PARTE IV Nosso reencontro estava sendo delicioso após os 20 anos que nos separavam; além das fodas intensas e gozadas abundantes, reavivava nossa amizade e trazia de volta as doces e agradáveis lembranças do passado. De volta ao seu AP ficamos no sofá entre trocas de carícias e beijos assistindo a um filme gay romântico que não vimos até o final porque nosso tesão é desejo não nos permitiram; já sem roupa fomos para a cama; a noite e o dia seguinte foram intensos; Junior, o adolescente jovem safado, espivetado e puto que conheci e possui com tesao aos 22 anos não deixou de existir; o Homem 40tão que ali estava comigo a me desejar esfomeado e me provocar tanto tesão era a mesma pessoa; desinibido e puto safado, parecia, às vezes, um profissional do sexo, tão ampla era sua criatividade, sem falar na energia inesgotável e um corpo invejável, desejável, de causar furor num outro macho. Nossa noite foi de puro tesão, prazer, sacanagem, gozo e culminou em êxtase; não nos permitimos dormir; deixamos nos conduzir pelo tesão e desejo; só foi possível relaxar e dormir de fato quando, em meio à madrugada, nossas forças se exauriram; fodemos muito a noite toda, a começar por um 69 guloso quando nos devoramos mutuamente; com bocas, lábios e línguas a degustar os cacetes e o CUzinho reciprocamente; nas várias fodas, mudamos sempre de posição e trocando de frango assado para cavalgada, com Junior a demonstrar incrível habilidade de engolir um cacete latejante pra depois posiconar-se de quatro, com seu CUzinho em frequentes piscadas a morder meu pau até deitamos no modo "papai e mamãe" com o peso todo do meu corpo sobre ele e meu cacete a bombar freneticamente no seu cu num vai-e-vem alucinante; sua entrega era total e nosso intento era usufruir e desfrutar até o limite da nossa energia e do prazer que nossos corpos nos podiam proporcionar. De manhã fui despertado pelos seus toques e com meu cacete latejando inteiro na boca gulosa de Júnior; de pronto retribui com um faminto 69 que proporcionou a ambos provarem abundante leite quente e cremoso na fonte, antes mesmo do café da manhã; eu nunca antes havia recebido na boca a porra de outro macho mas, naquela manhã o imprevisível aconteceu e pude saborear seu leite cremoso, meio ácido, meio adocicado, sem repulsa; após degustarmos um nutritivo café da manhã nos entregamos novamente ao prazer; a primeira transa foi de pé ali mesmo na cozinha; outra se deu no banheiro durante o banho juntos; saimos do chuveiro enrolados em toalhas e caimos no sofá da sala pra mais uma foda gostosa e a derradeira aconteceu na cama, pois as nossas pernas trêmulas fraquejavam sem nos sustentar em pé; nossa entrega era plena, mútua e total como dois verdadeiros amantes apaixonados. E ainda era apenas sábado. Abraçados entre beijos e trocas de carícias na cama, vimos a manhã se aproximar da tarde; como o dia estava claro e a temperatura agradável resolvemos passar o resto do dia na praia, a curtir o mar, a brisa, o sol ameno, vários petiscos e drinks; o sexo foi deixado para a noite. Mal sabia eu que, aos 42 anos e bem afeito ao clima da praia, as baterias da libido de Junior, após uma tarde tranquila como aquela, estariam carregadas a 220 voltz de tesão. De volta ao AP com um banho gostoso pra nos livrar do suor, da maresia e da areia caímos na cama já na pegação, com pau duro, latejando e soltando gotas brilhantes de copiosa baba; era inevitável o 69 pois sentir o sabor do cacete na boca com gotas de baba era irresistível e despertava ainda mais o nosso tesão; Junior, a demonstrar muita experiência, pegou um gel especial que continha um pouco de anestésico, porque seu CUzinho estava ardendo e um pouco inchado, por ter sido invadido com vigor e por várias vezes pelo meu cacete, quase ininterruptamente desde a sexta-feira; e a sequência de fodas, nas mais variadas posições, foi parecida com a noite da minha chegada; meti tanto no cu de Junior que meu pau estava avermelhado e um pouco esfolado; com ajuda do providencial gel nada disso impediu meu impulso e meu prazer, tampouco o dele; nosso sexo era tão intenso e espontâneo que parecia a primeira foda depois de meses na seca; e foi assim até o início da tarde de domingo. Eu precisava me preparar para ir ao aeroporto. Nos abraçamos e nos beijamos com enorme carinho e gratidão. Como gratidão!!!??? Era nossa foda de reencontro, após 20 anos e isso não era pouca coisa. Eu já coroa grisalho; Junior também um adulto; nossa primeira e única transa ocorrera passados já 20 anos e, nos desejarmos ainda dessa forma era sinal de mútua Amizade e um sexo puro de gratuidade. Almoçamos juntos numa despedida emocionada de dois velhos e verdadeiros Amigos; ele me levou ao aeroporto e num fraterno e carinhoso abraço prometemos, um ao outro, que repetiriamos o encontro, muito brevemente... jamais suportariamos esperar sequer 2 anos mais e não 20!!!
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