O CONTO DE CLARA – PARTE 8

Heitor: — Vamos lá para cima, pro meu quarto. A Ju está dormindo aqui embaixo no térreo, e se a gente continuar na sala ela vai acabar escutando. Eu quero você na minha cama, lá no segundo andar.

Heitor não esperou por uma resposta. Ele segurou o pulso de Clara com firmeza e a puxou do sofá. Com um movimento ágil, ela levou as mãos até as alças do vestido e as puxou para cima, porém ele não a deixou se vestir descendo o tecido até a altura da cintura. O pano ficou amontoado no quadril farto, expondo completamente o tronco da paroquiana. Clara deu um pequeno arquejo, os peitinhos pequenos e empinados apontando para a frente na penumbra da sala, com os mamilos totalmente rígidos pelo choque do vento frio da noite.

Heitor: — Vai subindo na frente. Deixa o vestido assim mesmo, quero ver você subindo.

Clara engoliu em seco, as bochechas queimando de vergonha. A humilhação de caminhar daquela forma pela casa do vizinho, sabendo que a filha dele dormia a poucos metros dali, acelerou o seu coração. Sem calcinha, com o vestido abaixado e os seios totalmente expostos, ela deu o primeiro passo em direção à escadaria de madeira que levava ao segundo andar.

A subida foi lenta. A cada degrau que Clara vencia, o quadril gordo oscilava para os lados. O que Heitor não imaginava era o sacrifício que ela fazia em segredo: o peso do plug de metal em formato de coração, que ela mesma havia enfiado horas antes em sua própria casa, balançava e pressionava as paredes internas do seu cuzinho a cada movimento, gerando um atrito gelado e profundo que a fazia perder o fôlego. Ela subia com passos travados, tentando disfarçar o incômodo da dilatação.

Heitor vinha logo atrás, mantendo os olhos fixos na cadência daquela subida. A visão era o que ele queria: as coxas fartas da paroquiana se tocando, o rabo gordo empinado a cada degrau e os peitinhos pequenos balançando levemente à frente do corpo a cada pisada. O homem apenas esticou a mão pesada e deu um tapa firme na lateral do quadril dela, fazendo a carne gorda vibrar, impulsionando-a para cima.

Heitor: — Anda, Clara. Passa o batente e entra na suíte.

Ao alcançarem o topo da escada, os dois cruzaram o portal da suíte master no segundo andar. Heitor empurrou a folha de madeira pesada e trancou a porta com um estalo seco. O som da chave girando isolou os dois do resto do mundo, deixando o ambiente na luz indireta e quente dos abajures.

Clara parou imediatamente ao lado da enorme cama de casal. Desamparada, ela cruzou os braços sobre os peitinhos expostos, tentando esconder os mamilos pontudos, enquanto os olhos escuros, cheios de timidez e expectativa, fixavam-se no tapete. Ela sabia que dali não tinha mais volta.

Heitor: — Tira o resto do vestido e fica de joelhos nessa cama agora, apoia os cotovelos no colchão e empina bem alto para mim.

Clara obedeceu mecanicamente, subindo na cama espaçosa. Ela terminou de baixar o tecido simples pelas coxas fartas, deixando o vestido jogado de lado, e elevou o quadril gordo. Com movimentos calmos, Heitor subiu logo atrás dela. Ele se acomodou de joelhos na cama, bem atrás daquele rabo enorme, e foi nesse momento que o choque visual o pegou de surpresa.

Ali, perfeitamente destacado contra a pele morena e impecavelmente lisa do pós-laser, brilhava o topo de metal em formato de coração do plug anal que ele a havia dado. Clara já estava usando o brinquedo. O choque inicial de ver o metal reluzindo entre aquelas nádegas gordinhas e agora totalmente sem pelos transformou-se num contentamento direto para o homem.

Heitor: — Mas que safada... — ele disse bem perto, a mão espalmada apertando a carne macia do quadril gordo. — Quer dizer que a crentinha da igreja já veio de casa pronta para ser usada? Você fingindo esse medo todo na cozinha e o coração de metal já estava aqui dentro?

Clara afundou o rosto no colchão, sentindo o corpo inteiro queimar de vergonha por ter sido pega no pulo.

Clara: — Me desculpa, Senhor Heitor... — ela choramingou, a voz abafada. — Eu sabia que não ia conseguir te dizer não... Minha mente pedia para eu correr, mas meu corpo só queria o senhor. Por favor, não briga comigo...

Heitor: — Eu não vou brigar, Clarinha. Eu vou é te usar.

Ele segurou a base de metal do coração e, com um movimento lento e firme, puxou o plug para fora. Clara soltou um suspiro sôfrego, sentindo a musculatura se contrair e pulsar no vazio de forma imediata.

Antes de buscar o lubrificante, Heitor segurou as duas bandas fartas, gordinhas e lisas com as mãos grandes, afastando-as por completo sob a luz suave do abajur. Clara sentiu o vento fresco do quarto bater direto na sua intimidade desprotegida, mas o impacto real veio logo em seguida, quando ele inclinou o corpo e colou a boca diretamente na portinha do rabo dela.

A língua dele, quente e firme, começou a lamber e a sugar a região recém-depilada com uma lentidão implacável. Clara deu um sobressalto violento na cama, agarrando os lençóis com as duas mãos, enquanto a sua cabeça girava. Ela nunca, em toda a sua vida, havia sentido ou sequer imaginado algo daquela natureza. Em seu casamento com Carlinhos, a intimidade sempre fora rápida, mecânica e limitada; ela nunca tinha sido chupada nem na buceta e muito menos no cu. Aquele contato direto da boca de um homem na sua retaguarda era um universo totalmente novo, chocante e avassalador.

Na sua cabeça de paroquiana, aquela parte do corpo era um território intocável, proibido e cercado de tabus. O que ela não discernia no meio daquela tontura sensorial era a lógica de Heitor: ele jamais usaria a própria boca para dar prazer a uma mulher qualquer naquelas condições. Aquele gesto minucioso só estava acontecendo ali porque ela tivera a coragem de se curvar e aceitar entregar o próprio rabo para ele. A saliva morna e as sucções firmes eram o método dele de amaciar a carne que agora o pertencia, preparando a portinha para o que vinha a seguir.

