Na segunda-feira acordei cedo com um tesão do caralho, meu pau latejava e babava tanto que molhou minha cueca; fui pro banheiro, aliviei o xixi e na sequência soquei uma punheta lascada que os jatos de porra atingiram a parede e a tampa do vaso sanitário, limpei tudo rapidinho pra não deixar vestigios, mas o tesão não acalmou, meu cacete continuava pulsando; fui até a cozinha, tomei um café da manhã bem robusto e fiquei a pensar numa forma de aliviar meu tesão.
Foi quando me lembrei do cartão do cara da lojinha, fui até meu armário, vasculhei por lá todas as gavetas, mas não encontrei nada; fiquei puto, o jeito, pensei, é ir até a loja novamente e fui na maior cara de pau; lá perguntei pelo cara que me atendeu "tão bem e gentilmente" da outra vez; ah, o Diogo, ele já deve estar chegando, você pode esperar, não demora, me informou.
Diogo chega dai uns minutos e ao me ver lá abre um enorme sorriso, vem ao meu encontro e me dá um longo abraço e sussurra no meu ouvido:
-Seu puto, você foi embora, sumiu e me deixou na saudade, meu CUzinho não para de piscar de tesão por sua causa.
Respondi que estava ali justamente porque meu pau estava latejando e louco pra foder ele novamente; ele respondeu que hoje não rolava foda, ele nao podia sair da loja, mas que eu poderia ir com ele até o depósito, "procurar a mercadoria" e lá ele me mamava até eu gozar, aliviando meu tesão até a noite. Entramos no pequeno depósito, ele já arriou minha bermuda junto com a cueca e engoliu meu cacete inteiro de uma vez só; eu fodia sua boca sem dó nem piedade, selvagem mesmo, até a sua garganta, fazendo ele engasgar; não deu nem quinze minutos e soltei uns 5 ou 6 jatos fortes de porra diretos na sua garganta e fiz ele engolir tudo; não tirei o pau da sua boca até ele deixar meu cacete bem limpinho; saimos dali e combinamos de nos encontrar à noite pra foder gostoso.
Meu tesão não aliviou, voltei pra casa, vi uns vídeos de foda gay e soquei uma punheta gozando de novo; minha ansiedade não diminuiu até que ele me pegou no inicio da noite e fomos juntos pro motel.
Diogo aos 26anos tinha um corpo atlético, frequentador de academia e natação; ombros largos, tórax musculoso com belos mamilos, coxas grossas e bem tornadas lisas sem pelos; seu rosto era belo, másculo, olhos castanhos claros e uma boca de lábios carnudos, pronta e atraente para o beijo. Na nossa primeira foda eu nem havia prestado atenção naquele monumento de homem que eu ia foder de novo; e seria minha segunda foda com um homem.
Entramos no quarto do motel e logo tiramos a roupa; foi quando notei o belo cacete dele, 16cm, reto, veias saltadas, cabecinha rosa no formado de um morango, e soltava gotas cristalinas da fenda que tinha; eu estava deslumbrado com aquela escultura viva na minha frente.
Diogo se aproximou, pegou minha mão e levou até seu cacete, dizendo:
-Vem, pega e sente, acaricia devagar.
Era a primeira vez na vida que eu pegava no pau de outro cara e falei isso pra ele na mais ingênua sinceridade; ele, então, se mostrou outra pessoa, bem diferente daquele puto faminto que eu conhecera na loja; olhou com calma nos meus olhos e disse:
-Fique tranquilo, hoje vou lhe proporcionar coisas, sensações que você nunca mais vai esquecer; só me deixe te conduzir.
