A vida prosseguia para Zeca e Joca, entre as aulas no "terceirão", os preparativos para o Enem, as aulas de natação, os treinos de basquete, as disputas no videogame, mas já não era a mesma vida de antes.
O convívio cultivado desde a infância na creche e nas peladas na rua, agora se transformara numa amizade muito mais profunda, e num clima de íntima cúmplicidade; os momentos vividos juntos agora, incluíam a mútua descoberta da sexualidade e suas múltiplas sensações entre dois jovens do mesmo sexo; as brincadeiras de mão amiga se tornaram mais frequentes e passaram a estimular outras descobertas.
Zeca terminou a aula numa segunda-feira ansioso e convidou Joca para ir à sua casa após o almoço, pois queria trocar ideias com o amigo; assim que Joca chegou, foram pra seu quarto e Zeca com ar de receio e ansiedade abriu seu celular e mostrou um vídeo onde dois amigos se pegavam e num dado momento fizeram um troca-troca de oral, ora um, ora outro, a se revezar a chupar os respectivos cacetes; de chofre perguntou se o amigo topava aquela brincadeira; Joca, que sempre fora o mais ousado fez o reparo:
-Putzzz, Zeca, mas isso de chupar pau não é coisa de viado? Bater punheta um pro outro ou juntos, blz, mas mamar um cacete feito bezerro...
-Oras, Joca, isso é só entre nós, ninguém precisa ficar sabendo e, se for ruim, e a gente não curtir, esquece, e ponto final.
E timidamente, como se estivessem a atravessar um brazeiro de festa de São João, se despiram; o pau dos dois estavam duros, empinados e babavam gotas cristalinas, revelando o tesão de ambos; mas quem chupa primeiro... tiraram no "par ou ímpar" e Zeca, que tivera a ideia, foi o primeiro a mamar; igual nos vídeos, Joca sentou na beirada da cama, abriu bem as pernas, Zeca se ajoelhou entre elas e mergulhou o rosto no colo do amigo; primeiro sentiu o perfume de tesão de homem que seus pelos suaves exalavam, com uma mão segurou as bolas e com a outra a base do cacete de 18cm, cabeça arroxeada e brilhante de baba; passeou a língua ao redor da cabecinha, recolheu gotas de baba, saboreou o gosto agridoce e chupou com leveza; Joca ao sentir o contato da língua e dos lábios quentes e macios do amigo no pau soltou um forte gemido, seu corpo se contraiu todo em espasmos e se deixou cair para trás na cama, olhos cerrados.
Zeca prosseguiu na mamada engolindo cada centímetro até a metade metade, quando sentiu o cacete quase entalar na sua garganta, pois o pau fo amigo não cabia inteiro na sua boca; com ela toda preenchida pressionou com a língua todo o corpo do pau, a sentir as veias saltadas do cacete que pulsava na sua boca; começou um movimento de sobe e desce, sem deixar que o pau saísse inteiro da sua boca; levantou os olhos e viu no rosto do amigo uma expressão de puro deleite; os gemidos de prazer de Joca o estimularam a intensificar a mamada até que sentiu o pau inchar e soltar as primeiras gotas de pré gozo; tirou rapidamente o cacete da boca no instante exato em que o primeiro dos vários jatos de porra saíram pela fenda da cabecinha do pau de Joca; esse movimento rápido não impediu, no entanto, que o leite quente e cremoso banhasse seu rosto, pescoço e peito e ainda deixasse sua mão inteiramente lambuzada, e o fizesse provar o sabor meio doce e meio amargo de gotas de porra que escorreram nos seus lábios; Joca respirava ofegante, seu corpo tinha espasmos e sua expressão era do mais puro êxtase.
Zeca se limpou nos lençóis, sentou-se na beirada da cama ao lado do amigo e disse:
-Agora é sua vez, Joca. Eu caprichei na mamada, espero que você faça o mesmo; vi que foi tão bom pra você, que nem me avisou que ia gozar, e esporrou tudo na minha cara, né seu safado!
Acordo é acordo e Joca se levantou, vislumbrou o pau do amigo duraço e soltando gotas de baba, se ajoelhou entre sua pernas e num ímpeto faminto engoliu de uma vez só o cacete inteiro de Zeca; meio assustado com a ação impetuosa do parceiro e ao mesmo tempo experimentando pela primeira vez a sensação de uma boca a engolir seu pau, soltou um longo gemido e contraiu suas coxas, prendendo a cabeça do amigo; ao mesmo tempo, impulsionado pelo tesão incontrolável, segurou forte com as duas mãos a cabeça de Joca e atolou seus 16cm até a garganta; sem permitir que o amigo recuasse, começou a foder com vigor a boca dele; a saliva abundante saia da boca de Joca, misturada à baba do pau de Zeca e escorria até seu saco; num empurrão firme, Joca jogou o corpo de amigo para trás e ficou com a boca livre, podendo respirar, bastante ofegante; olhou firme para Zeca e soltou contrariado:
-Puta que pariu, Zeca, a gente combinou trocar a mamada, mas você tava pensando que minha boca era buceta e começou a me foder, cara; deixa eu te mamar como combinado, pô!
Zeca se desculpou e a justificar falou que o tesão dele estava descontrolado, depois de ter mamado o amigo e ver ele gozar daquele jeito e que não faria mais isso; Joca entendeu a tensão do parceiro e voltou a mamar seu pau, agora com mais suavidade, a fim de dar prazer ao amigo e foi aos poucos aumentando o ritmo; Zeca se contorcia todo e gemia alto com a sensação de prazer da boca macia, aveludada que massageava tão gostosamente seu pau; sentindo a proximidade do gozo, avisou o amigo que por sua vez intensificou a mamada, e ficou a chupar apenas a cabecinha, enquanto punhetava o corpo do cacete; ao sentir as primeiras gotas do pré gozo, tirou o pau da boca mas recebeu os primeiros jatos de leite quente e cremoso no pescoço, peito e na barriga, com o restante a lhe escorrer pelas mãos.
Ambos estavam suados e exaustos pela tensão e pelo gozo abundante; se entreolharam e sorriram satisfeitos pela "ousada aventura" e foram juntos para um gostoso e refrescante banho.
Não era a primeira vez que tomavam banho ali, mas nunca o fizeram juntos e ao mesmo tempo debaixo do chuveiro; desta vez o banho se tornou uma deliciosa e provocante dança erótica que levou o tesão de ambos às alturas; decidiram então voltar pra cama e continuar a brincadeira.
Foi Joca quem, desta vez insinuou como deveriam fazer; disse ao amigo que já vira um vídeo em que dois caras mamavam, um ao outro, ao mesmo tempo e chamavam aquilo de 69 e propôs que fizessem dessa forma, o que foi prontamente aceito por Zeca.
(Mas isso fica pra outro capitulo; este ficou meio longo,rssss)


