Ela havia seguido as orientações do vizinho. Não faxinou a casa de forma exagerada, mas o seu corpo não encontrava descanso. Sentia um calor incômodo e persistente brotar lá de dentro, mexendo com a sua cabeça agora que o calor daquela manhã na suíte havia passado. O silêncio da casa vazia foi interrompido pelo vibrar do celular em cima do criado-mudo. Era uma mensagem de Heitor.
Heitor: — "Como está se saindo com o plug, Clarinha meu bem? Conseguiu manter ele guardado enquanto cuida das coisas? À noite o nosso compromisso está de pé, mas amanhã nós vamos dar um passeio. Quero que você esteja pronta na calçada às 06:30 am."
Clara engoliu em seco, sentindo o rosto queimar de vergonha ao ler a palavra "plug" na tela. Longe dos braços dele e sem o efeito do vinho, a crueza daquilo a assustava. Ela ajeitou o corpo na cama, sentindo o incômodo do preenchimento lá atrás, e digitou a resposta com os dedos trêmulos, mantendo o respeito e o tom meigo de sempre.
Clara: — "Oi Sr Heitor... Está guardado sim Senhor... sinto ele o tempo todo, dá até uma fraqueza nas pernas para andar. À noite estarei pronta. Para onde o senhor vai me levar amanhã?"
A resposta de Heitor veio rápida, carregada daquela doçura aveludada, usando o carinho para guiar a paroquiana sem que ela percebesse a teia se fechando ao seu redor.
Heitor: — "Ontem eu notei o esforço que você fez para me agradar com aquela depilação em casa, meu bem. Ficou gostosa, mas agora como uma amante você precisa de perfeição nas suas partes íntimas. Nós vamos fazer uma visita para a Francine. A Fran tem uma clínica de estética excelente e muito discreta no Bueno, é uma grande amiga minha e já sabe como eu gosto das coisas. Ela vai cuidar de deixar essa sua bucetinha morena e o seu cuzinho totalmente lisinho, sem nenhum fio."
Clara leu a mensagem fixamente, e o seu coração deu um solavanco de puro susto. O choque de saber que outra pessoa — uma profissional em um bairro nobre como o Setor Bueno, amiga do vizinho — olharia para as suas partes mais escondidas e tocaria na sua intimidade proibida a deixou sem ar. Ela sabia que esse tipo de procedimento estético em clínica era algo caríssimo, muito longe da realidade do orçamento apertado que ela e Carlinhos tinham. Heitor não mencionou valores e nem como seria pago, mas a omissão daquele custo caiu como um peso invisível sobre os ombros de Clara, gerando uma sensação de dependência que a paralisava.
Sentindo uma mistura de timidez profunda e um frio na barriga, ela bloqueou a tela. Ela tinha vergonha de se expor, mas a doçura com que ele a chamava de "meu bem" e o cuidado com o seu corpo a faziam ceder. Ela olhou para o teto, sabendo que a noite com ele estava chegando, e que o seu corpo teria que estar pronto para as ordens.
A noite de quarta-feira caiu trazendo aquele silêncio pesado sobre a vizinhança. O plano inicial de Heitor era que Juliana dormisse fora, mas a enteada acabou voltando para casa no fim da tarde, o que mudou completamente o clima do encontro, ele avisou Clara antes que ela viesse de qualquer jeito ao encontro dele. Agora, o perigo pairava no ar como uma ameaça real. Na sala da casa ao lado, a televisão estava ligada em um volume moderado e Juliana assistia a um programa, totalmente alheia ao que acontecia no andar de cima.
Clara cruzou o quintal com o coração na boca. O medo de ser pega a fazia tremer, mas o tesão que acumulara o dia todo testando o brinquedo na cama era mais forte do que qualquer prudência. Usando a chave que Heitor havia deixado estrategicamente no trinco da porta dos fundos, ela entrou sem fazer barulho. Na ponta dos pés, controlando a respiração, ela subiu as escadas.
