De volta pra casa fiquei a relembrar suas mamadas gulosas, seus lábios tenros e macios no meu cacete, seu hálito perfumado e a saliva doce dos beijos trocados; a pensar em visitar seu AP, transar na cama do casal, e finalmente foder seu CUzinho; não aguentei o tesão e fui ao banheiro me aliviar numa vigorosa punheta!
Na manhã seguinte tomei um banho, fiz a barba, vesti uma roupa casual, tomei um vigoroso café da manhã e me preparei para o encontro; no horário combinado, avisei pelo celular que havia chegado e Jeff desceu até a portaria para me receber; com um largo sorriso, trocamos um formal aperto de mãos e subimos; mal a porta se fechou atrás de nós ele me abraçou com vigor e me beijou tão intenso que me fez perder o fôlego; fui logo arrastado até o quarto, onde a cama ainda estava desarrumada, e até um pouco quente: o casal mal acabara de desocupar o leito; e era ali mesmo que iríamos "fazer amor", como Jeff balbuciou.
Eu ainda estava tentando me ambientar e sinto ele me arrriando as calças e caindo de boca no meu cacete, ainda meia bomba; incontinente meu pau cresceu e encheu sua boca, enquanto suas mãos seguravam firmes minha bunda, a comprimir meu corpo contra seu rosto; ele mamava faminto, lambia a cabecinha para recolher as gotas de pré gozo que saiam pela pequena fenda; depois engolia cada centímetro indo até a base esfregando o rosto nos meus pelos pubianos abundantes; ele soltava meu cacete, me olhava com olhos marejados e ofegante dizia da saudade que sentira do meu sabor e da delícia que era o carinho dos meus pelos no seu rosto quando engolia o cacete inteiro; pedi que ele fosse com calma pois eu estava prestes a gozar e isso foi a senha que dei pra ele intensificar a mamada até me arrancar gemidos fortes, feito grunhidos, quando a porra saiu em jatos do meu cacete; era muita porra, inúmeros jatos, que ele engoliu com voracidade; algumas gotas escorreram de seus lábios que ele juntou com os dedos e recolheu com a língua, sem desperdiçar nada; eu estava ofegante, ele radiante de uma alegria só sua; me fez sentar na cama e ficou a me admirar como se eu fosse a presa inerte a ser devorada pelo leão.
Enquanto ele se despia a expor seu corpo exuberantemente lindo e bem cuidado, falou emocionado:
-Tony, Meu Homem! Você nem imagina o quanto eu sonhei com este momento; agora eu quero ser seu, que você me possua, me penetre inteiro e goze feito macho dominador; me fode, me come, mete com vontade seu pau no meu cu até o talo, bem fundo pra eu sentir você inteiro dentro de mim! Vem, seja meu macho!!!
Essa voz de comando e ao mesmo tempo suplicante me fez ferver o tesão; arranquei minha roupa, peguei gel e camisinha e mandei que ele ficasse de quatro, minha posição predileta pra foder um cu de macho; antes de arrebitar a bundinha redonda, branca, durinha, me falou pra meter sem capa; que ele estava limpo, exames em dia, não precisava me preocupar; Jeff queria me sentir na pele dentro dele e acolher nas entranhas meu nectar do prazer, minha porra quente em jatos a inundar seu cu.
Lubrifiquei com cuidado suas pregas e com abundância meu pau; encaixei a cabecinha rosada na portinha, fiz pressão e seu CUzinho foi se abrindo pra receber meu cacete latejante; forcei e entrou a cabecinha num "flop" que arrancou dele um gemido, não de dor, mas de prazer; ante de entrar mais, Jeff curvou seu corpo e me pediu um beijo:
-Quero sentir seu pau entrar no meu cu com sua boca colada na minha; me fode meu macho!
Atendi seu desejo metendo devagar pra que ele sentisse cada centímetro invadir seu CUzinho; nossas bocas coladas abafavam nossos gemidos; quanto mais intenso era nosso beijo, mais eu entrava no seu CUzinho até minhas bolas baterem nas suas; com tudo atolado fiquei parado uns minutos pra ele curtir meu cacece a pulsar latejante dentro dele; Jeff correspondia piscando seu cu a dar mordidas no meu pau; descolamos nossas bocas e iniciei devagar e lentamente um vai-e-vem, com meu cacete quase saindo seu cu apertado e quente, ficando dentro apenas a cabecinha; quando a cabeça chegava quase no anel ele piscava forte o cu pra impedir a saída do cacete; eu voltava a enterrar devagar até o talo, e assim ficamos a usufruir do mútuo prazer por longo tempo; Jeff no mesmo ritmo das estocadas se punhetava gostosamente, aproveitando a baba que saia generosa do seu enorme pau; logo senti meu pai inchar, aumentei a velocidade das estocadas e anunciei que estava pronto pra gozar; ele disse que queria gozar junto, pra sentir o tesão dos meus jatos de porra e gozar com pau no cu; com gemidos longos, intensos gozamos os dois ao mesmo tempo, eu inundei seu cu e ele nos lençóis; arfando com respiração ofegante caímos deitados, eu soltei todo o peso do meu corpo sobre o dele; assim ficamos corpos colados, suados, relaxados pela sensação de extase do gozo intenso que perfumava o quarto; mas nossos cacetes continuaram tesos, prontos para mais uma foda; e não perdemos tempo para outra coisa, começamos uma pegação intensa, nossas mãos e bocas em frenética manifestação erótica em cada detalhe e reentrância de nossos corpos que transpiravam volúpia.



