PARTE I
Aqui na minha cidade tem um tradicional restaurante italiano incrustado na zona rural, em meio à natureza, à beira de um riacho, com muita vegetação preservada no entorno; um lugar bucólico para se degustar "una bella pasta com pollo e vino". Lá eles produzem um bom vinagre artesanal orgânico que sempre compro quando almoço por lá.
Desta vez, esgotou-se meu estoque do referido vinagre e no meio de uma tarde agradável fui até o restaurante apenas para reabastecer minha despensa com o precioso ingrediente.
O proprietário do restaurante, um velho conhecido, de tradicional familia de imigrantes italianos, só contrata funcionários para a cozinha, o bar e para servir as mesas, quem more ali no bairro e adjacências.
Quando eu saía do local, após efetuar a compra, passo por um dos garçons com uma mochila nas costas, camiseta regata e bermuda de tactel, dessas de surfista e tenis All star surrado tambémdeixando o local; paro o carro, pergunto pra onde ele está indo, me diz que vai ao ponto de ônibus, cujo horário está bem próximo, e o deixará bem perto de casa; como vou para a mesma direção, lhe ofereço carona, logo aceita, pois assim, me disse ele singelamente, economizaria a grana da passagem; ele se identifica como Giovanne, nome herdado do avô, mas pede que o chame apenas Gino, apelido familiar; me diz que é estudante de gastronomia, que ali no restaurante fazia um bico enquanto estudante, e cada centavo economizado ajudava muito, visto que era de uma família simples de trabalhadores nas propriedades rurais da região.
No trajeto pude notar suas belas coxas - sempre afirmo que coxas de macho são minha perdição - visto que ele usava uma bermuda larga e leve que recuara expondo suas pernas quando ele se acomodara no banco do carro; meu tesão acordou com a visão e meu pau começou a se movimentar dentro da minha cueca; pousei a mão na sua coxa esquerda, acariciei e perguntei se ele praticava algum esporte; me respondeu que era "trilheiro de bike", o que lhe exigia muito esforço muscular nas pernas; continuei as carícias em sua coxa que ele, em momento nenhum recusou; para minha surpresa ele retribui e coloca sua mão esquerda na minha coxa, aperta e diz com um sorriso maroto que as minhas coxas eram lindas também; notei que o volume entre suas pernas cresceu e deslizei meus dedos para sentir o volume, que pulsou ao meu toque.
Como estávamos na estrada numa zona rural, aproveitei para estacionar o carro numa abertura pra descanso de caminhões, bem debaixo da sombra de uma frondosa árvore; ele se espantou com a parada e me olhou com ar interrogativo e fui direto:
-Eu preciso, vamos nos aliviar aqui mesmo numa mão amiga, topas?
E já fui pondo meu pau pra fora da bermuda; ao ver meu cacete duraço, com a cabecinha rosada úmida pelas gotas de baba brilhante que brotavam de sua pequena fenda, seus olhos arregalaram brilhando, ao mesmo tempo que passava a língua pelo lábio inferior; falei com voz firme, de comando e já levando minha mão direita à sua nuca:
-Vem mama, devora meu cacete com fome, que tô doido pra gozar!!! Caralhoooo!!!
Com uma calma e postura resoluta, Gino tira minha mão de sua nuca, me olha fundo nos olhos e diz:
-Cara, vamos aproveitar melhor e curtir esse tesao? Também estou excitado pra caralho por você! Vamos até minha casa, não tem ninguém lá, estão todos na labuta da roça, daí podemos curtir gostoso e com calma uma boa broderagem.