No quarto principal, a luz estava meia-baixa. Heitor não a recebeu na porta e nem deu ordens; ele estava apenas sentado na poltrona de canto, vestindo um roupão escuro, esperando para avaliar como a sua nova amante chegaria até ele.
Quando Clara fechou a porta do quarto atrás de si e se virou, a visão deixou o vizinho satisfeito. Ela vestia aquele mesmo vestido fino de tecido fluido, sem sutiã, deixando o relevo dos seus pequenos seios morenos totalmente evidentes sob a luz fraca. Ela havia colocado calcinha, uma peça de algodão simples, convicta de que não haveria sexo de verdade aquela noite por causa do risco com a enteada no andar de baixo, mas o seu corpo entregava que ela estava pronta para receber carinho nos seus pequenos peitinhos negros.
Heitor levantou-se devagar e caminhou até ela. Sem dizer uma palavra, ele levou as mãos até o quadril largo de Clara e a virou de costas, puxando de uma vez a barra do vestido para cima. Ele enfiou os dedos por dentro do cós da calcinha e a puxou para baixo, revelando o traseiro gordo e grande dela.
A surpresa de Heitor foi imediata. Ali, perfeitamente encaixado no meio daquela bunda gorda, estava a base de coração vermelho do plug anal. Ele inclinou o corpo e aproximou o rosto da intimidade dela para inspecionar. O cuzinho de Clara exalava um cheiro nítido de sabonete barato de mercado, provando que ela, por conta própria e com medo de passar vergonha, havia feito todo o procedimento de higiene no chuveiro e recolocado o objeto antes de cruzar a cerca.
Heitor: — (Sussurrando bem perto do ouvido dela, segurando a sua cintura com firmeza) — Olha só... que amante dedicada. Fez a limpeza direitinho para o seu Dono, Clarinha?
Clara escondeu o rosto entre as mãos, sentindo o corpo ferver diante do peso daquela palavra nova.
Clara: — Fiz sim, Senhor Heitor... fiquei com medo de o senhor achar ruim se estivesse sujo. Eu usei a mangueira como o senhor me ensinou.
Heitor deu um sorriso de canto, passando os dedos ao redor da base do brinquedo. Sendo um homem experiente, ele sabia que aquele plug era de tamanho pequeno, uma peça fina feita exclusivamente para iniciantes, que não chegava nem na metade da grossura real do seu próprio pênis. Ver aquela pecinha tão estreita sendo engolida pela bunda gorda e pelo rabo virgem da paroquiana era o combustível que faltava para o seu tesão.
Ele a puxou pela cintura, fazendo-a dar as costas para a poltrona, e desfez o nó do seu roupão. O membro de Heitor saltou para fora, rígido e imponente. A pica dele já estava extremamente babada, vertendo aquele líquido salgado de excitação que brilhava na penumbra. Por estar em repouso até há pouco, a grande cabeça rosa ficava guardada embaixo da pele da capa, mas o cheiro que subia dali era forte — um cheiro característico de pica que, embora incomodasse o olfato sensível de paroquiana de Clara, provocava um efeito contraditório, fazendo com que ela sentisse uma vontade urgente de cheirar antes mesmo de tocar.
Heitor: — Você foi uma boa menina se preparando assim, meu bem. Agora o seu Dono quer o seu carinho. A Juliana está lá embaixo, então você vai ter que ser muito silenciosa com a sua boca hoje. Mas antes, quero que você sinta o cheiro do seu DONO.
Ajoelhada no tapete felpudo, Clara sentiu o impacto daquela ordem didática. Ela aproximou as mãos trêmulas e encostou os dedos na pele quente da haste grossa. Obedecendo ao comando, ela inclinou o rosto meigo e veio subindo devagar, cheirando desde a raiz das bolas pesadas, sentindo o mormaço forte e o odor másculo que a entorpecia por completo. Quando seu nariz chegou perto do topo, Heitor usou os dedos para arregaçar a pele, expondo a grande cabeça toda lambuzada de sabor e transbordando o mel transparente da safadeza.
