PARTE I
Encontrei Vitório, ou simplesmente Vito, num site de bate papo gay e começamos a conversar. De início ele se mostrou muito reservado, muito mesmo, não revelava nem a cor dos cabelos, mas tinha uma fala maliciosa e se referia, com algum recato disfarçado, a desejos sexuais com homens; eu até por natureza insistia e o instigava, para que ele externasse seus instintos e desejos por homens; ocorre que na medida da minha insistência ele se tornava mais marrento e fechado em copas.
Foi justamente essa postura dele que aumentou meu desejo e tesão por ele; numa de suas falas disse que curtia homens com pelos abundantes; do nada mandei então uma nudes minha pra mostrar meu cacete meia bomba em meio aos abundantes pelos que tenho na região pubiana; para minha surpresa, antes de comentar minha foto, ele retribuiu com uma foto do seu lindo cacete duraço; percebi que a barreira estava transposta e investi mais.
Passei a mandar mensagens bem sacanas, falando muita putaria; Vito respondeu no mesmo padrão e o clima foi esquentando; começamos a falar dos nossos desejos com caras, com ele insistindo que era só ativo; eu falava de meu desejo de possuí-lo e o convidava para uma broderagem; foi então que ele admitiu que era 100% virgem, que na adolescência tinha apenas "brincado de mão amiga" com colegas de escola, que nunca beijara outro homem e nunca fizera nem recebera um oral, portanto era virgem oral também.
Saber que eu tinha ali um belo jovem, aos 26anos totalmente virgem, levou meu tesão a mil e me esmerei em conquistá-lo; mandei mais nudes minhas sem avisar e ele depois de alguns comentários, retribuiu com um vídeo mostrando seu corpo inteiro, menos o rosto, e balançando seu belo cacete de 16cm, reto, liso, cabecinha arroxeada, uma delícia ??. Sua altura de 1,70m, 70kg, pele clara, corpo todo liso sem pelos, apenas uma penugem escura em torno do pau.
Essa troca provocou uma enxurrada de troca de mensagens muito picantes e eu insistia que queria ser seu primeiro homem, seu macho, a fazer seu cabaço anal e tirar sua virgindade; talvez eu tenha sido impulsivo, precipitado, e o levou a se fechar em copas novamente, pediu um tempo, dizendo que suaa cabeça estava girando confusa com.tudo aquilo e ficamos uma semana sem nos falar; Vito voltava à sua caverna e ao seu estilo marrento; mas não desisti.
Mandei uma mensagem suave, ambígua, e aos poucos voltamos ao estágio de mútuo assédio; ele aos poucos voltou a falar sacanagem e eu a instigá-lo a perder a virgindade comigo, mesmo que começassemos numa simples broderagem, com o compromisso de não tentarmos penetração; Vito se mostrava relutante, inseguro, mas não escondia o tesão que minhas propostas lhe provocavam; seu tesão por mim era evidente.
Nosso contato e troca de mensagens sacanas, entre idas e vindas, já atingira quase três meses; era tempo de eu tomar a iniciativa e avançar no assédio em busca de realizar os mútuos desejos; o tesão que nossas mensagens carregavam eram inegáveis: eu o desejava, Vitor me queria!
Fiz a proposta de, finalmente, nos encontrarmos pessoalmente; marquei um compromisso profissional na cidade dele -ah, sim, ele era de outra cidade- e, na oportunidade nos encontraríamos para um happy hour; relutante, meio travado e ainda inseguro, ele concordou em me encontrar, se fosse "apenas um happy hour num local público "; confirmei o encontro, e preparando o terreno, fiz reserva num hotel onde pretendia passar a noite com Vito.
Chegado o dia do encontro, resolvi a questão de trabalho e do meio pro fim da tarde, com um tesão do caralho, já estava no bar do hotel, um local discreto e elegante, à espera dele; nem terminei meu primeiro drink e eis que surge Vito, muito elegante num traje casual, com um leve e discreto sorriso nos lábios; meus olhos brilharam e meu pau pulsou dentro da calça.
