Mesmo vestida, o pânico e a confusão mental tomaram conta. Clara estava bêbada e extremamente carente na noite passada, depois de ter desabado naquele orgasmo violento nos dedos de Heitor no sofá, sua mente estava um borrão. Ela não sabia ao certo o que tinha acontecido depois daquilo.
O desespero foi tão grande que Clara começou a chorar baixinho, as lágrimas quentes descendo pelo rosto moreno. O choro e os soluços acabaram acordando Heitor, que já esperava por aquela reação de ressaca moral da paroquiana. Ele sentou-se na cama de casal, com os cabelos loiros desalinhados, e olhou para ela com um semblante calmo e acolhedor.
Clara: — Senhor Heitor... por favor, me fala... — ela perguntou entre soluços, cobrindo o rosto com as mãos trêmulas. — A gente... a gente transou? Pelo amor de Deus, me diz que o senhor não entrou em mim... Esse é o meu maior medo, eu não posso ter feito isso com o meu casamento...
Heitor aproximou-se devagar, com aquela paciência cirúrgica de quem domina a situação. Ele segurou as mãos dela, afastando-as do rosto, e limpou uma lágrima com o polegar, olhando bem no fundo dos olhos negros dela para acalmá-la.
Heitor: — Ei, Clarinha... olha para mim. Relaxa, respira fundo. Eu te dei a minha palavra ontem no sofá, e eu cumpro o que prometo. Nós não transamos. Eu não entrei em você. Você ficou muito tonta por causa do vinho depois que gozou com o carinho que eu te dei, então eu te peguei no colo, te vesti com esse pijama para você não passar frio e te trouxe para dormir aqui comigo. Eu te respeitei, tá vendo?
Ouvindo as explicações dele, o peito de Clara foi se aquietando e o choro cessou. Tudo começou a fazer mais sentido em sua cabeça, e uma onda avassaladora de gratidão e alívio preencheu a paroquiana. Heitor tinha tido o corpo dela totalmente vulnerável nas mãos e, mesmo assim, tinha agido como um cavalheiro, protegendo-a.
No entanto, Heitor sabia exatamente como cobrar o preço de sua "bondade". Ele puxou o lençol de seda um pouco para baixo, revelando que a calça de seu pijama estava completamente armada por aquela ereção gigantesca matinal, uma tora branca e grossa que apontava rigidamente para cima. Heitor mudou o tom de voz para uma malícia mansa, aproximando o rosto do ouvido de Clara.
Heitor: — Eu cuidei de você a noite toda, Clarinha..., mas eu passei a noite inteira no sufoco, com o pinto duro, sem gozar. Você teve o seu prazer ontem, e agora de manhã eu acho que você deveria cuidar de mim. Nós ainda temos um tempo para namorar um pouco aqui na cama antes de eu ter que sair para buscar a Juliana na casa da amiga dela. O que você acha de ajudar o seu amigo agora?
Clara, ainda envolvida pelo sentimento de gratidão e com o corpo revigorado pelo sono, olhou para aquele volume imenso sob o tecido. O tesão que havia sido interrompido na noite anterior reacendeu com força total em suas veias. Ela assentiu com a cabeça, os lábios carnudos tremendo de antecipação.
Clara: — Eu ajudo sim, Senhor Heitor... o senhor foi tão bom para mim.
Heitor deu um sorriso de canto, vitorioso. Ele desfez o cordão da calça do pijama e saca o membro para fora. O pinto imponente subiu pesado, exibindo a grande cabeça rosa já limpa e brilhando com o líquido da manhã. Ele segurou a nuca de Clara com firmeza, direcionando o rosto meigo da paroquiana para perto de sua intimidade.
Heitor: — Olha como está, Clarinha... latejando. Eu sei que você está acostumada a usar só as mãos pra me aliviar assim, e eu respeito isso. Mas olha como a maior parte dele está seca...
Ele pegou a mão dela e a levou até a pele quente. Clara sentiu o choque térmico e fechou os olhos por um segundo.