Para Clara, que nunca havia vivido nada parecido ou tido a liberdade de explorar os próprios desejos, aquela experiência visual e olfativa era impressionante. Ver e cheirar de tão perto aquela anatomia robusta, tão diferente da fragilidade do marido, fez o seu próprio sexo inundar a calcinha de algodão.
Livre para fazer o que tinha vontade e completamente dominada pelo tesão, ela usou os dedos indicadores, retos, um de cada lado, para dar sustentação aquela rola pesada e grossa. Ela abriu os lábios grandes e carnudos e colou a boca na cabeça rosa, saboreando a umidade salgada com a ponta da língua. O som abafado da saliva se misturando ao membro começou a preencher o silêncio do quarto. Heitor segurou os cabelos pretos e lisos dela com força, ditando o ritmo sutilmente enquanto gemia o mais baixo que conseguia. A proibição daquele momento, com a enteada na sala e o plug pequeno enfiado na bunda gorda de Clara enquanto ela chupava a pica do vizinho, estava levando os dois ao limite.
Clara estava começando a entender perfeitamente como funcionava a mecânica daquele pênis robusto. Mesmo com a sua quase total falta de experiência, parecia que ela havia nascido para fazer aquilo. Ela não usava a boca com os lábios recolhidos para dentro, tentando esconder os dentes por nojo ou pressa, como normalmente as mulheres sem vivência faziam. Não. Clara chupava aquela carne com vontade, como se saboreasse uma manga madura no pé, focando em abocanhar e sugar apenas a grande cabeça rosa para controlar o fôlego e não se engasgar por causa do tamanho.
Heitor apoiava as mãos na cabeça dela, sentindo os cabelos pretos deslizarem por seus dedos enquanto seguia orientando a sua nova amante com aquela voz rouca e abafada:
Heitor: — Isso, meu bem... assim mesmo. Lambe ele inteiro agora... agora desce e beija as minhas bolas usando a língua, vai.
Ela só ia obedecendo cegamente, entregue ao calor do quarto. No fundo, Clara sentia uma vontade enorme de falar mais coisas, de expressar o que estava sentindo ali na intimidade, mas a vergonha na cara ainda tentava segurar a sua língua. Heitor, com sua percepção cirúrgica, notou o olhar vidrado e os lábios carnudos trabalhando na sua carne, e resolveu puxar as palavras dela.
Heitor: — Fala para o seu Dono, Clarinha... O que você está achando desse pau grosso na sua boca? Está gostoso?
Ouvir aquela pergunta, combinada com o tesão violento que fazia a sua buceta inundar a calcinha de algodão lá embaixo, quebrou os últimos pudores da paroquiana. O mel que descia por suas pernas parecia dar a ela a coragem que faltava. Ela tirou a boca da cabeça rosa por um segundo, deixando um fio de saliva esticar na penumbra, e falou com o máximo de audácia que conseguia arrancar de si mesma:
Clara: — Está gostoso demais, Senhor Heitor... O seu pinto é muito gostoso, muito imponente. Ele está babando a minha boca inteirinha, está tudo cheio dessa baba do senhor aqui... É tão diferente... Por favor, o senhor me avisa a hora que o senhor for soltar a goza?
O senhor... o senhor vai dar a goza na minha boca?
Ouvir aquela pergunta cheia de uma timidez deliciosa vinda daquela boca meiga fez o tesão de Heitor explodir. Antes de dar o seu leite para ela, ele quis contemplar e possuir mais daquele corpo. Ele segurou Clara pelos ombros e puxou as alças do vestido fino de tecido para baixo, descendo a roupa até a linha da cintura. Os seios escuros de Clara saltaram para fora, lindos e firmes na luz fraca, exibindo as aréolas e os bicos bem marcados.
