PARTE V
No entanto Victor estava inquieto; seu tesão e o vazio que sentia no cu após o cacete do embaixador ficar flácido e escapar pra fora, não lhe permitia relaxar; deslizou seu corpo na cama até sua cabeça ficar entre as pernas do parceiro; segurou na base do cacete dele ainda meia bomba e com gotas de porra, começou a lamber a cabecinha sentindo o sabor ácido adocicado dos restos do gozo; foi chupando e sentindo o cacete aumentar de tamanho e volume na sua boca até ficar latejante e começar a babar; pronto, o embaixador estava no ponto para uma nova foda.
Victor sem dizer nada lubrificou o pau duro do parceiro e seu CUzinho; subiu sobre o corpo dele, direcionou o pau na portinha do seu cu e foi sentando devagar; cada centímetro daquele cacete que o invadia pela segunda vez lhe causava arrepios e gemidos, numa mistura de dor e de prazer; ele próprio, Victor, não acreditava no que fazia: por sua vontade e iniciativa sentava num cacete de macho, algo antes inimaginável para ele, o tratador corajoso de feras no zoológico. Sentado no colo do embaixador, com o cu todo preenchido e atolado, o tratador se sentia um outro homem; não sou viado, pensava, mas o tesão e o prazer que estou a experimentar era tudo o que eu mais queria; ter um caralho latejando e pulsando dentro de mim e sendo eu a comandar as bombadas no meu cu... CARALHOOOOO, QUE DELÍCIAAAA, PQP QUE TESÃO!!! Eu mereço isso.
O embaixador estava feliz e seu rosto expressava sua satisfação em retribuição a tudo o que recebera de Victor até aquele momento. Com esse sentimento, puxou o corpo do parceiro de encontro ao seu e se beijaram com paixão e de forma arrebatadora; o tratador iniciou lentamente a cavalgada e pode sentir, no seu corpo e no corpo do parceiro, que era ele agora, com seu CUzinho apertado e inexperiente, quem fodia o pau do parceiro; essa percepção elevou seu tesão a mil e o fez aumentar o ritmo da cavalgada que provocou gemidos intensos de prazer no embaixador que pediu calma, não queria apressar o gozo dos dois e sugeriu mudarem de posição.
Sem tirar o pau do cu ambos se movimentaram cuidadosamente como dois contorcionistas circenses e Victor acabou na posição de frango assado; com as duas mãos nas coxas do parceiro o embaixador, com vigor, começou a meter num intenso vai-e-vem; as vezes o pau saia do cu e ele voltava a enterrar tudo de uma vez só, num so impulso; Victor gemia alto e retribuía as estocadas com mordidas fortes de seu cu no pau do invasor.
Depois de meia hora nessa posição o embaixador anunciou o gozo e o tratador intensificou a punheta e gemendo alto ambos gozaram ao mesmo tempo; o tratador recebeu jatos quentes de leite cremoso no cu enquanto desejava seu gozo no próprio corpo, peito e barriga.
Extasiados e exaustos deixaram cair seus corpos suados nos lençóis e tiraram um breve cochilo. Recobrando os sentidos foram a um banho reparador e se vestiram se preparando para um lauto e delicioso almoço que foi servido na sala apropriada do amplo e requintado aposento do hotel.
PARTE VI