Consciência: — Clara... olha para você mulher. São três da manhã e você está acordada, fritando na cama de tanto tesão por causa do vizinho. Onde é que você vai parar? Você virou um bicho no cio.
Clara: — Eu sei... eu sei que está errado. Mas eu não consigo evitar. Eu acho que estou ficando apaixonada por ele... de um jeito que eu nunca fiquei pelo meu marido. Eu passei o dia inteiro desejando o Heitor, a presença dele.
Consciência: — Você está apaixonada pelo perigo ou por aquele pinto enorme dele? Seja honesta. Ontem à noite, quando você perguntou se ele ia dar a goza na sua boca... você não queria só saber. Você queria beber aquela porra, não queria?
Clara: — Queria... — as bochechas dela queimaram no escuro do travesseiro, confrontada com a crueza da própria mente. — Eu acho que queria muito sentir aquilo... o líquido quente descendo pela minha garganta, eu não sei explicar, eu nem gosto do sabor eu acho. Mas como é que eu ia falar isso para ele? Eu tive medo. Tive medo de ele me achar uma sem-vergonha. Eu nunca tinha colocado a boca em um pênis antes na minha vida inteira... muito menos conhecido o gosto de esperma. Por que eu queria beber algo tão sujo assim? Eu não me reconheço... Será que agora eu vou ter que pedir? E se ele nunca mais me der na boca? Talvez ele só queira jogar no meu bumbum ou nos meus seios nas próximas vezes...
Consciência: — Olha o que você está pensando, Clara! Você já está com medo de ficar sem a goza dele, me dê que ele não te deixe beber mais aquilo. E ontem ele nem entrou em você, ele só se esfregou na sua buceta que não para de babar... e você quase implorou para ele enfiar, porque o seu corpo estava pegando fogo. Agora você está aqui, com o resto da porra dele secando na sua pele e na sua calcinha porque ele não limpou ali. É doentio. Você tem um amante, Clara. E o seu marido, aquele homem manso, agora é corno.
Clara: — Deus me perdoe... ele é. Meu Deus, meu marido é corno... — ela soltou um soluço abafado contra o travesseiro, mas o choque da constatação trazia uma eletricidade proibida para as suas pernas. — Mas tem uma coisa... Se o Heitor usar o... meu anus, se ele fizer o que quiser ali atrás... a minha buceta continua intacta. A minha buceta ainda é única e exclusiva do meu marido. O meu casamento... de certa forma, continua protegido se eu não a der para o vizinho, não acha?
A voz da sua mente silenciou por alguns instantes, processando aquela lógica torta e desesperada que a paroquiana criara para não enlouquecer de culpa. No fundo, a própria consciência capitulou, entendendo o tamanho do abismo em que Clara estava metida e aceitando a barganha.
Consciência: — É uma desculpa muito doentia para salvar o resto da sua moral, Clara..., Mas, pensando por esse lado... se é isso o que vai te manter inteira, eu entendo. Se o seu corpo precisa tanto dessa humilhação para se sentir vivo, que seja por tras. Pelo menos a frente continua sendo pro seu casamento.
Clara: — Obrigada... obrigado por me entender. Eu preciso dele.
Com o tribunal interno encerrado e a trégua selada com a própria mente, o que restou de Clara foi a pura submissão física. O cérebro daquela mulher estava sendo colonizado e reconfigurado por uma dependência psicológica e sensorial avassaladora. O tesão da sua buceta exercia uma verdadeira tirania sobre a sua dignidade, dobrando os seus joelhos diante de qualquer capricho de Heitor.
A mecânica daquela noite havia gravado no paladar de Clara o mapa biológico do sêmen do seu Dono. Ela agora compreendia perfeitamente a diferença: aquela babinha transparente que o pinto dele vertia em abundância no começo do ato era fluida e nitidamente salgada, servindo apenas para atiçar as papilas; mas o esperma real, que veio com o orgasmo e ficou guardado sob a pele da capa, tinha uma textura densa e um toque sutilmente doce no fundo, uma nuance rica em frutose que ela só conseguiu decifrar quando se concentrou ao sugar a glande amolecida com paciência.
O vício era tamanho que, horas antes, ao notar que ele havia limpado apenas as suas costas, Clara chegou a cogitar a ideia insana de passar os dedos na portinha do rabo para lamber e experimentar a goza novamente. Só não levou o plano adiante porque percebeu que o líquido ali já estaria misturado ao mel da sua própria excitação, e o seu corpo agora exigia o sabor puro, direto da fonte.
Às 06:00 da manhã, o celular vibrou. Clara saltou da cama num sobressalto, com o coração batendo na boca e o corpo moído pela noite mal dormida. Ao se levantar, sentiu o incômodo físico: a calcinha de algodão repuxou na pele, completamente endurecida, colada e ensopada por causa do sêmen de Heitor que passara a madrugada inteira grudado nas suas nádegas gordas e na entrada do seu rabo.
Mesmo sabendo que ele tinha mandado deixar a goza ali, o bom senso e o desespero de higiene falaram mais alto. Ela não podia ir a uma clínica estética no Setor Bueno, se expor para a profissional e se deitar em uma maca cheia de porra seca e cheirando a sexo. Seria uma vergonha que ela não conseguiria suportar. Então, mesmo sem a autorização dele, ela correu para o banheiro para se lavar.
No chuveiro, a água morna bateu em suas costas e escorreu pelas coxas. Clara passou o sabonete com os dedos trêmulos, sentindo a sensibilidade extrema da portinha do rabo e dos lábios da buceta, que ainda pulsavam. Lavar aquela crosta de pecado trouxe um misto de alívio e medo da reação dele, mas era necessário. Ela se secou bem, foi até a gaveta e trocou aquela calcinha ensopada e estragada por uma lingerie limpa, mas simples, tentando disfarçar o cheiro do vizinho que ainda parecia impregnado nos seus poros. Vestiu uma roupa discreta e pegou a bolsa com o plug de coração guardado lá dentro.
Exatamente às 06:30, ela abriu o portão. O carro de Heitor já estava parado na calçada fria de Goiânia, com o motor roncando baixo e os vidros escuros subidos. Ao ver a silhueta imponente do vizinho ao volante, a buceta de Clara deu um espasmo violento, inundando o tecido da calcinha limpa em poucos segundos. A viagem para o Setor Bueno estava começando.
Clara abriu a porta do passageiro com as pernas ligeiramente trêmulas e deslizou para o banco de couro macio do carro. O choque térmico entre o vento frio daquela manhã de Goiânia e o ambiente climatizado do carro a fez soltar um leve suspiro. Antes mesmo que ela pudesse dar bom dia ou fechar a porta por completo, Heitor não perdeu tempo: ele esticou o braço musculoso e, com aquela pegada firme e possessiva de sempre, espalmou a mão grande diretamente sobre o colo dela, apertando as suas partes íntimas por cima do tecido.
A calcinha limpa, que já estava úmida desde o momento em que ela pisara na calçada, pareceu encharcar de vez sob a pressão dos dedos dele. Mas, em vez do susto ou do recuo das primeiras vezes, Clara não sentiu qualquer incômodo. A tirania do tesão acumulado na madrugada comandava o seu corpo. Ela aceitou a pegada segura, relaxou o quadril contra o banco e cobriu a mão dele com a sua, dando um carinho suave nos nós dos seus dedos.
