Passava das dez da manhã quando ela decidiu cumprir sua parte no acordo de vizinhos: buscar as roupas da casa de Heitor para lavar, já que Mônica também estava fora. Ao atravessar o quintal, o coração dela acelerou. Ela entrou pela área de serviço e ouviu o som da televisão no quarto da Juliana (A enteada de Heitor, a filha de Monica. Com pouco mais de 1,50 m de altura, sua figura miúda e magrinha era emoldurada por longos cabelos loiros que caíam em ondas pelos ombros, destacando seus grandes olhos verdes) o quarto dela ficava ali no primeiro andar; a presença da jovem na casa trazia um risco novo, uma tensão que deixava Clara em estado de alerta.
Heitor parece que já sabia que ela viria, apareceu na cozinha, segurando o cesto de roupas. Por cima de tudo, ele colocou algumas cuecas de algodão. Clara notou as manchas endurecidas de porra e sentiu um calafrio. Na sua religião, lavar roupas íntimas de outro homem era uma quebra grave de respeito ao marido, e uma quebra do acordo com o marido.
Heitor: — Clara, leva essas peças aqui. O meu "problema" não deu trégua desde ontem e eu não vou deixar isso jogado aí.
Clara: (Baixando a voz, nervosa) — Senhor Heitor... o senhor sabe que isso é contra a nossa doutrina. O marido diz que roupa de baixo é sagrada. Mas... eu sei que o senhor está sofrendo com isso. Eu vou levar, mas por favor, que ninguém saiba.
Heitor: — Ninguém vai saber de nada. Entra aqui no escritório um minuto, quero conferir uma coisa com você antes de você sair.
Assim que entraram no escritório, Heitor fechou a porta. O som abafado vindo do quarto de Juliana parecia aumentar o risco. Heitor não usou rodeios; ele queria o toque dela. Ele se aproximou e segurou Clara firme pela cintura, descendo as mãos para o quadril largo dela e apertando a carne das coxas por cima do vestido. Depois, subiu as mãos pelas costelas, chegando até embaixo dos braços, onde a abertura do vestido revelava a lateral dos pequenos seios firmes.
Heitor: — Não parei de pensar no que aconteceu. Eu quero sentir sua mão na minha pele de verdade. Sem nada no meio.
Clara: — Senhor Heitor, a Juliana está logo ali... a gente não pode. E eu sou casada, isso não pode virar costume entre nós dois. Sem a proteção para minhas mãos ainda mais, eu tenho medo!
Heitor: — Eu não posso ficar com dor Clarinha. Preciso da sua ajuda de novo.
Ele não esperou. Levou as mãos ao cinto da calça jeans pesada, abrindo o botão de metal com um estalo seco. O chiado do zíper descendo ecoou na penumbra do escritório. Heitor enfiou os dedos por dentro do elástico da cueca de algodão, prendendo a base do membro que já pressionava o tecido. Com um movimento firme para baixo, ele libertou seu enorme pênis.
Heitor: — Segura ele... ou melhor cheira aqui. Sente bem como está quente.
Como se fosse um rito inicial, ele guiou o rosto dela abaixando seu corpo. Clara, estava entorpecida pelos apertos que ele dava em seu quadril e pelo cheiro de homem que emanava dali, ela não era acostumada a viver situações em que o tesão falava mais alto que a racionalidade, tudo aquilo era novo pra ela, ela não resistiu ao impulso e encostou o nariz na cabeçona quente e inalou profundamente.
Heitor: — Está seco, e se você usar a mão assim vai arder. Cospe em cima. Deixa a cabeça bem babada e úmida. Se você molhar tudo com a sua saliva, sua mão vai deslizar fácil.
Clara sentiu a boca encher de água, ela já tinha desistido de tentar dizer que não podia, afinal ela também queria “ajudar”. Na sua cabeça, ela estava apenas resolvendo o problema técnico do atrito. Ela se ajoelhou, sentindo o peso do seu quadril grande sobre os calcanhares. Com os olhos fixos na imponência daquele pinto, ela começou a salivar e cuspir deliberadamente sobre a cabeça, ela não sabia como fazer direito, acaba se babando junto, vendo a baba brilhar sobre a pele rosa, enquanto Heitor mantinha as mãos nos ombros dela, pronto para sentir o toque nu da mão de sua vizinha.