Clara continuou ajoelhada na beirada da cama, com os lábios totalmente babados e brilhando de excitação, olhando para ele de baixo para cima enquanto ele namorava aqueles biquinhos erguidos. Sentindo a pele queimar com o olhar faminto dele, a carência e o desejo latente falaram mais alto.
Num impulso de pura entrega, ela apoiou as mãos gordinhas no colchão e subiu as pernas, engatinhando devagar até colar o peito macio quase no rosto de Heitor, que continuava sentado. Esquecendo o mundo lá fora e focada apenas no mormaço daquele momento, ela mesma implorou, com a voz trêmula:
Clara: — Chupa meus seios, Senhor Heitor... Chupa os bicos, por favor... é tão gostoso quando você chupa...
Heitor não resistiu ao pedido da sua amante. Ele inclinou o corpo para a frente e abocanhou aquele peito escuro com vontade, passando a língua áspera ao redor da aréola e sugando o bico com força, fazendo um som estalado que se misturava à TV da sala no andar de baixo. Enquanto a mamava com delícia, a mão direita de Heitor desceu até a bunda gorda de Clara, segurando a base de coração vermelho do plug anal.
Ele não retirou o brinquedo de uma vez. Com uma malícia calculada, Heitor começou a puxar o objeto devagar, fazendo a parte mais larga da gota esticar o anel do rabo dela ao limite.
Clara: — Ahhh!... Hnnng... — ela soltou um gemido abafado, cravando as unhas na coxa dele. O músculo esticava, trazendo uma sensação intensa de ardência e preenchimento.
Antes que o plug saísse por completo, Heitor empurrou a peça de aço inox para dentro de uma vez, afundando-a novamente no rabo virgem.
Clara: — Ohnnn! — o som saiu agudo, um sobressalto de puro susto físico.
Ele repetiu o movimento mais duas vezes, brincando com a portinha dela, puxando quase até a saída e empurrando de volta, deliciando-se com o hálito quente de Clara que acelerava contra o seu peito.
Heitor com os lábios colados na sua orelha, começou o jogo de insistência rápida, mexendo na base do brinquedo.
Heitor: — Deixa eu tirar o plug, Clarinha... deixa eu colocar o meu pau aí dentro agora.
Clara: — Não, Senhor Heitor... agora não... eu não estou pronta.
Ele voltou a morder o bico do peito dela com vontade, puxando o plug um centímetro e empurrando de volta com firmeza.
Heitor: — Deixa, meu bem. Só a cabecinha do meu pau hoje, vai... deixa eu comer esse cuzinho.
Clara: — Hnnng... não... hoje não, por favor... me dá mais tempo...
Heitor subiu a boca para o pescoço dela, dando uma lambida quente, enquanto girava a base de coração do plug lá atrás, forçando o músculo a lacear.
Heitor: — Olha como o seu rabo está piscando, Clarinha. Ele quer o meu pau duro. Deixa eu colocar?
Clara: — Ahhh... não, meu bem, por favor... está muito sensível... agora não...
Ele deu mais uma sugada forte, quase dolorida, no bico do peito dela, fazendo-a arquear as costas, totalmente vulnerável, enquanto enfiava o plug até o talo mais uma vez.
Heitor: — Eu quero entrar agora, Clara. Deixa eu tirar o brinquedo e botar a pica inteira.
Clara: — Ai... não, Heitor... por favor, hoje não...
Heitor: — Só um pouquinho, minha amante... deixa o seu homem entrar no seu rabo agora.