Heitor: — (Com a voz mansa, quase um sussurro) — Eu estava pensando... a sua mão é tão macia, mas a sua boca, eu não paro de pensar nela... Não precisa fazer nada que não queira meu bem, mas experimenta só molhar para mim, lambe ele deixando todo babado?
Clara: — (Duvidosa, olhando para a cabeça roxa e imensa) — O senhor acha que é melhor assim? Eu tenho tanto receio de me sujar de novo, de perder o respeito fazendo algo assim Senhor Heitor, eu já te disse, eu nunca fiz isso pra ninguém, nem mesmo pro meu marido...
Heitor: — (Acariciando o rosto dela com carinho) — Não vai ser uma falta de respeito, é apenas carinho. Você me disse que pensou em fazer uma vez com o seu maridinho, então aposto que já se imaginou beijando essa cabeça aqui... (Ele arregaçou a cabeça provocando-a nesse momento, e viu ela morder os lábios, comprovando o que ele achava) Faz esse agrado para o homem que cuidou de você ontem à noite. Eu prometo que vou ser o homem mais grato do mundo se você me der esse presente. Só uma bitoquinha para começar...
Clara sentiu o coração amolecer por inteiro. O jeito tão gentil e protetor dele a fazia sentir que aquilo não era um pecado sórdido, mas sim uma entrega especial e legítima entre dois amigos que se compreendiam. Ela se ajoelhou lentamente no colchão da cama gigante de Heitor, sentindo o quadril largo acomodar-se entre as pernas dele, e aproximou o rosto da virilidade imponente de Heitor, sentindo o calor irradiar direto na sua pele.
Heitor: — Isso, Clarinha... deixa sua boca bem molhada e cheia de saliva. Mostra para mim como a sua boca é quente.
Sem se sentir pressionada, mas sim totalmente convencida pela doçura dele, Clara abriu os lábios grandes e carnudos, pronta para iniciar o boquete.
Heitor: — (Voz rouca e mansa) — Ele está pedindo pelo seu beijo, Clarinha. Dá só a bitoca que eu te pedi... sente como ele está sensível.
Ela cedeu. O primeiro contato foi um toque casto, quase tímido. Os lábios de Clara encostaram na lateral da cabeça daquele pinto. A textura era de uma seda quente e firme. Ao sentir a umidade dos lábios dela, o pênis de Heitor deu um solavanco involuntário, pulsando forte contra o rosto meigo da paroquiana.
Aquele espasmo de puro prazer dele foi o gatilho que faltava nas veias dela. Encorajada, ela deu outra “bitoca”, desta vez bem no topo, onde uma pequena gota de viscosidade matinal já brilhava sob a luz do sol que entrava pela fresta.
Clara: — (Sentindo o gosto salgado e metálico pela primeira vez na vida) — Hum... o senhor está... o senhor está transbordando, Senhor Heitor.
Heitor: — Usa a língua meu bem. Lambe esse pau inteiro. Deixa ele bem molhado.
Totalmente envolvida pelo tom elogioso e macio dele, ela soltou um suspiro sôfrego e passou a ponta da língua por toda a extensão da cabeça rosa, contornando-a com uma lentidão torturante. Ela viu a pele do membro brilhar sob a própria saliva, tornando-se escorregadia e ainda mais convidativa. Heitor soltou um gemido baixo, fechando os olhos verdes e inclinando a cabeça para trás no travesseiro.
Heitor: — Isso, meu bem... assim. Que boca quente você tem. Agora... coloca só a cabeça dentro da boquinha. Sente como ele lateja quando você suga.
Clara focava quase totalmente na cabeça, contornando a coroa com a língua e sugando a ponta com uma delicadeza que fazia Heitor segurar o fôlego, deliciado com o dom natural da paroquiana. A saliva dela brilhava, deixando a tora branca muito escorregadia e bonita na claridade da manhã.
