PARTE I
(Para melhor entender o contexto deste conto, recomendo ler os contos 'O Anjo Gabriel' )
Quando acordamos já era noite ??, fomos pro banho e Gabriel se preparou para partir; sua atividade no Congresso seria iniciada no dia seguinte logo pela manhã. Nos despedimos quase aos prantos, pois a experiência que ele havia vivido comigo, perder a virgindade com um.macho coroa, a quem deliciosamente entregara seu cabaço, era única e marcaria sua vida para sempre. Nos comprometemos a manter contato e nos tornarmos amigos, até que um dia, quem sabe, pudéssemos fazer amor novamente; o que se criou entre nós transcendia o tesão, o desejo, nossa química era perfeita e nossos sentimentos eram afetivos, sinceros, profundos... mas a vida tinha que seguir seu rumo.
O levei até a rodoviária e nos despedimos com um caloroso e emocionado abraço (ele não permitiu que o beijasse ali).
Inconformado com a partida dele, me envolvi a relembrar nossas conversas e foi quando me lembrei da dupla de missionários Isaías e Jacó, a quem Gabriel havia se referido; passados uns dias busquei pelo contato deles e resolvi mandar mensagem para os dois; eles não identificaram meu nome e perguntaram como é tinha obtido seus contatos; falei que eu era muito amigo, quase um irmão de Gabriel, e que ele me passara os seus contatos; Isaías se desculpou e respondeu que não poderia conversar naquela hora e se despediu dizendo que conversaria comigo noutra hora; insisti com Jacó, justamente o cara que morava próximo de mim que me perguntou do que eu precisava; menti, dizendo que estava numa situação complexa e precisava de apoio moral, espiritual, e se poderíamos conversar pessoalmente; Jacó prontamente se dispôs a vir ao meu encontro, pois fazia "missões" na minha cidade; marcamos para a manhã do dia seguinte.
Nos encontramos numa cafeteria; Jacó era um belíssimo rapaz de 26anos, 1,80m, 80kg, corpo bem distribuído e trabalhado na academia e treinos de vôlei; cabelos lisos abundantes castanhos bem claros, quase loiro, muito bem cortados e cuidados, olhos castanhos esverdeados, traços delicados no rosto, lábios carnudos e um sorriso cativante; muito simpático e solícito logo perguntou qual era a dificuldade pela qual eu passava e como ele poderia me ajudar.
Falei que tinha uma relação muito íntima e fraterna com Gabi; ele espantou-se ao me ouvir referir ao "irmão de fé" com tal intimidade e falei pra ele que nossa relação era muito intima e profunda; disse isso já a querer insinuar algo para aguçar sua curiosidade; Jacó ouvia atentamente mas seu olhar já mudara de expressão; contei que eu havia recentemente terminado uma relação (mal sabia ele que era com Gabriel) e estava muito mal e carente, necessitado de uma companhia que me acolhece; avancei um pouco na "confissão" e contei que Gabi havia me falado que uns irmãos no Congresso cuidavam das necessidades íntimas uns dos outros; que ele próprio já havia participado de uma dessas "sessões de assistencia" e que caso eu precisasse deveria procurar os "irmãos de fé" Isaías e Jacó,ambos absolutamente confiáveis e discretos.
Ele logo entendeu tudo e abriu o jogo dizendo:
-Bem, você então ja sabe o tipo de assistência a que o filha da puta do Gabriel abriu o bico pra te contar, é isso?
-Exatamente, respondi, e é essa mesma assistência que quero receber de Você; está disposto a compartilhar sua especialidade comigo?!?
Inicialmente titubeante, ponderou que se eu era "tão intimo do Gabriel" devia ser uma pessoa confiável, com quem ele poderia partilhar intimidade também e soltou:
-Caralho, você é um coroa bem interessante, inteligente, educado, um papo direto muito bom e sem rodeios; eu nunca fiquei com coroa, foi sempre com caras da minha idade, mas você me instiga; o que você sugere?
Fui direto e propus irmos pro motel e começarmos com uma boa broderagem e deixar rolar e o tesão falar mais alto; seus olhos brilharam e foi logo dizendo que adorava uma boa pegação e estava ansioso pra experimentar como seria com um coroa; deixei claro que eu desejava ir fundo, não só brincar, e desejava foder o seu CUzinho; como resposta me disse que topava tudo, que era versátil e sem preconceitos, desde que houvesse respeito e fosse combinado antes; falou que estava limpo, com os exames em dia e gostaria de sexo no pelo comigo; que nunca tinha dado o cu pra um coroa e queria provar como era sem barreiras e sentir o cu cheio de porra dum macho gostoso e safado; Jacó nao economizava nos adjetivos obscenos, o que me agradava, pois deixava claro sua postura safada.