Clara: — Ah... meu Deus... Senhor Heitor... — ela soltou um gemido choroso e sufocado contra o travesseiro, as pernas gordinhas tremendo sem controle, os olhos negros como jabuticaba arregalados na penumbra. — O que o senhor está fazendo?... Aaaí não, por favor... Isso é um pecado... Ai, meu Deus... Você é tão safado... Tão sujo...

A sucção firme e as lambidas circulares da língua de Heitor começaram a fazer um efeito anestésico natural. A musculatura do esfíncter, que antes tendia a se contrair pelo medo, começou a ceder e a se abrir, relaxando completamente sob o estímulo daquela saliva quente. O prazer que subia dali era diferente de tudo o que ela conhecia: era uma queimação profunda, um arrepio que subia pela espinha e fazia a sua buceta na frente inundar o colchão com ainda mais líquido transparente da buceta. A humilhação de ser lambida ali a deixou mole e indefesa.

Heitor ergueu o corpo, pegou o tubo de lubrificante e a pomada anestésica na mesa de cabeceira. Ele colocou uma quantidade generosa nos dedos e massageou a portinha do rabo de Clara, que já estava aberta e receptiva graças ao tempo em que ela passara com o plug de metal. O anestésico completou o trabalho da língua dele, deixando a região dormente por fora, mas a sensibilidade profunda, aquela que fica guardada no fundo das entranhas onde nenhuma pomada alcança, continuava intacta. Uma fortaleza virgem prestes a ser descoberta.

Ele se posicionou, liberando o membro monumental da calça. A espessura era intimidadora, a cabeça rosa e latejante brilhava. Heitor segurou a cintura gorda de Clara com firmeza, espalhando as mãos grandes na carne macia do seu quadril, e encostou a ponta massiva na entrada do rabo dela. No entanto, em vez de empurrar, ele travou o corpo ali, mantendo apenas a pressão da cabeça do pênis contra a portinha fechada, esperando.

Clara afundou o rosto no travesseiro, os olhos negros como jabuticaba fechados com tanta força que pequenas rugas se formaram nos cantos. Ela prendeu a respiração, o coração batendo tão forte contra o colchão que ela podia ouvir o próprio pulso ecoando nos ouvidos. O vazio e a expectativa a deixavam em agonia, mas Heitor continuou imóvel, deixando claro que não daria o próximo passo de graça.

Heitor: — Eu só vou entrar se você me pedir, Clara. Mas tem que falar a verdade. Diz o que você é e o que quer que eu faça.

A paroquiana sentiu um nó na garganta. O peso da traição e a humilhação daquela postura a esmagavam, mas o calor da pica dele encostada na sua retaguarda e o líquido transparente da buceta que já escorria pelas suas coxas não deixavam margem para recuar. Ela precisava assumir a sua própria ruína antes de ser possuída.

Clara: — Ahh... meu Deus... — ela soluçou contra o travesseiro, o corpo todo tremendo. — Eu sou uma mulher infiel... Eu sou infiel ao meu marido, Senhor Heitor... Por favor, coloca... coloca seu pinto no meu ânus... Entra no meu ânus, por favor...

O uso da palavra técnica, dita com tanta timidez e vergonha para evitar o termo mais sujo, só acentuou a entrega dela. Ouvindo a confissão e o pedido desesperado, Heitor deu um sorriso curto de satisfação. Ele aplicou o peso do seu corpo e, com um empurrão firme, contínuo e determinado, pressionou para dentro.

Heitor aplicou o peso do seu corpo. Com um empurrão firme, contínuo e determinado, ele pressionou para dentro. A cabeça do pênis, larga e cortante, forçou a entrada de uma só vez, testando imediatamente os limites da primeira regra da penetração anal: o impacto violento contra um anel muscular que nunca havia sido desafiado daquela forma. Ao vencer o esfíncter externo, o membro de Heitor esmagou a resistência da carne, afundando pelo menos metade do calibre no interior dela.

O impacto foi tão violento que o mundo de Clara girou em um turbilhão preto. O ar sumiu dos seus pulmões instantaneamente. Não era uma dor superficial; era a aplicação nua e crua daquela regra física, a sensação de rasgamento de uma musculatura que nunca, em toda a sua vida, havia cogitado se abrir para nada. As paredes internas do seu ânus, extremamente apertadas e intocadas, foram esticadas até o limite absoluto da elasticidade, sofrendo a agressão daquele diâmetro massivo que forçava a passagem sem dar tempo para o corpo entender o que acontecia. A dor subiu pela sua espinha como um choque elétrico, fazendo sua mente de paroquiana nublar diante do rompimento daquela barreira.

Clara: — AIIII! HEITOR! — ela soltou um grito agudo, um urro dilacerado de pura agonia que bateu nas paredes da suíte e pareceu vibrar no teto. Suas unhas cravavam desesperadamente no colchão, rasgando o tecido dos lençóis caros dele. — Para! Tira... por favor! Vai devagar, por favoooooooooor! Lágrimas ardentes saltaram dos seus olhos, molhando o travesseiro. É aqui que entra em cena a segunda regra da penetração anal: o período de acomodação e a contenção dos espasmos involuntários. O corpo gordinho dela entrou em um espasmo violento de rejeição, uma reação puramente instintiva e mecânica do músculo que, agredido pelo tamanho do membro, tentava a todo custo contrair e expulsar aquele intruso colossal. No entanto, mesmo no auge do desespero físico, uma clareza tardia e conformada a atingiu no fundo da alma: ela não tentou fugir. Não tentou empurrá-lo ou fechar as pernas. Ela sempre soube que esse momento chegaria. Mais dia, menos dia.

Heitor: — Calma, meu bem... respira — ele sussurrou com uma voz mansa, o hálito quente batendo no pescoço suado dela.