Clara: — Bom dia... — ela murmurou com a voz abafada e manhosa, olhando para aqueles olhos verdes que a fixavam com intensidade. — A sua mão está tão quentinha... Está muito frio lá fora hoje.
Heitor deu aquele sorriso de canto, saboreando a docilidade da paroquiana, e engatou a marcha com a outra mão, colocando o carro em movimento rumo ao Setor Bueno. O calor do motor e o cheiro do perfume caro dele misturado ao couro preenchiam o veículo, criando uma bolha de intimidade perigosa.
Foi então que a dependência sensorial falou mais alto. Sem precisar de nenhuma ordem, comando ou bronca, o corpo de Clara agiu por conta própria, movido pela abstinência daquela madrugada de tormento. Ela se inclinou sutilmente para o lado dele, esticou os dedos trêmulos e buscou o volume destacado no meio das pernas do vizinho. Com cuidado, ela abriu o zíper da calça dele, trazendo para fora o pênis que, mesmo ainda amolecendo pelo início da manhã, já exalava aquele odor característico e potente que a deixava tonta.
Com as próprias mãos, Clara segurou a pele da capa e a puxou para trás devagar, arregaçando totalmente a grande cabeça rosa e cheirosa, que já vertia a primeira gotinha daquela babinha salgada. Ela aproximou o rosto, fixando os olhos na glande exposta, sentindo o coração martelar contra o peito numa agonia deliciosa. Ela estava faminta por aquele gosto. Queria colar os lábios ali imediatamente, mas a sua mente submissa implorava pelo aval dele. Ela ainda não sabia como fazer um boquete bom, técnico ou profundo, mas já havia se tornado especialista em namorar aquela carne: sabia beijar a coroa, lamber os cantos com a ponta da língua e ninar o membro com uma dedicação quase inocente.
Ela ficou ali, com os lábios a milímetros da carne quente, os olhos castanhos brilhando na penumbra do carro em movimento, sem aguentar esperar ele mandar, ela começou a beijar e lamber toda a cabeça.
Heitor olhou para baixo, vendo a dedicação de Clara em lamber e namorar a glande do seu pênis, recolhendo aquela babinha salgada com a ponta da língua. Ele deu um sorriso cínico, acariciando a nuca dela enquanto mantinha os olhos focados no trânsito que começava a aumentar na avenida.
Heitor: — Você não tomou café da manhã em casa hoje, não é, Clarinha? Está com fome? Quer que eu te dê um café da manhã reforçado?
Clara parou as lambidas por um segundo e ergueu os olhos castanhos, piscando de forma ingênua. Na sua inocência de paroquiana, a mente dela foi direto para o sentido literal da palavra. Ela achou que ele estava sendo carinhoso, oferecendo-se para parar em alguma panificadora chique do Setor Bueno para comprar uma quitanda ou um salgado para ela, já que ela realmente tinha saído de casa correndo e com o estômago vazio.
Clara: — Ah... eu aceito sim, Senhor Heitor. Não deu tempo de comer nada, saí bem depressa para não me atrasar... O senhor é muito bondoso.
Heitor soltou uma gargalhada grave, deliciando-se com a pureza que aquela mulher ainda carregava, mesmo estando com a boca lambuzada dele. Ele apertou os dedos nos cabelos dela, empurrando a boca de Clara de volta contra a cabeça do seu membro.
Heitor: — Você é muito bobinha mesmo, Clarinha... Eu não estou falando de padaria, não. O café da manhã que eu tenho para você é esse aqui que está na sua mão. Uma dose de porra quentinha, direto da fonte, para alimentar a minha vagabunda antes dela se deitar na maca da Fran. É desse alimento que o seu corpo está precisando de manhã cedo, não é?
O rosto de Clara pegou fogo instantaneamente. O choque de entender o duplo sentido da pergunta a fez quase se engasgar com a própria saliva. Ele estava falando de gozar na boca dela ali mesmo, no carro, antes de chegarem à clínica. A mente dela tentou recuar diante da crueza da proposta, mas a sua buceta deu uma fisgada tão violenta que ela sentiu o melaço escorrer quente pelas coxas, ensopando a calcinha nova.
Ela olhou para a pica grossa na sua mão, imaginando aquele jato espesso e com o fundo adocicado enchendo a sua boca, e percebeu, horrorizada e excitada, que a ideia de ser alimentada daquele jeito a deixava completamente louca.
Heitor reduziu a velocidade do carro, aproveitando o fluxo lento de uma avenida mais calma antes de entrar no miolo do Setor Bueno. Sem tirar os olhos do para-brisa, ele deslizou a mão direita pelo quadril de Clara, subindo o tecido.
Heitor: — Deixa o seu Dono ver uma coisa antes... Quero ver a sua buceta. Deixa eu ver os seus pelinhos antes que a Fran arranque tudo.
Clara obedeceu num sobressalto, o coração quase saindo pela boca. Com movimentos desajeitados no espaço limitado do banco do passageiro, ela levantou o vestido até a cintura, expondo a calcinha de algodão. Heitor enfiou a mão por baixo do tecido, afastando a lateral da lingerie para revelar o monte de vênus ainda coberto pela penugem preta e aparada. O vizinho arregalou os olhos de leve, genuinamente surpreso com o que os seus dedos encontraram.
A bucetinha dela era preta, bem pequenininha e gordinha na medida certa. Os lábios eram curtinhos e bem fechados, deixando tudo muito guardado ali no meio das coxas. Quando ele puxou a calcinha de lado, a pele escura da virilha já estava quente, e os pelinhos pretos e bem aparados raspavam de leve nos dedos dele. Dando um leve toque com o polegar, os lábios se abriram só um pouquinho, mostrando que a carninha de dentro era bem vermelhinha e já estava bem molhada e babada de tesão, brilhando no escuro do carro. Bem na pontinha, o grelinho dela era pequenino, mas saltou na hora só de sentir o dedo dele encostar, entregando o quanto ela já estava excitada.
Heitor: — Nossa, Clarinha... Eu não imaginava que você estaria tão molhada assim de manhã cedo. Olha para isso, os pelos estão todos grudados.
Ele tentou empurrar o dedo indicador na direção da fenda ensopada, mas Clara, num reflexo de autoproteção, fechou as coxas de leve, travando a mão dele. Mesmo sentindo uma quentura deliciosa subir pelo ventre, ela não permitiu que ele enfiasse os dedos ali. Na sua cabeça, o combinado daquela manhã era apenas a depilação.
Heitor soltou um riso abafado, retirando a mão, mas deixando o rastro de saliva e melaço nos próprios dedos.
Heitor: — Olha para você, Clara... Está cheia de tesão. Você passou a noite inteira assim? Você tem que gozar hoje. Quer gozar, minha vagabunda? Quer gozar aqui no carro, na rua, na frente dessas pessoas que estão passando na calçada?
Clara: — Eu não sou vagabunda... — ela protestou num sussurro choroso, o rosto enterrado no ombro dele para se esconder dos carros que passavam ao lado.
Heitor: — Você pode ser uma vagabunda para mim, Clarinha. Ninguém na igreja ou na sua rua vai saber. Vai ser o nosso segredo. É totalmente correto ser uma vagabunda para o seu próprio macho, o homem que é dono da sua boca e do seu cu. E por falar nisso... eu quero o seu cuzinho, seria perfeito hoje de noite.
