Como um homem vivido e experiente eu me preparei para tornar aquele dócil e tímido jovem de 19 anos num homem de verdade; eu estava disposto a fazê-lo descobrir todas as delícias possíveis de usufruir com outro macho entre lençóis; a noite prometia!
Nós dois deitados na cama já inteiramente nus, deixei-me levar; Théo ainda tenso, entre receoso e excitado, começou a me cobrir de carícias com as mãos macias e a boca lasciva; não sei como, talvez por puro instinto, aquele ingênuo e puro garoto descobriu exatamente o meu ponto fraco; amo as "preliminares" e sou do tipo romântico, e ele começara justamente por onde eu mais gostava e mais me excitava; num clima de enlevo me entreguei inteiramente a ele; Théo me beijava, lambia as orelhas e pescoço, com a língua tocava suavemente meus mamilos e lhes dava mordiscadas; eu gemia baixinho e meu corpo se arrepiou inteiro de tesão e prazer; ele foi descendo a lamber meu corpo, o umbigo e chegou no meu pau; passeou seu rosto pela região pubiana peluda a sentir o perfume de macho; segurou devagar meu cacete pela base, lambeu a cabecinha rosada e degustou as gotas de baba que saiam da pequena fenda; beijou e chupou suavemente a cabecinha, me arrancando um forte gemido e contrações em meu corpo; o toque da sua boca quente, aveludada, molhada, no meu pau me fez delirar; eu deitado de costas, minhas pernas estavam bem abertas e Théo se encaixou perfeitamente entre elas; coloquei minha mão na sua nuca, forcei pra baixo e fiz ele engolir meu cacete inteiro; os 17cm encheram sua boca e o fizeram engasgar; ele não recuou e foi erguendo a cabeça até ficar apenas com a cabecinha do cacete na boca; chupou com vigor e foi engolindo tudo, repetindo um vai e vem delicioso, a acariciar com os lábios o corpo do cacete de veias saltadas.
Com as duas mãos na sua cabeça interrompi a mamada e trouxe seu rosto de encontro ao meu até minha boca colar na sua e lhe dei um beijo ardente; suguei o máximo de saliva com o sabor delecioso do meu cacete e nossas línguas se digladiaram gostosamente; falei que também desejava chupar seu pau, sentir seu sabor e propus um 69; ele se surpreendeu com a sugestão e de imediato me ofereceu seu pau duro feito pedra e babão; seu cacete de 18cm, grossinho, cabeça vermelha, perfumado a sabonete, não coube inteiro na minha boca; me deliciei chupando desde a cabeça até mais da metade, acariciando todo o corpo com minha língua áspera; Théo nunca havia experimentado a sensação de uma mamada, e seu corpo tinha contrações e espasmos a cada movimento que eu fazia com a boca e língua no seu cacete; procurei proporcionar a ele o máximo de prazer mamando faminto seu pau; ele retribuía com a mesma intensidade e volupia, soltando gemidos, abafados com meu pau inteiro na sua boca; ficamos a usufruir dessa sensação mútua de prazer da mamada por cerca de meia hora, saboreando nossos cacetes.
Ambos estávamos no auge do tesão e, deixando o 69 sussurrei no seu ouvido:
-Théo, quero agora foder seu Cuzinho, você quer isso, está preparado pra receber meu cacete no cu e se tornar um Homem de verdade?
-Você sabe, Tony, que será minha primeira vez, nunca dei o cu antes; quero sim, mas estou com medo, medo da dor e eu não aguentar e, pior, decepcionar você, respondeu com voz embargada e olhos marejados.
Eu o tranquilizei afirmando, olho no olho, que haveria sim um desconforto inicial; mas que eu faria com todo cuidado e carinho para que a dor logo se transformasse em prazer; no entanto, se ele não suportasse podia me dizer sem receio que eu pararia na hora, não iria machucá-lo.
Théo segurou meu rosto carinhosamente e me deu um beijo lascivo de consentimento, e disse que confiava plenamente em mim.
Sugeri então que ele ficasse de frango assado, com um travesseiro sob a bunda e as pernas levantadas e bem abertas, bem na beirada da cama; me posicionei de pé e ao vislumbrar sua bundinha branca, redonda, durinha e no meio o vale do prazer onde se escondia a gruta virgem, nunca explorada, quase enlouqueci; me curvei, mergulhei meu rosto no seu rego todo úmido e suado de tesão; o perfume que seu CUzinho exalava era sedutor; beijei, lambi e chupei seu cu virgem, de pregas intactas; seu corpo convulsionava com as carícias das estocadas da minha língua áspera no seu anel que não parava de piscar; despejei gel no rego e com o polegar fiz massagem e o introduzi até a metade; fiz movimentos giratórios e enfiei todo o dedo; ele gemia suavemente e piscava o cu; coloquei mais gel e introduzi dois dedos; Théo gemeu mais alto, piscou forte o cu e tentou recuar, reclamou que doía; esperei uns segundos, fiz movimentos leves e enterrei inteiros os dois dedos, ele gemeu de novo mas não recuou; tirei os dedos devagar, lubrifiquei com generosidade meu cacete, mais seu cu e avisei que agora ia meter o cacete; disse de novo que, se a dor fosse forte demais, ele que avisasse e eu pararia; encaixei a cabecinha rosada na portinha e me debrucei sobre ele num beijo molhado e lascivo; lábios colados, fiz pressão e "flop", passou a cabeça; ele deu um grito, abafado pelo nosso beijo... fiquei ali parado, lábios colados e o cacete já rompendo o cabaço; dei um tempo pra que ele se acostumasse com o volume a rasgar seu cu virgem; fiz mais pressão e o pau entrou até a metade; ele soltou novo grito, perguntei se queria parar, ele pediu pra ficar assim, imóvel, até se adaptar à invasão; comecei aí a punhetar seu pau que estava meia bomba até que ficou duraço; olhei nos seus olhos e sua expressão já estava mudando; no ritmo da punheta fui enterrando meu cacete até o talo, quando minhas bolas bateram na sua bunda; pronto, falei, seu cabaço já era e sua virgindade também, então aproveite a sensação de ter um macho dentro de você.
Théo começou a contrair o cu e dar mordidas no meu cacete, a demonstrar prazer; segurei suas coxas e bem devagar iniciei um vai-e-vem que fui intensificando a cada bombada; os gemidos dele agora já não eram de desconforto, mas de prazer; senti seu pau inchar na minha mão, olhei nos seus olhos que brilhavam e falei:
-Vamos gozar juntos... se prepare para receber meus jatos de porra no seu cu e goze gostosamente com pau no cu!!!
Em poucos minutos gozamos copiosamente; seus jatos portentosos e abundantes atingiram seu rosto, peito, barriga e ainda respingaram em mim; eu gozei como há muito tempo não fazia e descarreguei meu leite cremoso, verdadeiro nectar do prazer, inundando todo no seu CUzinho virgem.
Novamente nos beijamos, satisfeitos e momentaneamente saciados; a expressão no rosto de Théo era da mais pura felicidade e alegria, pois realizara um sonho, prazeroso, intenso e sonhado desde a adolescência; abraçados, exaustos e suados, nos deitamos a descansar. Tínhamos ainda uma noite inteira pela frente, sem pressa e nada a planejar, apenas deixar nossos instintos a nós guiar.



