PARTE III Despertos do torpor provocado pelo êxtase de intenso gozo, fomos ao chuveiro para um banho restaurador. Sobrinho estava alegre, descontraído e brincalhão, até a fazer bolhas de sabão enquanto trocávamos carícias com a água morna a escorrer por nossos poros, e o tesão voltou a aparecer com nossos membros outra vez eretos. Nesse clima agarrei meu frentista por trás, encaixei meu cacete pulsante no seu reguinho, dei-lhe um chupão no pescoço, com uma mão lhe acariciava um mamilo e com a outra massageava seu pau duro e empinado... Sobrinho ensaiava meio dissimulado querer se desvencilhar do meu assédio, mas ao mesmo tempo seu corpo demonstrava estar gostando da situação. Cheguei ao seu ouvido e perguntei com voz suave se ele estava pronto para a próxima etapa, entregar seu CUzinho. Ele num ímpeto soltou-se e me olhando firme retrucou: "como assim?!?" Envoltos nas toalhas voltamos pra cama e sentados lado a lado lhe expliquei que o que havíamos feito até ali era uma "broderagem", brincadeira erotica-sexual entre amigos ou, noutra leitura, as preliminares para uma boa foda. De novo ele retrucou: "peraí, como assim?!?: a demonstrar tida sua pureza juvenil e total inexperiência com outro homem. -Bem, respondi, até aqui juntos desfrutamos do tesão e prazer que, reciprocamente, nossos corpos nos proporcionaram. Agora, de comum acordo, podemos foder de verdade, eu metendo meu cacete no seu cu, ou seja vou fazer o seu cabaço e você vai experimentar o que é ser um homem de verdade e gozar com pau no cu. -Porra, ele me disse, não sei não. Isso não é coisa de viado, dar o cu?!? Pensei que a gente só ia brincar, fazer umas sacanagen, punhetar e gozar. -Diga com sinceridade, você me acha um viado? -Quéisso!!! Você tem mó pinta de homem, sério, e meu tio sempre fala muito bem de Você, ele gosta demais de você. Ele disse. -Pois saiba que eu já dei o cu, e mais de uma vez, e tô aqui com você. Sobrinho ainda me olhava meio incrédulo. -Bem, continuei, você com tudo que fez até aqui comigo, está se sentindo menos homem, depois de ter me beijado, chupado meu pau, receber um cunete, nos punhetar e gozar juntos, aguma coisa mudou em você?!? Nada certo! Mas se você acha que deixar eu meter meu cacete no seu cu e gozar te fudendo, é demais, que você não está pronto, blz, paramos por aqui, sem problemas. Sobrinho continuava relutante, pois ali ao meu lado na cama sentia ainda muito tesão e também receio, e falou quase em sussuro: -Puta que pariu, foda-se! Mas ninguém pode saber, certo?!? Muito menos meu tio! -Claro que não, respondi; o que acontece aqui é só entre nós dois, ponto. -Mas tem outra coisa, voltou a dizer, se eu der meu cu pra você, você também daria pra mim, deixaria eu meter o cacete no seu CUzinho, assim ficamos os dois iguais, topa?!? -Numa boa, respondi. Se esse for o obstáculo está resolvido. Num impulso, ele pulou nos meus braços, me beijou sofregamente e disse que comigo ele se sentia seguro, tranquilo e iria provar de tudo... mas que eu fizesse com muito cuidado e paciência pois seu CUzinho era totalmente virgem, suas pregas estavam intactas. O tranquilizei retribuindo com um beijo lascivo e um longo abraço. Antes, porém, esclareci da necessidade de fazer a higiene anal e o orientei como fazer a chuca, e notei que ele já tinha noção disso, talvez pesquisando na Internet. Ele já voltou pra cama nu e com pausão empinado babando, pronto pra foda tendo nas mãos gel e camisinhas... o safado havia se preparado. Fiz com que se deitasse na cama com um travesseiro sob as costas, abri bem e levantei suas pernas a fim de deixar a bundinha bem aberta e o CUzinho exposto... dei uma mamada intensa no seu cacete e nas bolas até chegar no seu CUzinho que piscava e suava de tesão, exalando um delicioso perfume... lhe disse que iria meter meu pau no seu cu virgem, olhando fundo nos seus olhos já brilhantes e iria beijá-lo com carinho para abafar seus gemidos. Coloquei a cabecinha rosada do meu cacete na portinha do seu cu já bem lubrificado com gel, curvei-me sobre ele, o beijei de forma intensa e fiz pressão pra entrar no seu cu, passando a cabeça e um terço do cacete... Sobrinho soltou um grito, abafado pelo meu beijo e duas lágrimas escorreram de seus olhos... descolei minha boca da sua e disse: -O pior já passou, mas ouvi dele: CARALHOOOO, TÁ DOENDO, PORRA!!! Calma falei, relaxa e dá piscadas com o cu, dá mordidas no meu pau com ele, que alivia a dor que se transforma em prazer... ofegante e sem acreditar obedeceu e me puxou pra mais um beijo, no que aproveitei pra ir penetrando devagar todo o corpo do meu caralho, até minhas bolas baterem na sua bunda... devagar fiz pulsar meu membro lá dentro dele e recebia leves mordidas do seu cu, o que mostrava que estávamos sintonizados. Para minha satisfação, esse tempo todo seu pau permaneceu duraço, o que mostrava que ele tb sentia tesão prazer... comecei então a punhetá-lo com leveza, no mesmo ritmo que iniciei as bombadas no seu CUzinho... Sobrinho soltava suspiros e gemidos e me olhava com certa apreensão e carinho... interrompi os movimentos e perguntei se estava tudo bem e recebi em resposta: -Putzzz, você é foda mesmo; sabe como seduzir e proporcionar prazer pra outro macho; tá difícil, sinto dor ainda, mas muito gostoso sentir essa sensação nova pra mim, tô curtindo, vai me fode gostoso... Retomei as bombadas com mais intensidade, sem soltar seu pau e percebi que seu pau inchou mais e a soltar gotas de pré gozo, ele ia gozar... soltei seu pau, segurei firme no seu quadril e meti fundo, até o talo e soltei meu nectar em jatos generosos nas suas entranhas; ele soltou jatos intensos e abundantes que atingiram seu rosto, peito e barriga, num êxtase simultâneo pra nós dois. Soltei meu corpo pesadamente sobre o seu e nos beijamos longa e apaixonadamente a aproveitar a deliciosa sensação do gozo... A barreira da resistência fora vencida e a expressão de Sobrinho era de felicidade.
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