Diante da sua calma e segurança me entreguei aos seus encantos; ele me beijou com calma de início, foi metendo a língua na minha boca, e seu beijo foi se tornando arrebatador que eu quase perdi o fôlego; retribui acariciando sua língua com a minha, sorvi seu hálito perfumado e saboreei sua saliva doce; foi esta a segunda vez que beijei um homem, e foi uma sensação fantástica, que eu não experimentei no primeiro beijo; abraçados fomos pra cama e Diogo propôs uma mamada, só que desta vez seria simultâneas, um iria chupar o pau do outro, e me explicou que isso era o popular 69; diante da minha relutância por nunca ter colocado o pau de outro cara na boca, ele me disse que iria me ensinar a mamar um cacete e que eu iria adorar fazer o mesmo; com habilidade de mestre, segurou meu pau pela base, lambeu a cabecinha e a envolveu com os lábios e foi descendo até engolir meu pau inteiro, até tocar na sua garganta; depois subiu devagar apertando os lábios até chegar na cabecinha; e repetiu isso várias vezes; meu tesão chegou nas alturas com isso, então ele me falou:
-Agora é sua vez!
Eu me posicionei para seguir suas instruções, segurei seu pau e comecei a chupar a cabecinha; nisso ele inverte seu corpo, abocanha meu cacete e, de novo pela primeira vez, eu fiz um 69; era prazeroso ser chupado e chupar ao mesmo tempo, eu nunca tinha sentido o sabor de um cacete na minha boca e ficamos assim por um longo tempo, saboreando nossos cacetes, que sensação incrível; voltamos a nos beijar e experimentei a delícia ?? de provar o gosto do meu cacete na saliva dele!!!
Diogo se mostrava um mestre a me ensinar os prazeres de um corpo de macho; deitou-se de costas, colocou uma almofada sob suas costas, levantou e abriu bem as pernas deixando seu CUzinho bem exposto e suavemente ordenou:
-Faz um cunete gostoso, beija, lambe, chupa e mete a língua no meu cu que você já fodeu uma vez; prepara meu CUzinho pra você foder ele bem gostoso.
Meio que hipnotizado com aquela visão, fiz o que nunca imaginei; mergulhei minha cara no seu rego, abrindo bem suas nádegas, e senti o perfume de sexo naquele vale úmido e perfumado; fiquei doido de tesão fazendo aquilo e meu pau latejava, doía de tão duro; usei o gel ky pra lambuzar o cu dele, passei no meu pau e apontei a cabecinha bem na portinha; seu cu não parava de piscar, fiz pressão e entrou a cabecinha, alargando seu anel; ouvi um gemido de satisfação dele que me falou:
-Vem mete, me fode com vontade, mostra que você é um macho de verdade; mete fundo, enterra seu cacete no meu cu e me faz gozar com pau no cu!
Sua fala me enlouqueceu e de uma vez só meti meu pau inteiro, até minhas bolas baterem na sua bunda; comecei a bombar forte, num ritmo cada vez mais intenso enquanto Diogo se punhetava e gemia de prazer; seu cu piscava e mordia meu pau que deslizava prazerosanente no seu reto; senti, então, meu pau inchar anunciando o gozo, fodi mais forte e despejei jatos e mais jatos fortes de porra, inundando seu cu; sentindo o leite quente nas entranhas ele gozou logo em seguida, despejando todo seu leite cremoso e perfumado sobre seu peito e barriga.
Mas apesar do gozo meu pau ainda ficou duro; nisso, num movimento quase acrobático, Diogo se movimentou e sentou no meu colo, de frente pra mim, sem permitir que meu cacete saísse do seu cu; nos abraçamos e nos beijamos deliciosamente, num clima de puro tesão de dois machos que se desejam; ele começou uma cavalgada que nunca imaginei possível, num sobe-e-desce com meu pau atolado no seu cu; ora ele segurava nos meus ombros e me beijava, ora jogava seu corpo para trás, apoiando-se nas minhas coxas, fazendo afundar ainda mais meu cacete no cu, como se quisesse engolir também minhas bolas; ficamos nessa cavalgada por uns vinte minutos quando não aguentei mais segurar e gozei de novo, despejando novos jatos de porra no seu cu; desta vez ele não gozou, deixou cair seu corpo sobre o meu e nos perdemos aos beijos. Permanecemos abraçados a trocar carícias e nos beijar como dois namorados, outra sensação que eu não pensara a experimentar nos braços de outro homem; eu pensava que isso só era possível entre um homem e uma mulher; algo novo se aoresentava para mim, que fora virgem até os 20anos; por mais de meia hora ficamos ali usufruindo da doce sensação de êxtase.
