PARTE I
Navegando num site erótico gay encontrei um perfil que achei interessante, chamei, ele respondeu e começamos a conversar, falamos amenidades, um pouco de sacanagem, e procurei saber mais dele, quem era, etc.; de início era muito reticente, ressabiado, mas aos poucos fui obtendo informações; me falou seu nome, JUNIOR (o hábito de quem nao quer revelar o nome) um garoto de 25 anos, com1,60m de altura, pele clara, magrinho, solteiro, olhos castanhos, cabelo curto na maquina1; insisti mais e numa msg lhe mandei uma foto do meu cacete para instiga-lo e, para minha surpresa, ele retribuiu com nudes do seu pau, uma pica de 16cm muito linda, reta e cabecinha arroxeada.
Perguntei da sua experiência e depois de muita insistência - ele era hermético, feito uma lata de sardinha, para falar de si - com um pouco de dificuldade foi se abrindo e falou que curte ler, escrever e publicar contos eróticos gays, que tem preferência por caras mais velhos mas gosta de caras novos também; mas que hoje tem preferência e gosta muito de um quarentão, cinquentão pra conversar e conhecer o pessoas.
Continuei a insistir acerca de suas experiências aí me disse que acha que sempre curtiu caras, uma mão boba aqui e ali com os amigos, então acha que sempre teve atração por homens; acrescentou que so foi se interessar por caras mais velhos depois dos 16 anos; que antes só se interessava pelos da mesma idade que a sua, amigos do bairro e da escola; que se entende mais como ativo, e que ainda é virgem, e confessou meio encabulado "sim tenho 25 anos e sim sou virgem"; continuou afirmando que não é gay assumido, e acha que quando aparecer alguém terá o que assumir, e que agora, desejo, vontade, é particular, pessoal e quando ele encontrar alguém não vai ter que assumir porque vai ser visível.Tentei saber mais dele, mais detalhes, revelei algumas coisas sobre mim e minhas experiências com caras pra testar se assim ele "abria o cofre" dos seus segredos; avancei e pedi nudes ou fotos "normais" mas ele foi reticente ou omisso, fechado em copas para mostrar-se ou falar de si.
No entanto, apesar do clima de mistério, gostei muito da sua franqueza e sinceridade iniciais; esse seu modo reservado e arredio fez com que me despertasse ainda mais interesse nele, um diamante a ser lapidado para expor sua exuberância, uma fruta atraente, porém difícil de alcançar no alto da árvore, algo que só fez despertar meu tesão poe ele.
Continuamos a conversar e a trocar mensagens até que um dia o convidei para um happy hour quando ele saísse do trabalho; passei toda a tarde para convencê-lo e seduzi-lo, por mensagens e rápidas conversas, a se encontrar comigo para, finalmente, nos conhecermos pessoalmente; era quase final da tarde e eu estava a me conformar com o insucesso da minha investida quando recebo uma mensagem dele a indicar um barzinho onde poderíamos com tranquilidade conversar "sem chamar atenção", ele disse.
Minutos antes do horário combinado me instalei numa mesa mais discreta; o local começava a receber pessoas pro happyhour; de onde eu estava vejo entrar um rapaz com a descrição que ele havia me passado; ele era de fato uma "pessoa comum, sem nada de especial que chamasse atenção", como havia me falado numa mensagem; fiz sinal e ele veio ao meu encontro, nos cumprimentamos de modo formal, como se ele fosse um cliente meu, num encontro de negócios; pedimos drinks e petiscos e sem rodeios fui ao ponto:
-Gostei de você pessoalmente, que bom que voce aceitou meu convite, assim como me interessei nas conversas que trocamos; estou atraído por você e creio que podemos curtir bons momentos juntos na intimidade.
Ele enrubeceu e ficou longos segundos em silêncio até responder encabulado:
-Poxa vida, não esperava que você fosse tão direto e objetivo assim já de cara; vamos com calma, conversar mais e nos conhecer um pouco melhor.
