PARTE II
Meu cunhado não aprendeu a lição; os efeitos da lição na praia não foi duradouro, ele voltou a ser o sujeito insuportável de sempre e pior, depois do meu casamento com sua irmã Niko passou a me importunar pedindo, insistente e inescrupulosamente, peças de roupas minhas para parecer bonitinho nas festinhas e roles com a namorada; no início cedi uma gravata, depois um blazer, mas aí a coisa ficou abusada. Ante minha negativa peremptória, ele armou um escândalo, importunou a irmã e, sem alcançar resultado foi se queixar com a mãe, sempre superprotetora do incapaz!
Perdi a paciência e soltei os cachorros nela também, o que precisou da intervenção do sempre passivo meu sogro pra botar as coisas no lugar.
Meses depois, esquecido o incidente, volta o pirralho, agora já prestes a completar 19anos, a querer minhas roupas emprestadas de novo. Numa dessas investidas dele, o chamei de lado e propus um combinado; a cada peça que eu lhe emprestasse, ele dava o cu pra mim, uma foda a cada peça; Niko ficou puto e saiu pisando duro e me xingando, dizendo que não era viado; falei, viado ou não, pouco me importa, se quiser roupa emprestada, vai ter que dar o cu!
Passada uma semana, às vésperas do evento a que ele ia, o safado voltou, com carinha de cachorro domesticado:
-Pô cunhado, alivia a minha vai, emprestaí o blazer e a gravata, por favor!!!
-Duas peças, duas fodas, respondi olhando fixo nos seus olhos.
Ele, soltou faíscas pelos olhos e me fez as mais absurdas ameaças, que eu respondi, rindo, "duas peças, duas fodas". Ele quis dar uma de macho e falou:
-De onde você tirou uma ideia fdp dessas; acha que eu vou dar meu cu assim fácil?!?
Bom, respondi, que você gosta da fruta eu sei; sei até que você já gozou com pau no cu, porque tá fazendo doce pro seu CUnhado? Ele ficou rubro, não sei se de raiva ou vergonha é, num ato falho disse:
-E quem foi que te contou isso? Só pode ser algum fdp amigo seu, falou entregando a verdade.
-Pois é, eu tô sabendo, agora é com você, retruquei.
Percebendo que estava num beco sem saída, e que havia praticamente confessado, me perguntou como que eu queria fazer; pode ser na sua casa, na,sua cama mesmo ou vamos prum motel, falei; ele se recusou a ir pra qualquer motel, talvez porque fosse conhecido e frequentava com a namorada; melhor lá em casa, vou armar um esquema e me pediu que levasse as peças, assim era uma boa desculpa; e assim fizemos.
Niko era um jovem baixo, 1,60m de altura, fortinho, jogador de futebol e ciclista de trilhas, o que moldava seu corpo liso e sem.pelos; coxas grossas, do jeito que eu gosto, uma bela bunda redonda, durinha, apetitosa; ele depilava os pelos pubianos, do saco e do CUzinho, deixando tudo lisinho; era bonito de rosto também, numa boa mistura genética familiar, cabelos negros bem cuidados, olhos castanhos esverdeados; era sim um tipo atraente, não fosse uma sujeito intragável e muito mimado; para uma boa foda era perfeito.
Num final de tarde, seus pais haviam saído para uma reunião de família, coisa usual entre eles, e lá fui eu com o blazer e a gravata; ele já me esperava de banho tomado, vestia um short leve do tipo piscina, sem cueca e uma camiseta regata bem justa, com a nítida intenção de parecer sexy pra me provocar e, pasmem, havia feito a chuca!!!
Pegou as peças, dependurou num mancebo e me surpreendeu vindo ao meu encontro, me puxou pelo pescoço e me beijou de forma lasciva, apaixonada, devoradora; foi arrancando minhas roupas me deixando inteiro nu; vendo meu pau meia bomba, ajoelhou-se e abocanhou meu cacete até deixar ele bem duro a encher sua boca; segurei sua cabeça e comecei a fuder sua boca, metendo até a garganta, fazendo ele engasgar.
Com tesão à flor da pele, tirei o pau da sua boca, o empurrei pra cama deitado de bruços; tirei seu shorts, abri bem suas nádegas e vislumbrei seu CUzinho a piscar; enfiei meu rosto no seu rego úmido perfumado de tesão, passei a língua nas suas pregas que já não eram mais virgens e dei estocadas no anel que pedia pika; ouvi dele então:
-Porra cunhado, que delícia, vem e me fode logo, mete seu cacete no meu cu, seja meu macho e me arregaça, caralhoooo, quero gozar com.seu cecete inteiro enterrado no meu cu!!! Me fode, enterra tudo, fode bem gostoso como você faz com a minha irmã.
Essa atitude dele me fez pensar que, no final das contas ele tinha mesmo vontade de dar o cu pra mim!
Meti então com vontade e a cada enterrada ele gemia gostoso a demonstrar o prazer que estava experimentando ao dar o cu para o cunhado; fiquei fodendo seu cu por cerca de meia hora; tirava o pau pra fora e enterrava tudo de uma vez; continuei socando até que meu pau inchou e eu ahhhhhh... gozei jatos fortes, seguidos e abundantes, até inundar seu cu de porra; o puto do meu cunhado não gozou, queria mais pika.
Tirei então o pau do seu cu que ficou alargado e deixou escorrer minha porra; fiz ele virar e mamar meu cacete para ele não ficar flácido; o posicionei de frango, abri bem suas pernas, encaixei de novo meunpau na portinha e aproveitei a,porra para lubrificar meu cacete; num movimento firme fui metendo de novo pra que ele sentisse cada centímetro; inesperadamente ele curva seu corpo, me junta pelo pescoço e me beija de novo; volta a insistir e pede pra eu ir devagar pra permitir que ele gozasse junto comigo; no mesmo pulsar das bombadas no seu cu eu batia uma punheta pra ele; em retribuição ele piscava o cu a morder meu pau; o tesão ficou intenso e anunciei o gozo; ele tirou minha mão do seu pau e intensificou a punheta e... gozamos juntos... seus jatos atingiram seu rosto, peito e barriga inundando seu próprio corpo de leite cremoso.
Minhas pernas fraquejaram e cai na cama ao lado dele. Ali deitados ele falou:
-Caralho cunhado, como você fode gostoso; foi muito melhor do que com o Ary, aquele FDP; vou precisar de uma gravata sua toda semana; quero repetir essa foda outras vezes.
Respondi que também gostei do seu CUzinho apertado e estava afim de meter neles outras vezes; e que nem era preciso mais ele me pedir gravata ou blazer emprestado; era só ele ver os dias que ficava sozinho e me avisar.
Ficamos nessa de pelo menos uma foda por semana; às vezes trepamos até três vezes na mesma semana.
Meu CUnhado já nem era mais marrento.
PARTE III