PARTE II Na verdade, eu estava ansioso; ter ali comigo, um coroa maduro, um jovem de 26anos 100%virgem, criava uma expectativa sem medida; Vito era gay completamente trancado no armário, dizia ter um amigo ma-ra-vi-lho-so, colega de trabalho, por quem nutria um amor platônico hátempos; nunca teve coragem sequer de se aproximar dele para falar qualquer intimidades; no entanto tinha muito tesão por Homens, inclusive por caras mais maduros; confessou numa mensagem que as conversas comigo, um coroa maduro e muito experiente, piraram sua cabeça. Com tudo isso em mente, consumimos nossos drinks e petiscos e depois de conversar amenidades, toquei no ponto; o intuito de nos conhecermos pessoalmente era de irmos mais fundo nos nossos desejos, passar das palavras de sacanagem para ações que nos permitissem experimentar na prática todas aquelas sensações que imaginávamos em palavras. -Mas como faremos isso, perguntou ingenuamente. -Simples, respondi, estou hospedado neste hotel, podemos subir até meu apartamento é lá ver o que vai rolar. Sua expressão foi de surpresa, seus olhos revelavam receio; eu o tranquilizei dizendo que no quarto de hotel teríamos total privacidade e liberdade; que nada faríamos que não fosse de mútuo consentimento; e que se ele se sentisse desconfortável ou constrangido eu não o impediria de ir embora. Minha postura o tranquilizou e ele topou subir até o AP de casal que eu havia reservado. Eu já havia passado pela recepção e pedido que enviassem para meu quarto uma garrafa de espumante moscatel, num balde de gelo, pois iríamos firmar um contrato e queríamos celebrar. Entramos no quarto e ele me encarou a perguntar o que haveriamos de celebrar, quando viu o vinho e o vaso com flores silvestres; com ternura envolvi meus braços em seu pescoço, o puxei para junto de mim, juntei nossos lábios e dei-lhe um suave e molhado beijo e respondi: -Vamos celebrar nosso pacto de fazer amor e, se você consentir, vamos comemorar a sua perda da virgindade; você irá se tornar um Homem de verdade. Seu espanto se transformou em ternura e algo lhe ocorreu; foi ele quem me beijou de forma arrebatadora, sugando minha saliva e metendo fundo sua língua a perscrutar cada reentrância da minha boca, quase a me fazer perder o fôlego; nesse clima, instintivamente, fomos nos despindo um ao outro até ficarmos inteiramente nus; vislumbrar seu corpo de pele clara, liso sem pelos, e seu pau duro em riste me fizeram estremecer; peguei sua mão e o levei até a cama. Deitados nos entrelaçamos braços e pernas, bocas coladas aos beijos, nossos cacetes numa feroz luta de espadas; eu lambia seu pescoço, metia a língua na sua orelha enquanto ele agarrava minhas costas e cravava suas unhas na minha pele; fui até seus mamilos e os chupei com volúpia, seu corpo arrepiava e estremecia aos meus toques; desci pelo seu corpo até seu pau que abocanhei com fome e o engoli até tocar na minha garganta; deixei seu pau e fui até sua boca onde deixei minha saliva para que ele provasse o sabor de tesão do seu próprio cacete. -Porra, Tony, você é foda!!! Eu nunca tinha sentido o gosto do meu próprio cacete, você é o máximo!! disse entusiasmado. Virei meu corpo pra deixar meu cacete na direção do seu rosto e disse: -Agora é sua vez, mama o pau do seu macho! Vito não exitou e, de início meio sem jeito, cheirou meu pau e meus pelos, lambeu as gotas cristalinas que saiam da fenda da cabecinha, chupou com delicadeza o corpo do cacete que encheu sua boca; imitando meu gesto, me beijou e deixou-me provar o sabor do meu tesão que inundava sua boca; falei aí pra irmos pro 69 que Vito exultou dizendo que era um sonho há muito acalentado: chupar um pau ao mesmo tempo que era chupado; apenas me pediu que não gozasse na sua boca; nosso enlevo de beijos e mamadas durou quase uma hora, pois quando sentíamos a proximidade do gozo, interrompiamos a mamada pra ficar em trocas de carícias; mudei de posição ficando deitado de costas com ele por cima de mim; chupei mais seu pau, lambi suas bolas e cheguei na sua gruta virgem de pregas intactas; abri suas nádegas e mergulhei meu rosto no seu rego úmido e perfumado de tesão; beijei, lambi, chupei e dei estocadas com a lingua no seu CUzinho; Vito gemia alto e não parava de piscar seu anel; seu pau duro como pedra babava em tamanha abundância que escorria até meu rosto e pescoço; o clima de tesão era surreal!!! Num impulso, ele sai de cima e pede que eu fique sobre ele; esperta e safadamente ele descobrira a posição para acessar meu cu e me retribuir um cunete arrebatador; nunca imaginei que Vito tivesse uma boca tão gulosa, faminta e tesuda; sentir seus lábios e língua no meu rego e no CUzinho me levaram ao Nirvana; com tesão nas alturas me entreguei aos seus caprichos e engoli com volúpia seu cacete que pulsava na minha boca. Senti seu pau inchar aos toques da minha língua e pressenti seu gozo; sua boca no meu cu me dava um prazer indescritível e também senti que iria gozar; pedi para gozarmos juntos naquele 69 indescritível e foi... tirei seu pau da boca e já senti os generosos e fortes jatos de leite quente, cremoso, perfumado que amparei com as mãos para não me atingirem a cara; ao mesmo tempo gozei despejando caudalosos jatos de porra sobre seu pescoço, peito e barriga. Todos melados de porra, perfumados de gozo e extenuados, nos abraçamos e nos beijamos felizes com nossa primeira troca íntima, real e prazerosa de energia, fluídos e gozo. Depois de um tempo, relaxados, fomos juntos para uma ducha rápida a fim de nos livrarmos do verdadeiro banho de porra, banho que de fato se tornou um delicioso jogo erótico; enrolados em toalhas, ambos de pau duro novamente, caímos na cama para desfrutarmos dos próximos momentos de prazer...
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