Clara: — Hnnn... não... — ela gemeu, fechando os olhos com força, sentindo a barreira do medo quase sumir sob o prazer da boca dele nos seus peitos. O corpo dela quase disse sim, a resistência estava no limite. Ela respirou fundo, tentando se agarrar ao último fiapo de lucidez que ainda restava na sua cabeça. — Não... por favor... eu sou casada, Senhor Heitor... isso é um pecado muito grande, é muito errado... Se eu deixar o senhor fazer isso, se eu der o meu cuzinho para o senhor... meu Deus, o meu marido vira um corno de verdade... Eu não posso
Heitor deu um sorriso de canto, saboreando o quanto ela estava balançando, completamente entorpecida pela insistência e pelos puxões no plug. Ele sabia que o terreno estava perfeitamente amaciado para mais tarde.
Slirp... Ploc... — o som úmido finalmente ecoou na penumbra quando Heitor removeu o plug pequeno de vez, fazendo o músculo gordo se contrair num estalo rápido. Ao deslizar os dedos pela virilha dela logo em seguida, o vizinho soltou um gemido de pura surpresa ao ver o quanto a calcinha de algodão estava encharcada. A buceta de Clara estava completamente ensopada, babando de tesão só de ser usada daquele jeito.
Heitor: — Respondendo sua pergunta de antes. Não, Clarinha... Eu não vou dar a goza na sua boca hoje. Olha como você está ensopada... Hoje eu vou gozar no seu cuzinho.
Ao ouvir aquelas palavras, o desespero atingiu Clara como um balde de água fria. Os olhos negros de jabuticaba se arregalaram em pânico na penumbra do quarto, e ela sentiu o coração disparar, achando que ele iria introduzir aquela tora branca e grossa no seu ânus ali mesmo.
Clara: — Não, Senhor Heitor... pelo amor de Deus, não! — ela sussurrou desesperada, tentando manter a voz baixa por causa de Juliana na sala. — Vai me rasgar, vai doer muito, eu tenho medo!
Heitor: — Ei, calma... silêncio — ele ordenou com aquela voz mansa e firme, deitando-a de bruços na cama de casal e puxando o vestido fino totalmente para cima, deixando a sua bunda gorda e grande completamente nua e exposta. — Eu não vou entrar em você hoje. Eu só vou me esfregar aqui atrás até soltar toda a goza em cima do seu cuzinho. Confia em mim.
Ouvindo isso, o pânico de Clara diminuiu um pouco, dando lugar novamente àquele tesão violento que a dominava por completo. Heitor se posicionou entre as pernas gordinhas dela, jogando o peso do seu corpo musculoso por cima, esmagando-a deliciosamente contra a seda branca. Ele segurou a haste do pênis e encostou a grande cabeça rosa, já totalmente babada de saliva e melaço, bem na entrada do rabo de Clara.
No momento em que ele começou o movimento de subida e descida, esfregando a carne quente e pulsante contra a portinha traseira, a pica massiva deslizava inevitavelmente pela frente também, lambuzando toda a fenda da bucetinha dela a cada passada.
Para Clara, a sensação de ter aquela cabeça monumental tão perto da penetração real, roçando direto na sua intimidade ultrassensível, era uma tortura de prazer. A pele branca dele colada na sua, criava um curto-circuito na sua cabeça. Ela era uma mulher casada, e ali estava outro homem, que não o seu marido, esfregando um membro daquele calibre na sua buceta ensopada, marcando-a com uma saliva que não era sua. O atrito ritmado da glande rosa subindo e descendo fazia o seu clitóris pulsar de forma descontrolada, empurrando a paroquiana para a beira de um orgasmo inevitável.
Ela arqueava o quadril involuntariamente, buscando mais atrito, os olhos negros de jabuticaba revirando na penumbra. Clara estava prestes a explodir, o topo do prazer ali, ao alcance de uma estocada. Ela só não gozou naquele instante porque a vergonha travou a sua garganta; para conseguir descarregar ele não podia parar de modo algum, ela precisaria implorar. Precisaria pedir em voz alta para ele continuar esfregando, para não parar de massacrar a sua intimidade, e ter que verbalizar palavras tão safadas e baixas era algo que a sua moral religiosa ainda não permitia. Ela engoliu o próprio gemido, prendendo o ápice no fundo do ventre por puro pudor de se expor tanto.