Clara não respondeu com palavras. Tomada por uma onda de submissão e abstinência, ela voltou a se inclinar sobre o colo dele. Fechou os olhos e colou a boca na grande cabeça cheirosa, voltando a lamber a carne quente de forma lenta, sentindo aquele toque salgado da babinha na ponta da língua.
Heitor: — Você vai me dar o seu cuzinho hoje de noite, não vai? — ele insistiu, a voz ficando mais grave enquanto sentia a sucção molhada da paroquiana.
Clara: — Não sei... — ela murmurou entre uma lambida e outra, sem abrir os olhos, a voz manhosa e arrastada. — Não sei se devo, Senhor Heitor... É muito errado.
Heitor: — Me dá o seu cuzinho, Clarinha. Deixa o seu Dono entrar nele hoje.
Clara: — Ai, eu tenho medo... O senhor sabe que eu nunca fiz isso. Eu não sei se aguento... não sei se devo fazer isso com o senhor.
Heitor: — Você aguenta sim. Me dá o seu cuzinho hoje de noite, deixa eu entrar nele bem devagar.
Clara: — Não sei, Heitor... O senhor é muito grande, vai me machucar. Eu fico com tanta vergonha de pensar nisso... Não sei se tenho coragem de deixar o senhor entrar ali atrás.
Heitor: — Olha como você está babando no meu pinto, Clarinha. Você quer isso tanto quanto eu. Me dá o seu cuzinho, deixa eu entrar nele depois que você estiver toda lisinha.
Clara: — Mas e o meu casamento? — ela choramingou, namorando a coroa da glande com a língua, totalmente entregue ao transe sensorial. — Eu não sei se devo... Se eu der o meu bumbum para o senhor, eu vou ser uma mulher perdida. Não sei se posso.
Heitor: — Você pode tudo comigo. Me dá o seu cuzinho hoje, deixa eu entrar nele e te dar o prazer que o seu marido manso não consegue te dar.
Clara: — Ai, Senhor Heitor... não fala assim dele, por favor. Eu não sei se devo... Eu quero tanto o senhor, mas tenho tanto medo... Não sei se posso...
A sequência de negativas manhosas e inseguras só funcionava como combustível para o vizinho. Enquanto Clara tentava manter a última linha de defesa verbal, a sua língua continuava trabalhando de olhos fechados, deixando a pica de Heitor completamente brilhante e implorando para ser engolida antes de cruzarem a entrada do Setor Bueno.
Heitor sentiu a espinha tremer quando a sucção de Clara se intensificou na coroa da glande, acompanhada por aquele choramingo manhoso e sem força. A pica grossa latejou dentro da boca dela, e ele percebeu que, se continuasse ouvindo aquelas negativas gostosas enquanto ela namorava a sua carne daquele jeito, ele acabaria descarregando ali mesmo, no meio do trânsito. E ele não podia. Ele tinha planos meticulosos para aquela porra toda, e precisava de cada gota guardada e concentrada para a noite.
Com um suspiro pesado, ele segurou os cabelos pretos dela com firmeza e a puxou para cima, retirando o membro da boca úmida da paroquiana.
Heitor: — Chega, Clarinha... Dá um tempo, se não o seu Dono vai acabar gozando na sua boca agora, e eu quero guardar tudo para mais tarde. Guarda essa língua, que a noite você vai usar muito. Limpa o queixo e se ajeita que nós chegamos.
Clara piscou os olhos, saindo do transe sensorial com os lábios brilhando de saliva e o rastro salgado do pre-sêmen dele ainda na ponta da língua. Com as mãos trêmulas, ela ajudou o vizinho a guardar o pênis enorme de volta na calça e subiu o zíper, sentindo uma pontada de ciúme daquela carne. Ajeitou o vestido, sentindo a calcinha nova completamente ensopada e colada no meio das coxas, e respirou fundo enquanto o carro entrava na rampa do estacionamento subsolo de um prédio comercial espelhado, imponente e extremamente luxuoso no coração do Setor Bueno.
Ao subirem pelo elevador panorâmico, o estômago de Clara deu nós. Ela, uma dona de casa simples, acostumada com o comércio de bairro, sentia-se um peixe fora d'água naquele ambiente de alto padrão. Quando as portas se abriram na recepção da clínica da Fran, o choque foi ainda maior: o lugar exalava um perfume caro de capim-limão, com móveis de design, paredes de mármore e uma iluminação impecável.
Uma recepcionista muito bem-vestida e de sorriso alinhado os atendeu de imediato. Heitor manteve-se um passo atrás, com as mãos nos bolsos, observando com um sorriso camuflado enquanto Clara se aproximava do balcão, visivelmente intimidada, para perguntar sobre o procedimento de depilação a laser completa.
Clara: — Olá... bom dia. Eu gostaria de saber... quanto fica o valor para fazer o pacote da depilação íntima?
Recepcionista: — Olá, bom dia! Olha, o nosso protocolo de alta performance para a área íntima completa — incluindo o monte de vênus, grandes lábios e a região perianal —, combinado agora com as axilas e o busto, exige um tratamento de dez sessões para garantir que todas essas regiões fiquem totalmente lisas e sem nenhum pelinho. O valor promocional desse pacote ampliado fica em dez parcelas de R$ 100,00. No total, são R$ 1.000,00 pelo tratamento completo de todas as áreas.
Clara: — Mil reais?... Senhor Heitor, eu não tenho como pagar isso. O Carlinhos e eu... a gente não ganha muito dinheiro, o nosso orçamento é curto. É melhor a gente ir embora, eu não devia ter vindo aqui.
Ela já ia se levantando da poltrona de grife, sentindo o peso esmagador da sua humildade diante do luxo daquele lugar. A humilhação de passar vergonha com os seus trocados a fez querer sumir. No entanto, Heitor colocou a mão grande e firme suavemente sobre o braço dela, impedindo-a de sair e colando-a de volta ao assento.
Heitor: — Calma, Clarinha. Não precisa se preocupar com isso. Eu faço questão de pagar o pacote à vista. Considere um presente meu para o seu bem-estar... e para o seu casamento.
Ele puxou o cartão de crédito black da carteira com uma naturalidade tão soberana que deixou a paroquiana zonza. Clara sentiu uma mistura violenta de gratidão, alívio e uma vergonha profunda que fez sua buceta dar uma fisgada lá no fundo. Ela entendeu, ali mesmo, que estava cruzando uma linha sem volta: agora ela estava sendo "mantida" pelo vizinho, recebendo dele um luxo e um cuidado que o marido manso jamais teria capacidade de oferecer. Ela pertencia a ele também financeiramente.
Ao entrarem na sala de atendimento, o pânico voltou. Clara olhou para a máquina de laser moderna, os óculos de proteção escuros sobre a bancada e a maca forrada de branco. O medo de ficar completamente nua e ser tocada e manuseada por uma estranha com aquele aparelho a fez travar o corpo logo na porta, os dedos cravando na manga da camisa de Heitor.
Clara: — Senhor Heitor... por favor, não me deixa sozinha aqui dentro não. Eu estou com muito medo disso doer, dessa máquina... Fica comigo aqui na sala? Por favor...
