A tarde já se findara e as luzes do lado de fora anunciavam um anoitecer, mas Alan e eu ainda não estávamos saciados; nossos corpos, apesar das várias gozadas, ainda exigiam mais; ele se revelara um excelente amante do sexo e sabia proporcionar ao parceiro muito prazer; seus beijos eram lascivos, convidavam para a luxúria; sua pegada era forte e estimulante; ele provocava em cada toque nos detalhes do meu corpo o mais profundo desejo e excitação.
Eu admirava seu corpo branco, sua pele aveludada, lisa toda depilada, sem um pelo sequer, a nao ser uma,leve sombra de penugem ao redor do sem pau; sua bundinha redonda durinha apetitosa, suas coxas volumosas e bem torneadas pela prática da academia, era a pura delícia; Alan era a pura fonte do desejo para um macho como eu, sedento sexo.
Sem que eu pedisse, ele se ajoelhou entre minhas pernas e as abriu, mergulhando o rosto no meu colo e engoliu meu cacete de uma vez só; a boca dele era quente, úmida, aveludada, demonstrava quanto ele era experiente ao engolir um cacete: chupava com vontade, faminto, a língua pressionando a veia de baixo, e com a mão apertando a base; eu com os dedos acariciava seus cabelos curtos forçando a nuca dele pra baixo e gemia suavemente com sua mamada; ele tirou meu pau da boca o suficiente pra poder respirar e num suspiro forte falou:
— Caralho, Tony. Que gostoso ouvir você, o jeito que você geme de prazer, tá bom assim?
Sem esperar resposta, voltou a chupar meu cacete, mais fundo, babando; sem tirar o pau da boca, olhava pra cima com seus olhos azuis a brilhar; percebendo que eu já estava prestes a gozar, interrompeu a mamada, subiu pelo meu corpo e me beijou deixando escorrer sua saliva, me fazendo provar meu próprio gosto de puro tesao, que saia do meu cacete; eu estava enlouquecido de tesão e queria sentir também o seu sabor; inverti as posições para um 69, abri as suas pernas e cai de boca no seu pau duro como pedra e todo melado de intensa baba; chupei aquele pau grosso, veiudo, com a mesma intensidade com que ele me chupava, desfrutando do seu sabor meio adocicado e amargo; com uma das mãos livre desci pelas suas coxas, alisei sua bunda branca até meus dedos alcançarem seu cu; lambuzei o dedo com saliva e fiz carícias na entrada do CUzinho que piscou de tesão; ele abriu mais as pernas me convidando, quase implorando:
— Vem meu macho, mete o cacete, mas mete devagar, quero sentir cada centímetro seu me invadindo e me preenchendo; vai, me fode, me come e me faz gozar com pau no cu!
O posicionei de quatro, peguei o tubo de gel lubrificante que estava sobre o lençol, lambuzei meu pau e seu cu generosamente; encaixei a cabecinha rosada e sentindo ele piscar fui penetrando devagar; seu cu ainda era era apertadinho e quente mas fui deslizando centímetro por centímetro até o talo, com as duas mãos segurando firme na sua cintura; ele gemeu alto quando sentiu meu membro tocar bem lá no fundo e minhas bolas baterem nas dele; comecei a meter devagar, com estocadas longas e bem fundas; enquanto ele recebia as bombadas no cu batia punheta no mesmo ritmo, aproveitando a baba que escorria do seu pau.
Comecei a bombar mais forte e Alan pedia:
-Tony, Meu Macho, Meu Homem, assim mete mais forte, mais fundo, vem inteiro dentro de mim, está gostoso demais, caralhooo...
Seu apelo aumentou mais ainda meu tesão; estávamos fodendo já há quase uma hora quando ele anunciou que iria gozar; fiz ele deitar de bruços e na posição de "papai e mamãe" fodi mais forte ainda e em poucos minutos, praticamente num gemido único gozamos ambos ao mesmo tempo; Alan mais uma vez inundou os lençóis com seu leite cremoso e perfumado; eu sentindo as contrações do seu cu soltei toda minha porra quente no seu CUzinho que não parava de piscar.
Ambos exaustos permanecemos deitados, com os corpos suados e inteiramente saciados; tivemos uma tarde de muito sexo e intenso prazer; nada mais restava da impressão de que aquele rapaz era apenas um nerd.
A noite exigia de nós, agora, repouso; nos limpamos com o que tínhamos à mão, pois a casa ainda estava uma bagunça, toda desarrumada; nos vestimos e num longo abraço nos beijamos como dois amantes e nos prometendo mais; nossa química se revelara perfeita e muitas sensações ainda teríamos a desfrutar.





Delicia de bunda
Que maravilha abraço de Juiz de fora por mais contos assim