PARTE I
Eu e Ary crescemos juntos; éramos vizinhos desde pequenos, fizemos o ensino básico, médio e fomos pra faculdade juntos. Na adolescência, hormônios a fervilhar, fizemos as primeiras descobertas juntos e começamos as primeiras brincadeiras adolescentes: medir quem tinha o pau maior, o pau mais grosso, quem já tinha porra... até aí eram só gotinhas transparentes... sentir o que era tesão; às escondidas folheávamos revistas pornográficas... não havia Internet, muito menos trocas de nudes, rssss... descobrimos as delícias da "mão amiga"; daí para as mamadas, 69 e cunetes e provar porra, primeiro a própria, depois a do amigo; foi uma época de descobertas desafiadoras, travessuras, "pecados", transgressões que elevaram a adrenalina e... o tesão!!!
Até que numa dessas brincadeiras, Ary me fazendo um cunete enlouquecedor, me pergunta:
-Posso comer seu cu, tô com muito tesão e seu CUzinho delicioso, saboroso, não para de piscar.
Me virei imediatamente, surpreso e confuso, afinal éramos tão íntimos há tempos mas, dar o cu!!!
Ficamos a nos olhar fundo, olho no olho, a nos perguntar: porquê sim, porquê não??!!
-Mas dar o cu não é coisa de viado??!!, indaguei entre confuso e excitado, meio gaguejante.
-Mas e se eu der o cu pra você também depois, se fizermos um troca-troca, igual no 69, aí nem você, nem eu seremos viados, respondeu.
Na santa ingenuidade adolescente, achamos que tudo bem e combinamos de fazer isso no dia seguinte, quando estivéssemos mais preparados e terminamos aquele dia na costumeira mão amiga, mas já com dedos melados a trocar carícias no cu um do outro.
Tínhamos que encontrar o local e horário adequado para não sermos atrapalhados, o que já acontecera em ocasiões anteriores, quando quase fomos flagrados pelos pais. Fomos pra casa de um tio dele na mesma rua com a desculpa que tínhamos que usar suas ferramentas para trabalho escolar; seu tio passaria o dia no trabalho e nos liberou a casa; tudo pronto fomos pra foda, com as camisinhas, pelados começamos as preliminares até que eu fico de quatro, ele se coloca por trás e tenta, tenta, e tenta me penetrar e eu de cu travado não cedi meu cabaço; Ary então falou pra eu tentar foder ele, me preparei, agora ele de frango... tinhamos visto isso numa revista... e por mais que eu tentasse meu cacete não penetrou seu cu; ambos frustrados e inexperientes acabamos na punheta, nem mão amiga rolou; de volta à rotina "descobrimos" uma das causas do nosso fracasso: o gel!!! no afã de foder, esquecemos que o gel era fundamental, especialmente numa primeira vez. Santa e desastrosa ingenuidade!!!
Passou o tempo, passamos juntos no vestibular, na mesma universidade e nesse novo universo fizemos novas e interessantes descobertas; na mesma sala minha na faculdade tinha um carinha lindo, clarinho, olhar furtivo que me despertou interesse; nossos olhares se cruzaram algumas vezes, pisquei pra ele que sorriu; ao final da aula saímos juntos e fui logo ao ponto: "você é lindo, curti você, curte caras?", falei; "com certeza, ainda mais um gato feito você", respondeu.
Estabelecida a empatia, ele se apresentou, sou Júnior e logo propôs de irmos dali direto pro AP dele, pois morava sozinho ali perto do campus; retruquei que estava com um amigo, doutro curso, mas que éramos íntimos e sempre fazíamos as coisas juntos; ele devolveu que não rolava, que nunca tinha feito sexo a três, e muito menos faria comigo e o amigo que sequer conhecia; perguntou se éramos namorados, pois aí tudo se complicava; esclareci que eu e Ary éramos apenas "amigos de broderagem", que nunca tínhamos transado entre nós, nem com outros caras; ao constatar que disporia de dois caras virgens, seus olhos brilharam e, safadamente sugeriu:
-Podemos fazer assim, vamos os três agora pro meu AP, você me come e ele assiste, depois ele me come e você assiste, topa?!?
Fiquei excitado, tive de disfarçar o volume entre minhas pernas e fui à procura de Ary; o encontrei no estacionamento já à minha espera e relatei a proposta do Junior; ele ficou a pensar alguns minutos e soltou: "bora pra sacanagem!".
Fomos ao encontro de Jr. que foi conosco até o AP. Lá ele nos serviu um suco, nos disse para tirarmos a roupa e foi até o banheiro; pelo barulho que se ouvia vindo do banheiro, ele foi fazer a chuca; de volta pra sala estava totalmente nu e nas mãos o tubo de gel e um pacote de camisinhas.
Já passara a hora do almoço, mas nossa fome e o cardápio eram de outra natureza.



