso me excitava ainda mais, até que parei de meter, tirei o pau e comecei a pincelar, ela gemeu, quase que reclamando, mas parou e voltou a rebolar quando sentiu um pau na porta da bucetinha e em breve a invadindo, era estranho, ela sentia, quando olhou para trás me viu, mas não metendo nela, eu estava atrás de N, essa sim, atrás dela, usando seu novo brinquedo.

Era um tipo de vibrador com 2 pontas, uma ia dentro da sua buceta, essa ponta vibrava apesar de não vê-lo vibrando no momento, o brinquedinho se prendia agarrando sua vagina junto ao grelinho, como um tapasexo, mas de sua frente saía a outra ponta, um consolo, era como um cintaralho, tão cedo quanto C percebeu a armadilha, o caralho a invadiu, ela já estava completamente dilatada pela ação, N não sabia meter, nunca tinha experimentado, mas tentou, a princípio devagar, conforme ela começou vi os olhos de C fechando conforme seu sorriso abria, após alguns minutos segurando com a mão para ajudar, N pegou o jeito e começou a meter, segurei a raba de C por trás dela e a puxei, ensinando como se come, ela me imitou, o prazer a distraia mas ela não parou de meter em momento algum, a essa altura, sua amiga já gemia a vontade com a ideia de uma mulher a comendo, saí de trás da minha namorada, a beijei brincando com seus peitos, ela não parou de meter em momento algum, subi na cama e fui em frente a C, levantei sua cabeça puxando seu cabelo e tratei de colocar meu pau, ainda melado da sua buceta, na sua frente.

- Tá curtindo ser comida pela outra cadelinha, vagabunda? - Passei o pau na cara dela.
- Uhummmmmm! - Ela gemeu colocando a língua para fora para lamber meu pau e me olhando – Mas acho que não aguento mais, meu macho!
- Não aguenta mais o que? Ser comida? Como uma cadelinha safada? - Enquanto xingava tratei de puxar o cabelo dela e bater na cara.
- Isso! - Fechou os olhos, sentindo mais a atividade na buceta – Acho que você precisa me treinar melhor!
- Treinar não, cadelas são a-des-tra-das! - Dei um tapa na cara dela, deixando marca - e agora, você vai ter que fazer uma coisinha para mim!
- Eu faço, meu macho! - Falou quase sem força, mas cheia de tesão - O que você quiser!
- Vai ter que beber o restinho de leite que me resta aqui! - Tratei de enfiar o pau na boca dela, tão fundo quanto eu consegui – E fazer minha outra cadelinha gozar metendo em você!

Ela paralisou por um tempo, rígida mas sustentando o meu pau na boca e o vibrador de N na buceta, senti ela gemer chupando minha pica e após o instante, ela segurou minha bunda e começou a chupar meu pau, quase com a garganta, com vontade, ela decidiu focar em mim e me chupou gostoso, eventualmente tirava meu pau da boca e mandava N meter nela mais forte, que ela tinha se acostumado com um pau muito mais forte metendo nela, N estava louca de tesão gemendo, falando que ela sabe bem qual pau ela quer, e que era bom ela cuidar bem da piroca que ela estava chupando, não aguentei e gozei na sua boca, ela me fez gozar tudinho dentro, engoliu sem cerimônia e quase sem força, deitou sua cabeça na cama.

- Vai amiga, come essa bucetinha! Eu vou gozar! - Gemia quase sem força
- Vai gozar no meu consolo, vagabunda? - Bateu na bunda, sem jeito.
- Vou sim! Eu não tô aguentando mais!
- Eu também, goza comigo!
- Gozo, mete em mim, mete!!!

E nessa conversa C gozou, N tirou o consolo da amiga e balançou segurando pela parte maior, a cena parecia muito como se ela estivesse batendo uma punheta, mas ela balançava a ponta que estava dentro dela, caiu na cama e gozou com o brinquedinho novo, agora sim, o aniversário de namoro tinha acabado, deixei elas deitadas na cama se recuperando, tratei de tirar o rabo de C, passei na mochila que trouxemos e busquei um edredom de fibra que tinha trazido, coloquei o ar-condicionado no máximo, na cama, deitei as duas encima de mim e as cobri, dormimos profundamente até o dia seguinte, no dia seguinte, fui acordado com beijinhos no meu rosto, das duas, conforme acordei se tornaram beijos na boca, e um beijo triplo, comi as duas mais uma vez até próximo do horário de ir embora.

Até as 10 da manhã, horário do fim do pernoite, o resto da manhã foi lavando e guardando os brinquedos, o rabo eu deixei claro que era de C, mas ficava comigo, que eu o colocaria para usar em outras oportunidades, ela perguntou se podia continuar usando o que eu tinha emprestado para ela treinar, disse que sim, mas nunca na véspera de quando fosse vê-la, pois queria ela apertadinha para se eu quisesse comer, ela entendeu e agradeceu, o maior choque foi na hora de sair, ela não aguentava sentar direito ao sentar no banco do motorista e reclamou, mandei ela engolir o choro e dirigir de volta, que ela tinha que acostumar com isso, já estava acostumada a isso e sorriu, passando pela portaria pagou o pernoite e nos levou em casa.

Ao chegar em nosso apartamento, N ia saindo do carro, C abriu o vidro e pediu um beijo de despedida, fez até uma brincadeira “É assim mesmo, come a gente depois finge que nem conhece”, nós 3 rimos bastante, ela abriu a porta da frente e deu um selinho, disse para ir na frente que eu ia conversar com ela um pouco, ela entendeu e foi subindo, fui para o banco da frente, dei um longo e gostoso beijo, perguntei se estava tudo bem, se precisava de algum cuidado, que a manhã tinha sido corrida e não tive oportunidade de cuidar dela, ela disse que tudo bem, que o marido ia cuidar bem dela, não precisava se preocupar, insisti que não era assim, eu agora era responsável por ela, pedi para ela contar se precisasse de alguma coisa ou até que eu fizesse algo, ela assentiu mas insistiu que agora ela era responsabilidade do marido, aceitei, expliquei que ela precisava descansar especialmente o cu pelos próximos 2 dias, ela explicou que falou sério no vídeo, não ia dar o cu pro marido, era só meu agora, eu expliquei que eu sabia, mas estava falando do plug, rimos e ela aceitou pausar o uso do brinquedo, nos despedimos com risadas e mais um beijo e subi.

Chegando no apartamento, N já estava deitada no sofá vendo alguma coisa na TV, a bolsa não estava lá, imaginei que estaria no quarto, me deitei com ela e perguntei se ela gostou do aniversário desse ano, ela insistiu que sim, me abraçou apertado e agradeceu por tudo, que tinha sido maravilhoso, e queria um repeteco, disse que dependia se ela ia aguentar virar mais um ano do meu lado, ela insistiu que ia passar a vida comigo, nos beijamos, já sem energia para nada além do beijo, e passamos o sábado mais preguiçoso de nossas vidas, completamente satisfeitos por acima de tudo conseguir transformar uma gostosa em uma cadela completa.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Uma cadela completa – Parte 4

Codigo do conto:
262457

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
19/05/2026

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