- Ei vagabunda, ainda tá acordada? - Apertei a bunda de N.
- Tô! - Revelou com claro cansaço.
- Sabe, tava reparando em uma coisinha aqui... - Bati em sua bunda e a puxei pela cintura.
- O que, meu dono? - Cedia e empinava a bunda.
- Acho que nossa cadelinha nova tá precisando aprender truques novos.
Levantei ela abraçando por trás e apertando seus peitos. Beijei sua boca e tirei o pau da buceta de C, reparei em um espasmo e um gemido longo conforme escorria da buceta um fio de porra, saí de trás de N e subi encima da cama, puxei seu cabelo e a arrastei ela ao longo do corpo da cavala com dificuldade devido à posição em que ela estava amarrada.
- Eu quero que minhas cadelinhas sejam boas amigas de canil, você já chupou sua amiguinha, mas ela chupou sua bucetinha?
- A minha bucetinha? - Olhou para cima com os olhinhos brilhantes – Ainda não, meu dono!
C entendeu e mensagem com um sorrido largo, abriu a boca e botou a língua para fora, eu vi a cena com os mesmos olhos da minha gordelícia, que sentou na sua cara com cuidado, era muito volume, ela não podia descarregar todo o peso ali, mas aos poucos as engrenagens foram se encaixando, eu vi ela fechando os olhinhos e começando a rebolar, vi também a outra cadelinha mexendo a cabeça com o pouco espaço que podia, aproveitei para me ajoelhar e bolinar a minha cadelinha, apertando sua cintura e puxando seus peitos, sussurrei em seu ouvido perguntando se estava gostoso, ela respondeu simplesmente assentindo com a cabeça, o clima aos poucos esquentava de novo, e com isso meu pau voltou à atividade, fiquei em pé na cama e coloquei-o melado e gozado na boca da minha cadelinha, devido à diferença de altura, N teve que se levantar mais na cama, dando uma pausa para C, que não entendeu nada quando sua boca perdeu a bucetinha que tinha para chupar, e reclamou.
- Eu tava chupando mal? O que eu fiz?
N tirou meu pau da boca e bateu na cara, mantendo o contato visual comigo.
- Tava não, meu bem! - Fez um cafuné na amiga – Eu tô chupando o pau do nosso dono, que você deixou melado!
- Hmmmmmmmm, tá gostoso, amiga?
- Uma delícia, já tô terminando de limpar – e piscou para mim.
Terminou de chupar com maestria, chupando inclusive minhas bolas, ela sabia que eu gostava que ela fizesse isso e engolisse tudo, sem surpresa, quando acabou o serviço, ela lambeu os beiços, sorri de volta e saí da cama em direção à brinquedoteca. Eu sabia exatamente o que queria, reparei que o rabinho de C estava sem o plug que tinha emprestado, peguei o plug médio, o primeiro que usei com N, o lubrificante e um par de algemas de couro, e voltei à cama, ao voltar, reparei que na boca da vagabunda agora havia uma puta virada ao contrário, de frente para seu corpo e apertando os seus peitos, ela me viu chegando com os itens começando a entender o que estava acontecendo ali, fez questão de rebolar mais rápido e esfregar mais a bucetinha na cara da amiga, eu me aproximei e comecei a desamarrar a cadelinha de baixo, reparei que sua pele não tinha nenhuma marca com a amarração, era bom saber que ela não era tão delicada, quando terminei de desamarrar, N saiu de cima, mesmo desamarrada, C continuou deitada, aberta, rendida, não por muito tempo, a puxei pela cintura, a levantei a abraçando e dei um beijo gostoso na sua boca, ter o gosto da minha mulher na boca da outra era uma delícia, eu segurava seu cabelo e apertava sua bunda, ela apertava meu pau e tentava puxar ele na direção da sua buceta, eu não cedi, após algum tempo, a afastei, dei um tapa na sua cara e a segurei com a mão direita.
- Quem te trouxe aqui hj, cadelinha? - Passava o dedão na boca dela já inchada.
- Meu marido me trouxe hoje, meu macho. - Ela abriu um sorriso largo.
- Você gosta quando eu lembro que você é casada né? - Dei um tapa leve na cara só para ela se orientar.
- Eu gosto sim, meu macho – Assentiu com a cabeça.
- E ele gosta que a mulher dele seja comida por outro macho? - Com a mão esquerda, passei a mão pelo seu corpo, até chegar a bucetinha.
- Ele gosta sim, eu conto tudinho quando volto, meu macho! - Rebolou nos meus dedos.
- Então você não esconde nadinha dele, esconde? - Enfiei os dedos dentro da buceta.
