PARTE II No nosso prineiro encontro rolou um sexo intenso e prazeroso com Mike a demonstrar experiência no sexo com homens; mas apesar disso, notei nele algo de ternura; que apesar de nos termos aproximado pelo instinto natural, pelo sexo, ele demonstrava querer algo mais que "pau+cu" e troca de fluídos. Como meu sentimento em relação a um parceiro sexual nunca foi de "objeto de prazer", mas de um ser humano em busca de troca, resolvi explorar esse lado da nossa relação. Convidei Mike para um almoço no dia seguinte a fim conversarmos e, se ele topasse, irmos para mais um encontro como o anterior; ele de pronto aceitou e nos encontramos por volta do meio dia num restaurante. O recebi com um efusivo abraço e um selinho; ele me olhou surpreso e comentou que estávamos num local público, com muitos frequentadores ao redor, se eu achava aquilo adequado; sorri maliciosamente e disse que o povo imaginasse o que quisesse; que tudo aquilo que juntos já experimentamos na intimidade fazia parte duma relação recíproca de prazer que dois homens estabeleciam entre si e, mais importante, nada do que fizemos ou do que faríamos dali por diante, fazia parte da nossa vida privada não iria alterar nossa masculinidade para fins públicos. E ainda acrescentei que nós dois éramos e continuaríamos e ser dois homens que se desejavam e livremente admitiam se entregar para usufruir do prazer que nossos corpos nos proporcionariam, sem preconceitos e dentro dos limites que juntos, estabeleceriamos. Mike sorriu muito feliz e satisfeito e falou com certa emoção que era exatamente o que ele esperava de outro homem, acrescentando que além disso tudo, ele se sentia seguro e protegido comigo, sem saber bem explicar o porquê, mas começara, desde nosso prazeroso e sacana primeiro encontro, a desenvolver ternura e afeto por mim; era algo mais que desejo e tesão. Essa sua fala me tocou profundamente, mexeu mesmo comigo; será que estamos nos apaixonando, pensei e retruquei que a partir de agora, nosso sexo e tudo que fizermos será sempre um gesto de amor!!! Nem sei como, nem porque falei isso; brotou espontaneamente. Ocorre que marquei aquele encontro já com intensão de levá-lo pra cama e sugeri irmos dali direto pro motel, assim que terminássemos o almoço, e assim fizemos. Mal entramos no quarto do motel, recebi dele um suave, prolongado e lascivo beijo; minha sensação foi que naquele beijo havia mais que tesão e desejo; algo ocorrera com Mike; mas meu instinto mais primitivo me induzia ao sexo; tiramos nossas roupas e além dos beijos, toques, mamadas, punhetas, num 69 intenso, entre gemidos e espasmos no corpo, fomos ao ponto de "alta tensão", o CU o terminal nervoso que, a como a glande ou cabecinha do pau, nos proporciona MUITO prazer quando bem acariciado e... fiz uma pausa propositadamente... com minha língua áspera e molhada fiz carícias no seu CUzinho que lhe arrancaram gemidos longos de prazer; ao mesmo tempo ele me retribuia o cunete com habilidade me fazendo gemer de tesão; eu caprichei para deixar seu cu bem molhado com minha saliva para receber meu instrumento do amor numa prazerosa penetração anal!!! Mike demonstrou um pouco de ansiedade e me pediu que eu fosse cuidadoso, carinhoso e lhe proporcionasse somente prazer e lembrou minha fala no encontro anteriormente de que "eu era seu Macho exclusivo, seu Homem, Seu dono". O coloquei de frango assado, abri bem suas pernas expondo seu CUzinho que piscava insistente; lambi e chupei seu pau, desci até sua bolas e meti a língua no seu cu, arrancando dele gemidos profundo de prazer; lambuzei bem seu cu e meu cacete com gel, encaixei na portinha, fiz pressão e o cacete foi sendo engolido pelo seu cu apertadinho; ele se masturbava com vontade no seu pau melado de baba; eu metia fundo com bombadas ritimadas que o faziam tremer; após quase meia hora metendo, meu pau inchou e explodiu em gozo dentro dele que, sentindo os jatos de porra quente, também gozou jatos fortes que atingiram seu rosto, peito e barriga; nisso ele me puxou de encontro apnseu rosto e nos beijamos apaixonadamente. Mas aquele gozo juntos não aplacou nosso tesão e desejo; meu cacete continuava duro a pulsar dentro do seu CUzinho quente e seu pau também continuava rijo. Então coloquei ele de quatro, e usando a porra que escorria no seu CUzinho, lubrifiquei meu pau; passei gel no seu cu, apontei o cacete na portinha rosada, fiz pressão e fui metendo devagar cada centímetro com firmeza até o talo; ele gemia gostoso e dava piscadas com o cu mordendo meu pau, o que levava meu tesão às alturas; puxei seu corpo contra o meu e dei-lhe um beijo suculento, enquanto abraçava seu tórax e acariciava seus mamilos tesos, durinhos; desci minha mão até seu cacete ainda melado de porra e baba e iniciei uma suave punheta, no mesmo pulsar das estocadas em seu cu com meu pau latejante; o som que se ouvia no quarto era dos nossos fortes gemidos de prazer; seu cu lisinho e quente, bem adaptado ao volume do meu membro, proporcionava um deslizar suave do meu cacete num vai-e-vem gostoso. Como gosto de gozar com meu corpo inteiro sobre o do parceiro, fiz com que Mike fosse se deitando devagar, para meu cacete não sair de dentro dele e soltei todo o peso do meu corpo sobreco seu; numa posição de total domínio, intensifiquei as bombadas no seu cu; ficamos fodendo gostosamente por quase quarenta minutos de intenso prazer e troca de energia entre nossos poros, numa intimidade profunda; meu pau pulsava e começou a inchar anunciando o gozo; comecei a soltar jatos quentes de porra que inundaram seu cu; ao sentir o calor do meu leite cremoso nas suas entranhas, ele também gozou abundantemente nos lençóis. Exautos, suados e saciados nos deixamos relaxar com os corpos grudados até meu cacete flácido escapar de seu cu e minha porra escorrer em pequenos filetes brancos. Dali fomos ao chuveiro para um banho reparador. A tarde já se aproximava e antes de deixarmos o motel Mike me surpreendeu com uma proposta: -Você foi incrível hoje e, muito mais intenso que na primeira foda; Você se mostrou agora um perfeito amante, puto, vigoroso, mas carinhoso; você toparia seu meu Homem fixo, um futuro namorado?!? Aprovei sem pensar sua ideia, afirmando que ele também era um parceiro singular; que termos uma relação fixa, exclusiva, era sim promissora e nos beijamos como dois adolescentes apaixonados, a imaginar encontros futuros.
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