Porra, sua fala direta me empolgou e meu cacete endureceu na hora; estávamos sentados lado a lado na mesa da cafeteria, peguei sua mão e a levei até meu pau, que ele sentiu, segurou firme e apertou; olhou pra mim com um sorriso malicioso e devolveu, "vai ser todo meu, coroa"!
Saimos dali, pegamos o carro, e em poucos minutos estávamos no quarto do motel; Jacó era uma figura linda, atraente e após nos beijamos de forma arrebatadora o afastei um pouco e pedi que fosse se despindo pra mim; eu queria apreciar e devorar com os olhos aquele pedaço de mau caminho; o safado, a demonstrar boa habilidade sedutora, foi tirando peça por peça bem devagar, sem tirar os olhos dos meus olhos, de modo provocativo; sua expressão era de puro desejo e sedução, ciente do que seu corpo podia provocar em outro homem; seu porte atlético bem cuidado era a própria tentação; suas coxas grossas bem torneadas - coxa de macho sempre foi minha perdição - e seu cacete de 17cm, reto, branco, cabeça lilás me alvoroçaram o tesão e me deu água na boca seu pau babão.
Tirei minha roupa em segundos e avancei sobre ele aos beijos; o contato de nossas peles foi eletrizante; o beijo dele era doce e profundo, com sua língua de encontro à minha, quase não nos permitia respirar; caímos na cama entrelaçados e Jacó logo procurou meu pau para abocanhá-lo; inverti meu corpo para ficar com a boca junto do seu cacete e sem dizer nada iniciamos um guloso 69; que delícia ter seu cacete na boca, duro mas de pele sedosa e suas gotas de baba acidamente deliciosas; ele engolia meu cacete com fome de bezerro desmamado, sugando da cabeça até a base, sem engasgar, tal sua habilidade; depois de longos minutos de mamada recíproca, movimentei seu corpo para que ficasse sobre mim, lambi e engoli suas bolas até meus lábios chegarem no seu rego perfumado de tesão e já úmido a demonstrar seu desejo; Jacó não largava do meu pau e percebendo minha intenção, abriu e forçou sua bunda para que eu chupasse seu Cuzinho; com a língua acariciei suas pregas lhe arrancando gemidos intensos de prazer e contrações em seu corpo; quando dei estocadas no seu cu ele gemeu alto e falou quase suplicando:
-Caralhoooo Tony, para de me torturar e mete logo sua pika no meu cu; vem e me fode de verdade, mete seu cacete bem fundo e me mostra que você é macho de verdade; quero sentir a sensação de tesão me invadir com esse seu pau delicioso; vem, me fode caralho.
O coloquei na posição de frango assado, lambuzei meu cacete e seu cu com muito gel, encaixei a cabecinha rosada na portinha fiz pressão e "flop", entrou a cabeça e metade do meu cacete; Jacó deu um gemido gostoso, de quem tinha um cu habituado a receber um cacete; me puxou para um beijo e me pediu que metesse sem dó até o fundo; obedeci e enterrei meu pau até as bolas baterem na sua bunda; comecei a bombar num vai-e-vem frenético e no mesmo ritmo ele batia uma punheta e me pediu:
-Continua Tony, mete forte sem parar, isso tá bom demais; seu pau é uma delícia coroa, você sabe foder um cu, me fode, me fode que quero gozar com pau no cu!
Meu tesão estava quase no ápice, meu pau latejava, mas segurei o gozo pra ele gozar antes e em segundos ele soltou jatos fortes, intensos, abundantes de porra que atingiram seu rosto, peito e até minha barriga; ouvindo seus gemidos, quase urros de prazer, vendo seu gozo e seu cu apertando meu pau, também gozei com vigor e múltiplos jatos de leite quente inundaram seu cu.
Nossos corpos suados, tensos e banhados de porra se juntaram; trocamos um beijo intenso abraçados; e devagar meu cacete foi ficando flácido e saiu de seu Cuzinho que deixou escorrer em filete branco o leite de macho que eu despejara nele; nosso prazer partilhado foi intenso e momentaneamente saciados nos deixamos descansar abracados; essa foi apenas a primeira foda; nossos corpos iriam pedir muito mais; a manhã ainda não terminara seu turno.