Heitor: — (Com a voz embargada de tesão) — Isso, meu bem... você tem um dom. Mas desce um pouco mais... beija as minhas bolas também. Elas estão muito sensíveis, pesadas da noite toda. Dá um carinho nelas.
Clara, num gesto de pura gratidão e entrega, desceu o rosto pelo membro. Ela já tinha vontade de fazer tudo isso, não era tão trabalhoso pra ela obedecer a esse tipo de ordem. O cheiro forte de homem e o mormaço daquela região a entorpeciam por completo. Ela encostou os lábios fartos nos testículos dele, sentindo a pele fina e quente se contrair ao toque da sua boca úmida. Ela deu beijos curtos e carinhosos, sentindo o peso daquela fartura, enquanto Heitor gemia baixo, espalhando as mãos pelos cabelos pretos dela.
Ao subir o olhar novamente, Clara viu que o pinto de Heitor estava “babando” intensamente, a cabeça rosa totalmente coberta pelo mel transparente da excitação e pela saliva dela. Ela limpou o canto da boca com o polegar, olhando para ele com uma devoção que nunca teve pelo marido. O líquido límpido e viscoso escorria pela haste, besuntando a pele grossa e brilhante. A visão daquela abundância a fez parar por um segundo, com o coração disparado no peito.
Clara: — (Olhando para o pênis pulsante, com a voz trêmula) — Meu Deus, Senhor Heitor... olha como o senhor está. Tá babando muito... o senhor já está quase lá, não está?
Ela levantou o rosto, os lábios grandes e carnudos já borrados de saliva, e olhou bem no fundo dos olhos verdes dele com uma expressão que misturava desejo e um medo profundo de perder o controle daquela situação pecaminosa.
Clara: — Heitor, por favor... eu te suplico. Eu não deveria nem estar fazendo isso, eu sou casada, sou uma mulher direita, uma mulher de igreja. Se o senhor soltar tudo isso agora, se soltar todo o seu esperma na minha boca... eu vou me sentir muito suja.
Heitor percebeu que mesmo falando isso, ela não parava de beijar e lamber, descia nas bolas e beijava, subia na cabeça do pau de Heitor e lambia, Heitor continuou acariciando o rosto dela com o polegar, mantendo a voz baixa, aveludada e totalmente controlada.
Heitor: — Calma, Clarinha... escuta o que o eu vou te falar. Tem o banheiro da suíte bem ali do lado da cama, está vendo? Aquela pia ali.
Clara olhou de soslaio para a porta aberta do banheiro luxuoso, ainda com a respiração curta e o peito subindo e descendo sem sutiã.
Heitor: — Se eu gozar fora, vai pegar na sua cara ou na sua roupa, o risco é maior, imagina se a Monica chega e vê à roupa dela suja de porra. Se for levar a roupa assim alguém na rua pode notar alguma mancha ou você pode se melar inteira. Faz o seguinte: recebe tudo na sua boquinha, com calma. Quando eu terminar, você só levanta e joga tudo direto ali na pia do banheiro. É muito mais limpo, Clarinha.
Clara: — (Duvidosa, os lábios ainda brilhando) — Mas Senhor Heitor... eu nunca...
Heitor: — Confia em mim. Não é nada sujo. A Mônica, quando estamos juntos, costuma engolir tudo, ela já fez isso várias vezes. Eu não estou te pedindo para engolir, só para guardar aí na boca um segundinho e levar até a pia. Você vai estar segura.
A menção de que a Mônica — a esposa legítima e respeitada — fazia aquilo, combinada com a solução prática e higiênica da pia, fez Clara se sentir acolhida e protegida. Ela sentiu que, se fizesse exatamente como o vizinho sugeriu, manteria o controle da situação e de sua própria moral. Ela assentiu com a cabeça, um sinal de positivo tímido e trêmulo, e voltou a se concentrar no pênis dele.
