A partir desse encontro de consequências não planejadas mas muito agradáveis e prazerosas, passamos a trocar mensagens quase diariamente e saímos algumas vezes para um happy hour ou um drink antes do almoço.
Criz era um rapaz muito bonito e vaidoso na forma de vestir e nos cuidados com um corpo bem feito, embora não fosse rato de academia, mas aos 27anos se cuidava nos seus 1,75m de altura, 80kg; pele clara de origem europeia, cabelos negros bem cuidados e olhos cor de mel, rosto de traços delicados e lábios bem delineados, convidativos para o beijo; culto, pós-graduado em Administração e Econômia; bem informado, de espirito com valores humanistas, sua conversa era fluída e muito agradável.
Foi num desses encontros que, de happy hour virou jantar e foi até altas horas, que Criz me confidenciou que sofrera violência e estupro aos 14 anos por um tio de 20 anos que sob ameaças o manteve calado acerca do ocorrido por quase uma década; que na sua festa de 20 anos, organizada por seus pais na chácara dos avós e com participação de toda a família materna e paterna, de novo o mesmo seu tio, com ajuda e participação de mais um primo, ambos bebados, mais uma vez foi estuprado com violência e selvageria e, após apanhar muito ao tentar reagir, praticamente inconsciente sofreu uma dupla penetração anal que lhe fez estragos.
Encontrado no quarto dos avós meio desfalecido foi socorrido pela mãe que junto com o pai o levou ao pequeno e precário hospital da cidade onde recebeu os primeiros socorros e medicação com orientação de que procurassem um hospital ou clínica especializada na cidade grande, onde foi internado, medicado e passou por cirurgias de reconstituição do reto e ânus.
Fiquei tão embasbacado e comovido com a narrativa que mal conseguia olhar nos seus olhos. Ao perceber minha reação ele me tranquilizou dizendo que esses episódios faziam parte do passado, já estavam superados, fruto de anos de terapia à qual ainda se submetia, e que nada daquilo afetava nossa amizade; que depois de meses de convívio e, especialmente a partir dali, eu sabendo de toda sua história, já era bem mais que uma simples amizade: éramos Confidentes, amigos, parceiros de sonhos e desejos. O encontro daquele dia se estendeu até o quarto do apart-hotel onde Criz estava hospedado, por conta da reforma já atrasada que estava sendo feita em seu AP e acabamos dormindo juntos; sim, dormimos juntos, abraçados de conchinha, sem sexo, apenas ternura, troca de beijos e carícias.
Na manhã do dia seguinte quando acordamos, durante o café da manha ele ligou para sua funcionária de confiança e avisou que não estava bem, que iria até um PA-UBS e que ela cuidasse da loja. Estranhei aquilo e foi então que Criz me falou com brilho nos olhos:
-Tony, creio que estou pronto; sinto-me seguro com você e sei que fará tudo para eu me sentir bem; você sabe que depois do ocorrido com meu tio e das cirurgias que fiz, nunca mais transei; sou cabacinho de novo, rssss CUzinho novo em folha (disse com um sorriso irônico) e quero que seja você o primeiro homem a me possuir e me desvirginar; desejo que isso aconteça hoje, agora!
Essa declaração inesperada, depois de termos passado a noite juntos na cama, ambos só de cuecas e sem sexo, somente entre beijos e caricias, quase me fez convulsionar; eu tinha meses de tesão por ele, desejos sublimados, reprimidos, contidos e foi como se uma comporta fosse aberta a liberar minha libido numa só vez! Meu pau endureceu na hora e gotas de baba molharam minha cueca; uma espécie de calor subiu pela minha espinha desde meu saco até o cérebro e, de repente, eu estava todo suado.
Criz me pegou pela mão e me levou de volta para a cama; tirou sua roupa e fiz o mesmo automaticamente; sem dizer palavra nos envolvemos com paixão aos beijos e em poucos minutos estávamos num arrebatador 69 com nossas bocas famintas a devorar cada poro um do outro; ele me fez virar o corpo e ficar de bruços e montou sobre mim; mordia minha nuca, chupava meu pescoço e foi descendo seus lábios e língua até minha bunda, afastou meus glúteos e mergulhou seu rosto no meu rego que estava úmido e exalava o perfume do tesão; meu corpo se contorcia todo e eu gemia de prazer ao ser devorado de forma faminta; ele meteu a língua no meu CUzinho, lambeu e chupou com avidez; meu tesão era tamanho e meu cu piscava sem cessar que eu já me preparava para receber seu cacete atolado; fui surpreendido quando ele saiu de cima, deitou de bruços ao lado e me mandou subir nele; sussurrei no seu ouvido:
-Se eu montar em você agora, só vou sair quando meu cacete estiver atolado e jorrar minha porra toda dentro do seu CUzinho.
