PARTE III Nosso tesão após o banho erótico estava no ápice; abraçado ao Vito perguntei se ele estava pronto para me receber dentro dele; que me respondeu que estava muito temeroso pela dor e desconforto que a penetração anal poderia lhe causar; expliquei que faria com cautela e carinho, como um ato de amor; com calma e bastante gel a entrada do meu cacete no seu cu seria mais fácil; que a dor inicial era inevitável, mas se ele relaxasse e ajudasse, todo desconforto se transformaria em prazer. Insisti, para tranqulizá-lo que, se a dor fosse insuportável era só me avisar que eu pararia; daria um tempo pra ele se acostumar e tentariamos de novo até conseguirmos; Vito ainda tenso e relutante assentiu na tentativa; e se posicionou de frango assado: usei muito gel em seu rego, fiz massagem em seu anel e suas pregas com o polegar e introduzi o dedo devagar; ele soltou um gemido leve, piscou o cu, entrou o dedo todo; eu girava o dedo em círculos procurando alargar seu esfincter e coloquei mais um dedo; ele gemeu alto, acusou a dor, pediu pra eu tirar; em vez disso fiz mais movimentos dos dedos no seu CUzinho que foi se tornando mais flexível; tirei os dedos, despejei mais gel e aproveitei para lubrificar bem meu cacete; levantei e abri bem suas pernas sobre meus ombros, posicionei a cabecinha na portinha e fiz pressão; num "flop" sonoro entrou a cabecinha mais dois centímetros do meu pau; Vito soltou um grito lancinante e pediu pra eu tirar. -Para, para, tirar por favor, tá doendo muito! Tirei o cacete do seu cu, me curvei sobre ele e dei-lhe um beijo carinhoso e vi as lágrimas escorrerem em sua face; vou tentar de novo, disse, relaxa e faz força pra fora com seu cu que facilita a entreda; usei mais gel, fiz pressão segurando firme suas coxas e desta vez meti o cacete até a metade; Vito urrou, falou impropérios ininteligíveis, e soltou para minha surpresa: -PUTA QUE PARIU, TONY, CARALHOOOO, VOCÊ TÁ ME RASGANDO, SEU FILHO DA PUTA!!! E prosseguiu: já que me fodeu, mete como macho, fode meu cu com força, e despeja sua porra toda dentro do meu CUzinho!!! Mevfaz de sua fêmea e me engravida! Fiz sua vontade, meti até o talo, com meu saco batendo na sua bunda num sonoro "plá, plá, plá", das bombadas do meu cacete que entrava e saia no seu cu. Os gemidos dele foram diminuindo e mudando, as dores se transformaram em prazer, seu pau ficou duro como pedra e babava muito, a demonstrar o prazer que sentia de ter, pela primeira vez, seu cu fodido por um macho coroa! Continuei fodendo nessa posição por cerca de meia hora; propus mudar de posição e ele ficou de quatro, oferecendo sua gruta desvirginada; com meu cacete na portinha do seu cu, já mais dilatado, segurei firme na sua cintura e num ímpeto enterrei meu pau até meu saco bater no dele; Vito deu um gemido forte, tentou escapar jogando seu corpo pra frente mas o segurei firme com as duas mãos no quadril; fiz com que ele trouxesse seu corpo até o meu, encostando suas costas no meu peito e o beijei com volúpia, mordi sua nuca e ele arrepiou-se todo; com meu cacete a pulsar todo atolado no seu cu, sussurrei no seu ouvido: -Seu cabaço já era, você não é mais virgem, a partir de agora você é um Homem de verdade!!! Aproveita esse momento, usufrui do prazer de ter um cacete atolado no cu e goza com pau no cu; isso era tudo que você sempre desejou. -Vem meu macho coroa, mete com força, mete bem fundo que quero sentir você inteiro dentro de mim, exclamou! Retomei as bombadas e no mesmo ritmo iniciei uma punheta no seu pau que babava muito; uns vinte minutos depois senti seu pau inchar na minha mão num pré gozo, aumentei o ritmo das estocadas e falei voooouuuu... gooozzzaaaaar.... ahhhhh.... e despejei múltiplos jatos de porra nas suas entranhas; ao mesmo tempo ele gozou na minha mão que o punhetava e lançou jatos de seu leite branco, cremoso sobre os lençóis. Quase desfalecidos, nossos corpos caíram na cama, soltei todo meu peso sobre ele e assim ficamos, quase inertes, por um longo período, até meu cacete flácido escapar do seu CUzinho; meu corpo deslizou e cai ao seu lado. Nos abraçamos e beijamos longamente; a expressão de Vito era uma mistura de incredulidade e felicidade; realizara seu sonho, perder a virgindade, mas o que viria depois, ele se indagava; o mirei nos seus olhos, acaricei seus cabelos e afirmei que o momento era de relaxar e usufruir, pois a noite apenas se iniciara, muito ainda estava por vir; agora estávamos ambos momentaneamente saciados e corpos colados adormecemos.
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