Sentindo-se mais segura sob a proteção dele, Clara começou a lamber e a beijar o pinto de Heitor com uma curiosidade quase infantil, como se estivesse saboreando um pirulito. Essa inexperiência dela, o jeito desajeitado, mas extremamente dedicado com que ela explorava a grande cabeça rosa e as bolas pesadas, estava deixando Heitor completamente louco na cama, uma coisa que tirou Heitor do eixo totalmente foi Clara apoiar as mãos na virilha dele e usar só os dedos indicadores pra segurar o pau inteiro, cada dedo esticado e reto de um lado do pau, ela levantava ele e lambia e beijava, ela não olhava muito pra Heitor nos olhos, a curiosidade fazia ela fixar os olhos no corpo do pau e na cabeça, ela nunca tinha sentindo o sabor nem a textura, e muito menos visto tão de perto os detalhes dele.
Heitor: — (Gemendo alto, o corpo inteiro retesando na cama) — Isso... desse jeito meu bem! Meu Deus, eu vou gozar assim!
Clara parou por um segundo, olhou para ele de baixo para cima e apenas afirmou com a cabeça, confirmando que estava pronta para receber o líquido. Heitor segurou o queixo dela com firmeza e, com um movimento sutil, guiou a cabeça do pênis para dentro dos lábios fartos dela.
O primeiro jato veio com uma força descomunal, fruto da noite inteira de acúmulo e desejo. O leite quente, espesso e denso jorrou direto no fundo da garganta dela. Clara, pega totalmente de surpresa pela pressão violenta e pela quantidade absurda que preencheu sua boca de uma vez, acabou tendo um reflexo involuntário de deglutição. Ela se engasgou levemente e, nesse processo, acabou engolindo uma quantidade considerável daquele esperma morno.
Heitor continuou pulsando, descarregando tudo o que havia acumulado. Ela ficou ali, imóvel, de joelhos no colchão, com as bochechas cheias, sentindo o sabor forte, salgado e intenso da virilidade dele. Foram segundos que pareceram horas, onde ela sentiu cada pulsação diminuir até o pinto de Heitor amolecer levemente em sua boca, antes de deixa ela jogar tudo na pia, Heitor retirou o pau da boca dela e passou nos lábios, deixando eles repletos de porra, ele fazia o movimento que uma mulher faz pra passar batom assim ele cobriu totalmente os lábios dela com o restante do esperma que saiu no fim do seu orgasmo.
Heitor: — (Sussurrando, exausto e satisfeito, enquanto passava a mão pelos cabelos pretos dela) — Pode ir lá, Clarinha... pode jogar fora SE QUISER.
Clara se levantou devagar da cama, tentando manter o resto de dignidade que ainda lhe restava. Ela caminhou até o banheiro da suíte com o rosto queimando de vergonha e a boca cheia. Ao chegar na pia, ela cuspiu o que havia sobrado, vendo o líquido branco e viscoso escorrer pelo ralo.
Ela sentiu o gosto residual na língua — um sabor que ela definitivamente não gostou, era forte e marcante demais para o seu paladar delicado de paroquiana — e percebeu, com um aperto no coração, que apesar de ter cuspido o final, boa parte daquela goza já estava no seu estômago.
Clara permaneceu alguns segundos olhando para o próprio reflexo no espelho do banheiro. O pijama de cetim da Mônica estava entre aberto revelando seus peitos, e seus olhos pareciam carregar o peso de uma culpa ancestral. O arrependimento bateu forte, como uma onda fria, misturando-se com a vulnerabilidade da manhã.
Clara: — (Com a voz embargada, limpando o canto da boca com as costas da mão trêmula) — O que eu fiz, Senhor Heitor? Eu engoli o seu esperma, eu chupei o seu pênis... eu sinto que nunca mais vou conseguir tirar esse gosto da minha boca.
Heitor, vendo-a naquele estado de extrema fragilidade, levantou-se da cama e ajeitou a calça do pijama. Ele se aproximou devagar, sem a luxúria de antes, assumindo perfeitamente o papel de amigo protetor e porto seguro.
