PARTE II A declaração explícita e cheia de desejo que Jéso me fez ainda me perturbava. Eu estava em conflito entre o desejo louco de desfrutar daquele jovem angelical e uma sensação de culpa/remorso por estar a ponto de explorar a sua fragilidade e pureza. Entramos no quarto espaçoso, com uma bela e aconchegante cama de casal, e para minha surpresa Jéso se sentou na beirada da cama e batendo com a mão no colchão fez um gesto para que me sentasse ao seu lado. Sentei ali com um semblante um pouco anuviado a imaginar o que realmente queria aquele garoto. Ele pegou carinhosamente na minha mão, olhou-me nos olhos e disse: -Me escuta, não diga nada, até eu terminar meu relato. Eu não sou essa figura angelical que você está a imaginar. Perdi meus pais ainda criança e com meus irmãos mais velhos fomos criados pela minha Avó que, já idosa mandou meus irmãos para serem cuidados na casa de uns tios, só eu fiquei ali ate os 14 anos; já ajudava minha vó em casa e na feira, onde meus tios tinham uma banca. Aos 16 anos na casa de meus tios dois de meus primos mais velhos me assediaram e juntos tentaram me estuprar; armei a maior confusão mas ninguém acreditou na minha história; tempos depois numa festa de bairro, bêbados meus dois primos junto com mais dois amigos me pegaram, me estupraram, se lambuzaram e fizeram de mim um trapo, os quatro metendo até gozar, no meu cu virgem e na minha boca. Voltei pra casa da minha vó todo arrebentado, física e psicologicamente, todo lambuzado do gozo deles. Tomei um banho pra me limpar de toda aquela porra que tinha dentro e fora do meu corpo, juntei as poucas coisas que tinha e com ajuda de carona sumi dali pra bem longe, pra sempre, só com a pouca grana que juntara; procurei trabalho sem sucesso, dormi na rua e comia o que me davam, até que numa noite encontrei com uma travesti que ouviu minha história, se compadeceu, me ajudou e me ensinou a fazer programas; com isso conseguia me alimentar bem e com alguns clientes até passar noites confortáveis em seus APs ou nos hotéis. Hoje, aos 19 anos, 20 a completar em dois meses, estou aqui. Não sou o anjo celestial que você imagina, tampouco um ser puro e sem mácula. Ah, fiz todos os exames inclusive de HIV há 15 dias num pontinho do SUS e estou totalmente limpo, pode ficar tranquilo. Ouvir esse relato me deixou consternado e afirmei resoluto: -Sinto um gosto amargo pelo que você passou, disse-lhe. Mas você não precisa se prostituir comigo. O que fiz até aqui nao foi para te seduzir ou comprar. A partir daqui podemos ser apenas amigos, conversar e curtir a companhia um do outro pelo tempo que você quiser. Jéso pegou carinhosamente meu rosto com as mãos, deu-me um suave beijo e falou firme: -Seu bobo, só contei minha história pra que você soubesse quem sou, não pra sentir pena de mim. O que sinto por você é o que qualquer homem sente por outro homem quando há empatia, reciprocidade de sentimentos e desejo. Eu estou louco de tesão por você, sinta meu pau latejando, e levou minha mão até seu cacete duro; e sei que o tesão seu por mim é igual, e pegou forte no meu pau meia bomba. Portanto vamos ao que viemos, curtir nossos corpos, trocar energias e fluidos como dois machos, que se desejam, pô! Dito isso tirou toda sua roupa e me ajudou a fazer o mesmo, ficamos os dois nus, com os paus em riste a babar de tesão. Além de sua beleza de linhas delicadas no rosto, seu corpo era magnífico; 1,70m, uns 70 kg, pele clara, lisa sem pelos, poucos pentelhos na púbis acima do cacete, coxas bem torneadas e ainda um atraente, e belo cacete de uns 17 cm, reto de veias saltadas e cabecinha rosada; de costas uma bundinha redonda, durinha, branca, convidativa, sustentada pelas belas coxas... era um corpo desejável, irrecusável, a desejar um macho. A partir desse momento meu Anjo se transformou no capeta. Num abraço a demonstrar sua postura proativa numa transa, deu um impulso e caímos na cama quando passei a ser devorado com volúpia por sua boca gulosa. Começou me beijando deliciosamente com sua língua invadindo minha boca a duelar com a minha quase a me sufocar; desceu ao meu pescoço a dar lambidas e leves mordidas na minha orelha até chegar aos meus mamilos com mamadas fortes me arrancando gemidos e arrepios de tesão, a fazer meu corpo se contorcer; sua língua desceu ávida até meu umbigo e cintura com os dentes a