Fran olhou para os dois de soslaio, captando imediatamente a hesitação indefesa de Clara e a postura protetora e dominante de Heitor. Com a experiência de quem conhecia os gostos do amigo, a esteticista deu um sorriso cúmplice e deu um passo atrás, ajeitando o equipamento.
Fran: — Pode ficar na sala, Heitor. Se ela se sentir mais segura com você por perto, por mim não tem problema nenhum, o espaço aqui é grande. Vamos começar pelas pernas para ela relaxar e depois a gente vai para a área íntima, tá bem, Clara? Pode ir tirando a roupa e deitar na maca.
Clara desfez-se do vestido simples com as mãos trêmulas, tentando esconder o corpo gordinho atrás do lençol descartável enquanto subia na maca alta. O coração batia na garganta. Ela ficou deitada apenas de calcinha, exposta sob a luz branca do teto. Heitor puxou uma cadeira mocho e sentou-se bem ao lado da cabeceira, segurando a mão dela com firmeza, os olhos verdes brilhando com um indisfarçável olhar de posse.
Fran aproximou-se e começou a aplicar o gel condutor gelado nas coxas de Clara. O contraste daquele frio cortante na pele com o calor infernal que a paroquiana sentia queimar por dentro do seu ventre era perturbador. A calcinha nova, que ela havia trocado após o banho, já começava a sofrer: o mel do tesão acumulado e o nervosismo de ser vigiada pelo seu Dono faziam a sua buceta babar sem parar por baixo do pano, ensopando o algodão diante dos olhos atentos de Heitor.
Heitor: — Fica tranquila, Clara. Relaxa o corpo. A Francine é a melhor profissional de Goiânia. Você vai ver que, sessão após sessão, você vai se transformar por completo. Vai ficar com a pele de uma rainha... bem lisinha.
Clara apenas apertou a mão dele de volta, fechando os olhos enquanto ouvia o bipe da máquina de laser ligando, sabendo que dali a poucos minutos aquela calcinha molhada seria arrancada.
Fran terminou de passar o aparelho pelas coxas e panturrilhas de Clara, limpando o excesso de gel com uma toalha descartável. O clima na sala estava denso, carregado por um silêncio cúmplice. A esteticista, então, deixou o cabeçote do laser sobre o suporte e olhou para a paroquiana com naturalidade profissional, embora o brilho nos seus olhos entregasse que ela lia perfeitamente a atmosfera do ambiente.
Fran: — Prontinho, as pernas já foram. Agora, Clara, eu preciso que você tire a calcinha e mude de posição para a gente fazer a área íntima, tá bem? Vamos começar por trás, na região perianal. Pode ficar de joelhos na maca, com os cotovelos apoiados no colchão e a bunda empinada para o alto, por favor.
O sangue de Clara gelou. O pedido era o ápice da humilhação para uma mulher que mal conseguia se trocar com a luz acesa diante do marido. Com as mãos trêmulas e o rosto queimando de vergonha, ela deslizou a lingerie para baixo, revelando as suas nádegas fartas e gordinhas. Ela subiu na maca na posição indicada, elevando o quadril gordo na direção de Fran e, inevitavelmente, na direção dos olhos verdes e fixos de Heitor, que continuava sentado ali, assistindo a tudo sem desviar o olhar por um segundo sequer.
Quando Fran se aproximou para afastar as nádegas de Clara e aplicar o gel na portinha do rabo, ela acabou esbarrando os dedos na fenda da frente. A profissional parou por um breve segundo, sentindo os dedos deslizarem com uma facilidade absurda, e soltou um leve suspiro, contendo um sorriso. Ela sabia perfeitamente o que estava acontecendo ali. Fran já havia depilado o próprio Heitor no passado — sabia muito bem a textura daquela pele e o motivo daquelas bolas dele serem tão lisas, grandes e imponentes. Ela sabia o estrago que aquele pinto enorme causava na cabeça e no corpo de qualquer mulher. A sutileza do seu comentário foi um golpe direto na timidez da paroquiana:
Fran: — Nossa, Clara... você está extremamente molhada. Mas olha, se for por causa do homem que você trouxe, eu te entendo perfeitamente. Eu já depilei o Heitor e conheço muito bem o tamanho dele... Ele é um verdadeiro pedaço de mau caminho. Se eu estivesse na sua situação de "amiga" dele, com certeza também aproveitaria cada segundo. Não precisa ter vergonha comigo, tá?
Como Fran não sabia que Heitor e Clara eram casados com outras pessoas, o comentário soou leve, como se estivesse falando com a namorada oficial dele. Aquilo tirou um peso gigantesco das costas de Clara. Em vez de se sentir uma pecadora barata e adúltera, por alguns instantes ali na maca, a paroquiana experimentou a doce ilusão de se sentir como a própria esposa de Heitor, uma mulher de sorte desfrutando do seu homem.
Fran: — Vou começar os disparos atrás, tá? Vai sentir um geladinho e depois uns estalidos quentes.
A profissional ajeitou o aparelho e, ao afastar as bochechas do bumbum de Clara, deu um sorrisinho e comentou:
Fran: — Olha, já está super bem aparadinho aqui atrás, facilitou muito o meu trabalho. Mas preciso te dizer: o seu ânus é bem diferente dos que eu costumo atender aqui. Ele tem uma cor de chocolate linda e é todo fechadinho. Olhando assim para as preguinhas dele, tão perfeitas e apertadinhas, dá para ter certeza técnica de que você é totalmente virgem de traseiro. Eu trabalho com isso há anos e nunca vi nada tão bonitinho e impecável assim antes.
Quando o laser começou a disparar depilando o cuzinho de Clara — os estalidos de luz e o leve “beliscão” na pele —, Clara esticou o braço para trás, buscando a mão de Heitor, apertando-a com uma força desesperada. Ela estava ali, totalmente exposta, em uma posição humilhante, com o vizinho pagando uma fortuna para que ela mudasse o próprio corpo para ele ver, ou melhor, como um "presente" para o marido manso. Cada feixe de luz queimava a raiz dos pelos da portinha do seu rabo, preparando aquela pele gordinha e sensível para o que estava prometido para a noite.
Fran: — Prontinho atrás. Agora pode virar de costas, Clara. Abre bem as pernas e apoia os pés aqui nas laterais, para eu ter acesso total à frente.
Fran sentou-se no mocho, calçou luvas novas e começou a aplicar o gel na frente, afastando os grandes lábios para esticar a pele. Ela aproximou a lâmpada cirúrgica para examinar a anatomia de Clara antes de encostar o cabeçote do laser. Foi quando a profissional travou o movimento, franzindo o cenho levemente, surpresa com o que via bem diante dos seus olhos.
Fran: — Olha só... Eu tenho que contar uma coisa para vocês. Eu não sei se a Clara já sabe disso, mas ela ainda é virgem pelo que eu estou vendo aqui... Ela tem o que a gente chama de hímen complacente.
Clara franziu a testa sob os óculos de proteção escuros, completamente confusa com aqueles termos médicos.
Clara: — Hímen... o quê? Como assim virgem, Francine? Eu já fiz sexo...
Heitor inclinou-se para a frente na cadeira, os olhos verdes fitando a esteticista com um interesse predatório repentino, ele já tinha ouvido falar disso, mas queria saber de uma forma mais tecnica.
Heitor: — Explica isso direito, Fran. O que é um hímen complacente?