Heitor: — Ei, olha para mim... — (Ele segurou o rosto dela com as duas mãos, obrigando-a a olhar bem no fundo dos seus olhos verdes) — Não se sinta assim. Você não fez nada de errado, você apenas ajudou um amigo que estava no sufoco. Daqui a pouco, quando a rotina começar, você vai ver que o mundo continua o mesmo.
Clara apenas assentiu com a cabeça, mas seu próprio corpo a traía de forma implacável. O que ela não confessava nem para si mesma ali no banheiro era o quanto aquela degradação a havia deixado excitada. Sem o sutiã, a pele do seu corpo parecia queimar, e ela sentia um calor úmido e persistente entre as pernas; sua buceta estava completamente ensopada, reagindo àquela entrega proibida. Na sua mente confusa, passava um pensamento perigoso e avassalador:
Já que eu fiz o pior e chupei o pinto dele, o que custaria sentir a boca dele nos meus peitos de novo?
Mas a vergonha falava mais alto. Ela tinha “vergonha na cara”, como sempre repetia para si mesma nas orações, e jamais teria a coragem de pedir tal coisa em voz alta. Ela apenas baixou o olhar, ajeitando às pressas os botões do pijama para se trocar, ela ia falar que ia embora, mas Heitor, no entanto, não a deixou falar. Com a paciência de quem domina cada engrenagem daquela situação. Segurou o rosto meigo dela novamente, e assumiu a voz ativa com aquele tom aveludado de amigo protetor:
Heitor: — Ei, Clarinha... olha para mim. Eu quero que você use a cabeça agora, com calma. Você está sentindo esse peso e falando de fidelidade, mas vamos analisar os fatos juntos. Lembra do combinado que nós fizemos no hotel? O trato era conversarmos e lidarmos com isso apenas aos sábados, não era?
Clara engoliu em seco, paralisada pelo tom calmo dele, apenas assentindo timidamente com a cabeça. Na sua mente, as lembranças começaram a passar como um filme, e ela começou a analisar o que ele dizia.
Heitor: — Pois é. Mas quem foi que me mandou mensagem no domingo à noite, agoniada no banheiro por que o marido ia deitar na cama? Foi você, Clarinha. Quem foi que me procurou na segunda-feira, dizendo que o Carlos tinha viajado e confessando que estava se sentindo rejeitada e carente? Foi você. E ontem, quem foi que cruzou o quintal por pura vontade e bateu na minha porta pedindo para não ficar sozinha? Foi você de novo. Todas as vezes, Clarinha, foi você quem quebrou o combinado. Foi você quem veio atrás, foi você quem buscou tudo isso porque o seu corpo precisava do meu carinho para evitar aquela solidão e aquela dor chata que você sente em casa.
Cada palavra de Heitor caía na mente de Clara como um choque de realidade. Ela pensou friamente e percebeu, com um aperto no peito, que ele tinha toda a razão. Não havia como culpar o vizinho; ele apenas reagira aos chamados dela. Foi ela quem buscou o perigo, foi ela quem desejou o mormaço daquela carne branca desde o primeiro instante. O casamento morno e a carência haviam feito ela ruir por conta própria.
Ao perceber que a paroquiana havia assimilado a verdade e estava totalmente desarmada pela lógica dos fatos, Heitor desfez o semblante terno. A expressão dele tornou-se firme, e a pegada em seu queixo ficou muito mais apertada e possessiva, colando o quadril dele contra o dela. O tom de amigo sumiu, dando lugar a uma autoridade crua e dominante:
Heitor: — Então, vamos parar com a hipocrisia, Clarinha. O combinado do sábado morreu porque você mesma matou. E agora a nossa realidade é outra. Para a gente continuar com isso durante a semana, você vai ter que assumir o que é de verdade. Você está passando por um momento difícil, gosta da sensação de gozar e não quer renunciar ao que sentiu ontem no meu sofá. Só que eu não vou mais aceitar essa corda bamba de arrependimento de mulher direita e fiel. Para continuar vindo aqui, você tem que entender que a partir de hoje você é a minha amante. E na posição de amante, Clarinha... você não dita mais nenhuma regra. Você se entregou ao seu amigo, então a partir de agora você vai ter que me obedecer.