Ele se inclinou sobre as costas dela, esticando o braço para acariciar o seu rosto molhado de lágrimas, e colou os seus lábios nos dela. Foi um beijo profundo, calmo e carregado de carinho, uma tentativa de desviar a atenção de Clara daquela dor absurda que a partia ao meio lá atrás, aplacando o choque inicial. Enquanto a boca dele a distraía, o líquido transparente da buceta continuava a escorrer lá na frente, banhando o lençol.

Ele travou os dedos com firmeza nos quadris fartos dela, mantendo-a colada ao seu corpo, esperando pacientemente que o espasmo de dor passasse e que as preguinhas dela finalmente se acomodassem e cedessem ao calibre massivo da penetração, respeitando o tempo exigido por essa segunda etapa.

Clara soluçava baixinho, com o rosto enterrado de lado no travesseiro, os olhos negros como jabuticaba marejados, sentindo aquela plenitude absurda e quente que a deixava completamente tonta.

Clara: — Ahhh... meu Deus... hnnn... entrou tudo... você colocou tudo, Heitor...

Heitor: — Não, foi só a cabeça, já tá bom assim no começo. Deixa o corpo acostumar, é a parte mais grossa.

Quando ele sentiu que a musculatura dela cedeu ao preenchimento e relaxou sob os seus carinhos, Heitor deu início à terceira regra da penetração anal: o ritmo cadenciado e a fricção inicial. Ele deu a primeira estocada longa para trás, puxando quase todo o membro para fora antes de afundar novamente com vontade. O som úmido de shlup, shlup ecoou no quarto, misturado ao choro rendido e baixinho de Clara.

Não havia aquela dor aguda de rasgamento agora, apenas o desconforto latente e profundo de expansão exigido por essa terceira etapa, como se o corpo dela estivesse sendo redesenhado por dentro a cada vaivém. Heitor empurrou com uma lentidão calculada, fazendo a cabeça larga trabalhar as paredes internas, sentindo a resistência do músculo ceder milímetro por milímetro enquanto o líquido transparente da buceta ensopava a frente de suas coxas fartas.

Clara: — Ahhh... meu Deus, Heitor... — ela chorou baixinho, um lamento abafado contra o travesseiro, mantendo os olhos negros como jabuticaba bem fechados enquanto as unhas cravavam no colchão. — É muito... é muito grande... hnnn... por favor...

O aperto era absurdo; seguindo a mecânica exata da fricção, as paredes do ânus de Clara abraçavam o membro dele com uma força instintiva e esmagadora a cada puxada. Ela soltava gemidos curtos e chorosos, inteiramente entregue ao calor intenso que irradiava daquele ponto, uma plenitude avassaladora que a deixava completamente tonta e sem forças para reagir.

Heitor começou a fazer movimentos curtos, saindo e entrando apenas com aquela metade, ouvindo o som úmido do atrito — shlup, shlup. A cada estocada, a bucetinha de Clara, logo ali na frente, pulsava e chorava de vontade, tão encharcada que ela teria aceitado qualquer coisa dele naquele instante. Clara estava em transe, sentindo-se finalmente possuída de um jeito que mudaria sua vida para sempre, enquanto Heitor mantinha o controle absoluto do ritmo, preparando-a para o que viria a seguir.

Ele queria testar o quanto ela iria aguentar sem sentir dor, e com um empurrão firme e contínuo, venceu o resto da resistência profunda, afundando o pinto até a raiz de uma só vez. O impacto foi tão profundo que o mundo de Clara girou.

Clara: — AIIII! HEITOR! — ela soltou um grito agudo, um urro de dor que ecoou pelas paredes do quarto. Ela cravou as unhas no colchão, sentindo como se o corpo estivesse sendo rasgado ao meio. — Para! Tira... por favor, volta! Deixa só a cabeçinha, Heitor! Só a cabeçinha, por favor... você vai me matar assim!!!

Ela soluçava, o rosto enterrado no travesseiro, sentindo aquela pressão massiva e ardida lá no fundo. Sorte que Juliana já tinha saído cedo para o curso, pois o grito de Clara teria acordado a vizinhança. Heitor, porém, não recuou. Ele voltou a se deitar sobre ela, distribuindo beijos carinhosos pela sua nuca e pelos seus ombros, acariciando os seus cabelos pretos com os dedos enquanto travava o quadril para mantê-la presa contra ele, deixando-a sentir a imensidão daquela posse.

Heitor: — Calma, Clarinha... respira. É assim mesmo a primeira vez — ele sussurrou, carinhoso, esperando os músculos dela pararem de tremer.

Aos poucos, o choque da dor foi se transformando em um latejar pulsante, uma plenitude que a deixava tonta. Quando ele sentiu que ela estava estabilizada, Heitor recomeçou o movimento, mais bruto agora. Ali ele tinha entendido o quanto podia colocar sem causar dor, e assim tentou um meio termo: hora enfiava mais do que ela aguentava, forçando as entranhas dela com o comprimento, hora enfiava menos, trabalhando apenas a entrada. O som de shlup, shlup misturava-se aos gemidos chorosos de Clara.

Foi nesse momento que Heitor teve a sua sacada de mestre. Mantendo o vaivém firme e compassado lá atrás, ele escorregou a mão grande por baixo do quadril gordo de Clara, alcançando a sua intimidade pela frente. Os dedos dele, já melados, tocaram o topo da vulva dela e começaram a fazer um carinho circular, espalhando o líquido transparente da buceta pelo clitóris intocado.

O efeito foi imediato e devastador para a paroquiana. Clara, que até então só conhecia o peso da dor e da submissão na retaguarda, sentiu um curto-circuito elétrico explodir na frente do corpo. Os gemidos dela mudaram instantaneamente de tom. O lamento choroso deu lugar a um suspiro sôfrego, agudo, e a boca dela se abriu num arquejo sutil de puro êxtase.

