No dia seguinte, passava um pouco das 8 horas, recebo uma mensagem de Celo:
-Bom dia, Tony, meu namorado acaba de sair, pode vir lá pelas 9 horas.
Bem animado com a notícia, meu cacete despertou e me preparei para passar a manhã a finalmente realizar meu antigo desejo; vesti uma roupa leve, perfume suave e pontualmente toquei a campainha e subi ao AP indicado; Celo abriu a porta com um sorriso estampado no rosto, me recebeu com um abraço carinhoso ?? e já trocamos um beijo... longo, molhado, lascivo com nossas línguas a se digladiar; trocamos um olhar profundo e o tesão e desejo estavam no ar. Ele me ofereceu um café, sorvemos juntos a bebida quente e deixei a iniciativa para ele, afinal era o anfitrião; ele me pegou pela mão e me conduziu até o quarto, todo bem arrumado, com.aroma agradável e uma ampla cama com alvos lençóis; ali seria nosso ninho de amor e do pecado; por quê pecado?... ambos éramos casados e Celo, pela primeira e irresistível vez, iria trair seu amado noivo... mas isso pouco importava naquele instante pois nosso tesão é desejo falavam mais alto; e ele me admitiu:
-Jamais olhei nem pensei em você como um Homem que eu traria pra minha cama, mas a partir do momento que você abriu o jogo comigo, no portão da sua casa, eu não desejei outra coisa; nossa diferença de idade-sempre curti caras da minha faixa etaria-seu magnetismo e sua fala objetiva, direta, sem rodeios, acendeu um tesão, um desejo, que jamais pensei sentir por outro cara, que não meu namorado.
Dito isso partimos pra ação; entre beijos e pegadas nos despimos e caímos na cama; Celo era mestre com sua boca e passou a me devorar inteiro; eu deitado de costas o recebi sobre mim com lambidas, chupadas e mordidas nas minha orelhas, pescoço, mamilos, umbigo até abocanhar gulosamente meu cacete duro como pedra e babando copiosamente; de uma vez engoliu meu pau inteiro até tocar na sua garganta; com sua língua apertava e massageava o corpo inteiro até chegar na cabecinha rosada que ele tratou com volúpia; eu gemia todo e me contorcia de tesão o que o deixava ainda mais faminto e devorador.
Num movimento rápido nos colocamos em posição invertida, com nossos paus colados em nossos rostos e fizemos um delicioso ?? 69; seu pau era médio, uns 16cm e grossinho, cabecinha vermelha, um sabor delicioso acentuado pela baba generosa; as mamadas eram acompanhadas de gemidos e espasmos de nossos corpos mergulhados no prazer devorador de nossas bocas famintas; com habilidade curvados os corpos e nossas línguas deixaram os paus e sacos e mergulharam nos CUzinhos; a sensação foi indescritível ao sentir a língua áspera e quente de Celo dar estocadas no meu cu, seguidas de beijos e chupadas no meu anel que não parava de piscar; retribui o cunete nele com vigor que me pediu para interromper um instante, dar um tempo, senão iria gozar.
Foi então que propus irmos adiante e perguntei em qual posição ele queria me receber; preferiu a primeira penetração de frango assado pois queria olhar nos meus olhos enquanto era penetrado pra notar o meu prazer em realizar um sonho há tanto acalentado; com uma almofada sob a bunda, abriu bem as pernas e expôs sua gruta do amor, um CUzinho lisinho, depilado, rosadinho a piscar e pedir pika; usei gel abundante no seu cu e no meu pau, posicionei a cabecinha rosada na entrada, curvei meu corpo sobre o seu e trocamos um longo, lascivo e molhado beijo; iniciei a pressão e meu cacete foi deslizando suavemente no seu reto e ficar atolado até a base e meu colo encostar na sua bundinha com meus pelos pubianos abundantes acariciarem seu rego; os olhos de Celo eram de puro êxtase e ele o demonstrava dando fortes e seguidas mordidas com seu cu no meu pau; ele me pediu que fodesse firme, com vigor mas sem pressa, porque queria usufruir de cada segundo de meu membro a pulsar e bombar dentro dele; obedeci no início, mas meu tesão de estar ali fodendo o CUzinho daquele garoto que desejei por anos falou mais alto; fui aumentando o ritmo e em menos de 20 minutos de foda meu pau latejou e inchou anunciando o gozo; comecei uma punheta forte no cacete babão dele e arfando soltei... voooouuuu... gooozaaaar... caralhooooo.... ahhhhhh... e soltei jatos intensos de porra a inundar seu cu; quase ao mesmo tempo, ao sentir o leite quente em jatos nas suas entranhas Celo gozou muito com respingos de porra atingindo seu queixo, peito, barriga e ainda sobrou jatos do porra na minha barriga; o som de nossos gemidos e o perfume do gozo dele inundaram o ambiente.