- Não! - Rindo sinalizou com a cabeça - E vou contar tudinho pra ele depois!
- Então se não esconde, por que não veio com o presente que te dei? - Tirei os dedos e passei o médio em seu cuzinho.
- Eu esqueci, meu macho! - Fez uma carinha de dengo, acho que ela estava aprendendo com N – Desculpa!
- Esqueceu? - Dei outro tapa na sua cara – Esqueceu do presente que eu dei pra treinar seu rabinho?
- Desculpa! - Rebolava ela agora com o cuzinho no meu dedo – O que eu faço para você me desculpar?
Com a mesma mão direita que segurava sua cara, a empurrei na cama, segurei suas coxas e a virei de 4, reparei na outra cadelinha se masturbando com a mãozinha em círculos, sua atenção na cena era invejável, quando a amiga caiu na cama ela já estava perdidamente molhada, dei um tapa na bunda de C, ela empinou ainda mais a bunda, eu cuidei de amarrar seus pulsos nas costas e dei algumas boas lambidas em sua buceta, a essa altura do campeonato, ela só gemia.
- Cadelinha, bota a buceta aqui de novo, a sua amiguinha vai voltar a chupar!
- Boto sim, meu dono! Ela tava chupando tão gostoso! - Ela começou a escorregar de lado.
Puxei ela pelos pulsos algemados, dando espaço para que a cabeça levantasse, a cadelinha entrou por baixo de sua cabeça e tão cedo quanto o cheiro de sua buceta foi notado, deixei ela cair sobre a amiga de canil, ela não se continha ao chupar, colou a cara na buceta, seu nariz ficava bem na altura de onde sabia que ficava o grelinho, quase o alcançando, reparei que ela não era sutil de forma alguma, chupava como fosse uma laranja, e aparentemente esse jeito era uma delícia, pois N não parava de gemer, enquanto isso, aproveitei para chupar seu cuzinho, enfiando o dedão na sua buceta que insistia em ficar mais molhada.
- Não para de chupar! - Comecei a enfiar 2 dedos na buceta – Quero que aprenda direitinho a chupar buceta!
Tirei o dedo da buceta e chupei, continuava uma delícia, passei com calma lubrificante no plug e comecei e enfiá-lo no rabo, reparei que ela reagia, ela rebolava mas inconscientemente contraía o rabo, isso não é bom para o negócio, então tive que dar a ela uma distração.
- Acho que a vagabunda não tá querendo que eu brinque com o rabo dela!
- N puxou ela pelo cabelo, dando espaço para ela respirar e falar.
- A cadelinha não quer dar o rabinho não? - Falou limpando o seu melzinho de suas bochechas
- Quero sim, só tô sensível! Ele acabou de me comer gostoso! - Sorriu virando a cabeça para cima.
- Ele sabe cuidar bem de cuzinho, meu bem, relaxa o cuzinho e rebola – Fez carinho na sua cabeça.
- Hmmmmmmmmmmmmmmmmmmm – Ela começou a rebolar no plug devagar - Você me ajuda a relaxar?
Elas começaram a se beijar, enquanto elas se beijavam, eu consegui condição para massagear e finalmente enfiei o plug no cuzinho, a parte boa dessa ferramenta em particular é que ela tira o principal problema de comer cu, o medo, entra fácil, sai fácil, acostuma bem um rabo ao que eu já queria fazer, quando o plug entrou ela gemeu, abafada pelo beijo de N.
- Entrou! Hmmmmmmmmmm! Que gostoso! - Falava e rebolava C.
- Tá gostando? Você nunca brincou com cuzinho, né? - N Fazia carinho em seu cabelo.
- Eu tô adorando! Obrigado! Meu maridinho nunca brincou com meu rabo! - Fez novamente o bico.
- Então, acho que vou começar a treinar para comer esse rabo! - Dei um tapa na bunda.
- Ouviu, Amiga? Seu macho vai comer meu rabo! - Sorria e relaxava na amiga.
Mais uma vez, a última do dia, fui levado pela cena, a empurrei mais pra cima na cama, mais pra cima de N, que a abraçou, e comecei a comer ela de 4, agora o plug um pouco maior me deixava sentir ele na buceta, buceta essa que também acabava me apertando mais, ela gemia e falava para a amiga o quanto era gostoso dar de 4 com o rabo apertado, quanto mais eu metia naquela buceta, mais ela gemia, excitando minha outra cadelinha que a abraçava, sussurrava coisas em seu ouvido e se masturbava, ver minha namorada fazendo aquilo com ela me excitava ainda mais, e foi muito efetivo, a vagabunda gozou rápido encima dela, eu tirei a pica dela completamente gozada, ela caiu por cima da amiga, sem forças, a amiga ainda estava morrendo de tesão, eu joguei ela de lado e caí por cima dela, peguei seu pescoço e enfiei a pica na sua buceta ainda melada.