Diogo me chamou para um banho; outra novidade, pois eu nunca havia tomado banho junto com outro cara, ambos pelados; o banho de água morna e espumas a escorrer por nossos poros se tornou outro jogo erótico; saimos molhados enrolados nas toalhas, ambos de pau duraço; Diogo me chamou pra mais uma foda, a terceira, e foi logo ficando de quatro; com a bunda arrebitada e oferecida não resisti; meti a língua no seu CUzinho perfumado a sabonete barato de motel, dei estocadas com a língua, chupei e lambi suas pregas; ele gemia gostoso a mostrar o prazer que eu lhe proporcionava; com gel lubrifiquei meu pau e seu cu, segurei com as duas mãos sua cintura e, sem pressa, usufruindo da sensação de prazer de meter o cacete latejante na gruta quente e acolhedora, já acostumada com o volume do meu membro, fui metendo devagar até atolar tudo; meu colo bateu na sua bunda e nossos sacos se tocaram; comecei num ritmo lento a bombar num vai-e-vem gostoso, meu pau deslizava suave na gruta quente, macia; tirei o pau inteiro só pra ver seu CUzinho rosado, aberto, dilatado, um pouco inchado, que ainda piscava; meti assim várias vezes até que Diogo avisou, "vou gozar, goza comigo"; aumentei as estocadas bem fundo e soltei, junto com ele mais jatos de leite quente e cremoso; eu gozei dentro do seu cu, ele nos lençóis.
Extasiados e saciados caímos juntos deitados nos lençóis molhados de porra e suor, meu corpo sobre o dele; quase desfalecidos adormecemos, corpos sobrepostos entrelaçados. Quando acordamos já era alta madrugada e Diogo, safadamente me falou:
-Ainda faltou uma posição, você não me fodeu de papai e mamãe.
Deitou-se de bruços, arrebitou a bundinha, abriu bem as pernas e meti nele mais uma vez, aproveitando a lubrificação de porra que em fios brancos ainda escorria do seu CUzinho; nessa posição gostosa eu pude experimentar a sensação de total e absoluta dominação do meu corpo sobre o dele; minhas pernas cruzadas sobre as dele e minhas mãos sob seu tórax a acariciar seus mamilos; foi uma foda longa, de quase uma hora e gozamos juntos novamente.
Aí sim dormimos profundamente.
O sol brilhava alto e inundava de raios nossa cama quando acordamos. Diogo me surpreendeu mais uma vez ao me perguntar:
-Quer ser meu namorado?
-Como assim, namorado, respondi surpreso.
Ele começou a dizer que nunca havia tido um parceiro como eu, jovem, virgem, bem safado mas que não era "porra loka"; que ele queria um parceiro fixo, não só pra foda, mas pra dividir outras experiências e intimidades; que nesse encontro ele sentiu comigo, muito mais que tesão, era troca, empatia, cumplicidade, e que apesar da minha inexperiência eu fui dócil e carinhoso, não um "simples fodedor"; e que ele queria manter um relacionamento de exclusividade comigo, tentar um namoro que poderia criar uma relação afetiva entre nós.
Eu achei aquilo fantástico, pois pensava, na minha santa ingenuidade, que isso fosse coisa só de filme gay, nunca algo real; topei na hora, pois um namorado facilitava a minha necessidade instintiva de sexo, e Diogo era um cara experiente, mais velho que eu e poderia me ensinar muitas coisas ainda.
Saimos do motel já saciados e prontos pra planejar nossa vida juntos e novas aventuras.





Quando a coisa é boa, vale a reprise. Se pode ir além, satisfazendo ambos, boa sorte!