Ela também acabou não esperando um comando dele, agarrou como achava certo, como já tinha aprendido nas outras 2x que ‘ajudou’ Heitor, quanto a mão nua de Clara envolvia o cano grosso e babado, ela se sentia em um território novo. O contato direto da palma da sua mão com a pele quente e latejante de Heitor dava a ela uma sensação de controle que nunca sentira. Ela queria ser útil, queria que ele sentisse o alívio que tanto pedia.
Clara: — Está bom assim, Senhor Heitor? O movimento está certo? Não estou apertando demais?
Heitor: (Soltando um suspiro longo, com a mão na nuca dela) — Está perfeito, Clara... está muito gostoso. Você tem um jeito único, parece que nasceu para cuidar do meu pinto. Nenhuma mulher saberia fazer esse carinho como você faz.
Clara sorriu, sentindo um orgulho bobo no peito. Heitor, aproveitando a abertura do vestido, desceu as mãos e envolveu os peitinhos dela, mesmo sendo pequenos encheu a palma de suas mãos quando apertava, e ele os apertou com vontade, sentindo a firmeza e a textura dos bicos marrons que apontavam para ele. Clara soltou um gemido baixo; ela nunca tinha sentido um toque assim com essa força.
Clara: — Senhor Heitor... ninguém nunca pegou neles assim desse jeito que você tá pegando. Meu marido mal me toca aí, nem os namorados que eu tive... eu acho que nenhum deles era fã de peitos assim pequenos. Eu sempre achei que eles tinham vergonha ou que achavam feio...
Heitor: — Pois eles são uns idiotas. Eu vou cuidar de você, Clara. Vou ser o primeiro a te mostrar o valor que esses peitos têm. Na próxima vez, eu vou chupar eles.
Clara estremeceu com a promessa. A ideia de ter a boca de Heitor em seus bicos a deixou completamente desconcentrada, ela nunca imaginou que teria um contato assim com alguém além do marido, e mesmo quando se tratava de Carlinhos ele era manso com isso, já fazia messes que não dava pelo menos um beijo nos seios de Clara, ela já estava desiludida da ideia de que ele procuraria chupar seus seios.
O ritmo da punheta acelerou conforme Heitor aumentava a pressão nas mãos.
Heitor: — Eu vou gozar Clarinha!!! Não posso gozar no chão, se a Juliana entra aqui depois ela vai desconfiar. Vou gozar nos seus peitinhos... Desce o vestido.
Clara: (Assustada, parando o movimento por um segundo) — Aqui? Comigo no chão do escritório? Senhor Heitor, o senhor sabe o tanto que sai! Como eu vou embora toda... lambuzada de... como vou atravessar o quintal desse jeito?
Heitor: — Não se preocupe com a limpeza, eu cuido disso. Eu limpo você, eu cuido de tudo. O importante agora é você ser uma boa amiga e cuidar do meu pinto. Deixa a goza cair nos seus peitos... faz isso por mim e eu jogo tudo em você.
Clara olhou para cima, vendo o rosto de Heitor contorcido pelo prazer iminente. A autoridade dele e o desejo de agradar o "grande amigo" falaram mais alto que o medo da sujeira. Ela inclinou o corpo para trás, colocou os cabelos pra trás das costas e ofereceu o colo e os peitinhos pequenos nus, enquanto mantinha a mão nua trabalhando firme no cano babado.
No entanto, Heitor travou o quadril. A cabeça do pinto pulsava vermelha, na iminência de disparar, mas ele segurou o fluxo com força. Ele olhou para baixo, encarando os olhos castanhos e assustados da paroquiana, e fingiu uma expressão de desconforto. Ele sabia exatamente como manipular a culpa dela.