Clara sentiu um calafrio violento e elétrico despencar direto até o fundo do seu ventre. A nova postura autoritária dele enviou uma descarga de tesão imediata para a sua intimidade; sua buceta, que já guardava a umidade da manhã, pulsou forte sob o tecido do pijama da Mônica. Ela analisou aquela força, aquela virilidade dominadora que o marido manso jamais possuiria, e percebeu internamente o quanto desejava ser subjugada por aquele homem. Ela estava crescendo, aceitando a safadeza oculta que sempre guardou e entendendo que pertencia a ele. Heitor fixou os olhos verdes nela, esperando apenas o silêncio da submissão da sua nova amante.
A palavra "amante" ecoou no banheiro trazendo um impacto profundo. Mexeu com as estruturas da sua criação rígida na igreja, trazendo um medo gelado, mas, ao mesmo tempo, um alívio indescritível. Ela finalmente entendeu o que estava acontecendo. Naquele momento não havia mais dúvidas ou confusões: ela sabia exatamente onde estava errando, mas agora compreendia o porquê. O sentimento de culpa parecia pequeno perto do prazer avassalador que ele despertava nela. Clara percebeu, com o coração acelerado, que estava completamente apaixonada por ele. Ser amante era tudo o que ela precisava; assim ela não precisava acabar com o casamento, nem mudar a pessoa que era, ela podia continuar sendo a Clara da igreja, e também podia apenas se entregar aos comandos dele.
Ainda olhando nos olhos dele, e com o corpo mole de submissão, ela tomou coragem para fazer a pergunta que mais a assombrava:
Clara: — (Com a voz bem baixinha) — Senhor Heitor... o senhor vai querer entrar em mim em algum momento, não vai? O senhor vai me machucar, né? Eu tenho tanto medo da grossura do seu pinto...
Heitor desfez a expressão severa e voltou a sorrir com aquela doçura que a confortava. Ele a puxou para um beijo extremamente carinhoso, unindo os lábios com calma, explorando a boca dela com uma ternura que desarmou o resto do desespero dela. Quando o beijo terminou, ele deu um passo para trás e falou com uma honestidade nua, direta e dominadora:
Heitor: — Olha para mim, Clarinha... Ontem você não sentiu dor, você gozou, eu sei como cuidar de você, e você vai precisar confiar em mim. Só que deixa eu te falar uma verdade sobre nós dois: a sua bucetinha, por mais gostosa e apertada que seja, não tem tanta importância para mim. Ela já foi usada, ela pertence ao seu maridinho, é onde ele entra. Eu não faço questão dela.
Clara arregalou os olhos castanhos, surpresa com aquela afirmação. Heitor deu um sorriso de canto, descendo a mão lentamente pelo quadril largo dela e tocando com a ponta dos dedos, por cima do tecido, a entrada do cuzinho de Clara.
Heitor: — O que eu quero de você, Clarinha... o que vai ser meu de verdade, é esse território intocado aqui atrás. Esse cuzinho virgem que ninguém nunca encostou. É aqui que eu vou entrar. O seu rabo vai ser exclusividade meu. É essa a submissão que eu quero da minha amante. Você vai ser minha onde nenhum outro homem jamais ousou tocar.
Clara sentiu um choque elétrico violento despencar até o fundo do ventre, fazendo sua intimidade ficar mais úmida ainda. A revelação do plano dele e a menção à virgindade do seu cuzinho a deixaram paralisada e em choque. Ninguém na vida, nem Carlinhos em seus raros momentos, havia cogitado aquilo. Era o ápice da proibição, o verdadeiro significado de ser uma amante submissa. Ela estava processando tudo na mente e, totalmente apaixonada e dominada por ele, estava aceitando seu destino em silêncio.
Heitor olhou para o relógio de cabeceira e deu um sorriso de canto, percebendo que o tempo estava correndo. Ele precisava tomar um banho e se organizar para buscar a Juliana na casa da amiga, mas a atmosfera de submissão e entrega ali no quarto da suíte estava gostosa demais para ser cortada de forma abrupta.
