PARTE III Para não desperdiçaram o tempo precioso que ainda podiam desfrutar a sós, antes da chegada da namorada de Victor, fizeram um lanche substancioso ali mesmo, essencial para recuperar as energias, que o próprio tratador, hábil na cozinha sabia preparar. Foram para o quarto na cama de casal para terem mais conforto e ali, aos beijos e carícias abriram seus corações; o embaixador relatou sua iniciação sexual com o peão José e Victor confessou que na adolescência tivera algumas brincadeiras inocentes com primos, que não passaram de assistir juntos filmes pornôs e punhetas, sem nunca terem sequer experimentado a "mão amiga" tão comum hoje; que o que estava a vivenciar agora era algo inusitado para ele; que o embaixador era uma pessoa agradável e muito atraente e sedutora, a cujos encantos não resistira. Beijar outro homem e mais, meter no seu cu e gozar fodendo um macho, foi algo que ultrapassou todos os seus escrúpulos, mas que ele não se arrependia pois as sensações e prazeres que experimentara foram incríveis e que gostaria de provar tudo novamente. Experiente, o embaixador explicou com certa ternura que uma transa entre machos é da natureza humana e que as sensações e prazer que experimentaram é o que nossos corpos podem nos proporcionar e mais, que uma transa entre homens não se resume à penetração, que há muito mais a desfrutar e dizendo isso avançou nas carícias no corpo de Victor que, diante do prazer que sentia se entregou inteiramente; seu parceiro o beijou usando de sua língua para perscrutar toda sua boca num bailar das línguas e na troca de hálitos e salivas; descolou seus lábios e lambeu e chupou seu pescoço e orelhas com suavidade, a fazer o tratador gemer, suspirar e contrair todo o corpo; quando chegou em seus mamilos entumecidos e duros de tesão, chupou e burilou um com a lingua e o outro acariciava com os dedos lisos pela saliva; desceu até seu umbigo dando mordiscadas na sua pele o fazendo se contrair todo de prazer; com cuidado pegou na base do cacete duraço que babava e com a língua acariciou a cabecinha avermelhada dando voltas ao seu redor ecrecolhendo a baba que brotava de sua rachadura; chupou firme a cabecinha, o que arrancou forte gemido de Victor que contraiu todo o corpo arrepiado; percebendo a reação de tesão e prazer do parceiro engoliu todo o cacete até que atingisse sua garganta; com a língua áspera massageava e apertava todo o corpo do cacete que preenchia sua boca; fez movimentos de sobe e desce no corpo do pau numa punheta com lábios macios; com habilidade lambeu as virilhas e chegou nas bolas que habilmente pos ambas na boca; de tudo isso desfrutava com prazer nunca antes provado o tratador se deixando devorar a emitir gemidos e espasmos do corpo degustado. Dono da situação o embaixador subiu seu corpo sobre Victor, o beijou e sussurrou um pedido de retribuição; desejava ser devora do e mamado da mesma forma; seu parceiro retrucou que não se sentia à vontade para tanto e preferia ser degustado; que até já o beijara mas chupar seu pau ia um pouco além do possível para um homem hétero; ardiloso e com seu jeito sedutor o embaixador argumentou que poderiam fazer juntos, ao mesmo tempo, num 69 com ambos em igualdade de condições; explicou que com Victor deitado por baixo e ele por cima, ele podia mamar mamar seu cacete enquanto o tratador explorava seu rego e seu CUzinho; no íntimo ele sabia que com o tesão a mil seu parceiro não resistiria a uma boa mamada no seu pau e saco; ainda relutante Victor acabou concordando e começaram a se devorar reciprocamente com suas bocas e línguas; o tratador ao sentir o perfume do tesão que exalava do rego e da bundinha do parceiro lambeu e chupou com volúpia seu cu, dando firmes estocadas no seu anel que piscava sem parar; com o odor de tesão nas narinas e as mamadas famintas do embaixador mergulhou na clima da broderagem; sentindo o roçar do saco lisinho e perfumado em seu rosto abocanhou as bolas do parceiro de 69 e as acariciou com a língua fazendo arrepiar o corpo do embaixador que num movimento hábil fez seu pau babão roçar os lábios de Victor; sentindo a textura e sabor da baba e o perfume de tesão abocanhou de uma vez o cacete de 15cm inteiro do parceiro e o chupou com voracidade mandando às favas suas últimas resistências; ambos ficaram nesse prazeroso 69 por cerca de 20 minutos, quando Victor sentiu seu pau inchar e latejar e com fortes gemidos soltou potentes jatos de leite quente e cremoso inundando a boca do embaixador; absorto pelo tesão e prazer do gozo não se deu conta do pré gozo do parceiro e com o pau dele todo na boca recebeu na garganta os primeiros jatos de porra que engoliu como pode; outros jatos abundantes encheram sua boca e escorreram por seus lábios até seu pescoço. A essa altura não havia retorno, pensou Victor, só restava degustar o creme que o embaixador lhe despejara na boca;satisfeitos ambos se abraçaram e se beijaram trocando salivas com sabor de porra um de outro. Somos homens em condições de igualdade a nós proporcionar mutuamente o prazer que nossos corpos nos podem proporcionar. -Então, depois disso o que mais vamos nos proporcionar ainda? Pergunta Victor. -Só depende de nós dois, do que desejamos, argumentou o embaixador. -Estou exausto fisicamente,um pouco confuso mental e emocionalmente; preciso descansar e por as ideias no lugar, amanhã conversamos, afirmou Victor. Compreensivo o embaixador deu-lhe um carinhoso abraço e um beijo suave em sua boca e foi-se a sonhar com o dia seguinte.
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