PARTE I John sempre foi uma pessoa tímida e ingênua, desde a infância na zona rural, onde nasceu e viveu até a adolescência. Sua convivência era entre os primos e, com um deles, um ano mais novo fez as primeiras brincadeiras sexuais, punhetas e mamadas; sem abertura para tratar do tema sexo com os adultos, que consideravam isso tabu, a única "educação sexual" que tinham era ver, às escondidas e excitados, as cúpulas dos animais: aves, cães, cabras, que viviam soltos na propriedade. Quando se mudou com a família para a "cidade grande", sua vida mudou radicalmente e, sem liberdade e experiência, sem os primos ou amigos, passou a juventude na solitária punheta. Tornou-se adulto, namorou, casou, teve filhos. Quarentão e formado em Direito, ingressou no serviço público, onde passou a ocupar um cargo relevante de comando. No mesmo órgão público, porém noutro departamento, e a ocupar um cargo semelhante ao seu estava Cesar, um médico de 28 anos, muito bonito, porte atlético, elegante, vaidoso, metrossexual (termo usual na época), simpático e atraente. Os departamentos de John e César interagiam em projetos sociais e a afinidade de propósitos os tornou amigos; encontravam-se com frequência em reuniões gerais e dos projetos conjuntos o que fez com que se aproximassem muito e se tornassem amigos próximos; saiam para almoçar, happy hour, confraternizações entre colegas do órgão. Nesse convívio tornaram-se íntimos, John sentiu despertar por Cesar, algo que não sabia bem explicar, nem pra si mesmo; até que um dia Cesar o convida para um drink em seu apartamento para mostrar algo de interesse comum, não atinente a trabalho; John ingenuamente em sua inocência de colega de trabalho aceita sem questionar. O encontro, degustado um bom vinho e petiscos, sem se dar conta, John se viu envolto como o "algo de interesse comum" que o amigo queria mostrar; desinibidos pelo efeito do álcool da garrafa de vinho esvaziada, o encontro se transformou, de uma conversa sobre intimidades numa broderagem intensa e prazerosa onde rolou TUDO menos penetração anal. Cesar o conduziu até o quarto de hóspedes, foi tirando a roupa e insistiu pra que John fizesse o mesmo e, ambos nus, o convidou para um banho conjunto; de mãos dadas ambos foram ao chuveiro onde começaram as trocas de carícias. John ainda estava meio travado pela surpresa e pelo inusitado; apesar das brincadeiras infantis com o primo, ele nunca mais havia sequer cogitado, na sua "pureza hétero", de estar assim, nu e excitado no chuveiro com outro homem, mesmo aquele que, inconscientemente ele desejava. Enrolados em toalhas voltaram para a cama e se beijaram... era a primeira vez que John beijava um Homem... de início beijos leves, se tornaram lascivos, depois arrebatadores e famintos; as mãos de ambos percorriam cada detalhe dos corpos numa pegação prazerosa; John fez seu parceiro se deitar de bruços e montou sobre ele, encaixou seu cacete duro e babão de 17cm e grosso no seu rego e fazia um vai-e-vem gostoso, excitante; César bem mais experiente, facilitava abrindo bem as pernas, arrebitando a bunda grande, dura, redonda, que fazia enlouquecer seu parceiro na montaria; John lhe mordia a nuca, lambia as orelhas, chupava e mordia o pescoço até lamber o rego e o CUzinho de César que gemia baixinho de prazer. Numa troca de posição, inverteram e foi César, com seus 18cm duro e latejante quem passou a sarrar o rego do John, retribuindo com incrível habilidade tudo que recebera antes e com habilidade e tesão chupou ecdeu estocadas de língua no cu donparceiro que, aos gemidos e tremores recebeu seubprineiro cunete; ao ouvir os gemidos do parceiro e sentir os espasmos em seu corpo César sussurrou no seu ouvido: -É disso que você gosta, né Dr., um macho tarado e de pau duro em cima de você, a acariciar seu cu!!! E ao dizer assim intensificava o movimento do seu pau, melado de baba, no rego de John, safadanente em busca do seu CUzinho, mas recebeu de volta: -Só estou assim disponível por Você, que há muito tempo eu desejava; sentir seu corpo bem junto do meu, respondeu John. Tornaram a mudar de posição ficando frente a frente aos beijos e carícias; John pediu para ser mamado mas ouviu que "chupar um pau não é minha praia"; mas diante da insistência de John o provocou, "você chupa o meu tambem?"; não foi preciso resposta; John virou-se, segurou o belo cacete reto, de 18 cm e veias saltadas e cabecinha arroxeada pela base e, desajeitado pela inexperiência - era a primeira vez que ele pegava na mão um pau de adulto - abocanhou avidamente aquele mastro delicioso - tambémnuma primeira vez John recebia um cacete na boca, era sua primeira mamada; César soltou um gemido de prazer ao sentir a boca quente e aveludada engolir seu cacete e não resistiu, caiu de boca no cacete de 17cm, branco, veias saltadas e cabecinha rosada e fizeram o mais empolgante 69 que durou bem mais de meia hora; o prazer de ambos em sentir o sabor dos seus cacetes na boca era imenso, mesmo para César que não era afeito a mamadas, ou para John que saboreava um pau pela primeira vez na vida. Sentindo que o gozo estava próximo e sem querer receber porra na boca se entregaram à mão amiga numa punheta intensa que, ao final, banhou o corpo de ambos de abundante leite cremoso que perfumou de sexo todo quarto. Extasiados foram para um banho reparador e se vestiram, indo conversar na sala. A expressão de ambos era de pura satisfação pela quase inesperada intimidade de dois Homens adultos, profissionais respeitados em suas respectivas áreas e ocupantes de altos cargos públicos se tinham entregado sem planejamento (ao menos foram assim para John... já para César...). Era noite e se despediram. No outro dia saíram para almoçar, como era comum acontecer e John muito disposto a planejar a repetição do feito do dia anterior. Para sua surpresa, César até um pouco emocionado, falou que isso não poderia acontecer novamente; que ele não podia se deixar apaixonar e se envolver; que repetir esse tipo de encontro podia ser percebido por alguém do órgão onde estavam lotados e ele tinha receio de ser prejudicado no trabalho, do qual necessitava muito para sua sobrevivência e carreira. Surpreso, desapontado e triste John ficou mudo por minutos, sem reação. Para ele, "perder a virgindade de deitar com outro homem" era algo por demais marcante e não significava apenas uma "brincadeira sexual"; tinha uma significação ampla e ele não compreendia a decisão de César. Aquela negativa de um segundo encontro o deixou muito magoado e o marcou por longo tempo. Os trabalhos conjuntos continuaram mas a relação dos dois nunca mais foi a mesma, afastaram-se como amigos, apesar de John não desistir de se encontrar na intimidade com César pelo menos mais uma vez. Assim foram se distanciando até que, por mudanças administrativas e politicas nos departamentos, deixaram seus postos e perderam totalmente o contato.
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