Tinham se passado pouco mais de dois anos de nossas broderagens quase juvenis no escritório da empresa paterna; Jeff retornava à minha vida com a mesma postura safada e faminta de sexo; só que desta vez mais amadurecido e experiente, sabia com incrível habilidade proporcionar e usufruir dos prazeres de ter outro homem com ele na cama.
Nossa pegação de mãos e bocas voluptuosas nos conduziu para um 69; seu cacete era avantajado, longo, a cabeça lilás mais fina que o corpo que se avolumava bem grosso; eu mal conseguia engolir metade daquele pau vigoroso e suculento, um sabor delicioso da baba adocicada que saia de sua fenda; era incrível a reação de Jeff à minha mamada, como se nunca antes tivesse experimentado essa sensação; ele tirou o pau da minha boca, me puxou para um beijo lascivo, sorveu minha saliva pra degustar o próprio sabor de tesao e, olhando no meus olhos falou:
-Tony, caralho, como é que você faz isso; sempre sonhei com você sendo Meu Macho, você me fodendo o CUzinho e me dando seu leitinho delicioso na boca; é incrível a sensação de sentir sua boca quente, aveludada, no meu pau, CARALHOOOO!!!
Voltei-me pra ele e falei:
-Sei que seu tesão é no cu e se prepare, pois vou meter o cacete em você até você gozar com pau no cu, sem nem tocar uma punheta.
Ele se postou de frango assado, com um travesseiro sob a bunda, ergueu as pernas sobre meu ombro e me ofereceu o CUzinho que piscava sem cessar; lubrifiquei com gel abundante seu anel e todo meu cacete e encaixei a cabecinha rosada bem na entrada; ao sentir o contato do meu pau prestes a invadí-lo ele me pede um beijo e diz,repetindo como se fosse um mantra:
-Vem Tony me fode, me come, mete com vontade seu pau no meu cu até o talo, enterra ele bem fundo pra que eu possa sentir você inteiro dentro de mim! Vem, seja meu macho!!!
Atendi seu apelo num impulso enterrando o cacete inteiro no seu cu tudo de uma vez; Jeff soltou um gemido forte, longo, de puro prazer e com seu cu todo atolado deu uma piscada forte, mordendo meu pau; continuou a pressionar meu pau apertando seu reto arrancando se mim gemidos de prazer; eu pulsava o pau dentro dele e seu corpo sofria espasmos e contrações de prazer; comecei a me movimentar num vai-e-vem, de início suave, vagaroso, que me fazia sentir seu cu macio acariciar cada veia saltada do corpo do meu pau; no mesmo compasso ele se punhetava, aproveitando a suavidade que a baba que lhe escorria e aumentava seu prazer.
Depois de fodermos assim um longo tempo, num movimento "meio acrobático", juntamos nossos corpos num abraço forte e Jeff, sem permitir que neu cacete saísse do seu cu, ficou sentado no meu colo, de frente pra mim; nessa posição nos beijamos caudalosanente, eu me deliciava mamando e mordiscando seu mamilos, enquanto ele lambia e chupava neu pescoço; éramos dois machos a se proporcionar prazer mutuamente; Jeff ao cavalgar meu cacete, gemia e banbuciava palavras desconexas e num momento, braços enlaçados no meu pescoço sussurrou:
-Tony, você me mostrou as primeiras delícias com um macho, quando eu ainda era um tolo adolescente tarado por pau; agora me faz realizar um sonho acalentado por muito tempo que era ter você assim dentro de mim; e não é só prazer, tesão; você me faz sentir possuído e acalentado, como nenhum outro homem me fez antes.
Respondi que eu também o desejara por muito tempo e que nunca o vi apenas como um objeto de desejo; que eu o desejava como homem, como pessoa e que nossos corpos estavam ali numa troca intensa de energia, sensações e fluídos e eu apenas retribuía o que dele recebia.
Nesse clima de enlevo, nossa libido se manifestou intensa e a cavalgada se tornou frenética; seu CUzinho devorava meu pau com volúpia e seu cacete babava muito; não demorou e meu pau inchou anunciando o gozo e soltei um, dois, três... vários jatos de porra em suas entranhas; ao sentir o leite quente a inundar seu cu, Jeff também gozou com uma força e intensidade que lavou meu rosto, peito e barriga com sua porra leitosa e quente que era tanta a ponto de escorrer pelo seu saco e minhas coxas.
Nosso êxtase era tal que caímos ambos abraçados e todo melados na cama, seu corpo sobre o meu enquanto meu cacete, ao ficar flácido escorregou liberando seu cu todo largo e cheio de porra, que escorria em filete.
A manhã estava avançada e um dia de trabalho nos aguardava; fomos juntos para um banho reparador, nos vestimos e abraçados como dois amantes nos beijamos longamente. Eu disse a Jeff que, embora ele estivesse num relacionamento, sempre que precisasse "de apoio" podia contar comigo.
Ele sorriu com seu jeito malandro caracteristico e respondeu safadamente:
-Então me aguarde!





Excelente conto. Alguém do RJ passivo gostaria de me iniciar no universo gay?
Cumplicidade de desejos e prazeres que o tempo só reforça. Gostosa sequencia.