Fran ajeitou a lâmpada, apontando com a ponta do dedo enluvado para a entrada do sexo de Clara, explicando com toda a naturalidade do mundo:
Fran: — É uma condição anatômica rara, mas perfeitamente normal. O hímen da Clara é extremamente elástico e flexível. Em vez de se romper na primeira relação sexual, como acontece com a maioria das mulheres, o tecido dela apenas se estica para dar passagem e depois volta para o lugar intacto. Biologicamente falando, a membrana dela nunca foi rasgada. Ela continua sendo uma mulher virgem.
A revelação de Francine ecoou na sala de atendimento como um bálsamo milagroso para a alma de Clara. O tempo pareceu parar por alguns segundos. Aquela explicação tirou das suas costas o peso de uma vida inteira de culpa e frustração. Desde o início do casamento, Clara sempre sofria com dores terríveis ao tentar ter o sexo convencional com o Carlinhos; ela se achava defeituosa, incompleta, fria ou "seca", porque a penetração na buceta nunca havia sido prazerosa, parecendo que havia uma barreira intransponível ali.
Saber que a sua dor tinha uma causa puramente física e biológica — e não uma rejeição ou falta de lubrificação — mudou tudo dentro dela. Ela não era defeituosa. A sua pureza técnica estava intacta.
Ela abriu os olhos devagar e olhou na direção de Heitor. O vizinho, que até então assistia a tudo com uma arrogância contida, mudou de postura. Os olhos verdes dele dilataram, fixos na intimidade exposta da paroquiana. Havia um olhar de fascínio absoluto e um respeito contido desenhado no rosto dele. Descobrir que aquela mulher gordinha e gostosa, casada há anos, na verdade ainda carregava uma virgindade física que o marido manso nunca teve a capacidade, a força ou o tamanho de tirar era o troféu definitivo.
Para Heitor, aquilo transformava Clara em uma joia rara: uma paroquiana virgem de fato, cuja frente estava guardada, sem que ela mesma soubesse, esperando pela pica certa para ser inaugurada de verdade.
Ao finalizar a aplicação do laser na região íntima da paroquiana, Francine guardou o cabeçote do equipamento e retirou as luvas de procedimento, oferecendo uma toalha macia para que ela pudesse se limpar.
Francine: — Prontinho, Clara. A sua pele está extremamente sensível agora por causa do calor do laser. Nada de calcinha por hoje, tá? O ideal é deixar a área respirar bem para não causar nenhuma irritação ou foliculite. Use apenas o vestido.
Clara sentiu um frio violento na barriga ao ouvir a recomendação. Sair daquele jeito para a rua, completamente "solta" por baixo do pano, era algo que ela nunca tinha ousado fazer na sua vida inteira de mulher recatada. Heitor ouviu a orientação em absoluto silêncio, apenas observando a reação dela com um brilho divertido e calculista nos olhos. Após Clara se recompor, ajeitar o vestido simples e agradecer profundamente a Francine pelo atendimento e pela revelação médica, os dois deixaram a clínica e voltaram para o estacionamento.
No caminho de volta, o silêncio dentro do carro era preenchido apenas pelo zumbido suave do ar-condicionado. Clara estava em verdadeiro êxtase: sentia-se limpa, elegante e, acima de tudo, aliviada. Saber que era biologicamente virgem tirara de suas costas o peso de se achar defeituosa nas tentativas falhas com o marido.
Clara: — Senhor Heitor... eu nem sei como agradecer. O senhor pagou uma fortuna por isso e ainda me ajudou a descobrir que sou virgem... Eu estou muito feliz, de verdade.
Heitor: — Você não precisa agradecer com palavras, Clara. Eu te disse que queria te ver bem, que queria cuidar de você.
O vizinho diminuiu a velocidade do veículo, mantendo os olhos focados na avenida arborizada, mas a sua mão direita deslizou pelo banco de couro até encontrar a perna gordinha dela.
Por dentro, o peito de Heitor quase explodia de euforia. Saber que a paroquiana era totalmente virgem mudava tudo. O sangue dele fervia ao pensar que o corno do namorado dela não tinha sido homem o suficiente sequer para tocar direito naquela joia. Naquele momento, os planos de Heitor se expandiram: a meta imediata ainda era aquele cuzinho de chocolate intocado, mas agora ele tinha certeza de que queria o pacote completo. Ele também ia tomar a bucetinha dela para si.
No entanto, o vizinho sabia jogar o jogo a longo prazo. Ele não podia afobar a garota agora. Essa ideia de que a buceta dela também pertenceria a ele precisava ser plantada aos poucos, amadurecendo na mente de Clara até que ela mesma implorasse para entregar tudo ao seu dono.
Apertando de leve a coxa macia da jovem, ele deu um sorriso de canto e continuou com a voz mansa:
Heitor: — O seu corpo é precioso demais, Clara. E a partir de hoje, nós dois vamos cuidar muito bem de cada pedacinho dele. — A Francine disse que a sua pele precisa respirar, não foi?
Clara apenas assentiu com a cabeça, sentindo o rosto queimar de vergonha. Heitor subiu a mão devagar, tateando por baixo do tecido do vestido até sentir a textura da pele morena, agora perfeitamente lisa e desprovida de qualquer pelo para causar atrito. O contato direto da palma da mão dele com a região recém-depilada e hipersensível fez Clara dar um sobressalto leve no banco.
Heitor: — Deixa eu sentir como ficou... Deixa eu cuidar de você um pouquinho agora. Você está tão macia, Clarinha... Parece uma seda.
A paroquiana hesitou por um breve segundo. A moralidade de "mulher de igreja" tentou gritar dentro do seu peito, mas a imensa gratidão pelo tratamento de mil reais e o alívio da descoberta médica falaram muito mais alto. Ela pensou no esforço, no dinheiro e na proteção que ele estava dedicando a ela.
Clara: — Pode... O senhor pode fazer carinho. O senhor foi tão bom para mim hoje... Eu deixo.
Heitor sorriu de canto e deslizou os dedos com extrema delicadeza pela entrada da vulva dela, sentindo o calor natural e a alta sensibilidade do pós-laser. Clara encostou a cabeça no banco e fechou os olhos, sentindo o mormaço da cidade de Goiânia lá fora e a mão do vizinho explorando a sua nova liberdade por baixo do vestido. Ela ainda era tecnicamente virgem e fiel ao marido no papel, mas naquele carro, sem calcinha e sob o toque possessivo de Heitor, ela começava a entender que o seu corpo estava descobrindo uma linguagem que o Carlinhos nunca teria a elegância ou a capacidade de ensinar.
A mão de Heitor trabalhava com uma precisão cirúrgica. O laser havia deixado a região íntima latejando, e o carinho constante a deixou molhada com uma rapidez que a envergonhou.
Heitor: — Você está reagindo tão bem, Clarinha... Está tão macia e quente.
De repente, ele deslizou os dedos para trás, explorando a entrada do cuzinho dela com a ponta do indicador. Clara deu um sobressalto no banco de couro, as pernas gordinhas tremendo imediatamente.
Clara: — Senhor Heitor... meu DEUS...