Heitor percebeu a mudança na hora. Os olhos negros como jabuticaba dela se reviraram levemente na penumbra, e o ânus dela deu uma tragada violenta e involuntária na pica dele, apertando-o com uma força absurda. Pela primeira vez naquela noite, ele viu o prazer genuíno se misturar à humilhação dela. Aquela combinação de ter o rabo invadido enquanto a frente era estimulada quebrou as últimas defesas psicológicas de Clara, fazendo-a morder o travesseiro para não gritar com a onda de choque que subia pelas suas coxas fartas.

Heitor: — Viu como cabe tudo? — ele murmurou, a voz baixa, o hálito quente batendo na nuca dela enquanto mantinha o membro monumental imóvel, pesando lá no fundo. — Você passou a semana inteira rezando com a cabeça em outro lugar, Clarinha... Pensando em como seria ter esse espaço todo ocupado. Olha como o seu corpo sabia exatamente o que fazer.

Clara soltou um gemido agudo, o corpo inteiro tremendo. Com o ânus totalmente ocupado e esticado pelo calibre massivo dele, ela não tinha forças para se mover, mas os dedos de Heitor continuavam um trabalho implacável na frente, deslizando com carinho pelo clitóris inchado, que já estava completamente ensopado pelo líquido transparente da buceta. A estimulação era suave, mas o contraste com a invasão estática lá atrás criou uma onda de calor que subiu direto para o ventre da paroquiana.

Heitor: — Não precisa chorar de culpa, meu bem. Eu sei que você é uma boa moça na rua... Mas aqui na minha cama, você é minha. Pode colocar para fora o que você esconde do mundo. Fala para mim.

As palavras compreensivas, ditas sem o julgamento que ela tanto temia, agiram como um lubrificante na mente culpada de Clara. Sentindo-se totalmente desarmada pelo homem que a dominava, as últimas barreiras da moralidade desmoronaram. Os olhos negros como jabuticaba se reviraram na penumbra da suíte, marejados de lágrimas que agora eram de puro êxtase.

Clara: — Ahhh... eu sou... eu sou uma sem-vergonha, Senhor Heitor... — ela confessou num choro sôfrego, entregando-se por completo à humilhação gostosa. — Eu fiz o meu marido de corno... Eu sou uma casada safada que trai... Eu desejei o senhor todos os dias na igreja... Ah, meu Deus, o seu dedo... continua... que coisa gostosa... Eu olhava para o altar pensando no seu tamanho dentro de mim... Que pecado, meu Deus... Sou uma pecadora imunda... O Carlinhos trabalhando e eu aqui, me abrindo toda para o vizinho... Dando o meu ânus para o senhor...

À medida que as palavras sujas e desesperadas saíam pela sua boca, revelando os seus segredos mais íntimos, o prazer se tornava insuportável. Heitor intensificou o carinho na frente, apertando de leve o quadril gordo dela apenas para manter a pica latejando dentro do canal apertado. A combinação da plenitude anal com o estímulo clitoridiano e o peso da própria confissão levou Clara ao limite absoluto. O ventre dela se contraiu, as coxas fartas tremeram violentamente e ela esticou o pescoço para trás, os olhos negros como jabuticaba totalmente revirados na penumbra, soltando um grito abafado contra o peito dele quando o orgasmo finalmente a atingiu.

Foi um jorro de prazer tão violento que o ânus dela começou a pulsar em espasmos rápidos e esmagadores ao redor do membro de Heitor, sugando o pênis dele para dentro com uma força sobre-humana, enquanto a frente descarregava todo o líquido transparente da buceta, ensopando os lençóis caros na sua primeira e mais avassaladora Ruína.

Clara, ainda atordoada pela dor e pelo preenchimento absurdo, sentia que não cabia mais nada ali dentro. O medo de sentir o líquido quente expandindo ainda mais aquele lugar esticado a fez decidir rápido.

Heitor sabia muito bem que, após o choque avassalador do orgasmo, a musculatura anal de Clara entraria em um relaxamento profundo e involuntário. O aperto sufocante cederia, abrindo o espaço que ele precisava. Sentindo o corpo gordinho dela amolecer e as preguinhas do ânus finalmente se entregarem à espessura monumental, ele não perdeu tempo: segurou os quadris fartos com ainda mais força e começou a meter de verdade.

As estocadas longas, brutas e contínuas fizeram Clara voltar a sentir a dor do estiramento profundo. O prazer clitoridiano havia passado, deixando em seu lugar a realidade crua daquela invasão massiva que empurrava suas entranhas a cada impacto. O som de shlup, shlup voltou a ecoar forte na suíte, abafando os novos choros da paroquiana. No entanto, o ritmo forte também indicava que o ápice de Heitor estava muito próximo; o membro dele latejava e a cabeça rosa arranhava as paredes internas dela com urgência.

Heitor: — Vou gozar minha puta... — ele arfou no pé do ouvido dela, o corpo suado colado nas costas dela. — O que você prefere? Quer que eu encha o seu cu todinho com o meu leite quente... ou vai querer beber tudo?

A palavra "puta" bateu na mente de Clara com a força de uma bofetada física. O termo cru, dito com tanta naturalidade pelo homem que ela tanto respeitava e temia, pegou a paroquiana totalmente de surpresa e a desmontou por completo. O choro, que antes era de puro êxtase e dor misturados, transformou-se em um pranto desesperado de humilhação moral. Ela soluçou alto, o rosto enterrado no travesseiro molhado, tentando afastar aquele rótulo que a jogava no lixo da sarjeta.

Clara: — Na b-boca... — ela gaguejou, o ar fugindo dos pulmões quando Heitor deu uma estocada brutal, fazendo o rabo dela arder como brasa. — Na boca, por favor... — ela implorou entre soluços sufocados, as pernas gordinhas tremendo sem controle sob o peso dele. — Mas não... aaaí, d-dói... não me chama assim... Eu não sou puta, Senhor Heitor... Hnnn... p-para um pouco... Por favor, eu não sou puta... Tira daí... tira e deixa eu b-beber...

Mas ali, Heitor já não tinha mais limites. O tesão e o controle absoluto falavam mais alto por ele, e a confissão recente dela só havia alimentado a fera. Ele deu um puxão violento no quadril farto dela, travando-a contra o seu abdômen enquanto continuava a meter de verdade, ignorando o pranto.

