PARTE II O quarto do hotel exalava o odor do tesão, o ar era de tensão; eu estava no ápice do tesão, estimulado pelo corpo escultural de um jovem de 28anos totalmente "virgem de homem" inteiramente à minha disposição e desfrute e mais, decidido e convicto a se entregar de forma submissa, dominadora a um macho; e o macho escolhido era eu. Falei com voz de comando pra ele se deitar de costas, colocar um travesseiro sob a bunda, levantar e abrir bem as pernas, e oferecer sua bundinha branca e durinha onde piscava sua gruta do prazer; Lucas sorria nervosamente, desejando o que viria e, ao mesmo tempo, temeroso pelas sensações que nunca antes havia experimentado; mas que aos 28anos ansiava como quem quer viver a mais emocionante aventura: ter um macho faminto de sexo, pau de 17cm grosso e veiudo, latejante, metendo tudo no seu CUzinho!!!fazendo seu cabaço; sua respiração acelerada denunciava a ansiedade que tudo aquilo lhe provocava. -Vem meu macho, mete fundo, me fode com toda virilidade, tira meu cabaço e goza no meu cu, me enche de porra, me faz gozar com pau no cu, pediu ele com voz nervosa. Curvei-me sobre ele, dei-lhe um beijo molhado e sussurrei no seu ouvido que estava pronto pra o levar ao Nirvana de tanto prazer; despejei gel abundante no seu rego e fiz movimentos com os dedos nas suas pregas; seu cu nao parava de piscar a pedir pika; lambuzei generosamente meu cacete, apontei na portinha, fiz pressão e "flop", passou a cabecinha; Lucas soltou um grito de dor e lágrimas lhes escorreram pela face contraída; fiquei inerte por uns momentos para que ele se recompusesse e seu cu se acomodasse; apoiei as mãos nas suas coxas e fui metendo devagar, enterrando meu pau centímetro por centímetro até atolar tudo; Lucas só gemia e chorava; dei-lhe um outro beijo longo e molhado e falei suavemente no ouvido: -Pronto, já era seu cabaço; seu cu está todo aberto e preenchido; prepare-se para o prazer. Iniciei devagar as bombadas; que Cuzinho apertado, quente, bom de fuder; fui aumentando o ritmo das bombadas e meu parceiro gemia submisso e pedia mais e mais; seu pau voltou a ficar duro e a soltar gotas de baba, como a dizer do seu prazer em dar o cu; meti então com mais força por mais de meia hora, quando senti seu cu apertar meu pau, Lucas soltar gemidos quase urros e gozou jatos fortes, abundantes, que atingiram seu rosto, peito e barriga; realizou seu primeiro desejo: gozar com pau no cu; seu corpo tinha espasmos e seus gemidos eram incontidos. Mandei aí que ele forçasse seu corpo contra o meu e, num movimento quase acrobático, fiz com que ele ficasse sentado no meu colo; meu cacete continuava rijo e latejante dentro do seu cu; fiquei deitado de costas e com ele sentado no meu colo, pau todo enterrado no seu cu, ordenei de novo que ele cavalgasse: -Agora fode meu pau com seu cu desvirginado; sobe e desce sem deixar que meu cacete saia do seu cu; mostra que você curte dar o cu, satisfaça seu macho! Obediente e submisso ele envolveu seu braços no meu pescoço e me beijou de forma arrebatadora; seu cu piscava mordendo meu pau bem na base, me fazendo alucinar de tanto tesão; ele fez uma cavalgada primorosa para um iniciante; duas vezes meu cacete escapou de dentro do seu cu e ele, com habilidade espantosa, movida unicamente pelo tesão, apontava o pau no cu e sentava de uma vez só, engolindo meu cacete com gosto; sentado ele rebolava para sentir meus pelos pubianos acariciarem seu rego molhado e sua bunda gulosa; o sobe o desce do CUzinho quente e apertado levou-me ao ápice, meu pau inchou, pulsou e soltou jatos intensos de porra que inundaram seu cu; ao sentir o calor do leite cremoso,Lucas gemeu forte, seu corpo se contraiu e gozou,com tanta abundância que sua porra banhou meu corpo, do pescoço até a barriga. Exausto e suado, inteiramente saciado (imaginava,eu) ele soltou seu corpo sobre o meu e me sufocou com um delicioso, molhado e arrebatador beijo de língua; ficamos ali com os corpos banhados pelo seu gozo intenso e perfumado, enquanto meu cacete foi perdendo a rigidez e foi escapando do seu cu, donde descia um fio leitoso da porra que eu lhe presenteara. Não sei dizer por quanto tempo ficamos ali, ambos exaustos e relaxados, semi adormecidos; recobrados o sentidos, o convidei para um banho reparador; ambos sob a água morna do chuveiro iniciamos uma deliciosa dança erótica; excitados, cacetes duros e latejantes, enrolados em macias toalhas brancas, voltamos para o nosso leito de prazer. A noite apenas se iniciara; tínhamos muito ainda a desfrutar.
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