A excitação dela estava fora de controle. O tesão era tanto que a bucetinha não parava de minar, escorrendo tanto caldo que já estava manchando o tecido do vestido por baixo, ensopando tudo. Heitor deu uma risadinha abafada ao perceber a situação e, sem perder tempo, usou aquela mesma babá quente que escorria da frente para besuntar os dedos. Ele levou toda aquela umidade para trás, passando o dedo ao redor do buraquinho dela até deixar o cuzinho de chocolate todo lambuzado, brilhando e escorregadio, pronto para o que ele quisesse fazer. Heitor não disse uma única palavra. Ele apenas manteve a pressão firme, ignorando o protesto manso dela com uma autoridade silenciosa. Ele sabia que, ao tocar ali, estava quebrando a última barreira que ela tentava manter para se autoconvencer de que estava segura. Ele voltou os dedos para a vulva, misturando a umidade dela e levando-a ao limite absoluto. Clara arqueou as costas contra o banco, a respiração vinda em curtos espasmos. Ela estava prestes a atingir o ápice do prazer, uma onda que ela não conseguia mais frear.
Foi exatamente nesse segundo de entrega que Heitor retirou a mão bruscamente.
Heitor: — Parei.
Clara abreu os olhos, completamente atordoada e sem fôlego, o corpo inteiro implorando pelo retorno daquele toque. Heitor, com uma calma exasperante, levou os dedos lambuzados de melaço à própria boca, chupando-os lentamente enquanto olhava fixamente para ela. Depois, com os dedos novamente úmidos pela própria saliva e pelo sabor dela, ele os encostou nos lábios trêmulos de Clara.
Heitor: — Prova, Clarinha. Sente como você é doce.
Em transe e totalmente dominada pela situação, ela obedeceu. Passou a língua nos dedos dele, sentindo o próprio sabor íntimo misturado à saliva do seu Dono.
Heitor: — Eu te respeito demais, Clara. Se eu continuar agora, vou acabar perdendo o controle no meio da rua e fazendo algo que você ainda não está pronta para aceitar.
Ele dobrou a última esquina e parou o carro suavemente diante da casa dela. Heitor olhou discretamente para os lados, certificando-se de que nenhum vizinho curioso estivesse observando a calçada.
Heitor: — Chegamos. Vai para casa, descansa essa pele.
Clara desceu do veículo como se estivesse caminhando em um sonho ruim. Ela sentia o tecido do vestido roçar diretamente na pele nua e sensível; cada passo dado até o portão era um lembrete doloroso do prazer que fora interrompido bem no auge. Ela entrou em casa e ouviu o barulho do portão eletrônico da garagem de Heitor se fechando logo em seguida.
Sozinha na sala escura, o silêncio da casa era ensurdecedor. Ela sentou-se no sofá, com as pernas ainda bambas, sentindo o corpo queimar e a buceta latejar.
Clara: — Meu Deus... ele vai me deixar louca... — ela sussurrou para si mesma, num misto de raiva e desejo avassalador. — Por que ele parou? Por que me deixou assim?
Ela pensou em Carlinhos. Se o marido estivesse ali, ela seria capaz de tentar qualquer coisa só para aliviar aquela pressão física, mas a simples imagem do "manso" agora parecia pálida, sem graça e insuficiente perto da sofisticação perigosa de Heitor. A frustração era real; ela sentia que estava perdendo o juízo, quase com vontade de mandar uma mensagem implorando para que o vizinho voltasse e terminasse o que começou no carro. A "virgem" de Heitor agora era uma mulher em chamas, e ele guardava a chave do incêndio.
Do outro lado da rua, Heitor entrou em casa sentindo o triunfo correr pelas veias. Ele encontrou Juliana na sala, que logo perguntou o que teria para o jantar, reclamando da mesmice das refeições de sempre. Era a oportunidade perfeita que ele aguardava. Ele pegou o celular e enviou a mensagem para a vizinha, sabendo exatamente em que estado de nervos ela se encontrava.
Mensagem de Heitor: — "Clara, a Juliana está querendo comer algo diferente hoje e eu lembrei do seu tempero. Você estaria disposta a preparar o nosso jantar? Pode vir aqui em casa, eu te ajudo na cozinha."
Clara, do outro lado da rua, leu o texto e sentiu o corpo inteiro tremer. Ela ainda estava sem calcinha, sentindo o roçar do vestido na pele sensível e o latejar da excitação interrompida. Sem conseguir resistir ao chamado, ela atravessou a garagem e entrou na casa dele.
O clima na cozinha ficou denso em poucos segundos. Enquanto fingiam organizar os ingredientes para preparar a comida, Heitor aproximou-se por trás, colando o corpo dele nas costas dela e sentindo o calor que emanava da paroquiana.
Heitor: — Você ainda está sem nada por baixo, não está? Eu sinto o seu cheiro, Clarinha... Você está pegando fogo por causa do que eu fiz no carro mais cedo.
Clara: — O senhor me deixou louca, Senhor Heitor... Por que parou? Meus peitos estão doendo de vontade do senhor... Eu só queria que o senhor terminasse o que começou.
Heitor a virou de frente com firmeza, segurando-a pela cintura e pressionando o volume dos peitinhos fartos dela contra o seu peito. Ele olhou no fundo dos olhos castanhos dela, com uma autoridade que a fez perder o fôlego.
Heitor: — Eu posso terminar. Posso chupar os seus peitos até você perder o juízo e te fazer gozar como nunca com um único dedo da minha mão. Mas eu não quero uma troca incompleta hoje, Clara. Eu conheço esse seu olhar... Eu sei que você está morrendo de vontade.
Clara tentou desviar os olhos, sentindo a vergonha voltar, mas ele segurou o seu queixo com força, forçando-a a encará-lo.
Heitor: — Quero que você se entregue de verdade hoje à noite, sem desculpas de "ajuda ". E fique sabendo: não vai ser só dessa vez. Sempre que você tiver essa vontade e esse fogo, eu vou estar aqui para você.
A proposta estava claramente posta na mesa. Clara olhou para baixo, fitando o volume destacado nas calças dele, sentindo a própria umidade escorrer livremente pelas pernas gordinhas. A barreira da "mulher de igreja" estava em frangalhos diante do desejo avassalador de finalmente provar o homem que a tinha transformado. Ela sabia que, se aceitasse aquela condição agora, não haveria mais volta para a sua vida antiga.
Minutos depois, o cheiro do risoto de camarão perfumava a casa. Juliana, a enteada de dezoito anos, sentou-se à mesa e jantou com eles, elogiando o tempero de Clara. O clima na sala de jantar era de uma normalidade assustadora, quase doentia, enquanto por baixo da mesa Clara sentia o latejar constante da sua pele depilada, sem absolutamente nada por baixo do vestido simples.
Juliana: — Vou dormir, gente. O dia hoje foi cansativo.
A jovem levantou-se, recolheu o seu prato e subiu para o quarto no primeiro andar. O som do trinco da porta dela fechando lá em cima ecoou na cozinha como um verdadeiro sinal verde.
Clara sentiu o ar faltar nos pulmões. O silêncio que se seguiu na cozinha era pesado, sufocante, carregado da promessa que eles haviam desenhado no fogão. Ela olhou para Heitor, viu o desejo escuro nos olhos dele, mas o pânico moral falou mais alto no último segundo. A imagem da sua igreja, do seu marido manso e da própria dignidade passou como um flash de culpa pela sua mente.