Foi exatamente nesse milésimo de segundo que Heitor travou o movimento e soltou um leve resmungo no pé do ouvido dela, reclamando de um detalhe físico.
Heitor: — Hnnng... Esses pelinhos teimosos que você aparou em casa estão espetando e machucando o meu pinto, Clarinha... Está vendo por que eu vou te levar na Fran amanhã? Uma amante de verdade tem que estar totalmente lisinha para o seu homem.
Clara afundou o rosto no travesseiro de seda, morrendo de vergonha pela bronca sutil, sentindo a sua autoestima vacilar por não ser perfeita para ele. Mas Heitor não parou. Ele continuou o deslize implacável, esfregando a pica grossa desde o começo da buceta morena, subindo pelo ânus apertado e indo até em cima, no meio do rego da bunda.
Clara nunca tinha sentido nada parecido na sua vida inteira. A pressão daquela carne robusta e pesada se arrastando contra a sua intimidade e contra o seu rabo virgem estava criando um curto-circuito na sua mente. O tesão era tão absurdo, tão violento, que por um segundo ela se pegou questionando consigo mesma, num pensamento proibido, se deveria quebrar o orgulho e pedir para ele penetrar a sua buceta de uma vez, só para saciar aquela queimação.
Heitor: — Ahhh... Eu estou quase lá, Clarinha... Estou muito perto de derramar tudo. Mas para eu soltar, você vai ter que pedir. Vai, fala para o seu Dono onde você quer receber a minha goza.
Era o começo da sodomização completa e psicológica de Clara. Ela precisava verbalizar a sua entrega. Mas a vergonha na cara falou mais alto, e ela tentou falar de um jeito sutil, mudando as palavras dele para não soar tão sujo aos seus próprios ouvidos.
Clara: — Dá... dá a goza aqui atrás, Senhor Heitor... em cima de mim... por favor...
Heitor parou o movimento do pênis imediatamente, segurando os cabelos pretos dela com força e puxando a cabeça dela ligeiramente para trás, obrigando-a a ouvir a sua autoridade crua.
Heitor: — Não. Do jeito que eu mandei sua safada. Repete cada palavra comigo agora, ou eu guardo o pinto e vou tomar banho. Fala: GOZA NO MEU CUZINHO HEITOR, EU QUERO SENTIR A GOZA QUENTE EM CIMA DA MINHA BUNDA GORDA.
Heitor sabia perfeitamente o risco que estava correndo ao fazê-la assumir aquilo. Ele conhecia as profundas inseguranças de Clara com a gordura da sua cintura e do seu traseiro, mas a verdade é que ele sentia um tesão inexplicável por aquela abundância. No ápice do seu próprio tesão, ele a obrigou a se diminuir, a esmagar o resto de orgulho que ela ainda guardava.
As lágrimas quentes finalmente venceram os olhos de Clara, misturando o choro do orgulho ferido com o mel do tesão mais puro que já havia experimentado. Ela soltou um soluço baixo e, totalmente subjugada, entregou as palavras que selavam a sua nova identidade:
Clara: — Uhnn... hnnnn... Goza... goza no meu cuzinho, Heitor... Eu quero sentir a goza quente... em cima da minha bunda gorda... ahnnn...
Ouvir aquele clamor choroso e submisso foi o gatilho final. Heitor deu uma estocada rápida e firme contra o rabo dela, prendendo o fôlego enquanto o seu corpo retesava por inteiro. O jato de sêmen veio com uma força avassaladora, espesso, denso e extremamente quente. O leite jorrou alto, cobrindo toda a entrada do cuzinho virgem dela, espalhando-se pelas nádegas volumosas e subindo em jatos violentos pelas suas costas, até respingar nos fios longos dos seus cabelos pretos espalhados pelo colchão.
