Eu sempre senti muita atração, interesse e tesão por garotos, carinhas mais jovens; alguns eram bem putinhos e preferiam dar o cu pra coroas por "serem mais carinhosos", com o que eu me deliciava; outros, porém, apesar de serem gays indiscutíveis, assumidos, eram marrentos e chegavam a "dar trabalho" para a foda valer a pena.
Nas salas de bate papo conheci Téo, 19anos, lindíssimo, corpo magro liso sem pelos, bem como eu gosto; nas conversas pelo zap ele gostava de falar putaria e dizia gostar muito de sacanagem, mas que queria algo novo, com mais prazer, porque com carinhas da sua faixa etária era sempre igual, mesmo ele sendo versatil. Combinamos encontro e fomos pra um hotelzinho, desses de beira de estrada, simples mas limpo e confortável, que ficava a meio caminho pra mim ecpra ele, que morava numa cidade a 30km da minha.
Ele chegou de ônibus urbano, entrou no meu carro e fomos pro hotel onde já havia reservado um quarto; ele era realmente bonitinho, risonho, rosto liso bem delicado e barba feita, 1,65m de altura, uns 60kg, pele clara mas bronzeada, cabelo bem cortado e penteado com gel, cheiroso de banho recém tomado; enfim um "mignonzinho" como se falava à época.
Fui ao seu encontro num abraço, ainda vestidos, lambi seu pescoço, mordisquei o lóbulo da orelha e fui pro beijo; ele se mostrou um pouco arredio, não se abriu para um beijo lascivo e me pediu calma; sugeri então que tirassemos a roupa e ficarmos apenas de cuecas; eu quis ajuda-lo a se despir nas ele recuou e fui tirando a minha; meu pau estava latejando de tesão e a cueca já marcada de baba; não percebi nele sob a cueca nenhum volume a mostrar excitação.
Segurei sua mão e o conduzi para a cama, sentados recostados na cabeceira, comecei a questioná-lo acerca de suas experiências; ele bastante reticente comentou que fazia muitas brincadeiras e sacanagens com amiguinhos, mais na adrenalina e até em parques públicos na sua cidade; reafirmou que era versátil e já fizera troca-troca algumas vezes; fui claro que eu estava ali afim de sexo e também curtia as tais "brincadeiras" e parti para as carícias tirando sua cueca e a minha também; Téo continuava "meio travado" e pouco acessível; nos beijamos-seu beijo era ruim-nos punhetamos e pedi pra ele mamar meu cacete; ele retrucou perguntando se eu mamava ele também; sugeri um 69, pois o cacete dele, embora pequeno, uns 12/13cm era bem bonitinho, reto, cabecinha rosada; me posicionei com o corpo por baixo dele, pois minha intenção era chegar do seu pau e saco, ao seu CUzinho para um bom cunete; ele provou habilidade na mamada, que percebi era sua especialidade com outros garotos; com leveza, abri bem suas nádegas, mergulhei meu rosto no seu reguinho; que rego perfumado, liso, todo úmido de tesão; com fome vi seu CUzinho piscar e logo meti a língua no seu anel e fiz carícias nas suas pregas, que me pareceram íntegras, intactas... será que meu jovem parceiro era virgem anal, pensei.
Ao sentir o toque no cu, num impulso Téo contraiu a bunda a impedir meu acesso à sua quase intocada gruta do prazer; ao mesmo tempo tirou a boca do meu pau e saiu de cima de mim; vi sua expressão incomoda, respiração ofegante e indaguei o que se passava; ele falou com voz trêmula, quase um sussurro, que eu era muito experiente e ele, ao contrário ainda era iniciante; foi quando constatei que ele muito mais exuberante na fala que na prática e tudo que falava compunha mais eram suas fantasias.
Ambos nus e de pau duro; puxei-o para se recostar comigo na cama e o induzi a uma "mão amiga", numa punheta mútua, pra não quebrar o clima de tesao que, apesar da reação temerosa dele, ainda estava no ar,e resolvi abrir o jogo dizendo:
-Téo, o convidei a vir aqui com intenção de sexo e putaria, que você dizia curtir muito; você concordou e está aqui, como vai ser? Eu quero fuder com você, meter no seu CUzinho, você tá afim ou não?
Ele fez uma cara meio de ofendido, como se eu estivesse a tratá-lo como criança, e arrogante respondeu:
-Cara, eu vim aqui afim de transar sim, porquê a pergunta?
-Beleza, Téo, em qual posição você prefere dar o cu? Vamos pros finalmente, respondi.
Sem dizer nada ele se posicionou na cama de quatro, pegou o tubo de gel que já estava sobre a cama, lambuzou bem o cu e ficou esperando; encapei meu cacete com a camisinha, lubrifiquei com abundancia com o mesmo gel, apontei o cacete na portinha do seu cu, segurei firme com as duas mãos sua cintura e fiz forte pressão; com um som "ploc" entrou a cabecinha e uns dois centímetros do meu pau; Téo deu um berro alto, um urro de leão mesmo e, num salto pra frente, escapou do meu pau e desceu da cama todo alterado e esbravejou:
-PORRA, VOCÊ QUER ME ESTRUPAR? (nem a palavra correta ele sabia pronunciar)
Pacientemente tentei acalmá-lo e sugeri uma nova posição; ele ficou de frango, com um travesseiro debaixo da bunda, abri bem suas pernas, lambuzei de gel seu cu e meu pau e preparei uma nova penetração; com dificuldade passou a cabecinha, Téo fez outro escândalo, tentei meter mesmo assim e ele recuou, fez sair meu cacete e travou o cu; meu tesão ainda era irrefreável e mandei que ele tentasse na cavalgada, me deitando de costas e com meu pau ereto feito um poste; aquela visãoparece tê-lo assustado ainda mais, foi quando ele falou:
-Olha, seu pau é muito grosso, acho que não vou aguentar; podemos deixar para outra vez, aí você tenta de novo pra eu me acostumar?
Contrariado com tanta imaturidade e resistência, fiz com que ele me mamasse até eu gozar, para poder me aliviar; nem me preocupei se ele gozou ou não.
Eu nem quis tomar banho, me limpei na toalha umedecida, nos vestimos e saímos. Deixei-o no ponto de ônibus e ali mesmo bloqueei seu contato.




