PARTE V Depois de tirar o cabaço anal do meu jovem Phelipe e perceber que a experiência pra ele foi muito prazerosa, apesar de inédita, meu tesão só aumentou; mesmo depois de gozar muito no seu CUzinho, meu pau continuava duro e a pulsar é o dele também babava duro como pedra. Nesse clima de tesão, fiz com que ele ficasse de quatro para receber de novo meu cacete e reviver a sensação dum pau de maco a preencher seu cu, numa posição de absoluta submissão dele ao seu homem que antes o havia deflorado. Aproveitei a porra que escorria num fio de seu CUzinho e pincelei a cabecinha rosada do meu pau no seu anel pra lubrificar meu pau e seu cu sem precisar de gel; aproveitei o leitinho cremoso como lubrificante para mais uma metida; Phê piscava insistentemente seu anel pedindo pika; coloquei na portinha, segurei firme com as duas mãos na sua cintura e num movimento só enterrei o cacete até o talo, fazendo aquele barulho clássico "plá" quando minhas bolas bateram nas suas e meu colo se juntou todo na sua bunda, meu cacete todo enterrado no seu CUzinho. Phê nem teve tempo de reagir, apenas soltou um forte gemido e bradou: -SEU FILHO DA PUTA!!! VOCÊ ME ARROMBOU, TÔ ME SENTINDO RASGADO AO MEIO, SEU VIADO DO CARALHO!!! Eu me debrucei sobre seu corpo, mordi sua nuca, dei chupão no seu pescoço e pedi um beijo ??... ele voltou seu rosto, lágrimas escorriam de suas faces e nos beijamos carinhosamente. Ficamos um tempo assim até que ele se acostumasse e então me desculpei dizendo que naquela posição eu perdia o controle; que sua bunda era linda, durinha, gostosa e irresistível; que ele de quatro me fazia sentir o verdadeiro macho alfa, descontrolado, dominador; mas que a partir dali eu faria tudo com mais cuidado pra que ele também desfrutasse do prazer de dar o cu, de ser preenchido e dominado, de sentir o prazer que um macho lhe podia proporcionar. Segurando firme no seu quadril iniciei as bombadas no seu CUzinho, lentamente pra ele se acostumar e também curtir; eu puxava meu cacete até quase na portinha, qdo ele piscava o cu pra sugurar a cabecinha dentro; eu metia de novo centímetro por centímetro até atolar tudo, ora aumentava o ritmo, ora diminuía; quando pressentiamos o quase gozo ficávamos parados só sentindo o pulsar do meu pau dentro dele; as pulsações dos nossos corações ?? batiam na mesma sintonia e o prazer era mútuo compartilhado; e ficamos assim a desfrutar do prazer da foda por mais de meia hora... não desejávamos que o tempo passasse; era um clima de puro êxtase, mesmo sem gozo. Pedi que ele fosse se deitando devagar pra meu pau não sair do seu CUzinho e junto fui soltando meu corpo sobre o seu até ficarmos na posição de papai-e-mamãe. É nessa posição que eu me sinto o total dominador e meu parceiro na total submissão o que me provoca um tesão do caralhoooo!!!; cruzei minha pernas sobre as suas abrindo bem para deixar sua bundinha redonda e durinha bem exposta; coloquei meu braços sob seu tórax abraçando forte e acariciando seus peitinhosxrijos de tesão; com minha mãos feito ganchos segurei firme nos seu ombros e comecei a socar forte e ritimado no seu CUzinho apertado, liso, quente, já bem adaptado ao tamanho do meu cacete; eu mordia sua nuca, dava chupões no seu pescoço e sentia o corpo de Phelipe vibrar e se contorcer de tesão e prazer; ele gemia gostoso, arrebitava e oferecia sua bundinha redonda e eu metia cada vez com mais intensidade até que senti o pré gozo... meu pau inchou, latejou e soltou jatos fortes de porra, leite quente e cremoso dentro do seu cu que ficou inundado; ao mesmo tempo senti as contrações do seu cu, um estremecer do seu corpo e entre gemidos ofegantes Phê também gozou copiosamente nos lençóis. Ofegante fiquei um tempo com meu corpo suado cobre o seu, meu cacete ainda pulsava dentro dele a soltar as últimas gotas do meu nectar; meu parceiro permanecia inerte a usufruir daquele momento único. Meu cacete foi relaxando e aos poucos saiu da gruta do amor do meu Phê; cai do lado, ele virou-se pra mim e com uma expressão da maior felicidade juvenil me deu um longo, molhado e lascivo beijo; nos abraçamos, pernas entrelaçadas, o gozo dele a escorrer e banhar nossos corpos, o quarto todo perfumado de sexo, nos deixamos adormecer. Despertos fomos para um banho reparador. Nós vestimos, saímos e deixei Phelipe no ponto de ônibus perto da escola onde seu colega já o esperava reclamando que tinham um trabalho de escola pra terminar e que seu colega cabulara aula e nem avisara; Phê o convidou para irem até sua casa onde concluiriam o trabalho, tomariam um lanche e jogariam vídeo game; que estariam tranquilos pois seus pais não estavam em casa... aquele garoto que havia se tornado homem ao perder o cabaço tinha planos...
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