PARTE III
Levamos um bom tempo para recobrarmos os sentidos; quando nos demos conta, a tarde já estava pela metade e estávamos famintos, desta vez não de sexo, mas de uma boa alimentação, vez que nas fodas esgotamos nossas reservas de energia; consultei Jacó acerca da sua disponibilidade e ele me disse que, se houvesse uma boa justificativa, poderia prolongar sua estadia na minha cidade para dar prosseguimento à sua "missão salvífica".
Respondi que a justificativa seria de que eu ainda não tinha esgotado todas as possibilidades de foder seu cu; que ainda havia outras posições a serem experimentadas e que havia ainda uma tarde e uma noite ao nosso dispor.
-CARALHOOOO, QUE GRANDE FILHO DA PUTA VOCÊ É, COROA!!! Agora vejo o tempo que desperdicei com garotos da minha idade; jamais poderia imaginar que com um coroa como você eu iria me surpreender tanto; por mim, estou inteiramente à seu serviço, completou.
Pois bem, vamos tomar um bom banho, sair daqui e vamos para um bom restaurante que conheço, almoçamos calmamente, recobramos as energias e vamos nos hospedar num hotel onde passaremos a noite!
-Porra, você é mesmo surpreendente, sempre pensa em tudo; eis mais uma vantagem de ter um coroa como parceiro, falou com toda sinceridade.
Dito isso, assim fizemos. Nos fartamos com uma bela pasta e degustamos um bom vinho tinto italiano. Saciada a fome e recomposta a energia, fomos para um hotel onde nos aguardava uma confortável cama de casal com alvos lençóis brancos.
Antes de sairmos do restaurante e sem que Jacó notasse, dali mesmo fiz a reserva do hotel e pedi que já deixassem no quarto, num balde de gelo, uma garrafa de espumante moscatel, meu preferido, mais uma bandeja de morangos; eu queria criar um clima...
Ao entrarmos no quarto do hotel Jacó ficou paralisado; saído do transe, mostrou seu lado sacana bem humorado e segurando minhas duas mãos, olhando fundo nos meus olhos, falou:
-Você também providenciou os anéis e vai me propor casamento?!?
Caímos ambos numa gostosa gargalhada; degustamos o espumante junto com o sabor agridoce dos morangos e foi se instalando um clima de puro romance-erótico; só de cuecas, fomos pra cama que seria nosso ninho de amor naquela tarde que transcorreu num clima edílico de gostosa troca de beijos e carícias, como se fossemos velhos amantes; só que como dois machos famintos, não demorou para que o clima, esquentasse e falei:
-Como outra "lição do dia", vou lhe ensinar a cavalgar; agora você é quem irá foder meu pau com.seu Cuzinho.
Deitei de costas, cacete duraço em riste como um poste, trouxe Jacó por sobre mim; ele logo entendeub o que eu queria e safadamente veio com seu belíssimo cacete branco, cabecinha levemente lilás, e o enfiou na minha boca; mamei com volúpia aquele membro arrancando dele gemidos decprazer e espasmos pelo corpo; ele tirou o cacete da minha boca e mecofereceu as bolas que abocanhei ambas deixando seu saco lisinho todo melado; arrancando as bolas da minha boca ofereceu-me seu cu, esfregando seu rego úmido e com odor de tesão na minha cara e aproveitei para chupar com fone seu CUzinho que piscava; sem aviso e vai em direção do meu cacete que babava, o pegou pela base e direcionou na portinha do seu cu; devagar, saboreando cada centímetro que o invadia, seu cu engoliu todo meu cacete; esse tempo todo Jacó me fitava com seus lindos olhos castanhos claros que brilhavam de prazer; ao sentir meus pelos pubianos a lhe acariciar o cu bem dilatado rebolou gostosamente me fazendo gemer de prazer.
Em cerca de meia hora de um sobe e desce com pau no cu ele diz;
-Vou gozar, caralhoooo, ahhhhhh... e despejou com abundância e generosidade seu leite cremoso e perfumado por todo meu corpo.
Ao sentir as contrações de seu cu pelo gozo também deixei sair jatos de porra a inundar seu cu guloso; extasiados, exaustos, corpos suados nos abraçamos aos beijos; Jacó soltou seu corpo relaxado sobre o meu que o acolhi carinhosamente; meu parceiro não parava de me retribuir em carícias o prazer que eu lhe proporcionava.
E assim, no ambiente confortável do hotel e num clima de puro tesão e desejo, repetimos as fodas nas mais diversas posições, com pequenos intervalos para nos recompormos, indo até alta madrugada quando, exauridas todas as nossas forças, adormecemos.
Acordamos já com sol bem desperto; tomamos um longo banho juntos e descemos para o café da manhã que devoramos famintos, visto que sequer havíamos jantado, absortos que estávamos a foder como dois animais.
Retornamos para o quarto e nos refestelamos num sofá confortável a conversar; lembrei, então, a Jacó da menção que Gabi me fizera de seu amigo Isaías e do meu interesse em conhecê-lo; ele me retrucou que imaginava qual era meu "interesse por Isaías", que ele faria a apresentação do amigo, mas isso ia me "custar um preço"; me mostrei surpreso, esperava reação de ciúmes, jamais uma negociação; safadamente Jacó me falou que não era "cafetão" e sem a menor cerimônia pôs na mesa sua cartada:
-O preço é seu CUzinho!!! Se você me deixar foder seu cu, Isaías será seu!!!
-FILHO DA PUTA, É O QUE VOCÊ É, respondi sem raiva, apenas compreendendo o quanto ele também me desejava.
E Jacó, sincero como sempre foi no início, confessou que desde nosso primeiro contato pessoal seu desejo por mim foi espontâneo e irrefreável; que ele arriscara sem saber qual seria minha reação, mas era seu desejo desde nosso contato inicial.
Respondi que estava disposto a pagar o preço, mesmo porque seu cacete me encantara já na primeira vez que o vi nu diante de mim; que ali mesmo naquela mesma manhã eu me entregaria aos seus desejos; e assim firmamos nosso pacto com um beijo.