Clara ficou imóvel, sentindo o calor daquele líquido escorrer pesado pela sua pele, enquanto os espasmos finais de Heitor diminuíam. O silêncio voltou a reinar no quarto, quebrado apenas pelo som abafado da televisão no andar de baixo, deixando a nova amante ali jogada, batizada pela goza dele.
Clara permaneceu imóvel, de bruços, sentindo o calor denso daquele líquido escorrer pesado pela sua pele. Os seus cabelos pretos eram tão longos que as pontas dos fios, espalhadas pelo colchão, alcançavam e encostavam facilmente na entrada do seu cuzinho, misturando-se com a goza morna que Heitor havia derramado ali. O silêncio do quarto era quebrado apenas pelos seus soluços baixos.
Heitor, sentindo a exaustão relaxar os seus músculos, deitou-se ao lado dela. Com um carinho inesperado, ele a puxou para perto, envolvendo o corpo moreno em seus braços e começou a beijar o topo da cabeça dela, acariciando as suas costas para acalmá-la.
Clara: — Uhhnn... Você me humilhou... — ela sussurrou entre as lágrimas, escondendo o rosto no peito dele. — Você me chamou de gorda... disse que eu tenho a bunda gorda... Eu achei que você me respeitasse...
Heitor soltou uma risada mansa, apertando a cintura dela com doçura. Ele segurou o queixo de Clara, forçando-a a olhar para os seus olhos verdes, que agora transmitiam um acolhimento sincero.
Heitor: — Ei... olha para mim, Clarinha. Eu não estava te xingando. Você não entendeu nada, meu bem. É o meu tesão por você que me faz querer ouvir essas coisas da sua boca. Eu não acho a sua bunda feia, muito pelo contrário. Você ser gorda aí embaixo, ter esse corpo farto e gostoso, só te faz ser muito mais especial e irresistível para mim. Eu sou louco por esse seu tamanho. Entendeu?
Ouvir aquela explicação tirou um peso enorme do peito de Clara. O choro cessou devagar. Saber que o que ela considerava um defeito era, na verdade, o combustível para o tesão daquele homem tão imponente fez a sua autoestima flutuar. Ela limpou o rosto com as costas da mão, sentindo-se estranhamente protegida e valorizada como mulher.
Heitor mudou sutilmente de posição na cama e olhou para o próprio membro. O pênis já estava amolecendo, e a pele da capa havia voltado a cobrir a grande cabeça rosa, guardando lá dentro o restante do sêmen que havia sobrado do orgasmo. Ele não deu uma ordem; com um tom de voz suave e carinhoso, ele apenas ofereceu.
Heitor: — Olha aqui como meu pinto ficou... Está cheio de leite aqui na cabeça. O que você acha de me limpar agora, meu bem?
Clara, envolvida por aquele sentimento avassalador de gratidão e com o tesão ainda vibrando nas veias, aceitou de bom grado. Ela moveu o quadril gordo no colchão, ajoelhou-se novamente entre as pernas dele e esticou os dedos trêmulos. Ela mesma segurou a pele da capa e a puxou para trás, arregaçando a cabeça do pinto.
O cheiro forte e característico subiu imediatamente, o cheiro que Clara estava começando a criar desejo; ela fechou os olhos, inspirando aquele odor de homem que a entorpecera a noite toda. Ela aproximou os lábios carnudos e começou a chupar, limpando cada canto com dedicação. O sabor ali estava completamente diferente daquele jato forte da manhã; era apenas o resto da goza misturado à umidade natural, então não era forte ou amargo. Era um gosto sutil, um sabor novo que ela saboreava com uma curiosidade quase infantil. Clara chupou tudo com calma, deixando a carne dele completamente limpa, e continuou ali por mais alguns segundos, apenas passando a ponta da língua pela coroa, deliciada com a própria submissão.