Ficamos alguns instantes a usufruir do êxtase mas nossos caralhos permaneciam latejantes; mudamos de posição e o instrui a ficar de quatro; com seu cu cheio de porra e meu pau também melado de gozo, botei a cabecinha na portinha do CUzinho já meio alargado, segurei firme com as duas mãos sua cintura e meti tudo de uma vez só, até meu saco peludão bater no seu e já iniciei o vai-e-vem das bombadas com o som característico, plá, plá, plá a cada enterrada; correspondendo ao tesao Celo dava seguidas mordidas com o cu no meu pau o que me fazia intensificar ainda mais as bombadas; o prazer de ambos era explicitado nos altos gemidos e espasmos dos nossos corpos; por cerca de meia hora fodemos assim; pedi que ele fosse se deitando devagar para meu cacete não sair do seu cu e junto fui soltando meu corpo sobre o dele; ele se sentiu todo dominado com o peso do meu corpo sobre si, voltou o rosto com expressão de alegria e felicidade e trocamos um lascivo e demorado beijo; Celo estava totalmente entregue e nessa posição eu me sentia o macho dominador, o que levava meu tesao a mil; prendi suas pernas sob as minhas forçando a abertura da sua bundinha redonda, branca e durinha; coloquei meus braços sob seu tórax e com minhas mãos fiz como um gancho em seus ombros, prendendo forte seu corpo no meu; a dominação física era total e ele, satisfeito, retribuía empinando sua bundinha, a forçar contra meu pau, como a querer até as bolas dentro do se cu; nessa posição de "papai-e-mamãe" meti com vontade por mais de 15 minutos até meu cacete latejante inchar e começar a pulsar anunciando o gozo; sussurrei no seu ouvido que estava a ponto de inundar novamente seu cu com meu leite e ouvi de volta:
-Vem meu macho, mete, fode com vontade, goza muito, quero sentir dentro de mim cada jato de seu nectar quente e cremoso; me inunda com sua porra leitosa que com essa sensação vou gozar gostoso ?? também.
Tal declaração destampou o vulcão em mim e gozei como há muito tempo não fazia; muitos jatos potentes saíram do meu pau que latejava e pulsava no Cuzinho quente e receptivo do meu garoto desejado; Celo entre espasmos e contrações no cu despejou seu gozo abundante sobre os lençóis.
Extasiados, corpos suados e exaustos por duas fodas seguidas, os corpos quase inertes, em silêncio ofegante, permanecemos um longo tempo assim grudados. Aos poucos nossa respiração foi voltando ao normal; meu cacete já meio flácido foi escapando do seu cu deixando escorrer em fios brancos o leite depositado; meu corpo tombou de lado, meus braços e pernas sobre o seu, trocamos um beijo carinhoso e terno e em silêncio caímos num cochilo.
Um tempo depois fomos juntos, abraçados, ao chuveiro para um banho reparador. Como todo banho de macho a dois, este se tornou um jogo erótico estimulante e nossos cacetes a babar eram a prova evidente de que muito tesão ainda estava a exigir mais sexo, mais energia, mais gozo. A manhã ainda estava pela metade...