Heitor: — Eu não vou conseguir soltar tudo assim, Clarinha... Se você não me der permissão de verdade, com a sua própria voz, eu vou acabar prendendo. E se eu prender agora, aquela dor horrível nas minhas bolas vai voltar em dobro e a culpa vai ser sua. Eu preciso que você tire essa timidez da igreja e me autorize com todas as palavras. Me pede para jogar a goza nos seus peitos. Se não falar, é melhor parar agora.
O coração de Clara deu um salto no peito. A humilhação de ter que verbalizar aquilo, sendo uma mulher casada e temente a Deus, pesou como uma tonelada em suas costas. Ela se sentia pequena, exposta e completamente dominada pelo vizinho rico, mas o medo de causar dor ao "patrão" e o transe daquela submissão foram mais fortes do que seus princípios.
As bochechas dela queimaram em um tom carmido. Ela engoliu em seco, sentindo as lágrimas de vergonha brotarem nos cantos dos olhos, e apertou a base do pinto dele com os dedos trêmulos, olhando fixamente para a cabeça roxa que chorava e babava suas mãos.
Clara: (Com a voz sumida, trêmula e embargada de vergonha) — Por favor... Senhor Heitor... Não fica com dor por minha causa, não... Eu... eu deixo o senhor gozar. Pode jogar... joga toda a ‘goza’ quente nos meus peitos... Solta tudo em mim!!!
Ouvir aquela confissão corrompida saindo da boca da paroquiana foi o golpe final para Heitor, o fato dela falar que a porra dele era ‘quente’ mexeu muito com ele. O corpo do administrador enrijeceu por completo sob a calça jeans aberta, as bolas se contraíram ao máximo e ele soltou um rugido grosso que ecoou abafado pelas paredes do escritório.
Chof!
O primeiro jato de esperma espesso, branco e excessivamente quente disparou com violência da cabeça do pinto, voando alto e caindo com um som pesado diretamente no meio do peito nu de Clara. A jovem soltou um arfar sôfrego com o choque térmico do fluido do vizinho batendo contra a sua pele fria. Chof! Chof! Chof! Heitor continuou descarregando sob pressão, uma quantidade absurda que cobria os seios pequenos e empinados de Clara, escorrendo em fios brancos até a sua barriga e melando os dedos que ela usava para segurar a raiz do membro. Ela mantinha os olhos fechados, o rosto virado para o lado em pura rendição, inteiramente lambuzada pelo suco do pecado daquele homem, enquanto o som do ar-condicionado tentava abafar o rastro daquela quebra de respeito. Era muito volume, uma lambança branca que brilhava sobre os bicos marrons.
A expressão no rosto de Clara era uma mistura fascinante de pavor religioso e êxtase sensorial. Suas sobrancelhas estavam levemente franzidas, tentando processar a "sujeira", mas seus lábios carnudos permaneciam entreabertos, soltando uma respiração curta e ruidosa. Seus olhos negros estavam arregalados, fixos na ponta do pinto de Heitor, acompanhando cada pulsação, cada novo jato que aumentava a lambança branca sobre sua pele morena. Ela não desviou o olhar. Pelo contrário, ela inclinou levemente a cabeça para trás, permitindo que o líquido escorresse mais livremente. Havia um brilho de orgulho em suas pupilas; ela se sentia a "escolhida" para conter aquela fartura toda. O rosto de Clara, antes sempre rígido pela doutrina, agora estava relaxado, banhado por um suor fino de nervosismo e o corpo pelo calor do gozo de Heitor. Ela parecia uma mulher que acabara de descobrir um segredo proibido e, em vez de se envergonhar, estava saboreando o peso daquela entrega. Ela estava lambuzada, cheirando ao desejo bruto de Heitor, e pela primeira vez, sentiu que ser "feia" ou "desproporcional" era uma mentira, porque aquele homem de respeito estava se esvaziando inteirinho em cima dela.
O som do leite quente atingindo a pele morena e escorrendo pelo vale dos seios arrancou de Clara uma reação que ela não conseguiu conter. O choque térmico e a visão daquela fartura branca sujando seu corpo fizeram seu peito subir e descer rapidamente.
Clara: — Huummm... ahnn...
