PARTE I
A vida nos prepara, sem nem avisar, algumas surpresas bem agradáveis; num inicio de tarde eu estava numa loja de informática a escolher um mouse e estava indeciso quanto ao modelo; os preços eram díspares e eu, nescio no assunto, fazia as perguntas, normais para mim, mas ridículas para o atendente; estava ao meu lado no balcão da loja um rapaz de nome Alan (ouvi seu nome ao informar o outro atendente), um típico "Nerd", óculos grandes de aro metálico, mochila cinza nas costas, ar concentrado, mas com sorriso irônico no rosto ao ouvir meus questionamentos sobre o maldito "ratinho".
Fingindo certa indignação, mas interessado em puxar papo com o nerd, o encarei firme e lhe disse:
-Alan, é seu nome né; se você tivesse nascido na minha época, em que se usava máquina de escrever mecânica e cópia com papel carbono, eu só queria ver a sua cara agora!
Todos ali, três atendentes e o rapaz, ficaram imóveis, meio assustados, aguardando um desfecho rude pela intercação séria que eu fizera, mas desanuviei o clima dizendo:
-Vocês todos são um bando de bunda mole; só porque dominam tecnologia se acham os mais sabidos; queria ver vocês segurando um cabo de guatambu.
Eu desatei a rir e todos riram juntos meio sem jeito; mas, maliciosos se entreolharam se perguntando: "guatambu???" Aí foi minha vez de rir da cara deles e soltei:
-Não é nada do que estão pensando; cabo de guatambu cria calo nas mãos, mas não do jeito que vocês fazem; é apenas cabo de enxada.
Aí foi a vez deles rirem, alguns mais ruborizados, pois deviam ser frequentes no famoso 5×1. Nesse clima descontraído, Alan veio em meu socorro e me orientou acerca do modelo de mouse mais adequado para a minha atividade; simpatizado com ele e agradecido, o convidei para um sorvete na sorveteria ao lado da loja; a conversa fluiu agradável enquanto degustavamos o sorvete e notei que Alan tinha um olhar diferente quando me encarava, alguns segundos a mais que o necessário; numa lufada de vento, os guardanapos da mesa ameaçaram voar e ambos os amparamos com as mãos; nisso a mão dele pousou sobre a minha e nossos olhares se fundiram por aqueles instantes reveladores; estava claro aí que havia um clima, uma empatia, um sentimento, talvez, que nos atravessava; nem eu, nem Alan fugimos daquele enlace; um toque da sua mão macia que desvelava, talvez, um desejo contido.
Alan tinha a aparência típica de um nerd, óculos aro de metal, rosto quadrado com uma barba bem cortada, delineada em estilo cavanhaque que lhe dava um ar bem safado, diverso do que suas atitudes demonstraram até então; ele tinha 1,67m de altura, 80kgs que lhe davam uma aparência robusta; sua pele era branca, seus olhos castanhos e cabelos pretos bem curtos; no seu rosto um sorriso leve, discreto, lábios carnudos, dentes brancos bem cuidados, usava aparelho ordodôntico; notei sua barba bem cuidada e um desenho em cavanhaque embelezavam seu belo rosto. Ele não era um "Deus grego" mas sua silhueta e postura eram sedutoras e haviam me encantado e despertado desejos.
Aproveitei o toque dele na minha mão e com a outra fiz carícias no seu braço; seu olhar penetrou o meu e havia desejo nele; falei sem fazer rodeios:
-Alan, vamos para um lugar mais reservado para podermos ficar mais à vontade?
Prontamente ele aceitou e fez o convite:
-Vamos para minha casa; acabei de me mudar, as coisas ainda estão desarrumadas, bagunçadas, mas tem lá um bom sofá e um colchão de casal, ainda no chão, porque a cama ainda não chegou; porém teremos espaço suficiente para o que der e vier.
Pronto, aí antevi que o convite era para no mínimo uma broderagem e me entusiasmei; o nerd que sabia tudo de "mouses" gostava de um macho.
