PARTE V Após um banho reconfortante e as carícias e beijos trocados com a água morna a escorrer nos nossos corpos o clima entre Gabriel e Eu se tornou erótico-romântico; ter derrubado as barreiras, morais e religiosas, verdadeiros tabus, que o impediam de desfrutar dos prazeres com outro homem, Gabi se transformou; ele estava romântico, carinhoso, doce como se estivesse apaixonado, porém demonstrava estar com o tesão à flor da,pele; tínhamos transado muito gostoso e ele havia já gozado duas vezes com pau no cu; mas ele queria mais, tinha ficado fascinado ao perder seu cabaço comigo e provado no CUzinho apertado e virgem um cacete vigoroso que o fez ver estrelas ?? de tanto prazer. Sei jeito amável e sedutor me deixou com um tesão louco de meter nele mais uma vez. Tirei a toalha que cobria meu colo, meu cacete saltou teso e babando e disparei: -Quer ele pra você mais uma vez? Peguei suavemente a sua mão e a coloquei no meu cacete e insisti: -Aproveita que ele gosta de carinho. Gabi não perdeu mais tempo, começou alisando com carinho pau, no inicio meio tímido iniciou uma punheta, aproveitando a baba que escorria; com uma mão na sua nuca e fui empurrando a cabeça dele em direção ao meu cacete; primeiro ele aspirou pra sentir o aroma de pika; e ficou a lamber a cabecinha rosada e a admirar a cabeça exposta e o caralho pronto para ser degustado com vontade; ele lambia e soltava saliva e demonstrava prazer com aquela visão de um cacete de 17cm à sua disposição; eu o bservava como ele tinha prazer e vontade em chupar um pau, experiência que fazia pela primeira vez com um macho. Gabriel comecou engolir a cabeça fazendo movimentos com a lingua a alisar a glande; isso me arrancava gemidos de prazer; que delicia aquilo; como mamava gostoso o puto e como aprendera depressa a chupar um pau. Segurei com carinho a cabeca dele forçando devagar de encontro ao meu cacete, mas percebi que nao precisava,. ele já sabia o que fazer: sugava as bolas, lambia os pelos do saco, a virilha, segurava firme meu pau pela base; mamava com maestria e dedicação, engolia o que conseguia e sugava a cabeça com um prazer indescritível. A mamada durava quase meia hora e senti meu gozo próximo e perguntei: -Vai beber tudo e sem jogar nada fora, meu bezerrinho faminto? -Tony, nunca provei na boca nem minha própria porra, mas vou querer a sua! Você é mei Homem.especial, já tirou minha virgindade e me fez gozar com pau no cu; só me falta provar e beber seu néctar de macho, respondeu me dando um saboroso beijo, com sabor do meu cacete na sua saliva. Então, jorrei dentro da sua boca jatos do leite que ele engoliu prazerosamente, sorvendo até ultima gota e deixando meu cacete limpinho. Mesmo inexperiente, sendo esta a primeira vez que se entregava a outro homem, Gabi demonstrou que sabia agradar um parceiro. Sentados lado a lado na cama, trocamos um beijo longo demorado e perguntei: -Você está a pronto pra receber esse cacete que voce acaba de devorar no CUzinho agora? -É tudo o que mais quero, respondeu. Vim lá do nordeste pra te encontrar e quero retornar plenamente saciado. Sua resposta me atiçou o tesão; por um instante fiquei a admirar seu corpo jovem, atraente, apetitoso; aquela pele branca que fascina, sem pelos, corpo lisinho, roliço sem ser gordo, sedento de prazer. Fiz ele virar de bunda para mim e ficar de quatro, cabeça apoiada no travesseiro, com o rego perfumado úmido de tesao pra eu degustar; comecei dando mordidas na bundinha dele, cuspi e salivei meu pau e procurei seu cuzinho, rosa que piscava; abri sua bunda e numa cusparada lubrifiquei o cu dele e deslizei a cabeca do cacete na portinha. Curvei meu corpo indo com a boca na sua nuca e dei mordicadas que lhe arrancaram gemidos e falei: -Vou meter de novo nesse CUzinho e quero ver voce aguentar minha pika até eu gozar e encher se cu de porra e quero sentir esse teu cu dar mordidas no meu pau quando ele estiver inteiro ai dentro de você! Gabi gemia baixinho de prazer; entao segurei com ambas as mãos no ombro dele passei a foder aquele Cuzinho cadenciado, com bombadas firmes; ele gemia enquanto eu entrava tudo e saia quase todo de dentro dele; seus gemidos me enlouqueciam de tesão, parecia minha primeira foda do dia, num cu que eu tinha tirado o cabaço horas antes. Meti e fodi aquele cu vigorosamente, até o meu cacete inchar e explodir em gozo com jatos abundantes que inundaram suas entranhas. Trouxe seu corpo pra mim, ele virou seu rosto e beijei ele como se fosse minha presa, demoradamente, explorando sua boca; enquanto nos beijavamos senti seu cu se contrair, me mordendo o cacete de forma ritmado; era ele a gozar pela terceira vez com pau no cu, tendo o meu cacete ainda a pulsar dentro dele. Estávamos exaustos e saciados, respiração ofegante, corpos suados a exalar o perfume de sexo que tomava todo o quarto; abraçados adormecemos.
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