Clara permaneceu alguns segundos com os lábios colados na pele do pênis dele, sentindo o hálito quente se misturar ao sabor suave que havia acabado de limpar. O tesão dentro dela ainda operava em uma voltagem altíssima, e uma vontade profunda de se deitar no peito largo de Heitor, cobrir-se com os lençóis de seda e dormir ali até o amanhecer tomou conta da sua mente. No entanto, o medo de si mesma e da facilidade com que estava jogando toda a sua vida para o alto a assustou. Ela sabia que precisava voltar.
Clara: — Me ajuda... me ajuda a me limpar, Senhor Heitor... — ela pediu com a voz manhosa, quase num sussurro, olhando para ele com os olhos pidões. — Eu preciso ir embora antes que seja tarde, mas eu quero um beijo seu antes... por favor.
Heitor deu um sorriso compreensivo e a puxou pela cintura, colando os lábios nos dela em um beijo calmo, demorado e cheio de uma ternura que fez as pernas de Clara amolecerem no colchão. Quando se separaram, ele se esticou até o criado-mudo, pegou uma toalha de rosto macia, umedeceu a ponta com um pouco de água e começou a cuidar dela.
Com paciência, ele limpou com cuidado o sêmen espesso que havia jorrado em suas costas e limpou os fios longos dos seus cabelos pretos onde a goza havia respingado. No entanto, Heitor era estrategista. Ele guardou a toalha de lado de forma deliberada, deixando intocada a região de baixo da cintura dela. A entrada do cuzinho e os lábios da buceta morena — que continuava completamente ensopada e babando — permaneceram cobertos pelo líquido pegajoso e quente do seu orgasmo.
Clara percebeu a omissão, mas a timidez a impediu de pedir para que ele limpasse ali também. Quando ela buscou o plug de aço inox em cima da cama para recolocar, Heitor segurou a sua mão com suavidade, impedindo-a.
Heitor: — Não precisa colocar o brinquedo agora, meu bem. Pode deixar ele guardado na bolsa. Hoje você vai descansar o seu cuzinho que foi gozado. Deixa a portinha relaxar para amanhã cedo você estar pronta para o nosso passeio na clínica da Fran.
Clara assentiu, sentindo uma ponta de alívio, mas o seu corpo já estava sentenciado. Ela ajeitou a calcinha de algodão por cima daquela umidade pecaminosa, vestiu o vestido fino e desceu as escadas na ponta dos pés, cruzando o quintal escuro de Goiânia para voltar para a sua própria casa vazia.
Enquanto atravessava o jardim silencioso, sob o céu estrelado, uma enxurrada de pensamentos invadiu a sua mente. Clara olhava para as próprias mãos, ainda sentindo o calor da virilidade dele nelas, e se perguntava como podia estar fazendo aquilo. Por que aquela sensação parecia tão absurdamente gostosa? No fundo, ela sabia que não tinha muito a ver com o sabor do esperma em si, que ainda deixava um gosto marcante no fundo da sua garganta. O verdadeiro vício estava na psicologia da coisa: era bom demais se sentir desejada, querida e cuidada por ele daquele jeito bruto e, ao mesmo tempo, protetor.
Pensar que ela, uma mulher de igreja, estava bebendo esperma, e ainda direto do pinto daquele homem, e pior, ela estava limpando com a própria língua um pinto sujo de fluidos era algo que pareceria completamente doentio e monstruoso aos olhos da Clara de um tempo atrás. No entanto, a nova Clara, a amante submissa que florescia ali no escuro do quintal, ignorava o julgamento. Com o tesão violento que ainda latejava entre as pernas e fazia sua bucetinha pulsar a cada passo no gramado, ela percebeu uma verdade perigosa: se tivesse a oportunidade agora mesmo, ela voltaria correndo para aquele quarto. Ela queria mais. Naquele estado de entrega, ela seria capaz de chupar aquele pinto por horas e beber até a última gota de esperma de novo, se essa fosse a vontade daquele homem que agora ditava as regras do seu corpo.
