PARTE II
Transcorria o final da década de 1980 e eu trabalhava como gerente administrativo de uma empresa média familiar. Jeferson, o "Jeff", filho do proprietário, em torno de 17 anos, cursava o pré vestibular e dava palpites e fazia o trabalho informal de office-boy na empresa e sempre me importunava com sugestões e reclamações bobas; havia familiaridade entre nós.
Numa manhã fria e chuvosa, ao sair da empresa para um trabalho externo vejo Jeff aguardando a Van que o levaria ao cursinho; parei o carro da empresa, ofereci carona, logo aceita. No trajeto, entre piadinhas sem graça dele, cada vez que eu ia trocar a marcha do carro ele punha a mão no câmbio e eu era forçado a me apoiar nela; ele me olhava, sorria e dava uma piscadela, até que lhe dei um sopapo pra parar com isso; seu sorriso ficou ainda mais safado e, num sacolejo do carro numa lombada o moleque apoiou a mão esquerda na minha coxa, deu um apertão e depois fez caricias; olhei firme pra ele e rosnei:
-Vai, me provoca, e vai ver o que te acontece; um sopapo só não foi suficiente?
O safado apenas riu debochado. No fim do dia, já encerrado o expediente no escritório, estava eu sozinho a organizar as coisas pra sair e eis que ele aparece; com uma cara de poucos amigos falou:
-Tony, sabe aquele sopapo que me deu no carro?
-Pois vai levar outro, veio buscar? respondi ríspido.
Nisso ele avança em minha direção, dá uma pegada firme entre minhas pernas encontrando meu pau, com a outra mão na minha nuca me puxa para um beijo arrebatador, molhado, de lingua; meu pau acordou imediatamente e cresceu na sua mão enquanto nossas línguas travavam uma luta lasciva; meu tesao foi a mil em segundos.
Jeferson era um pouco mais alto que eu, 1,80m de altura, corpo robusto, braços fortes de puxar ferro na academia; ele era realmente lindo, muito atraente, eu imaginava que as meninas o rodeavam feito abelhas no mel; mas não, pelo contrário, ele gostava de Homem, e homens mais velhos, me confidenciou depois.
Descoladas nossas bocas do beijo, Jeff se ajoelhou, desabotoou mei cinto e baixou minha calça junto com a cueca; meu cacete duro feito rocha saltou na sua cara; ele abocanhou me pau inteiro duma vez só, até a cabecinha rosada tocar na sua garganta; com uma mão segurava e apertava meu sacão peludo, com a outra alisava minhas coxas; tomado pelo tesão inesperado e a volúpia do bezerrinho faminto, em menos de 10 minutos de mamada gozei feito louco; meus jatos abundantes de porra encheram sua boca, banharam seu rosto e escorreram pelo seu peito; eu respirava ofegante, pelo gozo intenso e pela tensão da situação; o filhinho de papai me mamava e tomava minha porra, ali no escritório da empresa, pura loucura.
Depois de se limpar e com a lingua e os lábios deixar meu cacete limpinho, ele baixa suas calças e me encara com voz de comando:
-Vem Tony, agora me come; fode meu cu com esse caralho delicioso e despeja todo seu leite no meu CUzinho; olha como ele pisca.
E virou de costas, arreganhou a bunda e com as mãos abriu as nádegas a expor um CUzinho rosado, envolto por delicada penugem, que realmente piscava muito pedindo pika.
-Jeff, você é louco!!! Estamos na empresa do seu pai e você só tem 17anos, moleque; quer foder com a minha vida e o meu emprego; sai fora, que já fomos longe demais, falei quase aos berros.
Ele se retraiu com a minha reação, se vestiu e saiu dizendo que isso não ia ficar assim; fechei o escritório e saí dali com a cabeça meio zonza. Mas aquela situação não me saia da cabeça e no trajeto pra casa meu pau latejava de duro e babava de tesao; não tive saída, no banho soquei uma intensa punheta ainda sentindo o calor e a maciez da boca aveludada do Jeff no meu pau.
Os dias transcorreram e o safado sempre me olhava de forma provocativa, com sorrisinho nos lábios e piscadas de olho; isso só atiçava meu tesão por ele; mas ele era filho do meu chefe e ainda garoto; num final de tarde, eu pronto pra sair da empresa e chega Jeff e vem direto e propõe repetirmos a mamada; não titubiei, o puxei para um longo e delicioso beijo; sua saliva era doce, seu hálito perfumado, seu lábios macios... seu beijo era arrebatador, como beijava gostoso o garoto safado; Jeff se ajoelhou, já baixou minhas calças, expôs meu pau e se deliciou mamando faminto; também desceu suas calças e deixou ver seu enorme cacete... era maior e mais grosso que o meu e babava muito; ele se punhetava firme no ritmo que me devorava o pau; desta vez fodi com vontade sua boca e metia até a garganta, a fazer ele se engasgar; prolongamos o máximo a mamada para usufruir do prazer que experimentavsmos, até que ele gozou na punheta, lavando o chão de porra; ao ver seu gozo e sentir o aroma soltei meu jatos de porra na sua boca; desta vez ele engoliu quase tudo, só algumas gotas escorreram de seus lábios até o queixo.
Ambos felizes e satisfeitos nos vestimos e saimos juntos dali; Jeff voltou a insistir que eu fodesse seu cu, mas pelas circunstâncias que já descrevi, eu o convenci de que devíamos dar um tempo; ele, safadamente, retrucou que então viria todo final de tarde tomar meu leitinho, até me convencer a foder seu CUzinho; concordei, pois aquilo, além de excitante, Jeff sabia tornar a situação por demais prazerosa; e assim, semanalmente, as vezes até duas vezes por semana, ele vinha relaxar comigo na mamada e na punheta.
Até que por questões familiares, Jeff se mudou pra São Paulo para completar os estudos e nossos encontros ficaram só na lembrança.
Passados já quase dois anos, eu mudara de emprego e saindo de uma agência bancária dou de cara com Jeferson; lindo, elegantemente trajado, todo perfumado e, num ímpeto, me abraça calorosamente; naturalmente nos beijamos na face com carinho; meu coração disparou e meu cacete despertou de pronto; Jeff me falou que não dispunha de muito tempo, mas me levou para tomarmos um cafezinho, ali mesmo de pé no balcão da cafeteria; notei uma aliança de ouro no dedo da mão esquerda e perguntei o que era aquilo; respondeu que estava casado e iria completar dois anos já; porém me fez um convite intimidatorio:
-Tony, você ainda me deve uma foda! Pega meu contato, vou lhe passar o endereço, e amanhã, pontualmente às 9horas Te espero no meu apartamento. Meu marido sai cedinho pro trabalho e teremos, eu e Você, algumas horas pra foder bem gostoso pela manhã. Não me decepcione!!!
Nos despedimos cordialmente e eu fiquei ali, ainda alguns instantes, totalmente seduzido e decidido a aceitar o lascivo convite.
PARTE II



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