PARTE II Mal eu havia recobrado os sentidos, após o entorpecimento do corpo depois da foda intensa e do gozo exuberante, sinto carícias no meu saco e lambidas excitantes nos mamilos; Jacó sabia como despertar um parceiro e conduzi-lo para mais sacanagem; o missionário tinha especial habilidade para reabilitar um espírito adormecido e reconduzi-lo às delícias do paraíso. Ainda exalando o perfume do sexo, nossos corpos se juntaram a colar os poros e fundir energias; o desejo de prazer era intenso em ambos; Jacó era carinhoso e hábil em tocar nos pontos erógenos com suavidade; ele não era um lobo faminto, mas uma raposa astuciosa, que sabia como ninguém seduzir um parceiro; e eu me entreguei inteiramente às suas carícias com gemidos longos a deixar evidente o prazer que ele me proporcionava; seu tesão era explicitado na respiração ofegante e no cacete rijo, latejante, que não parava de despejar em mim gotas cristalinas de baba. Decidi, aí a tomar a iniciativa e falei que iria foder seu CUzinho mais uma fez; sem que eu sugerisse ele se postou de quatro, mergulhou a cabeça no travesseiro, empinou a bundinha branca, durinha a me oferecer seu vale do desejo que escondia sua gruta do prazer; postei-me atrás dele, abri bem suas nádegas e mergulhei no seu rego úmido, perfumado de tesão; devorei com fome seu cu; meti fundo a língua áspera que ele tentava prender com piscadas firmes do anel; chupei, lambi e beijei demoradamente seu cu rosadinho que piscava sem parar, até que ele me pediu, quase numa súplica: -Meu macho, não aguento mais; se continuar assim vou acabar gozando; vem logo e mete bem fundo seu cacete, me arromba as pregas até me fazer gozar; quero você inteiro dentro de mim e gozar gostoso com pau mo cu. Não deixei de atender seu apelo, com gel generoso lubrifiquei meu cacete, pincelei o gel no seu cu com a cabecinha e fiz pressão; seu cu que já estava acostumado com o porte do meu pau piscou seguidas vezes e engoliu de uma só vez todo meu membro teso e latejante; fiquei um tempo parado, com tudo enterrado até o talo, só pra sentir o calor daquele CUzinho acolhedor que não parava de piscar, pressionando e mordendo todo o corpo do meu cacete. Com as duas mãos na sua cintura comecei vagarosamente um.vai-e-vem fazendo deslizar meu pau no cu macio de Jacó; ele gemia gostosamente a desfrutar da delícia de estar inteiramente preenchido; eu não queria que aquela sensação de estar atolado nele em bombadas suaves acabasse nunca; a carícia que essa gruta de amor fazia no meu instrumento era algo indescritível; há tempos eu não experimentava tanto prazer; por seu lado, meu parceiro também se satisfazia com seu cu sendo fodido com tesão e carinho; e ficamos assim, nos curtindo, por um tempo incontável. Senti meu pau inchar e avisei que estava pra gozar; Jacó apressou a punheta e com uma forte contração do seu cu no meu pau, retesou seu corpo e num gemido acompanhado de convulsões despejou muitas porra nos lençóis; simultaneamente soquei bem fundo e em jatos abundantes inundei suas entranhas com meu nectar. Extasiado, suando em bicas soltei todo o peso do meu corpo sobre o dele e saciados nos beijamos lascivamente; corpos inertes pelo esforço e gozo intenso, corpos colados como se um só fossemos, adormecemos; nossa segunda foda esgotou todas as nossas energias, precisávamos de um tempo de repouso.
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