Clara: — Eu não consigo... Senhor Heitor, me desculpa. Eu não sou essa mulher... Eu não posso fazer isso.
Sem esperar por qualquer resposta dele, ela se soltou, virou as costas e saiu quase correndo da casa dele. Atravessou a garagem a passos largos, entrou na sua própria casa e trancou a porta da sala, com o coração parecendo que ia sair pela boca, trêmula pelo que quase permitirá acontecer.
Já passava das onze da noite quando o celular de Clara vibrou fortemente na mesa de cabeceira do quarto. Era ele. Ao atender com as mãos trêmulas, ela não ouviu o tom carinhoso ou sedutor de antes, mas sim uma voz fria, distante e decidida.
Heitor: — Eu achei que você fosse diferente, Clara. Achei que você tivesse palavra, eu quero seu cuzinho.
Clara: — Mas Senhor Heitor... — ela justificou-se com a voz totalmente embargada. — Por favor, tenta me entender... Eu nunca fiz isso com ninguém na minha vida... É muito difícil para mim ir contra tudo o que eu acredito...
Heitor: — Então ficamos assim. Amanhã cedo eu ligo para a Francine e peço para cancelar o resto do seu tratamento de laser. Eu vou me afastar definitivamente de você, Clara. Não me procure mais, não me mande mensagens. Vou fingir que você é apenas a vizinha que eu mal conheço. Passar bem.
Clara: — Não! Espera... Por favor, não faz isso comigo!
As lágrimas começaram a descer quentes pelo seu rosto no escuro do quarto. A ideia terrível de perder a atenção dele, o cuidado, o luxo que ele a proporcionara e a eletricidade daquela rejeição era insuportável para o seu corpo. Ela percebeu, horrorizada, que já estava completamente viciada no modo como ele a dominava e a fazia se sentir viva. O medo do abandono do seu Dono foi maior que qualquer mandamento da igreja.
Clara: — Eu... Eu faço. Eu vou fazer tudo o que o senhor quer... Por favor, não se afasta de mim.
Heitor: — Você tem exatamente trinta minutos. Quero que você coloque o plug agora. E nada de buscar lubrificante artificial, Clara. Você sabe que não precisa disso. Você está ensopada, eu vi o estado em que deixou o meu carro. Quero que você use essa sua própria umidade, esse seu tesão, para preparar o caminho para mim. Use o caldo que a sua bucetinha está soltando para se lubrificar, quero que você entre aqui já sentindo que o seu corpo é meu.
Ele fez uma pausa, deixando o ar pesar antes de completar:
Heitor: — Tem certeza do que está dizendo, Clara? Eu não quero mais hesitação e nem choradeira da sua parte. Se você vier atravessar essa garagem agora, é para obedecer até o fim.
Clara: — Tenho... Eu tenho certeza. Eu obedeço ao senhor.
Heitor: — Quando atravessar aquela garagem e chegar na minha casa, você não vai para a sala, nem para a cozinha. Você sobe direto as escadas e vai para o meu quarto. Me espera lá. E não pense que a punição será leve se eu chegar e você não estiver pronta e obediente.
Clara sentiu um arrepio profundo percorrer a espinha com a ordem direta. O pensamento de estar sozinha, preparando-se para ele com a própria excitação e contando os minutos para se entregar na intimidade do quarto dele, a deixou ainda mais molhada.
Clara: — Sim, senhor Heitor... eu entendi. Vou fazer exatamente como o senhor mandou.
Ao desligar o telefone, o quarto de Clara pareceu afundar em um silêncio ainda mais profundo. O ultimato de Heitor havia arrancado a última máscara de negação que ela tentava sustentar. As lágrimas que molhavam o travesseiro já não eram de arrependimento, mas de uma ansiedade avassaladora que fazia seu ventre contrair em espasmos. Ela estava ciente. Totalmente ciente do que ia fazer. A ameaça dele de cancelá-la, de devolvê-la à insignificância da sua rotina morna com o marido manso, revelou o tamanho do seu vício. Ela não conseguia mais respirar sem o domínio daquele homem.
Sem fazer barulho, ela se levantou da cama. O vestido simples que usara no jantar ainda estava ali, e ao deslizá-lo pelo corpo, o tecido roçou diretamente na pele nua, intocada por calcinha e ainda latejando da depilação da tarde. Ela abriu a porta de casa e atravessou a garagem escura, os pés descalços sentindo o chão frio, mas o corpo queimando em uma febre de tesão que a guiava como um imã para a porta lateral da casa do vizinho.
A porta estava apenas encostada. Ao entrar na penumbra da sala de Heitor, ela o encontrou sentado no sofá de couro, com as pernas afastadas e os olhos verdes brilhando na escuridão como os de um predador que sabia exatamente que a presa voltaria. O ambiente estava em absoluto silêncio; no corredor, a porta do quarto onde Juliana dormia estava trancada, exigindo que cada palavra e cada suspiro fossem mantidos em um tom quase inaudível.
Heitor: — Veio porque eu mandei, ou veio porque queria ser usada por mim? — ele sussurrou, a voz grave e baixa cortando a penumbra.
Clara deu alguns passos à frente, parando bem diante dele. O perfume dele misturado ao cheiro da casa a deixou tonta. Ela se ajoelhou lentamente entre as pernas dele, apoiando as mãos gordinhas nas coxas grossas do vizinho, erguendo o rosto com os lábios entreabertos.
Clara: — Eu vim porque preciso do senhor... Eu faço o que o senhor quiser, pode usar a minha boca hoje.
Heitor olhou para ela lá embaixo, sentindo o peso daquela rendição parcial. Ele sorriu de canto, sabendo exatamente o que estava acontecendo na cabeça da paroquiana. Clara achava que, oferecendo a boca daquela maneira, conseguiria negociar o resto do corpo e conter o avanço dele. Ele sabia perfeitamente que ela não iria obedecer cegamente só por medo de perdê-lo; a mente dela ainda lutaria, e ele teria que enfrentar as negativas e os receios dela de novo ao longo da noite.
Mas, dessa vez, o vizinho estava totalmente preparado. Ele não ia forçar nada com violência, mas sim usar o próprio corpo dela como arma. O plano era levar o tesão daquela garota ao extremo absoluto, torturando-a com o próprio desejo. Ele ia usar toques firmes, beijos profundos e lambidas lentas por toda a extensão da pele escura dela, atiçando o fogo que o laser e o plug já tinham começado a acender.
Heitor tinha a certeza de que, antes daquela noite acabar, o tesão seria tão insuportável que a própria Clara esqueceria as barreiras que tentava impor. Mesmo que ela ainda não fosse a submissa perfeita e totalmente controlada que havia prometido ser, o corpo dela imploraria pela invasão. Ele ia arrancar a entrega daquele cuzinho de chocolate na base da pura luxúria.
Heitor: — O que a gente conversou não era só sobre a boca, Clarinha. Você lembra muito bem do que eu te pedi.
Clara: — Mas Senhor Heitor... — ela começou, a voz caindo naquele tom manhoso, mole e completamente sem convicção que tanto excitava o vizinho. — Eu posso usar as minhas mãos... Eu faço o senhor gozar bem rápido com as minhas duas mãos. Deixa eu usar a boca... Eu chupo o senhor direitinho, juro que tento fazer o meu melhor hoje... Deixo o senhor gozar tudinho na minha boca, eu engulo tudo, não deixo cair nenhuma gota...