Heitor: — Não é puta? Olha a sua posição, Clara! — ele jogou na cara dela, a voz rouca e firme, sem qualquer filtro. — Olha o que eu estou fazendo com você! Eu estou comendo o seu cu até o talo, você acabou de confessar que me desejava na igreja e que fez o seu marido de corno! Você é puta sim... A minha puta particular.

O peso da realidade desabou sobre ela. Olhando para a penumbra do quarto, sentindo o membro monumental dele rasgando as suas entranhas e o líquido transparente da buceta ensopando a cama, Clara entendeu que não adiantava lutar contra a verdade dele. Para salvar o que restava da sua retaguarda e conseguir o sêmen na boca como tanto queria, ela precisava falar exatamente o que o seu Dono queria ouvir. Ela precisava abraçar a própria humilhação.

Clara: — Tá bom Senhor Heitor... Sou... eu sou... — ela cedeu, chorando alto, entregando-se à ruína definitiva. — Eu sou puta... Me desculpa... Goza na minha boca... Deixa eu beber tudo...

Heitor: — A puta o quê, Clara? — ele rosnou perto do ouvido dela, segurando os cabelos da nuca dela com firmeza e aplicando três estocadas curtas e violentas, fazendo o quadril gordo dela chacoalhar contra o colchão. — Fala direito. Quero ouvir da sua boca. A puta quer o quê?

A pressão lá atrás era absurda, e cada golpe parecia desalojar os órgãos de Clara, que gemia de forma estrangulada. O líquido transparente da buceta já havia ensopado completamente a raiz das suas coxas. Totalmente rendida, percebendo que ele só sairia dali quando arrancasse dela a última gota de orgulho, a paroquiana engoliu o choro e soltou a frase com toda a vergonha que tinha no peito.

Clara: — A p-puta... a puta quer beber tudo... — ela gaguejou, o rosto vermelho e molhado de lágrimas enterrado de lado no travesseiro. — Eu quero engolir toda a goza... Tira do meu ânus e joga na minha boca... Deixa a puta limpar o senhor... por favor...

No ápice do prazer, quando o corpo dele travou para descarregar, Heitor ignorou o pedido dela. Ele não tirou. Em vez disso, ele deu um último empurrão violento, enterrando-se ainda mais fundo, e despejou tudo ali mesmo.

Clara: — AAAAI! NÃO! — Clara gritou novamente, sentindo o jato quente e pressurizado atingir o fundo das suas entranhas. Era uma sensação invasiva, um calor que parecia queimar por dentro enquanto o cuzinho dela era inundado.

O membro monumental de Heitor continuou lá dentro, latejando a cada descarga de sêmen que preenchia os espaços daquela carne esticada ao limite. O som dos soluços de Clara encheu o quarto, um pranto pesado de quem acabara de ver sua última barreira moral ser totalmente pulverizada. O líquido transparente da buceta continuava a pingar no lençol, misturando-se ao suor dos corpos.

Foi então que o peso do que tinha acabado de fazer atingiu Heitor. O silêncio que se seguiu ao estalo do gozo trouxe um vislumbre de hesitação. Olhando para as costas gordinhas de Clara, que subiam e desciam num ritmo frenético de choro, ele sentiu o medo gelado de ter passado do limite. Se a tivesse quebrado por completo, se tivesse despertado um ódio genuíno em sua paroquiana, tudo estaria perdido.

Buscando desesperadamente uma resposta, Heitor se inclinou ainda mais sobre ela, colando o peito suado contra as costas dela. Mesmo naquela posição difícil, com ela de costas, ele esticou o braço, espalhou os dedos grandes pela mandíbula dela e, com uma firmeza cuidadosa, girou o pescoço de Clara de lado, forçando o rosto dela na direção do seu.

Ele buscou os lábios dela com urgência. Foi um beijo que começou necessitado, quase suplicante, os lábios dele pressionando os dela enquanto tentava sentir qualquer reação. Os olhos negros como jabuticaba de Clara continuavam marejados, fixos no vazio por um segundo que pareceu uma eternidade para Heitor.

Então, num suspiro trêmulo, a boca de Clara se abriu sutilmente. Ela não recuou. Em vez disso, ela entregou os lábios ao toque dele, correspondendo ao beijo com uma moleza rendida, misturando o gosto das suas próprias lágrimas ao sabor do amante. Naquele toque de línguas úmido e silencioso, no meio da suíte escura, a resposta foi dada: ela havia aceitado. A partir daquele segundo, ela era, por vontade própria, a sua puta.

Heitor soltou um suspiro longo, o corpo finalmente relaxando sobre o dorso de Clara. Com um movimento lento, firme e quase cirúrgico, ele começou a puxar o membro monumental para fora. O som que se seguiu foi um estalo úmido e pesado — um ploc abafado que ecoou na penumbra da suíte.

À medida que a pica branca e imensa de Heitor emergia, a disparidade de tons se tornava artisticamente evidente: a pele clara do pênis dele, ainda rigidamente calibrosa e brilhante de suor, contrastava de forma violenta com o cuzinho de chocolate dela. A portinha do ânus de Clara, castanha e gordinha, havia sido tão severamente castigada e esticada pelo diâmetro massivo do amante que as preguinhas agora se recusavam a fechar de imediato. O anel muscular permaneceu momentaneamente escancarado, em formato de "O", revelando a intimidade profundamente avermelhada e ferida pelo atrito.

E então, o rastro do excesso começou a se manifestar. Juntamente com a retirada do membro, uma quantidade generosa de esperma quente e espesso começou a transbordar, escorrendo lentamente pelas bordas daquela abertura escura. Mas não havia sujeira grotesca; tudo estava incrivelmente limpo, exatamente como ela havia aprendido a preparar nas sessões anteriores com o plug de metal. A pomada, o lubrificante e a higienização rigorosa da paroquiana garantiram que apenas o sêmen puríssimo de Heitor brilhasse contra a pele escura do seu quadril gordo, misturando-se na raiz das coxas com o líquido transparente da buceta que ainda ensopava o lençol.

