PARTE I
Eu 20, ele 26 anos; na lanchonete vou ao banheiro, minutos depois ele entra também; olha pro meu pau e pede "deixa eu chupar?"; sem esperar resposta, pega no meu pau meia bomba, que ainda pingava gotas de urina e cai de boca faminto; meu cacete cresce na sua boca; a porta do banheiro abre pra entrar alguém e rapidamente disfarçamos; saimos e ele diz baixinho "quero tomar seu leitinho"; respondo "só se você me der seu CUzinho". Ele me entrega um cartão e diz "às 11,30hrs na minha loja"; saimos cada um pro seu lado, eu excitado pela mamada rápida sem gozar e mais, seria minha primeira foda num cu homem; meu pau ainda era virgem nesse quesito.
Pontualmente no horário combinado entro na loja, um box tamanho médio numa galeria; ele baixa a porta de aço e vamos até uma poltrona; ele me joga sentado na poltrona, desafivela minha calça, puxa junto com a cueca, abre bem minha pernas e meu pau duro salta empinado feito um poste; ele abocanha meu cacete babado, acaricia a cabecinha rosada com a língua, dá nela um beijo suculento e num só golpe engole meu cacete inteiro que toca sua garganta; inicia uma mamada esfomeado, sua saliva escorre, inunda meus pelos e escorre até meu sacão peludo; em uns vinte minutos meu pau incha, pulsa e solto jatos abundantes de porra na sua boca que ele engole sem desperdiçar uma gota sequer.
Meu cacete continuou duro na sua boca melada de porra; fiz ele ficar de quatro na poltrona, arranquei sua calça junto com a cueca, lambi e chupei seu CUzinho liso sem pelos que piscava frenético; dei estocadas com a língua e ele gemia gostoso; deixei muita saliva na sua rosquinha rosada, dei uma cusparada na cabeça do meu pau e encaixei ela bem na portinha; com as duas mãos na cintura, fiz pressão e num único movimento enterrei meu cacete até o talo; seu cu não era virgem e meu pau deslizava prazerosamente num vai-e-vem ritimado; meti assim por meia hora, depois fiz ele ficar de frango; abri bem suas pernas e enterrei sem dó, no vigor dos meus 20anos, uma estocada mais intensa e mais funda no seu cu que piscava e mordia meu pau; seu cacete babava com a intensidade das bombadas e ao pressentir seu gozo, meti mais fundo e mais forte e gozei, inundando seu cu com porra quente; ao mesmo tempo ele gozou derramando seu leite cremoso no próprio corpo.
Meu pau continuava duro, pronto para o embate, mesmo depois de eu já ter gozado duas vezes, vigor da idade. Ele pediu um tempo, foi ao banheiro, se lavou, tomou um energético e ao voltar eu já estava sentado na poltrona, cacete empinado como um poste da Light, e mandei com firmeza, "vem e senta, quero ver você cavalgar"; ele respirou fundo, deu uma mamada no meu pau deixando ele melado de saliva, subiu com as pernas abertas sobre neu colo, encaixou meu membro na portinha, já mais dilatada e foi sentando ate sentir meus abundantes pelos pubianos acariciarem suas bunda; só aí prestei atenção em seu rosto bonito, lábios carnudos e o puxei para um beijo; senti seu corpo estremecer todo ao toque de nossas línguas; sua saliva era doce, seu hálito perfumado.
Ele de frente pra mim, ora segurava nos meus ombros, ora se afastava e se apoiava nas minhas coxas para meu cacete ir fundo até as bolas e sem interromper a cavalgada; as vezes parava para recuperar o fôlego e voltava ao sobe e desce, sem deixar meu cacete escapar do seu cu; seu prazer era imenso, demonstrado por seus gemidos e pelo seu pau duraço que babava sem parar; sua cabecinha rosada deixava cair, como uma fonte, um líquido transparente que escorria até meu colo; com essa visão e sensações meu tesão ia a mil; já metia nele cavalgando por cerca de quarenta minutos; ambos queríamos que o prazer perdurasse o máximo mas nossos corpos reagiram; sem nem tocar no pau ele soltou jatos inesperados de porra que atingiram meu peito e barriga até escorrer no meu colo; nisso também explodi em gozo e inundei suas entranhas de leite cremoso e quente.
Exaustos e saciados após três gozadas seguidas, caímos abraçados na poltrona. Depois de um tempo, recuperado o folego, fomos ao banheiro e nos limpamos com o que era possível, usando apenas a ducha higiênica, vez que ali não havia chuveiro.
A hora do almoço havia terminado; ao sair ele me disse, "garoto você é foda!!!, quero mais, vamos repetir isso" e me passou seu contato. Fui embora sem nem perguntar seu nome, mas satisfeito da vida, porque minha primeira foda num cu de macho foi fantástica.





Um primeiro contato dessa intensidade e prazer já faz o vício se estabelecer logo de cara! Narrativa deliciosa e que inspira, meu caro. Show de conto.
Puxa que conto gostoso, adorei.