Ele puxou Clara para mais perto pela cintura fina, fazendo o quadril largo dela colar no corpo dele, e soltou uma risada mansa, quebrando um pouco a tensão daquela conversa tão profunda.
Heitor: — Olha só Clarinha, mudando de assunto... pela quantidade de porra que eu vi você deixando na pia, me parece que você bebeu um pouco né?! eu fico feliz por isso rsrs!
Clara sentiu as bochechas queimarem na hora, mas o choque inicial já tinha passado. Ouvir aquilo dele trouxe um alívio engraçado para o seu peito. Ela soltou um sorriso tímido, escondendo o rosto borrado de batom no ombro dele, sentindo-se estranhamente leve. Era verdade; ela havia bebido a virilidade dele e, de uma forma pecaminosa, aquilo a unia a Heitor muito mais do que qualquer papel assinado na igreja.
Ele a ergueu pelo queixo, deu um beijo estalado e carinhoso em seus lábios, tirou suas roupas, pegou-a pela mão e a conduziu para dentro do box do banheiro luxuoso da suíte, ligando o chuveiro na água morna.
Ele era esperto, não tinha deixado ela pensar muito sobre o cenário, ela sabia que o cu era algo proibido, algo que ela não deveria nem imaginar deixar um homem entrar, muito menos um homem que não fosse seu marido, porem Heitor não deu tempo pra ela pensar bem, sabia que ela iria pensar melhor depois e isso iria gerar outra conversa, mas nesse momento ele só queria passar pra ela o que ele pensava sobre isso e ensinar ela as novas regras.
Heitor: — Já que você aceitou o seu papel e vai me obedecer, eu vou te dar a sua primeira aula de submissão e higiene agora. Para ser a minha amante e me dar o rabo com segurança, você precisa aprender a se preparar, Clarinha. A higiene tem que ser impecável. Se a gente não cuidar disso antes, na hora de brincar pode acabar sujando tudo de cocô, e nós dois não queremos isso, não é?
Clara engoliu em seco, com o rosto ardendo de vergonha pela crueza das palavras dele, mas assentiu. Heitor a puxou para baixo do chuveiro, misturando a água morna com o calor dos corpos deles. Ele começou a beijá-la com uma lentidão ardente, sugando a boca dela com carinho enquanto descia a mão direita pela frente do corpo da paroquiana. Ele penetrou os dedos direto na buceta de Clara, que já estava completamente ensopada e babando de tesão.
Heitor moveu os dedos ali dentro por alguns segundos, deixando-os completamente encharcados com o mel natural dela. Então, enquanto continuava a beijá-la profundamente e até chupar um pouco seu peitinho favorito em alguns momentos antes de voltar a beijá-la para mantê-la relaxada, ele escorregou aquela mão lambuzada para trás. Com extrema delicadeza, ele pressionou a ponta do dedo indicador, besuntado com o próprio melaço da buceta dela, bem no centro do cuzinho virgem de Clara.
Ela soltou um gemido abafado contra a boca dele, sentindo o músculo se contrair por instinto. Heitor continuou o beijo, empurrando o dedo devagar, massageando e alargando a portinha até o indicador entrar inteiro, preparando o terreno e mostrando ao músculo como ceder. Ele retirou o dedo lentamente, pegou o chuveirinho do box e entregou na mão trêmula dela.
Heitor: — (Com a voz didática, bem perto do ouvido dela) — Agora eu já abri o seu cuzinho com o dedo. Eu queria ser o primeiro a entrar aqui antes de colocar qualquer coisa. Agora você vai ficar aqui sozinha e vai repetir o que eu vou te ensinar. Você vai tirar essa pecinha da ponta da mangueira do chuveiro, encostar no cuzinho e deixar a água morna entrar devagar, sem pressa. Quando sentir que o intestino encheu, você se senta ali no vaso e solta tudo. Vai repetir esse processo até a água sair completamente limpa e cristalina. Faça isso agora que eu estou te esperando no quarto.