Não resisti ao seu apelo, ainda com o cacete a latejar e babar fora da bermuda, trouxe seu rosto junto ao meu, colei meus lábios nos seus num beijo arrebatador; rodamos mais alguns kikometros e chegamos à sua casa; entramos e um odor agradável de café me invadiu as narinas; a chaleira estava fumegante na chapa do fogão a lenha, coisa bem mineira; sorvemos duas generosas chicaras do café ralo, outro hábito familiar; Gino me conduziu até seu quarto, me disse para ficar "bem à vontade" e foi tomar um banho; fiquei apenas de cueca e me deitei em sua cama bem macia e mais larga do que as habituais camas de solteiro; o volume na minha cueca era protuberante e a mancha de baba bem visível; e eis que saido do banho surge o garçon apenas com a toalha enrolada na cintura; a menos de dois passos de mim ele, safadamente e com um sorriso bem puto no rosto, deixa cair a toalha no chão, num nítido, explícito, jogo de sedução; diante daquela visão idílica fiquei imóvel, petrificado a perscrutar cada detalhe, cada curva, cada reentrância do seu belo corpo; meu tesão era tanto que quase entrei em convulsão.
Gino era um belo jovem de 24anos, com
1,70m de altura, meio parrudinho, corpo lisinho sem pelos, com ombros largos, postura ereta, cabelos castanhos escuros, levemente bagunçados, e olhos castanhos amendoados que parecem sempre buscar algo; tem uma pequena cicatriz na sobrancelha esquerda consequência de uma queda de bicicleta.
Ele veio em minha direção, subiu na cama, tirou num gesto impulsivo minha cueca, lançando-se sobre mim e me sufocou num beijo arrebatador; nossos paus se tocavam rígidos numa luta de espadas máscula; ao descolarmos os lábios ordenei:
-Mama meu cacete, caralho, não aguento mais de tesão!
-Só se for num 69, respondeu Gino resoluto.
Num átimo de segundo, estávamos os dois a devorar os respectivos cacetes; eu engolia inteiro seu pau grossinho de 15cm, cuja cabecinha macia acariciava minha garganta, sem me fazer engasgar; eu me deliciava naque cacete branco de veias saltadas como a degustar um delicioso picolé; meu parceiro gemia abafado, com a boca tomada pelo meu pau que ele não conseguia engolir inteiro e se engasgava quando atingia sua garganta; nosso 69 foi curto pois o tesão de ambos era intenso; logo meu pau inchou, soltou as primeiras gotas de gozo, a tempo suficiente pra Gino tirá-lo da boca e receber os jatos de porra leitosa no pescoço e peito; quase simultaneamente ele também gozou despejando seu leite cremoso igualmente no meu peito e pescoço; todos banhados de gozo, que perfumou todo o quarto, nos abraçamos e beijamos longamente como dois enamorados; havia poucas horas que tinhamos nos conhecido, mas a empatia e desejo nos tornara suficientemente íntimos, a ponto de quase gozarmos um na boca do outro.
Aquela troca de semem, no entanto, não nos satisfizera; nossos cacetes continuaram tesos e pulsantes; ainda com porra a melar nossos cacetes, puxei Gino pra junto de mim e o fiz sentar de frente sobre minhas coxas; nossos beijos molhados, lascivos, denunciavam o mútuo e recíproco tesão; as bocas famintas lambiam os pescoços e sugavam os mamilos, arrancando gemidos de prazer e contrações arrepiadas nos nossos corpos; juntei meu pau ao dele, eu com uma mão, ele com outra, iniciamos uma intensa punheta; o calor das mãos nos corpos do cacetes e o atrito das cabecinhas num movimento ritimado, levaram nosso tesão às alturas; como dois adolescentes recém saídos da puberdade, a expressão dos nossos rostos era do mais puro deleite; não sei dizer quanto tempo durou essa punheta mas, repentina e descontroladamente, como um chafariz, jatos simultâneos de porra jorraram de nós dois; o leite cremoso atingiu nossas faces, peito, barriga até escorrer nos colos; a sensação de êxtase era indescritível.
Nos abraçamos e vagarosamente caímos de lado na cama, extenuados, melados de gozo e suor.
Um longo período ficamos assim... juntos, depois fomos ao chuveiro, para um banho que nos pudesse recompor e nos vestimos.
Trocamos contato com o intuito de um novo encontro, que deveria ser logo, sem demora, vez que a simples mas intensa broderagem só serviu para aguçar nosso mútuo desejo. Nos despedimos com um suave mas longo e molhado beijo. Muitas sensações ainda estavam por vir.



