PARTE III Após o banho restaurador, abraçados na cama inteiramente nus, Lucas me beija e diz resoluto: -Não poderia ter encontrado outro homem tão intenso e dominador como você; ainda quero muito mais com você; será que uma noite me será suficiente? Tô com meu cu ardido e inchado mas piscando só de imaginar o que você ainda pode fazer comigo nesta noite. Nem pense em dormir, riu. E continuou dizendo o que queria mais. Quero que você continue a ser dominador; me beijando guloso com sua lingua áspera; você me chupando o CUzinho, me virando de quatro, lambendo meu cuzinho, me fodendo com estocadas de língua, até meu cu abrir e deixar você enfiar esse seu pau grosso devagar, me arrombando, me preenchendo e me fazendo gritar ate gozar só com seu cacete bombando no meu cu. Eu quero sentir você me invadindo com seu pau duraço e fazer a dor virar prazer; quero ser fodido bem fundo, com força, sentir seu cacete até o talo e ainda pedindo mais; também quero ouvir você me chamando de sua putinha vadia; voce me fazendo engasgar com o pau até minha garganta; vou saborear sua saliva na minha boca depois de você chupar meu cu; serei todo e só seu para me usar do jeito que quiser, com tesão, mostrando que é macho, que foi capaz de me seduzir e me fazer perder o cabaço; quero você me fodendo e te olhando nos olhos, gemendo seu nome Tony, enquanto você me enche de porra quente e leitosa. Ouvindo tudo isso senti um impulso instintivo para devorar meu parceiro como um touro reprodutor; Lucas tinha o dom de palavras mágicas capazes de despertar tesão numa pedra. E foi com meu pau duro feito pedra que mandei que ele ficasse de quatro; essa posição, minha preferida para dominar outro macho; Lucas, apesar de 100% passivo e submisso tinha um porte físico e uma postura máscula; ninguém diria que aquele Jornalista Candango (era neto de quem ajudara a construir Brasília) adulto, inteligente e sagaz, era uma verdadeira putinha passiva para outro macho na cama. Obediente, ele arrebitou bem a bundinha e mergulhou a cabeça no macio e alvo travesseiro; rego úmido de tesão exposto, Cuzinho rosado um pouco dilatado e inchado, era uma visão tentadora para um macho como eu; apertei forte suas nádegas separando-as, mergulhei o rosto no vale dos prazeres e beijei, lambi e dei estocadas com a língua no seu cu; ao meu toque, seu corpo se contraiu e arrepiou todo, soltando gemidos abafados pelo travesseiro; dobrei meu corpo sobre o dele, puxei seu rosto para um beijo e sussurrei ao seu ouvido: -Prepare-se para uma foda inesquecível; vou meter nesse cu como nunca fiz antes; seu cabaço já era, sua virgindade é passado, agora curta um cacete de macho e farei você sentir sensações inesquecíveis. Satisfeito ele me retribuiu o beijo e empurrou sua bunda contra meu colo, a pedir cacete; lubrifiquei seu cu e meu pau com gel, apontei a cabecinha rosada na portinha, segurei firme sua cintura com as duas mãos e num impulso único meti o cacete até o talo, com meu sacão peludo batendo nas sua bolas, com o som característico "pla!" do súbito encontro do meu colo na sua bunda; Lucas soltou um gemido forte, um urro de urso, tentando jogar o corpo pra frente e escapar da invasão abrupta; não só não permiti que ele escapasse como passei a bombar no seu cu, dando estocadas fortes e fundas com comeu cacete rijo; ele gemia, mas de uma forma diferente; já não era dor era prazer que seu macho escolhido a dedo lhe proporcionava. Seu pau duro, teso, babava e com uma mão o envolvi e iniciei uma punheta no mesmo compasso das estocadas no seu cu; ele gemia gostoso e com seu cu quente dava mordidas no meu cacete, aumentando inda mais meu tesão; eu já fodia seu CUzinho por meia hora e mandei que ele se deitasse devagar, sem deixar escapar meu cacete do seu cu e junto soltei todo o peso do meu corpo sobre o seu; meu pau continuava inteiro dentro dele que apertava seu cu pressionando meu cacete; cruzei minhas pernas sobre as deles, passei meu braços sob seu tórax e encaixei minhas mãos, feito ganchos, nos seus ombros, numa posição de total domínio; eu lambia seu pescoço e mordia sua nuca a lhe arrancar suspiros de prazer e contrações de seu corpo dominado. Lucas num prazer nunca experimentado, pedia mais e mais: -Fode meu macho, não para de bombar, enterra seu cacete até o talo que quero sentir você inteiro dentro de mim; vem, me fode firte e despeja seus jatos de porra, inunda meu cu com seu leite cremoso exquente! Atendi seu pedido, soquei mais fundo, meu pau inchou e explodiu despejando leite quente abundante naquele Cuzinho delicioso; ao sentir os jatos da porra quente, ele também gozou sem nem tocar no pau, com gemidos, quase gritos de prazer, tendo espasmos pelo corpo. Suado e extenuado soltei meu corpo sobre o de Lucas que se voltou e me beijou alucinadamente, como se estivesse no paraíso; sua respiração ofegante e o corpo todo arrepiado denunciavam seu gozo e extase. Meu cacete flácido saiu devagar do seu cu dilatado que deixava escorrer filetes brancos de porra; fui deslizando meu corpo de lado e em troca de carícias e beijos, corpos relaxados e perfumados pelo gozo, adormecemos.
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