- Meu dono! Eu vou gozar! Tô com muito tesão! - Falou entre gemidos, revezando entre olhar para mim e sua amiga sorrindo ao lado.
- Então goza, vagabunda! - Apertei seu pescoço e comecei e foder com força - Pode gozar que eu vou usar as duas cadelinhas do jeitinho que eu quiser!
- Usa essa buceta, meu dono! - Ela estava roxa, rolando os olhinhos para cima – Goza na minha buceta!
- Vou gozar sim, na buceta da minha corninha! - Apertei mais o pescoço - E você trata de gozar com o pau gozado do teu dono!
Antes que eu gozasse, ela apertou meu pau e apagou, larguei ela de lado.
Olha só, a corninha apagou! - Falei alto, sabendo que C ainda estava consciente.
Vi a outra cadelinha sorrir, puxei pelas algemas e a puxei até fora da cama, ela quase caiu, suas pernas claramente já não tinham forças, eu tirei as vendas, vi seus olhos abrirem e me verem ainda incomodados com a luz.
A sua amiga não aguentou – Passei o pau duro na sua cara – Quer tomar leitinho com o gosto da outra cadelinha?
Au au. - Ela assentiu devagar com a cabeça, colocando a língua para fora.
Ela chupou meu pau muito bem, claramente tinha treinado o que eu tinha ensinado para ela, aproveitei para provocar falando do marido e de como ela agora sabia chupar bem uma pica, em um momento, perguntei com quem ela tinha aprendeu, ela respondeu “Meu macho e a cadelinha dele me ensinaram”, ou algo do tipo, não deu para entender direito pois fiz questão de manter meu pau na boca, dizia que ela já tinha levado leite na buceta, agora ia beber meu leite todinho, até gozar bem fundo na sua boca, ela fez questão de ainda chupar no final, cada gotinha de leite. Finalmente relaxei, olhei para baixo, e ela ainda estava lá com a boca aberta, segurei seu rosto, cuspi na sua boca, mandei engolir, ela o fez, fiz um carinho na sua cabeça e ajudei e levantar, dei um dei um beijo na testa e pedi ajuda para deitar N direito após seu orgasmo, cobri ela com o lençol e me deitei abraçado com minha amante, entre beijos conversamos.
Falei que fiquei muito feliz com a surpresa, ela deixou claro que a ideia não foi dela, N tinha planejado tudo até a amarração, eu ri alto, contei para ela que ela aprendeu faz tempo, eu a amarrava e aquele tipo em especial usei bastante já, ela devia ter aprendido na prática, a conversa naturalmente deslizou até o sexo anal, deixei claro que tinha falado sério, e ela me interrompeu citando que quem fala sério é ela, ela queria mesmo dar o cu, a ideia a excitava e ela já tinha tentado sozinha, mas tamanha era sua raba, ela não via como, finalmente expliquei que cu não era brincadeira, se ela quisesse mesmo, ia ter que fazer mais que só querer, determinei algumas metas, primeiro, ela iria levar aquele plug com ela, não usaria o dia todo, mas depois do banho ao acordar até o fim do dia ao jantar, disse também que ela precisaria fazer a chuca, que podia fazer sozinha, não sempre, mas sempre que fosse dar o cu, ela ouvia tudo como se fosse uma aula, era interessante ver como alguém tão experiente estava aprendendo algo com tanto fervor, marcamos então em 1 mês, não sem alguma ressalva dela que achou muito tempo, pegou no meu pau e disse que queria gozar mais, eu expliquei que não se apressa arte, ela precisava se acostumar com aquele plug, que ela lembrasse como foi difícil enfiar, e ela ia tentar 2 vezes na semana fazer a chuca até aprender direitinho, e quando tivesse aprendido, ia avisar a gente.
Nesse meio tempo, N acordou com a conversa, se aconchegou no meu peito, expliquei para ela que iria comer o cuzinho de C, e ela iria filmar tudo, as duas ficaram surpresas, expliquei que mês que vem era aniversário de namoro, e nessa data sempre costumávamos comemorar em motel com gravação, podia juntar o útil ao agradável, um presente para mim e N, e uma data especial para C, inclusive com registro em vídeo, essa última parte não senti tanta animação da parte dela, mas insisti que precisava registrar esse momento histórico, ela concordou ainda que com um pé atrás, ligamos a TV e pedimos comida online, antecipando os prazeres do futuro.