PARTE VI Passaram-se três dias e recebo uma mensagem de Celo me convidando para um brunch num recanto bem agradável; respondi que aceitava o convite, a que horas seria, e se o seu noivo Raul estaria presente; ele me respondeu que fora o próprio namorado que sugerira o encontro, a forma, local e horário, às 16horas no Garden, um local bucólico; que por sugestão do namorado, para o encontro deveríamos ir trajados de modo formal, a simular um encontro profissional de negocios; amei a ideia e já me excitei a pensar em Raul. Pontualmente, cacoete da profissão, cheguei ao local combinado e, surpreso o carro deles chegou logo atrás, estacionamos juntos; nos cumprimentamos formalmente ali mesmo na calçada e nos acomodamos numa mesa mais afastada de outros frequentadores; Raul portava uma pasta donde tirou papéis e caneta e os posicionou sobre a mesa; para descontrair e quebrar o clima meio tenso, falei que antes de tudo era preciso conversar sobre honorários; Celo, para minha surpresa retrucou,"só podia mesmo ser advogado", e rimos descontraidamente. Foi Raul que iniciou a conversa dizendo da minha abordagem a Celo, que este lhe havia relatado a conversa e perguntou o que eu pretendia; fui sincero e disse seco e curto: sexo. Que desde adolescente eu o via com olhos diferentes dos dois irmãos; que eu mantinha amizade com o mais velho e com o Rafa, este mais expansivo e amigável a,quem dei carona algumas vezes a caminho da academia; que quando soube que Celo era gay meu tesão por ele fluiu mais intenso; e mais, qdo via o casal, Celo + Raul chegarem juntos na casa vizinha, eu ficava excitado e a ter devaneios com ambos. -Como assim, com ambos? Você nos via e...? Raul falou. -Algumas vezes entrei em casa, fui direto ao banheiro e bati uma punheta em homenagem a vocês dois, respondi na maior cara de pau. Eles se entreolharam com cara de espanto e ficaram em silêncio por alguns segundos; retomei a fala pra dizer que nós três ali tínhamos tesão uns pelos outros e que deveríamos aproveitar a empatia e desfrutar do prazer que nossos corpos nos podiam proporcionar. Foi a vez de Celo tomar a palavra e dizer que deveríamos deixar claro nossos intentos, limites e desejos; que o casal era versátil no sexo e qual seria meu papel; esclareci que também sou Versátil, mais pra ativo, porém que o combinado de comum acordo era válido; que numa foda com parceiro confiável eu topava TUDO, exceto tomar porra na boca; que eu sempre usava preservativo, mas se eles, comprovadamente estivessem limpos, assim como eu estava, podíamos foder na pele numa boa; fiz questão de deixar claro que nunca antes havia feito sexo a três e, com eles, se topassem, seria minha primeira vez; Celo se apressou a dizer que ambos também fariam a três pela primeira vez; que era desejo de ambos, mas que faltara oportunidade e parceiro confiável e completou: -Conheço você desde pequeno e sei o quanto você é sério, responsável e confiável; minha única surpresa é você gostar de homem, mas isso só fez aumentar meu interesse; e se estivermos de acordo será muito legal, tenho certeza. Já estava tudo praticamente acertado; pedi licença para ir até o sanitário aliviar o xixi; quando terminava de mijar, ainda com meu pau fora da calça, Raul entra todo assanhado, chega perto e me diz que jamais imaginara que um coroa "respeitável" como eu fosse tão safado; tira minha mão, segura firme no meu pau e me dá um beijo louco, arrebatador, que me fez perder o fôlego, pelo inusitado e pelo risco; sem largar meu pau, que já ficou duro pelo seu contato, me arrastou para um box maior e caiu de boca; sem se preocupar com gotas de mijo que ainda saiam da uretra ele engoliu inteiro e mamava esfomeado; nisso ouvimos passos e entra Celo nos pegando no flagra e quase berra: -Seus filhos da puta do caralho... como ousam começar a brincadeira sozinhos, sem me chamar!!! Entra no box, se ajoelha e divide a mamada no meu cacete com o namorado; um mama meu pau e outro se delicia com minhas bolas; meu pau e meu saco ficaram molhados, lambuzados, com a saliva dos dois bezerrinhos; nisso entra no sanitário um segurança e pergunta o que estava acontecendo; guardei velozmente meu cacete dentro da calça e simulei um mal estar; os dois logo compreenderam minha encenação e disseram que eu estava passando mal e pediram urgente água gelada; ambos me levantaram e me fizeram sentar num banquinho que surgiu não sei de onde, me fizeram beber a água gelada e tratei de esclarecer; tenho problemas cardíacos, as vezes me falta o ar, mas acabei de ingerir um comprimido que sempre carrrego comigo nos bolsos para emergências como essa, e já estava tudo bem. Com respiração ofegante e quase rindo da situação, voltamos para nossa mesa e tornamos a conversar para concluir nossa combinação. Estávamos de pleno acordo para desfrutarmos de uma boa e prazerosa foda a três; faltava apenas combinar dia e horário; combinamos que Celo e Raul acertariam suas agendas de trabalho para que tivemos um dia inteiro disponível, a fim de desfrutarmos dos prazeres, sem pressa. Celo se adiantou e ficou encarregado de fazer contato quando tudo estivesse conforme. Mas aí eu falei: -Porra, vocês dois me deixaram no maior tesão lá no banheiro; agora vamos embora assim, sem ninguém gozar, caralho!!! Raul veio em nosso socorro e sugeriu que nós três fossemos até a casa de sua avó, que ficava aí perto; ela é bem velhinha, não desconfiaria de nada, e diríamos que íamos ver umas tralhas do vovô, que ficavam no depósito dos fundos, e lá poderíamos, sem demorar muito, gozarmos os três e ainda depois desfrutarmos do chá com bolo da vovó... um belo e grande filha da puta, o Raul. Assim fizemos... no depósito dividimos solidariamente nossas pikas que mudaram de boca em boca até despejarmos toda nossa porra no chão poeirento; os três gozados, trocamos beijos triplos e encerramos aí a putaria do dia. Fomos até a sala de jantar da vovó onde o chá e o bolo já estavam servidos.
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