Ele deu um beijo na testa dela e saiu do box, fechando o vidro. Clara, com o coração disparado e a mente fervendo, obedeceu cegamente. Sentindo o gosto residual dele na boca e o mormaço do dedo dele lá atrás, ela fez o procedimento no vaso até ter a certeza de que estava totalmente limpa e higienizada.
Quando ela desligou o chuveiro e saiu do banheiro, secando-se rapidamente, Heitor já a esperava sentado na borda da cama super king. Na mão direita, ele segurava um objeto de aço inox, com uma base plana de coraçãozinho vermelho, uma haste fina e uma ponta ovalada em formato de gota.
Heitor: — Limpinha pra mim? Ótimo. Deita de lado aqui na cama e puxa a perna para cima. Isso aqui se chama plug anal, meu bem. É através dele que eu vou treinar e preparar o seu corpo para, logo, logo, eu comer o seu cuzinho.
Clara prendeu a respiração, deitando-se na seda e encarando o objeto na mão dele. O medo voltou, mas agora misturado com a segurança de estar limpa. Heitor besuntou o plug com lubrificante e já ia colocar nela, mas Clara estava com medo.
Clara: — Aí, Senhor Heitor... eu tenho medo de que não caiba, que vá rasgar...
Heitor: — (Aplicando mais lubrificante na ponta do plug e aproximando da entrada dela) — Não vai rasgar nada. O cuzinho é um músculo. O rabo foi feito para ficar fechado, por isso que se entrar na força, machuca. Mas com o plug nós vamos ensinar essa portinha a se abrir aos poucos. E o segredo é que você precisa aprender a empurrar. Quando o plug encostar, o seu instinto vai ser prender o ar e encolher. Se você encolher, tranca tudo e dói. Você vai ter que fazer o inverso: vai respirar fundo e fazer uma força leve para fora, como se estivesse indo ao banheiro. Quando você empurra para fora, o músculo abre sozinho e o plug desliza para dentro sem resistência. Vai... respira fundo e empurra.
Ela obedeceu, soltando o ar e fazendo a força exata que ele ensinou. No momento em que empurrou, a bordinha do músculo relaxou e a parte mais larga da gota do plug entrou de uma vez, sendo engolida pelo rabo dela. Clara deu um gemido agudo, um "Ahnn!" de puro susto e preenchimento, agarrando o lençol com força. A haste fina ficou presa pelo músculo, e a base segurou o objeto do lado de fora.
Heitor: — (Acariciando o bumbum dela, admirando a peça encaixada) — Viu só? Entrou perfeito porque você estava limpa e fez a força certa. O rabo serve para a mulher se entregar por inteiro. Quando o meu pau grosso estiver todo guardado aqui no lugar desse plug, o seu cuzinho vai apertar a minha carne de um jeito que a sua buceta nunca vai conseguir fazer. E a pressão que o meu membro vai fazer por dentro vai massagear a parede interna, estimulando os seus pontos mais profundos. Você vai gozar três vezes mais forte do que ontem. Mas para isso... você precisa treinar.
Ele segurou a base do plug e, com um movimento firme e cuidadoso, o puxou para fora, fazendo o rabo de Clara dar um estalo e se contrair rapidamente. Heitor limpou o objeto e o entregou na palma da mão dela.
Heitor: — Leva isso escondido. Agora coloca a sua roupinha e volta para casa. Não precisa ficar neurótica querendo faxinar tudo de forma exagerada para disfarçar a culpa, porque o Carlos pode ligar ou voltar a qualquer momento da estrada e você precisa parecer normal. Passa o dia descansando esse corpo maravilhoso e treinando com o plug na sua cama. À noite, quando a Juliana dormir, a gente se vê.
Clara assentiu com o coração leve, segurando o plug, sentindo o corpo anestesiado de tesão e a mente totalmente focada no que ia acontecer naquela noite.
