PARTE I
Eles eram velhos amigos. Zeca e Joca, seus apelidos familiares, adotados também pelos vizinhos e colegas, cresceram juntos na mesma rua; suas famílias eram amigas, suas casas eram lado a lado numa rua tranquila e arborizada, de um bairro tipicamente residencial, de cidade do interior; desde pequenos frequentaram a mesma escola, empinavam pipa, rodavam de bicicleta pelo parque, jogavam basquete juntos no clube; estavam agora no último ano do ensino médio, preocupados com o exame do Enem; passavam tardes juntos estudando e jogando vídeo game.
Numa tarde, na casa de um deles, após uma disputa no game, Zeca interpelou Joca:
-Vi num vídeo do celular dois caras falando que broderagem entre amigos fortalece a amizade, fiquei curioso.
-Mas o que eles faziam ou falavam? Retrucou Joca.
Zeca então passou a relatar o que vira, aguçando a curiosidade do amigo; passaram aí a procurar vídeos de broderagem entre amigos e ambos ficaram excitados, de pau duro com o que viram; Joca, mais espontâneo sugeriu que vissem um vídeo de sacanagem e batessem uma punheta juntos; excitados, tiraram os paus pra fora da bermuda e começaram a punheta, olhos grudados no video; sem se darem conta, gozaram jatos de porra que deixaram ambos melados.
Essa primeira experiência de bater punheta juntos os fez sentir mais íntimos e combinaram de repetir a experiência; dois dias depois, após a aula, programaram outra sessão de broderagem; só que nesse intervalo de dois dias, ambos, individualmente, tinham feito ampla pesquisa de sacanagem entre homens, e no encontro vieram com ideias estimulantes e muita excitação; nem jogaram vídeo game aquela tarde, foram direto pra sacanagem.
Na busca por videos no computador, abriram um em que os parceiros faziam a mão amiga; trocaram olhares de mútua interrogação; no vídeo os amigos estavam inteiramente nus a se punhetar.
Joca, sempre o mais ousado, propôs fazerem igual; como estavam sozinhos em casa, trancaram com chave a porta do quarto e se despiram; os olhos de ambos brilharam ao percorrer com o olhar o corpo um do outro amigo e seus cacetes duros; Zeca notou o pau de Joca, grosso, cheio de veias, cabeça arroxeada e com gotas brilhantes a escapar da pequena fenda; seu amigo percebeu o deslumbre e disparou:
-Meu cacete mede 18cm, já medi com a régua da escola; e o seu? Perguntou Joca.
-Nunca medi, mas fiz o teste do papel higiênico; ele passa raspando e a cabeça sai do outro lado, uns 3 dedos, então ele deve ter cerca de 16cm, um pouco menor que o seu, mas a grossura é igual.
A situação inusitada deles estarem juntos pelados e de pau duro os deixou ainda mais excitados; decidiram partir para a prática, sentaram-se na beirada da cama, sem tirar os olhos do video no computador; ambos titubeavam em tomar a iniciativa de pegar e punhetar o pau do outro; ambos jamais tinham sequer tocado num cacete que não o próprio; Joca mais atirado, sem olhar pro lado, esticou sua mão direita e segurou firme o pau de Zeca que, ao sentir o toque da mão quente e macia do amigo, soltou um longo suspiro; sem desviar o olhar da tela do PC Zeca estendeu a mão esquerda e sentiu a rigidez e o pulsar do cacete babão do Joca; só então, um agarrado ao pau do outro, se entreolharam... ambos sorriram timidamente e meio sem jeito iniciaram a mútua punheta de "mão amiga"; a sensação de ambos, de ter pela primeira vez outro cara masturbando seu cacete, era algo tão novo quanto prazeroso.
-Caralho, Zeca, nunca pensei que fosse tão bom sentir outra mão que não a minha no meu pau; sua mão é quente e macia no meu pau, putzzz... você faz isso dum jeito tão gostoso, puta,que pariu!!!
-Porra, Jota, você tá certo, também nem imaginei em sonho que era tão bom outro cara me punhetar; sua mão parece de veludo e me dá um tesão do caralhoooo!!!
Os olhos de ambos reviravam, sua respiração era ofegante, intensa e seus corpos tinham espasmos a cada movimento de vai e vem da mão do amigo no seu cacete; o tesão era tão intenso que até esqueceram do vídeo na tela do PC; instintivamente eles aumentaram o ritmo, suas mãos se tornaram ágeis que em poucos minutos ambos explodiram em gozo; os jatos abundantes de porra lavaram o chão do quarto e lambuzaram as coxas dos dois, se misturando e perfumando o quarto com o perfume do gozo; no entanto a abundante ejaculação só fez aumentar o tesão e seus paus continuaram duros a pulsar.
Joca então teve outra ideia, copiada de um vídeo de broderagem que vira no celular; propôs a Zeca que ficassem de pé, frente a frente, juntassem os cacetes e aproveitando que estavam bem melados com a porra de ambos, batessem outra punheta, mas esfregando com uma mão de cada um juntos os seus paus; aquilo os excitou ainda mais e, além da porra suas babas ajudaram a lubrificar os paus e suas mãos; com uma das mãos livre eles se apoiaram um no ombro do outro; seus corpos se movimentavam como num balé erótico e a expressão de Zeca e Joca era do mais puro e inusitado extase; uma sensação de prazer que nunca antes haviam experimentado e que os tornava profundamente íntimos, de uma amizade agora reforçada que os tornava cúmplices.
Seu enlevo de prazer naquela punheta dupla, os cacetes se esfregando gostosamente, o vai-e-vem dos seus corpos os levou a outro banho de porra; quase simultaneamente ambos gozaram, um lançando jatos de leite quente e cremoso no colo do outro; seus cacetes pulsavam a cada jato de porra que lhes escorria pelas coxas; em estado do mais pleno êxtase se abraçaram fortemente, selando de forma cúmplice sua amizade que, a partir daí, seria muito mais intensa e profunda.
Todo melados e exalando o perfume de sexo, foram ambos pro chuveiro rindo à toa, feito dois adolescentes que acabavam de adentrar num universo novo: da cumplicidade do prazer mútuo no sexo.
Enrolados nas toalhas foram se vestir e, com olhar safado de cumplicidade, prometeram uma nova sessão de broderagem, afinal eram agora mais amigos que nunca!