Ao sentir o desimpedimento total da sua retaguarda, Clara abriu a boca num arquejo silencioso de puro alívio físico. O vácuo deixado pelo pênis monumental trouxe uma sensação de frescor dolorido, mas reconfortante. Seus olhos negros como jabuticaba, pesados de tanto chorar, semicerraram-se na penumbra.

O cansaço avassalador daquela provação física e mental finalmente bateu. Com os músculos do corpo gordinho totalmente amolecidos e entregues ao colchão, ela afundou a bochecha no travesseiro molhado, sentindo o latejar íntimo e constante da sua nova realidade: ela estava ali, aberta, preenchida e definitivamente marcada como a puta.

Ela ainda não era a puta dele, a puta particular que ele buscou nela, a diferença era sutil, mas crucial na mente da paroquiana. Ela não pertencia a ele como uma propriedade exclusiva ou uma parceira de um pacto romântico; o que havia se quebrado ali era algo muito mais profundo e impessoal. Clara não tinha se tornado a puta de Heitor — ela tinha se tornado, simplesmente, uma puta. Uma mulher casada que, movida por um tesão sufocado de dias, havia cruzado a linha do sagrado para o profano, entregando a retaguarda para o vizinho e aceitando a lama da depravação.

O sêmen que escorria pelo seu cuzinho de chocolate não era um selo de compromisso, mas sim a prova física da sua própria sem-vergonhice. Ela pertencia agora ao pecado, à categoria das mulheres que traem o marido por prazer carnal puro e duro. Heitor tinha sido apenas o instrumento dessa transformação, o homem que segurou o cinzel para esculpir aquela nova identidade na carne gordinha dela.

Heitor: — Descansa, Clarinha... — ele sussurrou com a voz mansa, puxando o lençol caro e cobrindo com delicadeza o traseiro gordinho e exausto dela. — Você foi forte. Você pode dormir aqui hoje.

O toque suave do tecido contra a pele sensível e o latejar dolorido lá atrás trouxeram um vislumbre de realidade à mente de Clara. Ainda entorpecida pelo cansaço e com o rosto colado no travesseiro, a paroquiana piscou os olhos negros como jabuticaba, lembrando-se de repente do mundo lá fora e das aparências que ainda precisava manter na vizinhança.

Clara: — E a Ju?... — ela perguntou num fio de voz trêmulo e preocupado, a voz rouca de tanto gemer e chorar. — Ela não vai achar estranho eu passar a noite aqui?... O que ela vai pensar se me vir acordando na sua cama?...

Heitor: — Não se preocupa com ela nega — ele respondeu calmamente, acariciando o ombro dela por cima do lençol para tranquilizá-la. — A Ju vai direto para a aula de manhã bem cedo, nem vai passar por aqui. Você dorme, descansa o corpo e, depois que ela sair para a aula, você pode voltar para a sua casa tranquila.

A palavra "nega", dita com aquela voz mansa e intimidade repentina, ecoou de um jeito diferente nos ouvidos de Clara. Depois de ser chamada de "puta" no calor da humilhação, ouvir aquele apelido carinhoso e possessivo, vindo logo após ele ter dominado o seu quadril desproporcional, causou um arrepio gostoso que ela não soube explicar. Era um contraponto perfeito para a brutalidade de antes.

Aquilo bateu tão bem na sua autoestima estraçalhada que, no mesmo instante, Clara decidiu que adorava o apelido. Sentindo o cansaço pesar nas pálpebras e o sêmen dele ainda colando na sua pele, ela se aconchegou um pouco mais no colchão, secretamente desejando que, a partir daquela noite, ele a chamasse sempre assim.

Clara desabou no travesseiro. A dor não era bonita; era um latejar surdo, uma queimação profunda que fazia cada fibra do seu quadril vibrar. Ela apagou por puro esgotamento.

Quando acordou, às nove da manhã, sentia-se pesada, como se tivesse carregado o mundo nas costas. Ao se mexer, sentiu o líquido quente e viscoso escorrer, vencendo a resistência do esfíncter e sujando o lençol. Heitor estava sentado na cabeceira, imponente. Ele a puxou com cuidado pela cintura, mas mantendo-a deitada de bruços na cama, pois qualquer pressão direta ali atrás seria insuportável. Ele se ajoelhou ao lado do rosto dela e trouxe o seu pinto relaxado bem diante dos lábios de Clara.

Heitor: — Vamos conversar, Clara. Sem rodeios — ele disse, acariciando o rosto dela com firmeza. — Me conta a verdade sobre o que você sentiu. E não tira o meu pau da sua boquinha enquanto fala.

Clara envolveu a glande de forma automática, sentindo o gosto familiar. Roçando os lábios na pele dele e dando lamberes suaves, ela falava entre uma lambida e outra, com uma honestidade nua e crua:

Clara: — Senhor Heitor... p-para ser bem sincera, foi um trauma... — ela murmurou, gaguejando de leve enquanto passava a língua pela cabeça do membro dele. — Na hora que o senhor empurrou aquilo tudo de uma vez, eu perdi o ar... Eu juro que não senti prazer no começo, eu só vi uma dor que parecia que ia me partir ao meio... Eu gritei de verdade porque achei que o senhor não ia parar, que ia rasgar o meu ânus... Eu ainda sinto tudo queimando e latejando aqui atrás, como se tivesse um coração batendo dentro do meu bumbum...

Ela parou, engolindo em seco, e deu um leve sobressalto ao sentir mais um pouco do sêmen escorrer pela pele lisa das coxas.

Clara: — E essa goza saindo... é horrível... — ela continuou roçando os lábios úmidos na pele relaxada dele, dando mais uma lambida sutil enquanto revelava sua angústia. — Eu não consigo apertar... Eu sinto que tenho força para fechar, tento com toda a minha força, mas não adianta... ela acaba escapando, é muita goza, Heitor. Eu sinto descendo pelo meu bumbum e me dá um desespero, uma vergonha de não ter controle sobre o próprio corpo... Eu me sinto... um pouco usada, de um jeito que eu nunca imaginei...