O gemido saiu manhoso, acompanhado de um estremecimento que fez seus peitinhos pularem, espalhando a goza espessa de Heitor até a base do seu pescoço. Heitor, sentindo o alívio bruto de descarregar todo aquele volume nela, soltou a voz em um tom grave que preencheu o escritório:
Heitor: — Aaaah... isso, Clara... olha o tanto que saiu...
O som da voz dele, firme e sem preocupação, atingiu Clara como um choque de realidade. Ela arregalou os olhos, lembrando que a enteada dele estava a poucos metros dali.
Clara: (Em um sussurro desesperado, quase sem fôlego) — Shhh! Senhor Heitor, fala baixo por favor! Ahn... A Juliana tá logo ali... pelo amor de Deus, ela vai ouvir a gente!
Ela estava ofegante, com o colo todo lambuzado e brilhante sob a luz do escritório. Heitor apenas sorriu, mantendo a mão firme na nuca dela enquanto observava o rastro branco que agora decorava a pele morena de sua vizinha. O risco de serem pegos só aumentava o peso daquela entrega, deixando Clara trêmula e marcada pelo segredo.
Heitor segurou Clara pelos ombros, ajudando-a a se levantar devagar. Ela ainda estava trêmula, com as pernas bambas e o colo brilhando pela viscosidade morna. Antes que ela pudesse se afastar para buscar um lenço, ele segurou as mãos dela — ainda lambuzadas — e as guiou diretamente para os próprios seios.
Com a firmeza de quem comanda, ele fez Clara espalhar o próprio gozo sobre os mamilos marrons.
Clara: — Ahnn... hummm... A sensação da própria mão deslizando o líquido espesso e quente sobre a pele sensível fez Clara empinar a cabeça para trás, fechando os olhos. O contraste do calor do gozo com o mormaço do escritório era inebriante.
Clara: — Senhor Heitor... a gente não pode brincar com isso... ahn... a gente é casado, é errado demais. Por favor, me limpa... eu preciso ir embora.
Heitor: — Calma, Clara. Eu disse que ia cuidar de você. Deixa eu ver como ficou...
Embora falasse em ir embora, seus pés não se moviam um centímetro para longe daquele escritório. Ela estava marcada, molhada e completamente dominada pelo vizinho.
Ele deu um beijo estalado e carinhoso na bochecha de Clara, bem no canto da boca, sentindo o calor da pele dela. Sem perder a praticidade, ele pegou as mesmas cuecas de algodão que já estavam no cesto — e que agora tinham ganhado mais algumas manchas — e começou a passá-las no colo de Clara. Ele limpava o gozo com cuidado, vendo a pele morena surgir novamente por baixo daquela lambança branca e espessa. Para Clara, aquele gesto era o motivo final: ela teria mesmo que lavar aquelas roupas agora, já que o segredo deles estava literalmente impregnado no tecido.
Heitor: — Pronto, limpinha... dessa vez eu cuidei de você e dos seus peitinhos. Mas da próxima, Clara, eu quero que você vá embora assim, melada com a minha goza, sentindo ela secar no seu corpo no caminho de casa.
As palavras dele foram como um sopro quente no ouvido dela. Clara sentiu um arrepio violento subir pela espinha, os pelos do braço se levantando na hora. A vergonha subiu ao rosto, deixando-a ainda mais vermelha, enquanto ela ajeitava as alças do vestido com as mãos trêmulas.
Clara: — Para com essa brincadeira, Senhor Heitor! O senhor é doido? Isso é sério... — Ela soltou uma risadinha nervosa, tentando recuperar a pose de vizinha direita. — Eu ajudei o senhor porque era uma emergência, mas foi a última vez, tá bom? Tá avisado! rsrs.
Heitor: — Sei... a gente conversa sobre essa "última vez" depois, quando você trouxer o cesto de volta.
Clara pegou o cesto de roupas, escondendo as cuecas bem no fundo, e saiu do escritório com o coração na boca. Ao atravessar o quintal de volta para sua casa, ela ainda sentia o rastro do calor de Heitor na pele. Ela sabia que a promessa de ser a "última vez" era tão frágil quanto a cerca de hortelã que ela acabara de atravessar, e que os próximos dias sem o marido seriam os mais longos de sua vida.