Heitor soltou uma risada curta e grave, passando os dedos pelos cabelos pretos dela e puxando de leve para trás, forçando-a a encarar o volume monumental que já marcava a calça dele.
Heitor: — Você acha que depois de tudo o que eu fiz por você hoje, depois de te dar uma pele de rainha e descobrir que você é uma virgem de verdade, eu vou me contentar com um boquete, Clara? Eu quero o seu cuzinho hoje. Eu te avisei que ia entrar nele de um jeito ou de outro.
Clara: — Ai, não, Heitor... Lá não... — ela choramingou bem baixinho, colando a bochecha quente contra o joelho dele, os olhos fechados enquanto o melaço da frente escorria pelas coxas sem nenhuma calcinha para segurar. — Por favor... O senhor é muito grande, vai me machucar ali atrás... Eu tenho tanto medo... Não sei se tenho coragem de deixar o senhor entrar ali.
Heitor: — Você tem sim. Vai me dá o seu cuzinho, Clarinha. Você já está toda lisinha para mim.
Clara: — Mas é muito errado, Senhor Heitor... — ela implorava com a voz abafada, mas as suas mãos já buscavam o cinto dele, abrindo a fivela num ritmo contraditório ao seu "não". — Se o senhor fizer isso ali... Eu vou ser uma mulher perdida de verdade. O senhor sabe que eu nunca deixei ninguém tocar lá além de você... É um lugar sujo, é errado, vai ser uma falta de respeito com o senhor...
Heitor: — Eu não me importo. Eu quero o seu cuzinho hoje, deixa eu entrar nele bem devagarzinho até você se acostumar com o tamanho do meu pau.
Clara: — Não sei se devo, Heitor... O senhor vai me machucar... Eu sou tão covarde com dor... Por favor, deixa eu só usar a boca hoje... Me deixa engolir a sua porra quentinha, mas deixa o meu bumbum quieto...
Heitor: — Olha para você, Clara, você está tremendo de tesão só de eu falar no seu rabo. Para de bobeira. Me dá o seu cuzinho, deixa eu possuir a minha paroquiana por trás.
Clara: — Ai, Senhor Heitor... Eu não sei se posso... Eu quero tanto o senhor, o meu corpo está doendo de vontade... Mas eu tenho tanto medo de deixar o senhor entrar ali atrás... Não sei se eu aguento...
Cada negativa que saía da boca de Clara era um convite sutil para que ele a dominasse ainda mais. O "não" dela era tão doce, tão desprovido de qualquer força real, que funcionava como o mapa do tesouro para Heitor.
Heitor não respondeu a mais nenhuma das negativas chorosas. Com uma autoridade silenciosa e descomunal, ele segurou Clara pelas axilas e a suspendeu do chão com facilidade, puxando-a diretamente para o seu colo. Ela soltou um suspiro assustado quando se viu montada sobre as coxas grossas do vizinho, sentindo o volume rígido dele pressionar o centro do seu vestido.
Mantendo os olhos verdes cravados nos dela, Heitor segurou as alças do vestido simples da paroquiana e, com um movimento firme, deslizou o tecido para baixo até a cintura, expondo a total nudez do seu busto sob a penumbra da sala. Ao contrário do resto do seu corpo fartamente gordinho, os peitinhos de Clara eram bem pequenos, firmes e empinados, ostentando aréolas escuras e salientes que já apontavam, rígidas, pelo frio do ambiente e pelo calor do desejo.
Ele aproximou o rosto e começou a beijar a lateral do pescoço de Clara, subindo até o lóbulo da orelha, onde sussurrou com a voz grave:
Heitor: — Você nega com a boca, Clarinha, mas o seu corpo já é todo meu. Eu quero o seu bumbum hoje. Você vai me dar ele, não vai?
Clara: — Não sei... — ela murmurou, jogando a cabeça para trás, arrepiada pelo hálito quente dele. — O senhor me deixa sem forças... mas a Ju está dormindo bem ali no corredor... Por favor, se ela escutar, a minha vida acaba.
Sem pressa, Heitor desceu os lábios pelo colo dela até alcançar os seus seios pequenos e empinados. Ele abriu a boca e começou a mamar uma daquelas aréolas escuras de forma lenta, profunda, abocanhando a carne firme com volúpia enquanto a sua mão grande massageava o outro peitinho. O estalo úmido da sucção dele era contido, mas ecoava na sala escura, fazendo a paroquiana enterrar os dedos nos ombros musculosos do vizinho, inteiramente entregue ao transe.
Heitor: — Deixa o seu Dono entrar no seu cuzinho hoje... — ele pedia entre uma mamada e outra, sem interromper o carinho molhado nos mamilos pretos dela, saboreando o tremor que passava pelas costelas de Clara. — Me dá o seu cuzinho, Clarinha. Deixa eu entrar nele bem devagarzinho.
Clara: — Ai, Senhor Heitor... — ela choramingou num sussurro quase inaudível, o corpo inteiro amolecendo no colo dele, os peitinhos empinados latejando sob a boca gulosa do vizinho. — O senhor mamando assim me tira todo o juízo... Eu não tenho como dizer não quando o senhor faz isso... Mas eu tenho tanto medo de pecar desse jeito... O senhor vai me machucar por dentro... Por favor, vai com cuidado...
Heitor: — Vou cuidar de você. Me dá o seu cuzinho hoje de noite, deixa eu possuir você.
Clara arqueou as costas, sentindo uma fisgada violenta na sua intimidade recém-depilada. A humilhação deliciosa de ouvir o homem da igreja pedindo a sua retaguarda com tanta insistência, enquanto tratava os seus seios pequenos com aquela devoção profana, quebrou a última resistência da sua alma. O melaço da frente escorria pelas pernas gordinhas. Ela percebeu que preferia morrer a ver Heitor se afastar dela. Ela não resistiria. Nunca conseguiria resistir àquele homem.
Clara: — Eu... eu deixo... — ela entregou-se enfim, num sussurro abafado para não acordar a menina no quarto de baixo, os olhos transbordando lágrimas de pura submissão. — Se o senhor promete ir bem devagar... eu deixo o senhor entrar ali atrás hoje. Eu faço a sua vontade, meu Dono. Eu sou sua.
Heitor soltou o mamilo úmido e deu um sorriso de triunfo absoluto. Ele segurou o quadril gordo de Clara e a ergueu levantando-a de seu colo, olhando bem no fundo dos olhos dela, com a voz grave e sem deixar margem para dúvidas, ele decretou:
Heitor: — Vamos pro meu quarto. Eu vou comer seu cu agora, meu bem.
O impacto daquelas palavras diretas e cruas atingiu Clara em cheio, mas, em vez do medo de antes, uma onda de choque elétrico e excitação pura percorreu a sua espinha. Os olhos de Clara ficaram instantaneamente radiantes, brilhando na penumbra com uma expectativa febril. A mente dela, que passou o dia inteiro sendo torturada pela antecipação, finalmente se rendeu por completo ao que estava por vir. O pensamento de ser tomada daquele jeito na cama dele, sob o controle total do seu dono, fez seu coração martelar no peito e a bucetinha inundar o tecido do vestido mais uma vez, confirmando que ela desejava aquele momento tanto quanto ele.