Heitor deu um sorriso de canto, calmo e acolhedor, passando a mão com extrema leveza pelos cabelos dela enquanto ela voltava a lamber a ponta do membro. A agressividade da noite anterior tinha dado lugar a uma calmaria quase carinhosa, o que mexia ainda mais com a cabeça de Clara.

Heitor: — É assim mesmo, nega... foi sua primeira vez — ele confortou com a voz mansa, o tom baixo e inteiramente compreensivo. — O corpo estranha o tamanho, a pressão... é normal. Mas olha para você agora... Sabia que, se eu quisesse, eu podia te virar agora mesmo e colocar tudo no seu cuzinho de novo? O seu ânus está bem abertinho, me esperando... Quer que eu entre de novo?

Ao ouvir o questionamento, mesmo dito daquele jeito manso e quase carinhoso, o pânico físico e o cansaço da dor falaram mais alto. O bumbum desproporcional dela ainda ardia e latejava; ela sabia que não aguentaria aquele impacto de novo de jeito nenhum.

Clara: — Não... de novo não, Heitor... por favor, lá não... — ela implorou desesperada, a voz abafada pelo membro dele, os olhos negros como jabuticaba bem abertos em direção aos dele. — O meu bumbum está destruído... está doendo muito... Por favor, ali eu não aguento mais hoje... não faz isso comigo, meu bem...

Heitor não se moveu. Não tentou forçá-la, nem tocou em suas partes íntimas. Ele apenas continuou ali, ajoelhado ao lado do rosto dela, mantendo o carinho suave nos cabelos de Clara, olhando-a com um olhar profundo, quase amoroso, mas que exigia uma entrega total.

Heitor: — Então assume o que você virou para mim, Clarinha... — ele pediu baixinho, a voz doce, mas firme. — Chupa com carinho e me diz o que você é depois de ter me deixado entrar com tudo lá atrás ontem e derramar tanta goza no seu corpo.

Ao ouvir aquelas palavras mansas, enquanto implorava para salvar o seu ânus dolorido e sentia a mão dele acariciando sua cabeça com tanto afeto, algo quebrou definitivamente na mente de Clara. Depois de ter entregado a sua retaguarda daquele jeito, de ter chorado implorando pelo perdão de Deus enquanto ele a jorrava por dentro com aquela goza quente, não havia mais como mentir. Ela não era mais a paroquiana recatada da igreja. De fato, ela era exatamente o que ele queria que ela fosse. Após abrir o seu bumbum para ele, ela havia cruzado a linha de não retorno.

Clara: — Eu sou... hnnn... eu sou uma p-puta agora, Heitor... — ela confessou em voz alta, a voz embargada e sofrida pelo choro, corrigindo-se no mesmo instante em que as lágrimas voltavam a inundar os seus olhos negros como jabuticaba. Ela chorava alto, um pranto abafado e dolorido pela humilhação de engolir aquela palavra, mas não parava por um segundo sequer de sugar o membro e beijar a glande dele com a ponta da língua. — O senhor me marcou por trás... eu mudei... eu sou uma puta...

Heitor soltou um suspiro manso e usou os dedos grandes para erguer o queixo de Clara com extrema delicadeza, forçando-a a pausar o movimento da boca para olhar bem nos olhos dele. O olhar dele não tinha raiva ou ameaça, era quente, quase protetor, exalando aquele carinho possessivo que ela tanto necessitava.

Heitor: — Não, nega... não é bem assim — ele sussurrou, a voz doce e arrastada, enquanto usava o polegar para secar com carinho as lágrimas que escorriam pelo rosto dela. — Você não é só uma puta qualquer do mundo, perdida por aí. Olha para mim, minha nega. A partir de ontem à noite, com toda aquela goza guardada no seu bumbum, você virou a minha puta. A minha puta particular.

Clara estremeceu por dentro, o coração disparando ao ouvir o apelido carinhoso misturado àquela palavra tão pesada, dita com tanta afeição por ele.

Heitor: — Se você for uma boa menina, se for obediente e fizer tudo direitinho como eu te ensinar, você vai ser sempre a puta do Heitor. Só minha — ele continuou, espalhando a mão pela bochecha dela, acariciando a pele macia com um sorriso de canto acolhedor. — Eu vou cuidar de você. Mas você tem que ser minha e de mais ninguém, entendeu? Eu não quero nem pensar em outro homem pondo a mão nesse seu bumbum enorme ou nessa boquinha gostosa. Você é exclusiva do seu Dono.

Ela assentiu de leve com a cabeça, totalmente desarmada por aquele tom amoroso que abraçava a sua própria sem-vergonhice e a fazia se sentir protegida na sua própria lama.

Clara: — S-Sim, meu bem... — ela murmurou de um jeito inteiramente entregue, o olhar de jabuticaba brilhando de uma submissão devota enquanto ela aceitava, de corpo e alma, o seu novo papel. — A sua puta... a sua nega...

O choro de humilhação aos poucos se transformou em um pranto de puro alívio e aceitação. Clara abriu bem a boca e se inclinou para frente, abocanhando o membro relaxado de Heitor com uma vontade que nunca havia tido antes. O quarto foi imediatamente preenchido pelo som abafado e úmido daquela domesticação: um Sluuurp sôfrego e contínuo ecoava na penumbra, seguido pelo estalo molhado dos lábios dela deslizando pela pele quente.

Heitor mantinha os dedos aninhados nos cabelos dela, ditando o ritmo com leves pressões carinhosas. Mesmo com a boca completamente cheia, sentindo a glande tocar o fundo de sua garganta, a paroquiana fazia questão de tentar conversar, ansiosa por agradar o seu Dono e mostrar que havia entendido cada palavra sobre a exclusividade.

