PARTE III
Ao voltarmos pro hotel nosso tesão estava a mil; eu não pensava noutra coisa senão foder o CUzinho virgem do meu Anjo Gabriel e fazer o seu cabaço; ele por sua vez mostrava ansiedade e vi o volume alerta debaixo de sua calça leve.
A primeira coisa que fizemos ao voltar ao quarto foi ficarmos pelados e dali pra cama; aos beijos e carícias nos agarramos com paixão pois tanto eu quanto Gabi queríamos sexo, prazer e explorar nossos corpos; ele me beijou sofregamente e disse que comigo ele se sentia seguro, tranquilo e queria provar de todas as delícias de uma foda com um macho de verdade, que ele amava de paixão; entretanto, quase suplicante pediu que eu fizesse com muito cuidado e paciência pois seu CUzinho era totalmente virgem, suas pregas estavam intactas; apenas algumas vezes, se punhetando, fez carinho com.seus próprios dedos no cu. O tranquilizei dizendo que nossa foda seria um ato de amor, que sua entrega era a coisa que eu mais desejava e, assim, eu queria fazê-lo feliz.
Fiz com que se deitasse na cama com um travesseiro debaixo da bunda, levantei e abri bem suas pernas para deixar a bundinha bem aberta e o CUzinho virgem bem exposto; dei uma mamada intensa no seu cacete segurando pela base e chupei suas bolas até chegar com a lingua no seu CUzinho que não parava de piscar; seu rego suado de tesão, exalava um delicioso perfume de sexo. Dei-lhe um beijo lascivo, e sussurrei no seu ouvido que iria meter meu pau no seu cu virgem, olhando fundo nos seus olhos já brilhantes e iria beijá-lo com carinho para que ele experimentasse o tesão e prazer de sentir cada centímetro do meu cacete penetrando sua gruta do amor.
Coloquei a cabecinha rosada do meu cacete que latejava na portinha do seu cu já bem lubrificado com gel, curvei-me sobre ele, o beijei de forma intensa e fiz pressão pra penetrar no seu cu; passou a cabeça e alguns centímetros do meu cacete... Gabi deu um grito, que tentei abafar com minha boca na sua e então notei lágrimas escorreram de seus olhos... descolei minha boca da sua e disse:
-O pior já passou, mas ouvi dele: -CARALHOOOO, TÁ DOENDO MUITO, PORRA!!! TIRAAA, PELAMORDEDEUS!
Não obedeci nem recuei; fiquei imóvel um instante para ele se acostumar e o tranquilizei dizendo pra ele relaxar e fazer força com o cu e dar piscadas que aliviaria o desconforto; ele obedeceu e sua expressão foi ficando mais serena. Seu pau, apesar dessa reação forte, continuava duro e babava a demonstrar tesão; aproveitei a baba que escorria de seu pau e comecei uma punheta de leve; ele reagiu com piscadas que mordiam forte meu pau e fui enterrando o pau completando a penetração até que meus pelos pubianos encostassem na sua bunda e falei:
-Agora você é um Homem de verdade; minha pika está toda atolada dentro do seu CUzinho e acabei de tirar seu cabaço, você não é mais virgem anal!
-Tony, porra, ainda sinto bastante desconforto, meu cu está todo preenchido, uma sensação que nunca imaginei; mas estou feliz que tenha sido você a me foder o cu pela primeira vez, tirar minha virgindade; você está sendo cuidadoso e agora me entrego pra experimentar o maior prazer que você me prometeu e que nós dois desejávamos a tanto tempo, respondeu.
Essa declaração vinda dele, uma pessoa sempre muito recatada e de forte formação moral, me despertou um tesão do caralho. Iniciei as bombadas no seu cu fazendo meu pau deslizar num vai-e-vem prazeroso naquele cu apertadinho e quente; no mesmo ritmo das bombadas eu punhetava seu pau melado de baba; Gabi gemia e tinha espasmos em todo o corpo e sua expressão era de puro prazer e deleite; senti seu pau inchar na minha mão e soltar o pré gozo e falei:
-Vem querido, goza gostoso com pau no cu!
Gabriel apertou com força seu cu comprimindo meu cacete, contraiu todo o corpo em espasmod e soltou inúmeros e fortes jatos de porra; alguns atingiram o próprio rosto, peito e barriga e minha barriga também premiada com seu leite quente e cremoso abundante.
Eu me segurei, não quis gozar e continuei bombando de leve meu cacete no seu cu até que as últimas gotas de porra saíssem do seu pau; fiz assim porque aquele era o momento dele; eu quis que ele usufruisse ao máximo sua primeira foda, a primeira vez que gozou com pau no cu; esse era o momento dele realizar o sonho que tantas vezes acalentamos em nossas juvenis punhetas ao telefone.
Só então ele se deu conta de que eu ainda não havia gozado, que meu cacete continuava duro a pulsar dentro dele num lento vai-e-vem. Diante de seu olhar surpreso afirmei:
-A tarde está apenas começando e essa foi só a primeira foda.
PARTE IV