FRAN O ITALIANO Depois de ficarmos, meu cunhado Niko e eu, quase de dois anos fodendo, nossas fodas ficaram menos frequentes e o tesão de ambos foi diminuindo, coisa natural; aí meu cunhado mudou-se para a capital para cursar engenharia numa importante universidade e passamos a nos só ver esporadicamente, apenas quando ele vinha visitar seus pais; sem chances de ficarmos sozinhos não rolou transa mais. Num final de ano, antes das festas natalinas, Niko e eu precisamos sair para fazer umas compras para a família e relembramos os velhos tempos; ele me perguntou se eu andava pegando uns carinhas depois dele e falei que havia parado com isso; que com ele a coisa era diferente; mas agora como ele estava aqui, a gente podia matar as saudades e marcar uma boa foda; ele me deu um soco de brincadeira nas costelas, mas seu sorriso entregou: -Porra CUnhado, você é foda mesmo; esses tempos lá na república onde moro várias vezes bati punheta pensando em você, seu viado do caralho!!! Voltamos pra casa, deixamos as compras, inventamos que íamos procurar umas bebidas e rumamos prum motel; lá eu mesmo avancei beijando ele, apalpando sua bunda durinha e ele retribuiu pegando firme no meu cacte; tiramos nossas roupas, caímos na cama e ele logo engoliu meu cacete com fome; eu com puta tesão o surpreendi abocanhando seu pau iniciando um voluptuoso 69; Niko ficou de frango, abriu bem as pernas e pediu: -Vem CUnhado fdp, mete logo no meu cu, tô com.saudades, enterra logo seu cacete que tô doido de tesão pra gozar com pau no cu!!! Obediente, apontei meu cacete no CUzinho dele que não parava de piscar, dei uma lubrificada com saliva na cabecinha rosada e no seu cu e numa vez só meti até o talo; ele soltou um gemido alto, soltou um palavrão e pediu mais, "mete meu macho, vai fundo e me arromba, que saudade que eu estava desse cacete atolado no meu cu, fode com força e goza, despeja sua porra toda dentro de mim"; com esse apelo comecei a bombar num ritmo vigoroso, e em retribuição recebia mordidas do seu cu no meu cacete duro e latejante; nós dois gemiamos no ritmo das minhas estocadas; ele batia uma punheta com gosto até que anunciou o gozo e pediu pra gozarmos juntos; meti mais forte, meu pau inchou e soltei seguidos jatos de leite cremoso e quente inundando suas entranhas; ele soltou jatos de porra sobre seubpeito e barriga; trocamos um beijo e satisfeitos, fomos até o chuveiro para uma ducha rápida, apenas para nos livrar do suor e do odor de sexo em nossas peles. No caminho de volta voltamos a conversar amenidades e a certa altura falei que estava prestando atenção no CUnhadinho dele, irmão da sua namorada, o Francisco, dois anos mais novo que ele; disse que ele chamou minha atenção porque que ele vinha me olhando de um modo diferente; será que ele gosta de homens, ou é minha imaginação, você já pegou ele, perguntei; Niko me disse que também notara algo nele, que só gostava que o chamassem "Fran", o que ele achava bastante feminino. Pedi a ele que fizesse uma sondagen com a namorada, porque era muito arriscado eu tentar chegar nele; dias depois ele me falou que a namorada também tinha desconfiança de que o irmão fosse gay, mas não podia afirmar. Passadas as festas, com essas informações fiquei a maquinar uma forma de me aproximar de Fran; ele era simplesmente lindo, cabelos castanhos bem claros encaracolados, rosto delicado, olhos esverdeados, pele bem clara, corpo liso sem pelos, um encanto de rapaz aos 18anos; 1,70m de altura num corpo atlético moldado em competições de natação e hipismo. Numa manhã eu saía para trabalhar e vejo Fran num ponto de ônibus, roupa esportiva e mochila nas costas, indo para os treinos na piscina; parei o carro, ofereci carona, logo aceita, pois éramos praticamente vizinhos; fiz comentsrios aleatórias até chegar em namoro; ele respondeu que estava mais focado no esporte; insisti que mesmo assim, lindo como ele era e com um corpo assim tão bem cuidado, muito interesse deveria despertar nos treinos; ele desdenhou dizendo que ali não tinha ninguém interessante e que ele curtia pessoas mais maduras, mais adultas; opa, que boa notícia pensando sorri. Decidi que ali estava uma deixa para eu ousar e avançar. -Hummm, quer dizer que você prefere seu treinador que o pessoal da equipe, falei. Fui cuidadoso sem mencionar meninos ou meninas, para não parecer insinuação, ao que ele com naturalidade respondeu: -O técnico até tentou me assediar, veio com uns papos, mas ele não faz meu tipo, recusei. Com essa fala ele se entregou e aproveitei para perguntar então que tipo de homem ele preferia, já sentenciando que ele curtia homem; foi aí que ele percebeu onde tinha chegado a conversa, assim tão íntima comigo alguém quase da família, pois meu cunhado namorava a irmã dele e as famílias conviviam; Fran tentou disfarçar mas insisti que eu também tinha minhas preferências como ele, só que ao contrário dele, eu preferia os mais jovens, assim como ele; com espanto nos olhos me encarou e perguntou se eu "também"-outra admissão-curtia homens; com naturalidade admiti que sim, eu era bissexual. Fran ficou alguns minutos em silêncio, respirou fundo como quem estava elaborando as ideias, e soltou um palavrão bem italiano, "perder lá madonna" para em seguida completar me deixando surpreso, que, então, Ele e Eu havíamos perdido muito tempo; quis saber o que isso significava e ele esclareceu que desde pequeno, ainda adolescente, ele me admirava muito e rasgou elogios acerca do meu estilo, meu jeito de me vestir e do meu corpo; que a minha idade madura sempre o encantara; devolvi dizendo que então tudo aquilo era recíproco; que desde sua adolescência eu o admirava e sua beleza e educação me causavam um sentimento, um desejo, que à época eu não admitia possível. Inesperadamente, Fran veio com o rosto em direção ao meu, com uma mão me puxou pela nuca, e me deu um beijo avassalador, molhado, de língua que correspondi com volúpia. Quando descolamos nossos lábios, nossos olhares se cruzaram e quase ao mesmo tempo dissemos: -Então chegou a hora, vamos recuperar o tempo perdido!!!
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