Após o inesperado mas prazeroso encontro que tivemos Gino e Eu, passamos a trocar mensagens diárias que instigavam mais e mais nosso tesão, desejos e expectativas; numa sexta-feira recebi dele um convite curioso: ele me convidava para um almoço em sua casa, que ele mesmo prepararia para nós; ante minha surpresa, esclareceu que seus pais viajariam na madrugada do sábado numa excursão para uma visita à um Santuário, a fim de cumprir uma promessa, e só retornariam no final do domingo; aceitei de bom grado e com muita alegria; providenciei duas garrafas de bom vinho, um tinto, outro branco, para harmonizar com qualquer cardápio.
Cheguei no horário combinado, cerca de una hora antes do almoço e fui recebido com um afável abraço e um selinho; Gino estava trajado a caráter para um "Chef" e me conduziu para a cozinha, onde ele se dedicava a preparar nossa refeição; dei a ele as garrafas se vinho, ele colocou para breve refrigeração e colocou na mesa duas vistosas bruschettas; abriu a garrafa de vinho tento e nos serviu em duas taças, para acompanhar a degustação do acepipe; brindamos e nos beijamos com desejo; entre goles de vinho e mordidas na bruscheta, a conversa fluiu agradável e ele desandou a falar.
Gino demonstrou ser criativo, e diz ser leal aos amigos de longa data, que é atento e bom ouvinte, e notei também dotado de um humor irônico que usa, talvez, para disfarçar a própria ansiedade e insegurança própria da idade; porém mostrou ser firme em tomar decisões, nem sempre definitivas, mas convicto sem medo de fracassar na carreira que escolheu na área de gastronomia, na qual seu sonho é tornar-se um "Chef de Cuisine"; espontâneo, demonstrou que não é de guardar sentimentos difíceis para si mesmo e não exita em pedir ajuda, quando necessário. Eloquente, expõe com facilidade seus interesses e hobbies, como a mania de colecionar CDs ou discos de vinil antigos dos mais variados gêneros musicais, ou seja, nesse quesito é bem eclético.
Curiosamente, por se tratar de um jovem de apenas 24anos, em pouco de uma hora de conversa, ele já desnudara praticamente toda sua vida; eu começava a me encantar com aquele garoto.
Fomos para a sala de jantar cuidadosamente arrumada e o cardápio era convidativo; uma deliciosa salada tropical, mistura de folhas verdes, vegetais ralados e frutas variadas (o danado advinhara minha preferencia), degustada com o vinho branco a 8°C; uma suculenta "pasta a puttanesca" e na sobremesa um irrecusável ... de pêssegos frescos; para acompanhar a sobremesa, um refrescante espumante moscatel (outro meu preferido), e pra concluir um café ?? expresso junto com uma delicada taça de licor Peache Tree... um almoço simplesmente FE-NO-ME-NAL!
Diante do "almoço espetáculo sedutor" não resisti à piada provocação:
-Gino, e os anéis de noivado??!!
Ele riu gostosamente e retrucou:
-Já posso casar, então!!!
O clima ali era idílico; mesmo com anos de experiência de encontros com homens, eu nunca tinha sido contemplado com tanta dedicação, carinho e atenção; tomei-o nos braços e o beijei com volúpia; as garrafas de vinho quase todas esvaziadas faziam efeito nas nossas mentes e corpos; fomos dali para o quarto, deixando nossas vestes pelo caminho, e ao tombarmos na cama ambos estávamos nus, nos entregamos às carícias e beijos ardentes; Gino deitado de costas, me posicionei entre suas pernas e cai de boca no seu belo cacete que engoli inteiro; puxei um travesseiro sob suas costas levantando sua bundinha dura, redonda e do cacete fui às sua bolas; ele reagia com gemidos de prazer e arrepios e contrações do corpo; devagar desci língua pelas suas virilhas até chegar no seu CUzinho; ao sentir o toque dos meus lábios nas suas pregas ele se contraiu todo e prendeu minha cabeça entre suas coxas.
Ao me desprender de seu "abraço de coxas", fui até sua boca e o beijei com volúpia; encaixei meu cacete duro e babado entre suas coxas e fiz a cabecinha roçar suavemente seu cu; ele me olhou candidamente nos olhos e perguntou com voz tensa:
-Tony, o que você pretende? Faz tempo que curto uma broderagem com outro cara; já fodi três vezes o cu de um colega da faculdade, mas nunca dei o cu, sou totalmente virgem anal,100% cabaço.
Ele pressentia que eu queria comer ele, foder seu cu, possuí-lo e fazer dele minha fêmea, mas estava receoso em ceder seu cabaço; o tranquilizei dizendo que faria com todo cuidado e, que se o desconforto fosse demais e sentisse dor, eu pararia de imediato; ele assentiu e me beijou com carinho.
Voltei a mamar seu pau, suas bolas e fiz com a língua carícias no seu cu que não parava de piscar; despejei gel abundante no seu rego e introduzi o polegar com movimentos giratórios; lambuzei meu pau e encaixei a cabecinha na entrada, fiz pressão e "flop" ela passou arrancando um gemido forte, um quase grito dele; fiquei parado um tempo pra ele se acostumar, curvei-me e o beijei, quando vi lágrimas descerem pela sua face; perguntei se devia parar e respondeu que não, que eu continuasse até meter tudo, vez que seu cabaço já era, que ele perdera, finalmente, a virgindade no cu.
Sua reação aumentou meu tesão e comecei a bombar devagar e aos poucos aumentando o ritmo; ele gemia já gostosamente a demonstrar prazer; seu pau ficou duraço e babava muito; no ritmo das bombadas iniciei nele uma vigorosa punheta e em poucos minutos seu corpo se retesou, seu cu apertou firme meu pau atolado e Gino soltou em jatos fortes sua porra sobre o próprio corpo; então meti bem fundo, meu pau inchou e pulsando dentro do seu cu despejei jatos do meu nectar leitoso inundando suas entranhas.
Com a respiração ofegante, meu corpo pousou sobre o seu e com nossas bocas coladas num beijo pleno de paixão, braços e pernas entrelaçados a demonstrar que, apesar do nosso gozo intenso, ainda não estávamos saciados; nossos corpos apenas exigiam algum tempo de repouso, a fim de recobrarmos energia; um final tarde se anunciava ainda à nossa disposição.