me mordiscar de leve até seus lábios alcançarem meu pau que latejava e latejava e babava; com a língua ágil colheu minha baba e abocanhou a cabecinha rosada me fazendo estremecer; segurou meu pau pela base e de uma vez engoliu meu cacete inteiro até que atingiu sua garganta; meu tesão era tanto que com as duas na sua nuca soquei forte sua garganta que ele engasgou mas sem soltar meu membro chupava com vontade ainda, segurando firme com suas mãos minha bunda lhe cravando as unhas; tirou meu pau da boca e num salto veio até minha boca e me deu um beijo lascivo molhado soltando sua saliva com o sabor e perfume do meu cacete; que delícia de beijo saboroso, odor e sabor de puro tesão. Jéso me olha firme nos olhos e diz resoluto: -Meu homem, me fode agora! Quero sentir você inteiro dentro de mim, seu cacete me preenchendo e pulsando ate soltar jatos e jatos de porra pra inundar meu CUzinho com seu leite quente!!! Obedeci seu chamado e pronto pra satisfazer seu desejo fiz com que ele ficasse de frango com um travesseiro sob as costas, levantei suas pernas deixando o CUzinho bem exposto, lubrifiquei com abundância meu pau e seu cu, direcionei minha cabecinha rosada bem na portinha e fiz pressão; antes de seu CUzinho se abrir pra receber meu membro teso, latejante, babando e com as veias saltadas, curvei-me sobre ele e dei um doce e lascivo beijo; com nossos lábios colados pressionei meu corpo fiz passar a cabecinha do meu pau no seu anel; Jéso contraiu todo seu corpo e teve seu gemido lancinante abafado pela minha boca colada na sua; ficamos assim por alguns instantes pra que seu CUzinho se acomodasse àquela invasão, descolei meu corpo do seu e segurando firme em suas pernas levantadas fui invadindo devagar sua gruta quente, escura e apertada, como um explorador em busca de um tesouro. Sem pressa fui até o fundo até esfregar meus pelos pubianos no seu cu bem dilatado e preenchido. O pau de Jéso duro feito pedra pulsava e babava; sua expressão era de pura satisfação pelo prazer que sentia; o clima era de um tesão compartilhado entre dois cúmplices que mutuamente se desejavam. Eu fodia seu cu com um prazer indescritível, com meu cacete deslizando suavemente naquela gruta que eu visitava pela primeira vez, um cu apertado, liso, acolhedor que me recebia com incessantes pulsações e mordidas do seu anelzinho apertado a me instigar mais e mais em um gostoso vai-e-vem. Eu queria ficar ali nesse enlevo até o fim dos tempos, mas meu cacete começou a inchar e pressentindo o gozo, num impulso me debrucei sobre o corpo do meu amante e com um beijo cheio de volúpia soltei a voz entre gemidos... voooouuuu.... goooozaaaarrrrr... ahhhhhhh... e soltei jatos, inúmeros jatos de porra quente e cremosa inundando o CUzinho do meu desejado e tesudo Jéso; ao sentir meus jatos de leite nas sua entranhas ele contraiu seu cu e entre espasmos e gemidos fortes, contorceu todo seu corpo e sem tocar no próprio pau gozou intensamente... seus jatos potentes e abundantes de leite cremoso atingiram seu rosto, peito e barriga; seu cacete não parava de jorrar seu gozo que inundou meu colo, meus pentelhos e era tanto que escorreu pelas minha virilhas; isso tudo enquanto meu pau ainda pulsava dentro dele, também para ali deixar suas últimas gotas. Meu êxtase não era apenas pelo tesão do meu pau a desfrutar e gozar no seu cu. Minha sensação de prazer era maior que o prazer físico. Eu estava não a foder um garoto tesudo e ávido por sexo; eu estava a fazer amor com um Homem, um Anjo de beleza e caráter que se entregava totalmente, não só seu corpo, mas todo seu ser. O que fizemos ali transcendia uma foda; era entrega mutua entre dois seres amantes que deixavam extravasar seus instintos e desejos mais profundos. Exaustos mas não saciados, juntamos nossos corpos a trocar fluídos, nosso suor e nosso gozo; minha porra branca, leitosa escorria de seu CUzinho a se espalhar nos lençóis; seu gozo espalhado por seu corpo se juntava no meu como amálgama a nos unir; nossos lábios e língua em incessante balé completavam o clima; nossos olhares denunciavam nossa cumplicidade, nosso desejo, de que aquele momento fosse eterno. Braços e pernas entrelaçadas adormecemos. Nossos pensamentos postos em gestos eram de uma promissora e prazerosa parceria. Muito mais estava por vir.
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