Clara: — Hnn-nh... H-Heitor... — ela tentava articular, o som saindo anasalado e interrompido pelo barulho de saliva. Ela chupava com força, fazendo um som de vácuo, chupt-chupt, antes de recuar a cabeça apenas o suficiente para conseguir soltar as palavras entre um beijo e outro na base do pênis. — Eu... hnn... eu vou ser boazinha... não me deixa ser de mais ninguém...

Heitor: — Isso, minha nega... assim que eu gosto. Bem obediente — ele elogiou baixinho, o tom de voz manso e carregado de satisfação ao ver o bumbum monumental dela estático na cama, inteiramente entregue à mercê dele.

Clara: — G-Gosta assim, meu bem?... — ela perguntou num fio de voz rouco, limpando com a ponta da língua um filete de saliva que escorria pelo seu próprio queixo, antes de voltar a sugar o topo do membro com pressa. Ela engoliu em seco, os olhos cheios de água ao se dar por vencida. — Eu vou fazer... tudo o que o senhor mandar... Eu vou ser obediente...

O alívio de saber que seu ânus dolorido seria poupado por enquanto operou uma verdadeira transformação em Clara. Era como se uma nova mulher despertasse ali mesmo: o medo deu lugar a um tesão genuíno que começou a pulsar no fundo do seu ventre. Sentindo-se livre da ameaça daquela dor terrível na retaguarda, ela se entregou ao ato com uma audácia que nem sabia que possuía.

O forte de Clara sempre foi focar na glande; seu jeito de dar prazer oral era mamar a cabeça do membro com afinco, envolvendo-a completamente com os lábios úmidos, pressionando a língua contra o topo sensível e fazendo um som abafado de vácuo. Ela aumentou o ritmo, usando a saliva para deslizar com gosto, crente de que aquela dedicação faria Heitor descarregar ali mesmo, na sua boca.

No entanto, Heitor mantinha o controle absoluto. Ele apenas assistia a tudo de cima, os dedos firmes entrelaçados nos cabelos dela, apreciando o empenho da sua nega. Sentindo o corpo dar os primeiros sinais de que iria amolecer, ele deu um leve puxão para trás, afastando o membro dos lábios molhados de Clara antes de chegar perto de descarregar.

Heitor: — Tá gostoso, nega... você mama bem demais essa cabeça — ele disse, a voz mais grossa e abafada pelo prazer, enquanto limpava o topo do pinto molhado no lábio inferior dela. — Mas pode parar, já me deu o carinho que eu queria, agora pode voltar para a sua casa Clarinha. Aproveita para descansar esse rabo.

Heitor se levantou da cama sem pressa, deixando Clara deitada de bruços, ainda com os lábios entreabertos e o corpo anestesiado pelo tesão e pelo cansaço. Ele desceu as escadas calmamente, o chão de madeira rangendo sob seus passos firmes.

Entrou no quarto de Ju, foi direto até a cômoda da filha e começou a mexer nas gavetas organizadas. Não demorou para encontrar o que procurava: uma calcinha de algodão simples, limpa e bem dobrada. Subiu de volta com a peça na mão e jogou-a no colchão, bem ao lado do rosto de Clara.

Heitor: — Veste essa aqui da Ju para ir embora, nega. Você não pode sair daqui vazando a minha goza pela casa toda e sujando até o portão.

Clara estendeu a mão, mas seus dedos hesitaram ao tocar o algodão. O tecido, macio e pequeno, parecia carregar o perfume inocente da menina, o estômago de Clara revirou não pela dor física que ainda martelava lá atrás, mas por uma náusea moral que ela nunca experimentou.

"Tia Clara..." a voz da menina ecoou na sua mente, doce e cheia de uma confiança que ela acabara de trair da forma mais abjeta possível.

Clara: — Heitor... — a voz dela saiu como um sussurro quebrado, quase inaudível. — A Ju... eu não posso... é a calcinha dela, Heitor. Isso é tão errado. Eu me sinto mais suja ainda.

Heitor apenas continuou olhando para ela, sem dizer uma palavra, a expressão firme que não dava espaço para recuos. Ele sabia que a necessidade física venceria a moral.

Clara engoliu o choro e o nó de repulsa na garganta. Sem forças para lutar contra a realidade, ela deslizou a calcinha de Ju pelas pernas com as mãos trêmulas. O tecido limpo tocou a sua pele e, imediatamente, ela sentiu o contraste gelado e violento daquela profanação.

Clara se levantou com dificuldade, o corpo inteiro protestando contra a dor que latejava em seu bumbum severamente castigado. Ela recolheu as suas coisas e vestiu o vestido simples. Enquanto caminhava em direção à porta da suíte, cada passo era um suplício. A peça, que antes estava seca, agora pesava entre as pernas, ensopada pela goza grossa do vizinho que ela não conseguia conter totalmente, apesar de toda a força que fazia para fechar o ânus.

Ela desceu os degraus segurando no corrimão, sentindo o líquido quente vencer a barreira do algodão e começar a traçar um caminho inevitável pela sua pele.

Clara parou por um breve segundo perto da porta, com a mão na maçaneta, o corpo pesado e o coração batendo descompassado. No fundo da sua mente, uma ponta da antiga carência ainda buscava alguma validação: ela esperava um beijo de despedida dele, um toque final na boca que trouxesse um pouco de afeto para selar aquele pacto de posse.

Mas Heitor não se moveu. Ele permaneceu onde estava, observando-a partir com aquele olhar firme e desapegado, mantendo a distância que reforçava quem mandava ali. Ela também não deixou claro o que queria; o orgulho ferido e a vergonha a impediram de pedir ou de dar um passo atrás.

Sem o beijo, restou apenas o silêncio pesado do quarto. Clara abriu a porta e saiu, sentindo o vento frio da manhã bater contra o rosto enquanto atravessava a garagem em direção à sua casa deserta, carregando a goza dele escorrendo pelas coxas, inteiramente dominada e sozinha.

Foto 1 do Conto erotico: O CONTO DE CLARA – PARTE 8


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Ficha do conto

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rickgyn

Nome do conto:
O CONTO DE CLARA – PARTE 8

Codigo do conto:
265423

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
26/06/2026

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