A frase "me fode macho gostoso, mete fundo e goza dentro de mim" dita com tanta firmeza, repetidas vezes por Alan, martelava em mim e era uma chama que incendiava meu tesão por ele. Depois da foda intensa, a nossa primeira foda, em que o rapaz que à primeira vista parecia que era um "Nerd", mas se mostrou um macho fogoso e ávido por ser possuído a pedir "mete fundo e goza dentro de mim", me deixou maluco de tesão. Quando ele abriu os olhos e me fitou sorrindo, falei: -Quero mais, Alan, quero tudo de novo; hoje vou te possuir por inteiro, como você nunca antes foi dominado por um macho! Quero que você me sinta inteiro dentro de você! -Vem meu Homem, macho coroa fodedor, me fode gostoso, mete fundo e goza dentro de mim, quero sentir seu leite quente a inundar meu cu, repetiu. A frase era como um mantra de quem deseja usufruir de todas as delícias e sensações que um macho coroa experiente poderia lhe proporcionar; ele me revelou que era a primeira vez que dava o cu pra um macho coroa: essa foda era como a realização de um sonho de desejo. Não me fiz de rogado, fomos até o colchão no chão, coberto apenas com um lençol branco e um travesseiro, mandei que ficasse de quatro; sem que eu nada dissesse arrebitou sua linda e voluptuosa bunda, branca, redonda, durinha, uma visão do paraíso; abri bem suas nádegas e vislumbrei sua gruta do prazer; seu CUzinho rosado piscava a pedir vara; mergulhei o rosto no seu rego já úmido de tesao a exalar o perfume do sexo; circulei minha língua nas suas pregas, arrancando de Alan gemidos e contrações pelo corpo todo; beijei, lambi e chupei seu cu com voracidade, faminto; ele não continha os gemidos e disse com voz embargada: -Meu macho coroa do caralho, para de me torturar, me fode logo pô, mete seu cacete fundo e sem dó, arromba meu cu com seu pau e goza dentro de mim, enche o meu cu de porra que eu quero também gozar e com pau no cu. Eu não podia deixar de obedecer a tal ordem; despejei gel abundante no seu rego, pincelei com a cabecinha rosada do meu pau a portinha de cu que piscava; lubrifiquei generosamente todo o corpo do meu cacete e encaixei bem na portinha; antes de penetrar o puxei para um longo e lascivo beijo; devagar fiz pressão para uma entrada suave da cabecinha; seu cu começou a se alargar para me receber dentro dele, já um pouco acostumado com o volume do meu cacete; seu CUzinho abriu e meu cacete entrou, primeiro a cabecinha rosada e depois a deslizar, centímetro a centímetro no cu apertado, mas liso quente e receptivo; fui devagar enterrando até o talo, pra que ele sentisse o máximo de prazer de ter o cu todo preenchido, atolado; Alan suspirava,tinha espasmos e soltava gemidos fortes, porém abafados pelo travesseiro. Fiquei com o cacete inteiro atolado no seu cu, sem me movimentar, fazendo apenas ele pulsar pra que meu parceiro o sentisse por inteiro; fiquei assim imóvel por vários minutos; Alan demonstrava prazer, apertando meu pau com mordidas do seu cu, que me fazim tremer de tesão; dai iniciei devagar as bombadas e sentia a maciez daquele cu que acariciava as veias saltadas no corpo do cacete que o invadia; fui aumentando o ritmo até que estocadas firmes e fundas me fizeram sentir a proximidade do gozo; ao sentir meu pau inchar dentro do seu cu, Alan intensificou a punheta e anunciou que iar gozar; meti mais fundo e forte e juntos, quase num gemido só, gozamos... meus jatos de porra foram vários e intensos, enquanto os dele inundaram o lençol, perfumando o quarto com o odor de sexo. Nossa respiração era ofegante pelo gozo simultaneo, no entanto nossos paus continuaram rijos, latejantes; nossos corpos pediam mais; curvei meu corpo para trás e trouxe junto o corpo de Alan, que ficou sentado no meu colo, com meu pau inteiro cravado dentro dele; me deitei completamente de costas na cama e pedi que ele, suavemente movesse seu corpo até ficar de frente pra mim, sem deixar meu pau escapar do seu CUzinho; nos abraçamos e nos beijamos calorosamente, com linguas voluptuosas a invadir nossas bocas numa luta erótica; o cacete dele pulsava e babava a demonstrar tesão e prazer; meu pau também pulsava nas suas entranhas ao sentir as mordidas que ele dava com seu cu faminto. Alan começou a cavalgar, apoiando as mãos nas minhas coxas, indo da base até a cabeça rosada do meu pau, a demostrar uma incrível habilidade nessa posição pra dar o cu; depois nos beijamos e abraçamos prazerosamente, ele me chupava e mordia o pescoço, eu lambia e mordiscava seus mamilos, nosso tesão era intenso; fodemos nessa posição por mais de meia hora; meu cacete a invadir seu cu e ele se punhetando prazerosamente até que o gozo veio... intenso, abundante, leitoso... os jatos de porra de Alan atingiram meu rosto, peito e barriga, de tão potentes; ao mesmo tempo, despejei meu nectar mais uma vez nas sua entranhas, inundando seu cu de porra. Àquela altura, com tanto esforço e êxtase pleno, juntamos os corpos suados e melados de porra; aos poucos meu cacete ficou flácido e escapou do seu cu e permiteu que porra leitosa escorresse melando meu colo até o saco. Quase desfalecidos nos deixamos descansar, exaustos mas felizes; ambos precisávamos de um tempo de repouso a fim de restabelecermos nossas forças. A química com Alan, o rapaz que parecia que era um nerd, se revelou perfeita, e prometia ainda muito mais.
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