Saimos dali no meu carro, em poucos minutos estávamos em sua casa e guardei o carro na garagem; entramos, ele me ofereceu algo pra beber, pedi água e ao devolver o copo ele me abraçou com vigor e me deu um beijo arrebatador; no abraço, juntamos os corpos e já senti o volume duro entre suas pernas; sem muita conversa tiramos nossas roupas e caímos no sofá; eu deitado de costas, meu pau duro em riste; Alan abre minhas pernas, se ajoelha entre elas e cai de boca no meu cacete; sua boca quente, aveludada, devoradora, era de quem tinha muita habilidade e prática em mamar um cacete; ele deixava meu pau, subia lambendo e beijando meu corpo, sugou e mordeu meus mamilos, a me arrancar gemidos de prazer e contrações em todo meu corpo; deu-me um beijo lascivo, molhado, com sabor do meu cacete na sua saliva; eu me deixava devorar usufruindo deliciosamente do prazer de ter aquele macho voraz, vigoroso, sobre mim; ele voltou a mamar meu pau, lambeu as virilhas e engoliu minhas bolas me fazendo enlouquecer de tesão; pedi pra ele parar ou iria gozar e foi aí que ele intensificou a mamada; ao sentir o sabor do pré gozo tirou o pau da boca mas não evitou os jatos de porra quente e leitosa no seu rosto pescoço e peito; ao sentir o sabor do meu gozo, intensificou a punheta no seu pau e despejou seu leite cremoso sobre minha barriga e o peito; a sala ficou tomada pelo perfume do nosso êxtase; Alan limpou o rosto numa pequena toalha e se jogou sobre mim; nos beijamos como dois machos sedentos de sexo e entrelaçados nos deixamos relaxar deitados no sofá por um tempo.
Foi quando pude examinar com mais atenção o corpo daquele nerd fogoso, que pouco tinha de nerd e se tranformara num puto e safado parceiro de sexo; ele era do tipo ursinho, mas com todos os pelos bem aparados, mantidos apenas pelos suaves em torno do cacete, na região pubiana; no restante do corpo, porém os mantinha sempre aparados o que o tornava muito atraente, sedutor, irresistível mesmo; suas coxas eram grossas, bem torneadas, moldadas em exercícios frequentes na academia; elas sustentavam uma bunda branca, redonda, durinha, apetitosa que levaria qualquer macho ao delírio; assim como eu estava agora.
Descansados, mas não saciados, retomamos uma pegação faminta; meu desejo de foder sua bundinha era incontrolável; pedi e ele caiu de boca no meu cacete duro feito rocha, ajeitei ele no sofá, ficou de frango assado, lambuzei meu pau e seu cu com gel abundante, apontei a cabecinha no seu cu, que não parava de piscar, me curvei sobre seu corpo e num beijo arrebatador meti meu cacete inteiro, tudo de uma só vez.
Alan soltou um forte gemido e me pediu calma; disse que era passivo, mas estava há mais de um mês sem dar o cu e que meu pau era grosso; mesmo assim pediu "vai, me fode meu macho" e comecei entao a bombar freneticamente; o som dos seus gemidos eram de puro prazer; e Alan não parava de dizer:
-Me fode macho gostoso, mete fundo e goza dentro de mim".
Obedeci e depois de foder seu CUzinho por uns vinte minutos, bombando forte e bem fundo, soltei um gemido, ahhhhhhh... vou gozaaaaaaarrrrr... e despejei múltiplos jatos de porra quente, cremosa no seu cu; ao sentir os jatos nas suas entranhas ele apertou forte meu cacete com seu cu guloso e também gozou entre gemidos e respiração trêmula, ofegante.
Relaxados, o suor a escorrer em nossa pele, deitados abraçados, o odor do sexo a perfumar o ambiente; aquele que antes parecia um nerd, não estava mais ali, mas na verdade eu descobrira um fogoso amante.