-Vida, sou todo Seu, "quero fazer amor" com você!!!; faça com paixão mas com cuidado e carinho, desejo sexo com ternura, que essa foda seja inesquecível porque será minha primeira transa de verdade com um Homem; um Homem que eu desejo; quero sentir tanto prazer, com você inteiro dentro de mim, a ponto de gozar com pau no cu junto com você, experimentarmos o êxtase ao mesmo tempo, respondeu.
Com Criz deitado de bruços montei nele e soltei meu corpo inteiro colando nossas peles; encaixei meu cacete duraço e babando no seu reguinho úmido de tesão, com movimentos que acariciavam sua bundinha branca, redonda e durinha, às vezes a cabecinha rosada roçava seu CUzinho que piscava; cruzei minhas pernas sobre as suas prendendo-as e as abrindo; cruzei meus braços sob seu tórax e com os dedos molhados de saliva acariciava e estimulava seus mamilos; seus gemidos insistentes e contrações de seu corpo demonstravam seu prazer; dei mordidas na sua nuca, chupões no seu pescoço, metia a língua nas suas orelhas mordiscando os lóbulos e lhe lambia suavemente; desci minha boca e língua pelas suas costas e Criz se arrepiava todo tendo espasmos; cheguei no seu reguinho úmido e perfumado de tesao, mergulhei meu rosto até encontrar sua gruta do amor; passeei a língua por suas pregas, lambi, beijei e chupei seu cu com avidez; seus gemidos, contrações e espasmos eram instigantes para meu tesão de macho; peguei o tubo de gel e lubrifiquei com generosidade seu anel que nao parava de piscar, introduzi devagar o polegar para levar gel dentro do seu cu e fiz movimentos para preparar a passagem da cabecinha que iria romper seu esfincter e tirar seu cabaço; Criz arrebitou a bundinha, abriu bem as pernas e quase suplicante falou:
-Meu macho, meu Homem, mete seu cacete, venha inteiro dentro de mim e me faz chegar ao Nirvana do prazer; estou louco de tanto tesão!
Encaixei a cabecinha na portinha, segurei firme sua cintura, fiz pressão e "flop"... seu CUzinho dilatou e permitiu a passagem do meu pau em alguns centímetros; Criz deu um gemido forte mas abafado pelo travesseiro onde seu rosto estava mergulhado e deu um salto com sua bunda que fez com que mais da metade do meu cacete penetrasse dentro do seu cu apertadinho; ele continuava a gemer e então fiquei parado a dar um tempo pra que ele se acostumasse; novamente ele empina firme sua bunda e engole todo meu pau até o talo.
Deitei todo meu corpo sobre o dele e pedi um beijo; ele se virou e vi seu rosto todo vermelho e o travesseiro molhado de lágrimas; perguntei se eu devia parar e tirar fora meu cacete e ele puxou minha cabeça e me beijou de forma arrebatadora; deu uma piscada forte do seu cu no meu pau e disse:
-Não se atreva a tirar seu pau do meu cu; eu tinha muito medo desse momento mas também desejava loucamente que isso acontecesse; você está tornando essa experiência incrível e inesquecível. Você faz com que eu me sinta um Homem novamente. Você me faz agora esquecer, virar a página, de todo um passado!!!
Ouvir isso me comoveu e deu um significado maior para essa foda; estávamos, sim, a fazer amor.
Com movimentos lentos comecei um vai-e-vem e meu pau deslizava deliciosamente no seu CUzinho bem apertado mas liso e acolhedor; ora eu metia mais rápido e mais fundo, ora fazia mais leve e assim ficamos nessa posição de "papai e mamãe" a desfrutar de prazer por mais de meia hora; Criz e eu queríamos prolongar essas sensações o maior tempo possível; mas somos humanos e o gozo se anunciou com meu pau inchando e a pulsar dentro dele; ele empinou mais a bundinha e iniciei bombadas frenéticas até que... ahhhhh... caralhooooo, voooouuuu gozaaaaarrrr... e soltei incontáveis jatos de porra quente e cremosa que inundou seu cu; ao mesmo tempo, sem nem tocar no seu pau Criz gozou intensamente nos lençóis a soltar gemidos frenéticos.
Em êxtase, larguei todo o peso do meu corpo sobre o dele, ambos com respiração ofegante desfrutávamos de um momento, especial e mágico; e assim ficamos por longo tempo em puro desfrute do prazer até que meu cacete foi ficando flácido e deslizou da gruta do amor que agora, em pequenos filetes esbranquiçados, deixava escorrer em suas coxas meu néctar.
Aos poucos fiz meu corpo cair de lado e ficamos frente a frente, num olho no olho que falava por si, sem dizer palavra; nossos lábios se encarregaram de manifestar a alegria que sentíamos num doce e suave beijo.




Isso é muito mais que só erótico e deliciosamente excitante... o prazer é algo sempre mais amplo e sublime. Excelente, meu amigo, excelente!!