Reiterou que sim, gostava e sentia atração por homens, mas que tivera até agora apenas "brincadeiras superficiais" - seu modo peculiar de dizer as coisas sem dizê-las - que também me achava simpático e atraente e que, se fossemos devagar, sem pressão ou precipitação, a gente podia ver até onde ia rolar.
Mais uma vez percebi que ali estava uma pedra bruta que necessitava ser lapidada. Cuidadosamente procurei tocar suas mãos sobre a mesa que ele prontamente as recolheu; eu estava excitado, meu pau até doía apertado e teso dentro da cueca, já molhada de tanta baba; resolvi avançar mais um pouco e reiterei que eu respeitaria seu tempo, só que eu estava com muito tesão e perguntei se ele não topava uma mão amiga ali agora, ali mesmo no banheiro do bar; sem esperar resposta me dirigi ao sanitário e fiquei uns minutos lá à espreita; para minha surpresa ele logo entra e me puxa para um box maior, desses PCD, e tranca a porta; abre o zíper da minha calça e faz meu pau saltar pra fora e o segura firme; como ele estava com uma calça com cintura de elásticos, puxei ela para baixo junto com a cueca e vi então, ao vivo, seu cacete de 16cm, cabecinha arroxeada babona pois ele também estava excitado, com tesão o safado discreto; peguei no seu pau babado e o segurei com firmeza; de frente, um com o pau do outro na mão iniciamos uma gostosa punheta; Junior gemia baixinho e se contorcia de tesão fechando os olhos; quando o percebi assim absorto, sem tirar uma mão do seu pau, com a outra segurei firme na sua nuca, trouxe seu rosto de encontro ao meu e lhe dei um beijo arrebatador, molhado, lascivo; ele tentou recuar e se desvencilhar mas soltei seu pau e com as duas mãos segurei sua cabeça sem permitir de nossos lábios se descolagem; meti minha língua áspera dentro de sua boca a buscar a sua; nisso ele também larga meu cacete, junta suas mãos no meu rosto e retribui o beijo ?? apaixonadamente; ficamos nesse beijo intenso por não sei quanto tempo, enquanto nossos cacetes travavam uma desajeitada luta de espadas.
Separadas nossas bocas, ficamos a nos olhar a nos interrogar; para não comprometer o clima, me ajoelhei diante dele e abocanhei com volúpia seu cacete todo lambuzado de intensa baba; eu segurava firme nas suas nádegas, macias, redondas, firmes e não permitia que ele se afastasse; Junior gemia sem controle até que sem avisar gozou, gozou na minha cara, pescoço e peito com abundância; nesse clima de quase torpor, me levantei e forcei sua cabeça de encontro ao meu pau e fiz com que ele mamasse e saboreasse meu pau com vontade; ele meio sem jeito chupava e engasgava quando a cabecinha do meu cacete de 17cm atingia sua garganta; ao sentir meu pau inchar percebeu que eu ia gozar, rapidamente tirou meu pau da boca e o punhetou me fazendo jorrar a porra toda em jatos na parede e no chão do banheiro.
Eu tentei me limpar com as toalhinhas de papel que havia ali enquanto ele se vestia. Saímos dali e com certeza nosso odor era de sexo; bastante constrangido Junior quis ir logo embora. Fomos até meu carro e me propus a levá-lo pra casa. No percurso nosso silêncio era ensurdecedor. Chegando ao destino, um quarteirão antes da sua casa, falei convicto mostrando segurança:
-Quero te ver de novo e num ambiente mais adequado para realizarmos todos os nossos desejos.
-Eu também quero, respondeu com clareza, sem pestanejar, mas me dá um tempo, preciso processar tudo isso. Eu gostei de você sim; a gente se fala, mas não me liga, não quero pressão, eu entro em contato.
Trocamos um selinho, o que foi um avanço porque estavamos na rua, e ele saiu do carro caminhando me acenando com a mão.




Que delicia. Explorar tudo sem esperar nada. Meu só ho alguém que tbm queira assim. ...